<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-8507974684308316790</id><updated>2012-01-20T06:12:07.494-08:00</updated><title type='text'>Marketing Farmacêutico</title><subtitle type='html'>Falar das novidades da indústria farmacêutica, nacional e mundial, falar de marketing, vendas e gestão de pessoas são o objetivo deste blog (motivar pessoas é o segredo do sucesso!).</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Claudemir Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04356525684692930087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/SkPrIw2DvHI/AAAAAAAAAAg/zNIgDUEk1Rw/S220/Claudemir.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>190</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8507974684308316790.post-3497392998626062139</id><published>2012-01-20T06:12:00.000-08:00</published><updated>2012-01-20T06:12:07.500-08:00</updated><title type='text'>Bndes aprova R$ 64,2 milhões para Aché Laboratórios</title><content type='html'>A Diretoria do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (Bndes) aprovou financiamento de R$ 64,2 milhões para o Aché Laboratórios Farmacêuticos S/A e sua controlada Biosintética Farmacêutica Ltda. Os recursos serão destinados ao desenvolvimento de medicamentos inovadores, genéricos e similares por meio do Bndes Profarma, o Programa de Apoio ao Desenvolvimento do Complexo Industrial da Saúde. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A participação do Banco equivalerá a 88% do valor total a ser aplicado pelas empresas. O financiamento do Bndes ocorrerá por meio dos subprogramas Profarma Produção e Inovação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Programa do Bndes tem como objetivo incentivar o crescimento da produção e pesquisa de equipamentos médicos, materiais para diagnóstico, hemoderivados, imunobiológicos, intermediários químicos e extratos vegetais para fins terapêuticos, princípios ativos farmacêuticos e medicamentos para uso humano de interesse estratégico para a Política Nacional de Saúde. Além disso, visa contribuir para a formação e a consolidação de uma base exportadora no país. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O projeto do Aché Laboratórios compreende investimentos em pesquisa, desenvolvimento e registro de produtos, tanto no Aché quanto na Biosintética. Os investimentos estão divididos em três grupos: os produtos inovadores, os similares e a renovação de registro. O apoio do Banco no projeto tem como mérito favorecer os investimentos de empresas no Brasil de medicamentos inovadores, gerando diferencial de mercado e aumentando a competitividade das empresas do país. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os produtos inovadores que serão desenvolvidos pelo Aché e Biosintética já possuem registro no exterior, mas ainda não existem no Brasil. Desta forma, resultarão em novas associações e formulações inéditas no país. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O segundo grupo de investimentos das empresas, o de medicamentos similares, inclui produtos para os quais já há remédios de referência e/ou genéricos produzidos e comercializados no mercado brasileiro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os investimentos para renovação de registro incluem os remédios similares e genéricos comercializados no Brasil. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Monitor Mercantil - RJ&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8507974684308316790-3497392998626062139?l=blogclaudemir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/feeds/3497392998626062139/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2012/01/bndes-aprova-r-642-milhoes-para-ache.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/3497392998626062139'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/3497392998626062139'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2012/01/bndes-aprova-r-642-milhoes-para-ache.html' title='Bndes aprova R$ 64,2 milhões para Aché Laboratórios'/><author><name>Claudemir Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04356525684692930087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/SkPrIw2DvHI/AAAAAAAAAAg/zNIgDUEk1Rw/S220/Claudemir.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8507974684308316790.post-8487502176054713182</id><published>2012-01-19T02:47:00.000-08:00</published><updated>2012-01-19T02:47:51.317-08:00</updated><title type='text'>O rei das farmácias</title><content type='html'>Como o cearense Francisco Deusmar de Queirós, que começou vendendo remédios na periferia de Fortaleza, construiu uma rede de drogarias que faturou mais de 2 bilhões de reais em 2011&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cearense Francisco Deusmar de Queirós, de 64 anos, ainda era menino na década de 50 quando começou a ga­nhar o próprio dinheiro nas ruas de For­taleza, no Ceará. "Depois da aula, meu pai me dava banana, laranja e rapadura de nossa mercearia para eu vender na rua”, diz Queirós. Nos anos 80, ele enxergou una enorme potencial para empreender vendendo remédios a preço baixo para a clientela de baixa renda do Nordeste. Ho­je, três décadas depois, Queirós é dono de uma das principais redes de farmácias do país, a Pague Menos, que faturou mais de 2 bilhões de reais em 2011 — metade das receitas vem dos estados do Nordeste. Ele conta a Exame PME como fez a rede cres­cer tanto e avisa para quem quiser fazer o mesmo: "O que vale para um estado nor­destino pode não valer para o outro”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nasci em Amontada, uma cidade­zinha do litoral norte do Ceará, onde passei parte da infiancia. Meu pai, que saiu da escola ao completar o primário, queria que eu estudasse para me formar numa faculdade. Para me dar acesso a bons colégios, minha família se mudou para Fortaleza quando eu tinha 7 anos. Meu pai vendeu o sitio onde moráva­mos e, com o dinheiro, abriu uma mer­cearia. Às vezes, eu o ajudava vendendo frutas nas ruas perto de casa — só de­pois das aulas, pois meu pai não me dei­xava faltar de jeito nenhum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prestei vestibular para o curso de ad­ministração na Universidade Federal do Ceará. Eu queria trabalhar numa empresa grande, mas não para fazer carreira como empregado. Meu objetivo era ganhar ex­periéncia e um dia ser dono de meu pró­prio negócio. As coisas aconteceram mais rápido do que eu esperava. Aos 19 anos, ainda na faculdade, consegui um emprego na IBM corno operador de computador. Fiquei lá de 1967 a 1969. Depois, passei num concurso para o IBGE, onde traba­lhei por mais dois anos. Saí de lá para uma distribuidora de valores. Dois anos depois, tinha me tornado gerente. Também dava aulas de economia na universidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu tinha quase 30 anos e achei que já estava preparado para empreender. Abri minha própria corretora, a Pax. Deu mui­to certo. Ganhei bastante dinheiro vendendo cotas do Finor, um fundo que dava benefícios fiscais a empresas que inves­tiam no Nordeste. No final da década de 70, eu estava com 34 anos e tinha juntado um patrimônio de 1 milhão de dólares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto trabalhava no mercado financeiro, passei duas temporadas fazen­do cursos nos Estados Unidos. Nas via­gens, conheci as drugstores americanas. Achei-as interessantíssimas. Elas têm uns pouco de tudo — até salgadinho. Era muito diferente do que eu conhecia no Brasil, onde farmácia só vendia remédio e um ou outro artigo de perfumaria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A alta diversificação nas drugstores americanas me chamou a atenção. Dava para vender os remédios a uns preço bai­xo porque o lucro menor nos medica­mentos era compensado com margens melhores nos demais produtos. Achei o sistema bem interessante e comecei a pensar em como adaptá-lo ao Brasil. Ter uma farmácia me pareceu ótima. Todo mundo precisa de remédio de vez em quando. Além disso, eu simpatizava com a idéia de lidar com comércio, porque era um tipo de negócio mais parecido com a mercearia que eu conheci quando crian­ça — a corretora dava dinheiro, mas não me encantava tanto assim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1981, abri minha primeira farmá­cia no Ellery, um bairro simples de Fortaleza. Era modesta, mas chamava a atenção por ser diferente das ­ concorrentes. As outras farmácias deixavam os produtos de higiene atrás do balcão, e quem quisesse alguma coisa tinha de pedir ao balconista. Muita gente, princi­palmente as mulheres, ficava constran­gida de pedir a um estranho um produ­to de uso pessoal, como preservativos ou absorventes íntimos. Não tinha dú­vida de que isso atrapalhava as vendas. A primeira coisa que copiei das drugstores foi deixar uma gôndola no meio da farmácia com os produtos de higiene e perfumaria ao alcance do cliente, que podia encontrar tudo sem pedir a nin­guém. Com o tempo, acrescentei itens que os concorrentes não vendiam, como doces e refrigerantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os medicamentos baratos fizeram enorme sucesso. Mas a gente não vendia o tempo todo. Certa vez, o gerente de uma de nossas drogarias numa cidade no interior do Ceará justificou as ven­das em baixa porque enfrentava a concorrência de uma pequena farmácia do bairro que vendia medicamentos em "dedada" e "colherada” Pedi a ele para explicar melhor. Soube então que, quando não tinha dinheiro para com­prar um tubo de pomada ou um vidro de xarope, o pessoal do bairro ia nesse concorrente e, por 50 centavos, com­prava uma dedada de pomada ou uma colherada de remédio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Encontrar formas de fazer com que mais gente entrasse na farmácia era uma verdadeira obsessão para mim. Em 1991, estava em Belo Horizonte quando vi um rapaz entrar numa lavanderia para com­prar vale-transporte. Gostei da ideia e deci­di fazer das farmácias um ponto de presta­ção de serviços. Fiz acordos com empresas de ônibus para distribuir os vales.Também procurei as companhias de telefonia, enér­gia e água e fechei contratos para que os clientes pudessem pagar as contas na Pa­gue Menos. Essas empresas me davam prazo de trés dias para repassar o que rece­bia — enquanto isso o dinheiro tirava apli­cado no banco. Hoje, isso é comum, mas penso ter sido um dos primeiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Achava que havia muita coisa er­rada nas farmácias de Fortaleza. Ficava particularmente incomodado com as drogarias que funcionavam 24 horas. As portas não ficavam abertas o tempo todo. À noite, os donos deixavam só uma janelinha aberta na fachada, com medo de assaltantes, e um único fun­cionário lá dentro para atender quem chegasse. Para mim, era ridículo deixar o pobre do cliente ao relento com a desculpa de proteger a farmácia. Quando abri a primeira drogaria 24 horas, mandei deixar aberta o tempo todo. Muita gente disse que a Pague Menos viraria chamariz de bandido. Até fui assaltado algumas vezes, mas não mais que o pessoal da janelinha. E ganhei clientes que certamente não gostavam nada de ficar de madrugada na calçada para comprar remédios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem quer fazer negócio na Re­gião Nordeste precisa entender suas particularidades. O que vale para o Ceará nem sempre funciona nos estados vizinhos. O consumidor de Forta­leza pensa diferente do cearense do interior. Lembro que estava preocupado com uma farmácia em Juazeiro do Norte que nunca batia as metas. Uns dias fui lá tentar descobrir o problema. Dei uma volta na cidade e percebi que as farmácias e todas as outras lojas ti­nham na porta uma imagem do padre Cícero. Conversei com outros comer­ciantes. Eles me explicaram que, sem uma estátua do Padim Ciço no estabelecimento, o pessoal de Juazeiro não entra. Comprei logo três imagens — uma eu pus na porta, a outra no meio e a última nos fundos da Pague Menos. Depois disso, as vendas aumentaram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No fim dos anos 90, comecei a abrir farmácias fora do Nordeste. Em 2002, a rede chegou a São Paulo. Mas o mer­cado nordestino, onde construí uma base sólida para a expansão da empre­sa, representa metade das receitas. Ho­je, ainda há muito o que crescer no Nordeste, principalmente graças à ex­plosão no consumo das classes C e D. A região virou um grande canteiro de obras. Fico impressionado como de um ano para o outro surgem bairros onde antes só havia terrenos baldios. Em cada uns desses lugares pode haver espaço para uma ou mais farmácias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos concorrentes dizem que pretendem investir no Nordeste, mas até agora não vi nada de muito concre­to. Quem chega para abrir meia dúzia de farmácias não me incomoda. Mas respeito quem vier com muito dinheiro e planos agressivos. Estou prepa­rando para enfrentar a concorrência, sem deixar de lado a expansão da Pa­gue Menos em outras regiões, como Norte e Sudeste. Para isso, vou precisar de dinheiro. Planejo abrir o capital até o fim de 2012, quando a Pague Menos deverá ter 500 farmácias e faturar mais de 3 bilhões de reais por ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Revista PME- Exame – Janeiro 2012 - Katia Simões&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8507974684308316790-8487502176054713182?l=blogclaudemir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/feeds/8487502176054713182/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2012/01/o-rei-das-farmacias.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/8487502176054713182'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/8487502176054713182'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2012/01/o-rei-das-farmacias.html' title='O rei das farmácias'/><author><name>Claudemir Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04356525684692930087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/SkPrIw2DvHI/AAAAAAAAAAg/zNIgDUEk1Rw/S220/Claudemir.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8507974684308316790.post-6249675109634317049</id><published>2012-01-18T04:10:00.000-08:00</published><updated>2012-01-18T04:10:14.566-08:00</updated><title type='text'>Gestão Estratégica</title><content type='html'>&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-SwkiGWEz8Xs/Txa1ivuEZrI/AAAAAAAAC8Y/bHVc0P4kssc/s1600/Gestao+Estrategica.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" nfa="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-SwkiGWEz8Xs/Txa1ivuEZrI/AAAAAAAAC8Y/bHVc0P4kssc/s320/Gestao+Estrategica.jpg" width="228" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Quero dizer que foi bastante agradável a leitura do livro “Gestão Estratégica” do Prof. Eliezer Arantes Costa – Saraiva.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: left;"&gt;O livro é muito interessante por aprofundar os temas ligados a gestão estratégica, com vários modelos de aplicação prática, o que é bastante incomum em obras deste tipo, tornando a leitura muito agradável e, sobretudo valiosa para o dia-a-dia do gestor de marketing.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;O livro tem como base a definição de missão, valores, visão, e a partir dela, traça toda uma avaliação e perspectivas para a geração das estratégias e sua correta gestão, abordando praticamente todas as áreas da gestão, com um capítulo interessante sobre estratégias competitivas e cooperativas – com a teoria dos jogos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desta forma, creio que o livro se torna uma leitura obrigatória para uma boa revisão conceitual e prática sobre a gestão estratégica, o que é algo importantíssimo nos dias atuais, aonde a gestão estratégica vem sendo deixada de lado, e as análises vem sendo cada vez mais trocadas pelo “feeling” ou “histórico de sucesso” das instituições, o que a meu ver, é a sua assinatura de sentença de morte.&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;﻿ &lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8507974684308316790-6249675109634317049?l=blogclaudemir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/feeds/6249675109634317049/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2012/01/gestao-estrategica.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/6249675109634317049'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/6249675109634317049'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2012/01/gestao-estrategica.html' title='Gestão Estratégica'/><author><name>Claudemir Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04356525684692930087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/SkPrIw2DvHI/AAAAAAAAAAg/zNIgDUEk1Rw/S220/Claudemir.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-SwkiGWEz8Xs/Txa1ivuEZrI/AAAAAAAAC8Y/bHVc0P4kssc/s72-c/Gestao+Estrategica.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8507974684308316790.post-5570697153940389566</id><published>2011-08-11T04:30:00.001-07:00</published><updated>2011-08-11T04:30:56.265-07:00</updated><title type='text'>Aspen expande no Brasil com aquisição de medicamentos</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grupo farmacêutico Aspen , com sede na África do Sul, adquiriu seis medicamento do laboratório paulista Myrallis. O investimento foi da ordem de R$ 35 milhões, reforçando a posição da companhia no segmento fitoterápico, afirmou ao Valor Alexandre França, CEO da Aspen. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A expectativa da multinacional é de que, com essa transação, R$ 16 milhões sejam incrementados ao faturamento anual do grupo. A partir deste mês, a companhia passa a comercializar os medicamentos recém-adquiridos Triativ, Fluijet, Ecosensive, Gynax, Licovit e Prev-Kel.Segundo França, a empresa eleva sua participação no segmento de fitoterápicos, com os produtos Triativ (combate depressão) e Fruijet (mucofluidificante e broncodilatador), e entra no segmento de dermocosméticos, com o Ecosensive, linha composta de talco cremoso e sabonete líquido 100% orgânico. Completam o portfólio do laboratório o gel de silicone Prev-Kel (previne o aparecimento de queloides), o Gynax N (ginecológico) e Licovit (suplemento alimentar antioxidante). O segmento de fitoterápicos representa 15% do mercado mundial de medicamentos e 8% no Brasil. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta é a primeira aquisição de produtos da Aspen em 2011 no Brasil, sob a gestão de França, nomeado CEO da companhia este ano. Antes de assumir a presidência do grupo, o executivo dirigia as áreas comercial e de marketing da multinacional sul-africana no país. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;França está coordenando a unificação da gestão do grupo no Brasil para promover a expansão no setor farmacêutico. A estratégia de crescimento será focada, em um primeiro momento, na compra de produtos estabelecidos no mercado. O executivo informou que não interessa adquirir laboratórios no país. No ano passado, a Aspen também adquiriu produtos da farmacêutica Hebron, com sede em Pernambuco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grupo, com faturamento global de US$ 1,1 bilhão, quer expandir seus negócios nos países do Hemisfério Sul. Maior fabricante de medicamentos do continente africano, a empresa chegou ao Brasil em junho de 2008 depois de comprar 51% da Cellofarm, que desde 2002 estava nas mãos da indiana Strides Arcolet. Em junho de 2009, a Aspen adquiriu, da companhia indiana, os 49% restantes da companhia, que em medicamento similar. O valor do negócio, à época, foi US$ 100 milhões. No Brasil, a Aspen possui um laboratório em Serra (ES) e sede no Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Valor Econômico – SP &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8507974684308316790-5570697153940389566?l=blogclaudemir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/feeds/5570697153940389566/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2011/08/aspen-expande-no-brasil-com-aquisicao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/5570697153940389566'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/5570697153940389566'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2011/08/aspen-expande-no-brasil-com-aquisicao.html' title='Aspen expande no Brasil com aquisição de medicamentos'/><author><name>Claudemir Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04356525684692930087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/SkPrIw2DvHI/AAAAAAAAAAg/zNIgDUEk1Rw/S220/Claudemir.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8507974684308316790.post-6018536586666388073</id><published>2011-08-03T12:09:00.000-07:00</published><updated>2011-08-03T12:09:31.101-07:00</updated><title type='text'>Drogasil e Droga Raia negociam fusão para liderar setor de farmácias no País</title><content type='html'>Juntas, as duas redes paulistas vão faturar aproximadamente de R$ 4 bilhões e contabilizar mais de 700 unidades no Brasil&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As redes Droga Raia e Drogasil negociam a fusão de suas operações, formando a maior empresa do setor de farmácias no País, ultrapassando a gigante formada pela união da Drogaria São Paulo com a Drogão, há pouco mais de um ano. As redes devem unir suas operações para criar uma gigante de cerca de R$ 4 bilhões de faturamento anual, confirmaram fontes próximas ao negócio ao ‘Estado’. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na esteira dos rumores sobre as negociações, as ações das companhias - ambas listadas na BM&amp;amp;F Bovespa - tiveram forte alta no pregão de ontem. Os papéis da Drogasil avançaram 10,32%, fechando a R$ 11,86. Já a ação da Droga Raia tiveram valorização de 5,26%, terminando o dia a R$ 28.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a consultoria internacional Euromonitor, Drogasil e Droga Raia, juntas, ficariam com uma fatia de 9,5% de um mercado brasileiro, que movimentou quase R$ 43 bilhões em 2010. Em segundo lugar, viria a Pague Menos, com participação de 5,4%. Em terceiro, a Drogaria São Paulo, com 4,8% - os dados não consideram, no entanto, a união desta última com a rede Drogão (leia quadro abaixo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caso a fusão realmente ocorra, as duas empresas também assumem a liderança no País em quantidade de lojas: serão cerca de 700 pontos de venda em estados como São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, além do Distrito Federal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, a maior parte das unidades está concentrada em São Paulo, onde as duas bandeiras somam cerca de 480 lojas. De acordo com analistas, essa concentração pode prevenir a entrada de concorrentes em território paulista. As conversas entre Drogasil e Raia ocorrem justamente no momento em que a Pague Menos planeja abrir o capital na bolsa e se fortalecer no Sudeste - hoje, a maior parte dos negócios da Pague Menos se concentra no Nordeste.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como é de praxe em fusões e aquisições, caso o negócio venha mesmo a ser concretizado, terá de passar pelo crivo do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), órgão de defesa da livre concorrência no mercado brasileiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Efeitos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o analista da varejo da corretora SLW, Cauê Pinheiro, as duas empresas têm operações parecidas e uma união faria sentido. O especialista afirma que um provável benefício de uma fusão seria o aumentar do poder de compra das duas empresas frente a fornecedores. "Com porte maior as empresas poderiam ter ganhos bons na área de compras e também em logística, o que poderia até, ser repassado para o preço dos medicamentos", explica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, outro analistas - que preferiu não ser identificado - lembrou que haveria uma sobreposição de operações, já que as duas empresas têm forte participação no mercado de São Paulo. "Metade da receita das duas companhias está concentrada no Estado", lembra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com Iago Whately, analista da Fator Corretora, ainda é cedo para as duas companhias realizarem uma operação desse tipo. "Não é impossível. Mas, no momento existem muitas possibilidades para as duas, como de crescimento orgânico, que pode valorizar o preço das ações antes de uma fusão", disse Whaterly.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As duas companhias, entretanto, ainda não falaram oficialmente sobre o assunto. Procurada, a Drogasil informou, por meio da sua assessoria de imprensa, que não comentaria boatos de mercado. Até o fechamento desta reportagem, Droga Raia ainda não havia se pronunciado em relação aos comentários sobre a fusão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: O Estado de S. Paulo&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8507974684308316790-6018536586666388073?l=blogclaudemir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/feeds/6018536586666388073/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2011/08/drogasil-e-droga-raia-negociam-fusao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/6018536586666388073'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/6018536586666388073'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2011/08/drogasil-e-droga-raia-negociam-fusao.html' title='Drogasil e Droga Raia negociam fusão para liderar setor de farmácias no País'/><author><name>Claudemir Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04356525684692930087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/SkPrIw2DvHI/AAAAAAAAAAg/zNIgDUEk1Rw/S220/Claudemir.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8507974684308316790.post-7734144742943693820</id><published>2011-07-14T12:33:00.000-07:00</published><updated>2011-07-14T12:57:20.215-07:00</updated><title type='text'>14 de julho - Dia do propagandista - mudanças constantes ao longo do tempo!</title><content type='html'>Eu jamais poderia deixar passar o dia 14 de julho, dia do propagandista, sem nenhuma postagem, pois minha carreira profissional dentro da indústria farmacêutica começou por esta importante função (tal qual a grande maioria que atua neste segmento). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Creio que não poderíamos imaginar o desenvolvimento do mercado farmacêutico sem a presença do propagandista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao longo dos anos a profissão sofreu várias mudanças, passando de propagandista-vendedor-cobrador – PVC (que era responsável pela promoção dos medicamentos, sua venda para as farmácias e também a cobrança das duplicatas) para&amp;nbsp;um “consultor” dentro da área e dos medicamentos e procedimentos que promove.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o crescimento do varejo brasileiro, e a chegada das distribuidoras farmacêuticas, o papel do propagandista ganhou importância como “gerador de demanda”, ou seja, conquistando a confiança e respeito dos médicos visitados, e com isto, a prescrição dos produtos promovidos dentro de suas indicações e vantagens terapêuticas, sempre visando as necessidades do médico para determinada patologia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A conquista da confiança de médicos passa obrigatoriamente por critérios que vão além do relacionamento propriamente dito, e pela imagem que este profissional consegue construir ao longo de suas visitas (pelo profundo conhecimento do perfil de cada médico, o conhecimento dos produtos de forma aprofundada, dos concorrentes e os diferenciais importantes de seus produtos, de ferramentas de marketing e vendas, informática, etc.).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pesquisas realizadas com médicos comprovam que o propagandista é uma importante fonte de atualização para os médicos, e que cada vez mais exigem dele uma visita de qualidade, com materiais científicos que vissem aumentar seu conhecimento e não somente a “lembrança de uma marca”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não obstante, algumas vezes pode-se imaginar que este relacionamento possa influenciar a escolha do médico, a ponto de favorecer este ou aquele produto em detrimento a outro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de muitos anos na área farmacêutica, posso dizer que não se iludam com esta falácia, pois o médico enquanto profissional tem sempre em mente que o paciente é seu cliente, e ele precisa escolher o melhor para aquela condição apresentada por ele, e utiliza critérios muito claros, que englobam a eficácia, segurança do produto, nível de experiência do médico quanto a utilizar determinado procedimento ou produto, preço que o paciente pode ou não pagar, enfim, no final, sempre se utiliza o melhor dentro de vários critérios e não somente um deles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também não podemos esquecer que o perfil do médico está mudando, hoje, o jovem médico tem preocupações diferentes de outras gerações, onde o trabalho era o foco principal das atenções, enquanto que hoje, nitidamente, a preocupação com qualidade de vida tem um peso grande. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disto, com a evolução da tecnologia, o aumento da informação, as mudanças atuais no varejo, que exercem direta ou indiretamente cada vez mais influência sobre a decisão de compra, a busca por diferenciação torna-se condição “sine qua non” para o propagandista atualmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou seja, hoje o propagandista e também&amp;nbsp;o profissional de marketing da indústria farmacêutica tem que ter em mente que os médicos&amp;nbsp;estão se atualizando com outras mídias, e o representante tem que estar preparado para interagir rapidamente em cada visita com este profissional médico, respondendo de forma mais rápida, inteligente e sobretudo relevante no tocante as informações que está levando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tempo passou a ser um fator ainda mais crucial, e as visitas "não relevantes" tendem a ser cada vez menos importantes, menos "lembradas", e também o profissional da indústria deve ter isto em mente ao preparar seu mix de marketing.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou seja, o propagandista, está também passando por um momento de mudanças, com novas ferramentas, um novo "médico" de perfil diferente, com uma concorrência crescente, onde diferenciação, confiança, relevância de informações, passam a ter um peso tão grande quanto a habilidade de promoção e divulgação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Melhor para as empresas e profissionais&amp;nbsp;que focam seu trabalho nestes aspectos, pois conseguirão diferencial competitivos muito mais rapidamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parabéns propagandist pelo seu dia! Que serão cada vez mais, dias diferentes!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8507974684308316790-7734144742943693820?l=blogclaudemir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/feeds/7734144742943693820/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2011/07/14-de-julho.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/7734144742943693820'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/7734144742943693820'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2011/07/14-de-julho.html' title='14 de julho - Dia do propagandista - mudanças constantes ao longo do tempo!'/><author><name>Claudemir Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04356525684692930087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/SkPrIw2DvHI/AAAAAAAAAAg/zNIgDUEk1Rw/S220/Claudemir.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8507974684308316790.post-8138019573378179357</id><published>2011-07-06T17:15:00.000-07:00</published><updated>2011-07-06T17:15:11.590-07:00</updated><title type='text'>São Paulo testa pílula 4 em 1 contra AVC</title><content type='html'>&lt;div class="style1"&gt;Uma superpílula, que reunirá num único comprimido quatro medicamentos para combater as doenças cardiovasculares, deve ser testada em 22 hospitais do País dentro de quatro meses. Estudos iniciais, feitos no Brasil pelo Hospital do Coração (HCor), em São Paulo, indicaram que a polipílula reduziu em até 60% os riscos de uma pessoa sofrer enfarte ou acidente vascular cerebral (derrame) no futuro, além de controlar o colesterol e a pressão arterial. Outros seis países participaram da primeira fase dessa pesquisa.&lt;/div&gt;&lt;div class="style2"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="style2"&gt;O multicomprimido combina duas substâncias para o controle da pressão arterial, uma de controle do colesterol e outra para a prevenção de entupimento dos vasos sanguíneos do coração. Comprovada a função preventiva do remédio, agora os pesquisadores irão verificar como atua em pacientes que já tiveram problemas cardiovasculares.O Ministério da Saúde já aguarda esses resultados para incluir o medicamento na lista de remédios distribuídos gratuitamente - o que deve ocorrer em 2013. No País, as doenças cardiovasculares são as principais causas de morte.&lt;/div&gt;&lt;div class="style2"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="style2"&gt;Cerca de dois mil pacientes brasileiros que já tiveram enfarte ou derrame testarão o produto, por 18 meses, nessa segunda fase de pesquisas. Outros cinco países também participarão dessa etapa. "Na previsão mais pessimista, o tratamento dos pacientes (fase experimental) deve iniciar em outubro ou novembro", conta Otávio Berwanger, diretor do Instituto de Ensino e Pesquisa do Hospital do Coração e coordenador nacional da pesquisa.Ao todo, oito mil pessoas receberão o remédio multifuncional no mundo. "Estamos na fase regulatória nos comitês éticos hospitalares e na Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e aguardamos a aprovação", completa Berwanger. Ele conta que os resultados da primeira fase, da qual participaram 400 voluntários, animaram os especialistas. Na ocasião foram avaliadas pessoas com risco cardiovascular moderado.&lt;/div&gt;&lt;div class="style2"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="style2"&gt;"Consideramos ‘moderados’ os pacientes que nunca sofreram enfarte ou AVC, mas têm predisposições, como fumo, sedentarismo, obesidade ou pressão alta", explica Berwanger. Os primeiros estudos sobre a superpílula começaram em 2006.&lt;/div&gt;&lt;div class="style2"&gt; Adesão ao tratamento&lt;/div&gt;&lt;div class="style2"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="style2"&gt;Além de reduzir o risco cardiovascular dos pacientes, controlando a pressão e as taxas de colesterol, o remédio não oferece reações adversas diferentes daquelas já esperadas para o tratamento convencional - náuseas, dores de estômago e cabeça, além de sangramentos. "Tudo com uma única pílula", ressalta o cardiologista Elias Knobel.Mas a principal vantagem da superpílula, sob o ponto de vista clínico, é a possibilidade maior de adesão ao tratamento que ele oferece aos pacientes. &lt;/div&gt;&lt;div class="style2"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="style2"&gt;"No ambulatório do Instituto do Coração (InCor), as pessoas tomam até dez fármacos diferentes. Isso pode representar 25 tomadas diárias de remédios. Quem toma isso?", questiona Luiz Antonio Machado César, presidente da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo e cardiologista do InCor.Para Knobel, ainda que a maioria das substâncias usadas no tratamento das doenças cardiovasculares tenha a patente ‘aberta’ (estão disponíveis em versões genéricas), o gasto com a compra de um único remédio seria ainda menor. De fato, pelos cálculos do Ministério da Saúde, o paciente deverá desembolsar aproximadamente R$ 205 ao ano para a compra do comprimido multifuncional - um quarto do que é gasto hoje.&lt;/div&gt;&lt;div class="style2"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="style2"&gt;César ressalta, contudo, os perigos do consumo de substâncias desnecessárias pelos pacientes. "A pessoa pode não ter necessidade usar dilatadores de vasos, mas tomá-los na polipílula", diz o cardiologista. Já Berwanger, explica que os efeitos colaterais são os mesmos quando os remédios são tomados separadamente.&lt;/div&gt;&lt;div class="style2"&gt;Fonte:   O Estado de S. Paulo&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8507974684308316790-8138019573378179357?l=blogclaudemir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/feeds/8138019573378179357/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2011/07/sao-paulo-testa-pilula-4-em-1-contra.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/8138019573378179357'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/8138019573378179357'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2011/07/sao-paulo-testa-pilula-4-em-1-contra.html' title='São Paulo testa pílula 4 em 1 contra AVC'/><author><name>Claudemir Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04356525684692930087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/SkPrIw2DvHI/AAAAAAAAAAg/zNIgDUEk1Rw/S220/Claudemir.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8507974684308316790.post-7538776490287866866</id><published>2011-07-02T17:17:00.000-07:00</published><updated>2011-07-02T17:17:21.811-07:00</updated><title type='text'>O significado da marca.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-sQIVIVBGU08/Tg-0pDbei1I/AAAAAAAAAC4/Yvi67w0al6g/s1600/o+significado+da+marca.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-sQIVIVBGU08/Tg-0pDbei1I/AAAAAAAAAC4/Yvi67w0al6g/s320/o+significado+da+marca.jpg" width="216" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;A parte mais importante quando se tem um blog, são os comentários que recebemos de postagens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais do que representar que postamos algo de relevante, é a abertura de uma discussão importante sobre determinado tema, o que é gratificante para todos, pois amplia o conhecimento, e as bases de nosso relacionamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dias atrás postei um texto sobre a importância da reserva intelectual e dos passos importantes e estratégicos para o registro da marca, o maior ativo de uma empresa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois bem, recebi um comentário alguns dias atrás falando sobre um livro intituilado "O significado da marca" de Mark Batey.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou um "devorador" de livros, conforme já postei anteriormente, e adquiri o livro para leitura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após terminar a leitura de suas 400 páginas fiquei bastante impressionado, pois o autor conseguiu reunir na obra uma revisão completa sobre a visão da marca sob aspectos muito importantes na atualidade e já vistos em outras obras importantes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde a visão da SEMIÓTICA com seus símbolos e significados, que são a base do entendimento que criamos sobre a importância das marcas, indo para a teoria dos ARQUÉTIPOS, tema de um outro livro bem interessante "O Herói e o Fora da Lei" (que aliás, recomendo a leitura igualmente), teoria postulada por Carl Jung, passando pelo NEUROMARKETING, recentemente divulgado como importante para entender como o "cérebro funciona" sob determinados estimulos, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou seja,uma bela revisão sob aspectos conscientes e inconscientes que fazem com que nós os consumidores dêem significados para as coisas e valores, criando portando os fenômenos de fidelidade, que é a busca de todo profissional de marketing há décadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este tema é muito interessante, cativante e por este motivo, para todos que se interessam por marketing, seja na área farmacêutica, ou em qualquer outra área de atuação, merece sempre uma revisão e constante atualização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por este motivo, indico o livro acima para todos que queiram não somente conhecer mais sobre marcas, mas também para conhecer mais sobre o que há de mais moderno nos estudos sobre o comportamento humano, o que em suma, é a síntese do trabalho de marketing.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Boa leitura e obrigado pelas  dicas valiosas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8507974684308316790-7538776490287866866?l=blogclaudemir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/feeds/7538776490287866866/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2011/07/o-significado-da-marca.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/7538776490287866866'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/7538776490287866866'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2011/07/o-significado-da-marca.html' title='O significado da marca.'/><author><name>Claudemir Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04356525684692930087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/SkPrIw2DvHI/AAAAAAAAAAg/zNIgDUEk1Rw/S220/Claudemir.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-sQIVIVBGU08/Tg-0pDbei1I/AAAAAAAAAC4/Yvi67w0al6g/s72-c/o+significado+da+marca.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8507974684308316790.post-9097700607073715669</id><published>2011-06-29T05:36:00.000-07:00</published><updated>2011-06-29T05:36:54.132-07:00</updated><title type='text'>Droga Raia se estrutura para abrir o capital na Bovespa</title><content type='html'>Perdemos poder, mas tudo bem!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma tentativa frustrada, a entrada de fundos de investimento, ajustes internos que regularam a influência da família gastos milionários. Como foi a preparação de quatro anos da Droga Raia para abrir o capital, ALEXANDRE MOSCHELLA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Não acredito que vou pagar essa conta.” Foi o que Antonio Carlos Pipponzi, presidente da rede de farmácias Droga Raia, pensou antes de iniciar mais um almoço com cerca de 40 investidores estrangeiros reunidos num restauran­te em Nova York em dezembro de 2010. Fazia mais de uma semana que ele e alguns executivos da empresa estavam viajando pelos Estados Uni­dos e pela Europa para apresentar a Droga Raia a analistas, gestores de fundos e outros profissionais do mer­cado - um périplo que precisa ser feito pelas companhias que pretendem abrir o capital na bolsa de valores. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas contas de Pipponzi, essas viagens ­com seus almoços em restaurantes sofisticados - mais os advogados e auditores que tiveram de ser contra­tados para preparar a Raia para o IPO (sigla em inglês para oferta ini­cial de ações) já estavam custando 5 milhões de reais à empresa. "Pensava no impacto que o valor teria no caixa e também no tempo que estávamos dedicando à estruturação da abertura de capital", diz ele. "Havia uma expec­tativa grande para que tudo desse cer­to." Hoje, o IPO da Raia pode ser considerado um sucesso: as ações foram compradas no topo da faixa de preço estimada pelos bancos que estrutura­ram a operação e, desde a estréia na bolsa, em dezembro de 2010, os papéis valorizaram 6% (no mesmo período, o Ibovespa caiu 10%). A empresa levan­tou 655 milhões de reais e, com esse dinheiro, vem seguindo um plano de expansão que prevê auentar o número de lojas em cerca de 40% até 2012. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diante disso, hoje, as despesas em No­va York parecem um detalhe. Mas a preparação para a oferta de ações, um processo de quatro anos no caso da Droga Raia, mostra como o IPO costu­ma transformar a rotina e a forma de atuar de uma companhia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para os donos da Raia, companhia familiar fundada há mais de 100 anos em Araraquara, no interior de São Paulo, e que hoje fatura 1,9 bilhão de reais, a principal mudança foi apren­der a conviver com sócios. "Dividir o poder dói, mas nessa hora é preciso ser racional: acabei aprendendo que é melhor ter uma fatia pequena de um bolo grande", diz Pipponzi. A primei­ra tentativa de abrir o capital ocorreu há quatro anos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em meio à euforia da bolsa - entre 2006 e 2007, 90 empre­sas estrearam na Bovespa -, os executivos da Raia começaram a pre­parar a empresa a toque de caixa para o IPO. Duran­te três meses, o vice-presidente comer­cial, o diretor finan­ceiro e a gerente jurídica se dedica­ram integralmen­te a levantar todo tipo de informa­ção financeira e legal, de contratos com fornecedores a processos trabalhistas, acordos de acionistas e autuações, que seria usada para fazer o extenso prospecto de abertura de capital. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles também ti­nham a responsabilidade de ajudar os auditores e os banqueiros recém-con­tratados a revisar contratos, organizar balanços e estruturar a operação (veja os detalhes no quadro da pág. 116). "A empresa quase parou nessa época, foi muito difícil", diz Eugênio de Zagottis, vice-presidente comercial e de rela­ções com investidores - e genro de Pipponzi. Nove meses e 2 milhões de reais de gastos depois, o IPO não saiu porque não havia demanda suficiente pelas ações da Raia. Se tivesse insistido e chegado à bolsa em 2007, é possível que a Raia fosse mais um caso de IPO problemático. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Um passo atrás, dois a frente&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com metade do faturamento atual e menos conhecida pelos investidores estrangeiros, a companhia poderia ter sido prejudicada pelo movimento glo­bal de aversão a risco. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Além disso, a falta de treinamento para se comunicar com o mercado prejudicou muitas em­presas", diz Tereza Kaneta, presidente da MZ Consult, especializada em as­sessorar companhias abertas. Sem o IPO, em 2008, os donos da Raia deci­diram captar 115 milhões de reais com dois fundos, o Gávea e o Pragma (que gere recursos dos fundadores da Natu­ra). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi ai, segundo Pipponzi, que a empresa realizou ajustes internos que, dois anos depois, facilitaram a abertu­ra de capital. Foram adotadas regras mais rígidas de governança, como a que determina que membros da família só podem ser contratados se forem apro­vados pelo conselho de administração. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A Raia tomou a decisão de continuar sendo familiar, mas modernizando a gestão", diz Piero Minardi, sócio do Gávea. Também foram criados comitês de operações, finanças e pessoas para aprovar políticas de remuneração e planos de investimento e de financia­mento. "Começamos a dividir as deci­sões, o que não é simples. Hoje, vejo que aquele pensamento 'sou soberano, não devo nada a ninguém' é a receita para perder tudo", diz Pipponzi. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;COBRANÇA INCESSANTE&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando os empresários decidiram re­tomar o plano de abrir o capital, em setembro do ano passado, os principais ajustes internos haviam sido feitos, e eles já conheciam bem a rotina de con­tratação de advogados, bancos e audi­torias necessária para estruturar o IPO. Faltava realizar a massacrante turnê de reuniões com investidores. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em três se­manas, foram feitos 92 eventos para cerca de 200 investidores no Brasil, nos Estados Unidos e na Europa - Pippon­zi e Zagottis tinham, em média, sete reuniões por dia, mas o número chegou a 14 em períodos decisivos. "Lá fora, os investidores dão 50 minutos contados no relógio para que você faça a apre­sentação, então treinamos antes para garantir que conseguiríamos passar a mensagem de forma objetiva", diz Za­gottis. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Tirei do armário os ternos que tinha comprado em 2007 só para fazer essas viagens, e que estavam novos. Aqui, só usamos ternos em casamento, funeral e, agora, nas reuniões com in­vestidores", diz Pipponzi, que está qua­se sempre de camisa sem gravata e inaugura pessoalmente as novas dro­garias da rede. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nessa rodada, os execu­tivos da Raia e dos bancos Itaú BBA, Credit Suisse e Banco do Brasil, que coordenaram a operação, constataram que havia interesse pelas ações da em­presa, que começaram a ser negociados na Bovespa em 20 de dezembro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estrear na bolsa, dizem os profissio­nais do mercado, é como passar no ves­tibular. ''A sensação é de alívio e eufo­ria, mas, no dia seguinte, você se dá conta de que os desafios ficaram ainda maiores", diz Reginaldo Alexandre, presidente da Apimec de São Paulo, associação que reúne analistas e exe­cutivos financeiros. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Raia teve de aprender a funcionar como uma em­presa aberta, o que inclui uma série de proibições - seus executivos não po­dem fazer previsões que estejam fora de comunicados públicos, nem comen­tar resultados antes de ser publicamen­te anunciados - e algumas obrigações, como prestar contas a analistas, gesto­res e acionistas. "O mercado cobra ex­plicações o tempo todo", diz Zagottis. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Também existe a pressão por aumen­tar ao máximo os resultados trimestrais, mas não podemos deixar isso afetar o longo prazo. Nem sempre é fácil expli­car essa diferença", diz. Por enquanto, com as ações em alta, a empresa tem conseguido convencer os investidores de que vale a pena esperar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8507974684308316790-9097700607073715669?l=blogclaudemir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/feeds/9097700607073715669/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2011/06/droga-raia-se-estrutura-para-abrir-o.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/9097700607073715669'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/9097700607073715669'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2011/06/droga-raia-se-estrutura-para-abrir-o.html' title='Droga Raia se estrutura para abrir o capital na Bovespa'/><author><name>Claudemir Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04356525684692930087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/SkPrIw2DvHI/AAAAAAAAAAg/zNIgDUEk1Rw/S220/Claudemir.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8507974684308316790.post-4116321958182744481</id><published>2011-06-22T04:59:00.000-07:00</published><updated>2011-06-22T04:59:02.426-07:00</updated><title type='text'>Marca - O maior ativo de qualquer empresa.</title><content type='html'>Na realidade empresarial contemporânea já não reside qualquer controvérsia sobre quão importantes são os ativos intangíveis de uma corporação, compreendidos estes como o patrimônio da entidade que não tem representação física. E entre os ativos de maior relevância está a marca empresarial, representante imediata e autêntica de um produto ou serviço a ser comercializado pela empresa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marca, em sua mais corriqueira definição, é todo sinal distintivo, visualmente perceptível, que identifica e distingue produtos e serviços de outros similares de procedências diversas. Portanto, ao distinguir produtos e serviços de outros análogos, a marca de uma empresa proporciona ao consumidor a possibilidade da correta identificação, por meio da representação visual da corporação, e consequente escolha do produto/serviço por ele demandada. A marca, portanto, simboliza para o consumidor características da empresa que fabrica o produto ou fornece o serviço, tais como a reputação, qualidade do produto, qualificação dos profissionais que prestam o serviço, além de outras condizentes às atividades por ela praticadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Permite ao consumidor a associação dos atributos da empresa aos produtos e/ou serviços fornecidos por ela. Sendo a representação visual da empresa, a marca se apresenta como um dos principais ativos econômicos da empresa. E não apenas pelo poder de identificação por parte do consumidor e conseqüente atração dele, mas pelo poder de se tornar um importante patrimônio da corporação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por meio de uma bem conduzida estratégia de branding (designação de origem inglesa para o trabalho de desenvolvimento de uma marca), uma marca legalmente protegida e bem desenvolvida no mercado passa a ter uma importância comercial singular. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em lista divulgada pela empresa Interbrand1 das marcas mais valiosas do mundo em 2010, é possível mensurar a importância comercial que uma marca pode gerar: Coca-Cola (US$ 70,5 bilhões), IBM (US$ 64,7 bilhões), Microsoft (US$ 60,9 bilhões), Google (US$ 43,6 bilhões), GE (US$ 42,8 bilhões), Mc-Donalds (US$ 33,6 bilhões), Intel (US$ 32 bilhões), Nokia (US$ 29,5 bilhões), Disney (US$ 28,7 bilhões) e HP (US$ 26,9 bilhões).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Observa-se, nesses dados, a importância de investimentos em comunicação para promover uma marca empresarial, o que leva os consumidores, como mencionado alhures, a associarem o símbolo a uma reputação ou conjunto de qualidades que eles valorizam. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além do valor que a marca agrega ao produto ou serviço comercializado, ela pode ser cedida onerosamente ou licenciada, fornecendo, neste caso, uma forma alternativa de receita por meio de uma empresa de consultoria em estratégia de marcas. Pode, ainda, ser elemento fundamental nos acordos de franquia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inafastável, portanto, a importância da proteção legal e de uma estratégia de branding bem conduzida. O primeiro passo para o resguardo desse ativo de grande valia seria seu registro legal, o que garante a exclusividade de uso no território nacional e a importância da proteção à marca empresarial possibilidade de impedir concorrentes de usar sinais semelhantes que possam confundir o consumidor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil, o registro de marcas é regulado pela Lei de Propriedade Industrial (Lei 9.279/96) e o órgão responsável pela sua concessão é o Instituto Nacional de  Propriedade Industrial (Inpi ), autarquia federal vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O procedimento de registro passa por quatro etapas fundamentais: busca prévia; depósito do pedido de registro; publicação e exame do pedido; expedição do certificado de registro. A busca prévia, apesar de não obrigatória, é altamente aconselhável, vez que possibilita ao interessado, antes de realizar o depósito do pedido, certificar-se se a marca desejada foi ou não concedida, na categoria pretendida, a outro requerente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A busca prévia pode ser feita no próprio site do Inpi: www.inpi .gov.br.&lt;br /&gt;Depois da confirmação de que não há registro prévio para aquela marca, o interessado deve depositar o pedido de registro, o que pode ser feito eletronicamente,também pelo site do Inpi. Analisado o pedido, é feita a publicação e exame. Não havendo qualquer restrição, procede-se à expedição do certificado de registro,com o qual o detentor da marca fará jus a todos os atributos inerentes à sua propriedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em razão das várias questões técnicas que envolvem o processo de registro de marca, aconselha-se que o procedimento seja sempre acompanhado por um profissional com conhecimento técnico específico. Muitas vezes se fazem necessárias intervenções para suprir requerimentos do Inpi, o que exige know-how daquele que acompanha o processo de registro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Concedido o registro, o titular tem o direito exclusivo da marca e todos os demais atributos inerente à sua posição de proprietário, pelo prazo de 10 anos, que pode ser prorrogado indefinidamente, desde que devidamente requerido no prazo estabelecido pela LPI (Lei 9.279/96).A proteção à marca empresarial já se mostra imprescindível para a sobrevivência das empresas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ganha importância crescente em todos os segmentos do mercado. A empresa que não desenvolve uma política de proteção e desenvolvimento de sua marca corre sério risco de se ver em desvantagem diante das concorrentes. Desprovida de um bem de valor ímpar na atual conjuntura econômica, que exige do empreendedor uma forte identidade de seus produtos ou serviços, perde significativamente seu poder competitivo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8507974684308316790-4116321958182744481?l=blogclaudemir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/feeds/4116321958182744481/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2011/06/marca-o-maior-ativo-de-qualquer-empresa.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/4116321958182744481'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/4116321958182744481'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2011/06/marca-o-maior-ativo-de-qualquer-empresa.html' title='Marca - O maior ativo de qualquer empresa.'/><author><name>Claudemir Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04356525684692930087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/SkPrIw2DvHI/AAAAAAAAAAg/zNIgDUEk1Rw/S220/Claudemir.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8507974684308316790.post-1306530521617498278</id><published>2011-05-24T07:40:00.000-07:00</published><updated>2011-05-24T07:40:20.654-07:00</updated><title type='text'>Takeda compra Nycomed de olho no mercado dos emergentes</title><content type='html'>Laboratório japonês paga R$ 22,08 bilhões pela fabricante da Neosaldina e Dramin, que possui forte presença em países como Brasil e Rússia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A farmacêutica japonesa Takeda anunciou ontem o acordo de compra da Nycomed, conhecida no Brasil pelas marcas de medicamentos como Neosaldina e Dramin, por € 9,6 bilhões (R$ 22,08 bilhões). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Tobias Cottman, porta-voz da empresa, a transação deve ser concluída até o fimde setembro. “Só então, se poderá falar nas ações para a integração das duas companhias, inclusive no Brasil.” Embora a Takeda seja o maior laboratório farmacêutico do Japão e um dos líderes globais, a empresa entrou recentemente no Brasil e apenas terceiriza seus medicamentos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já para a suiça Nycomed, o mercado nacional é o segundo do mundo da farmacêutica suíça, ficando atrás apenas da Rússia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A situação das duas empresas já dá uma ideia do interesse da Takeda na aquisição. “Essa transação transformacional se encaixa na estratégia de nosso crescimento sustentado. A Nycomed permitirá que a Takeda maximize o valor de seu portfólio e nos dá uma presença forte imediata nos mercados emergentes em rápido crescimento o que permitirá dobrar o número de nossas vendas”,afirma o presidente da companhia japonesa, YasuchikaHasegawa, em documento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mercados emergentes foram responsáveis por quase dois quintos da receita da Nycomed em2010 e a projeção era de gerar 60% das vendas até 2015. As vendas nesses mercados saltaram 30% no ano passado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O porta-voz da nova empresa,Tobias Cottman, citou o Brasil como um dos mercados emergentes de interesse da “nova Takeda”.Mas a aquisição tambémpermitirá à companhia japonesa expandir-se na Europa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hakan Bjorklund, presidente da Nycomed afirmou que “a combinação da visão inovadora da Takeda com a eficiência da infraestrutura e comercialização da Nycomed deve criar uma parceria global com a habilidade de levar medicamentos para pacientes e serviços de saúde em todo o mundo”. A Takeda tem uma presença forte no Japão, Taiwan, China e nos Estados Unidos. Tanto que só ficou de fora da aquisição, segundo a nota da companhia, o mercado de dermatologia americano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Droga para o pulmão Em nota, a Takeda cita entre as vantagens da aquisição, as possibilidades de venda do Daxas, medicamento voltado para doenças alérgicas e respiratórias e que deverá ser “a maior fonte de crescimento da nova empresa”. Trata-se de uma nova classe de medicamentos que complementa o tratamento de doenças como bronquite crônica e enfisema pulmonar, que ocorre, na maioria dos casos, em fumantes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As pesquisas com o princípio ativo do medicamento começaram na Europa há cerca de vinte anos e ainda continuam, uma vez que essas doenças constituem uma das principais causas de morte no mundo. A Takeda atua em várias especialidades médicas, sendo conhecida pela droga para diabetes Actos, cuja patente deve vencer em 2012.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MARCAS MAIS CONHECIDAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;€ 2,8 bilhões É a estimativa de receita feita pelo laboratório japonês Takeda para este ano, após a compra da Nycomed. A companhia é conhecida no Brasil por fabricar medicamentos como a Neosaldina e o Dramin.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MERCADOS EMERGENTES&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;60% É o quanto deve representar a participação dos mercados emergentes nas vendas totais da Nycomed até 2015. No ano passado, a venda nesses mercados teve uma alta de 30% sobre 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NYCOMED NO BRASIL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R$ 633,5 mi Foi o faturamento da Nycomed no Brasil em 2010. A empresa possui 2% do segmento farmacêutico brasileiro. O mercado nacional constituía o segundo do mundo da empresa, atrás apenas de outro emergente, a Rússia&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8507974684308316790-1306530521617498278?l=blogclaudemir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/feeds/1306530521617498278/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2011/05/takeda-compra-nycomed-de-olho-no.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/1306530521617498278'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/1306530521617498278'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2011/05/takeda-compra-nycomed-de-olho-no.html' title='Takeda compra Nycomed de olho no mercado dos emergentes'/><author><name>Claudemir Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04356525684692930087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/SkPrIw2DvHI/AAAAAAAAAAg/zNIgDUEk1Rw/S220/Claudemir.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8507974684308316790.post-6570913734763908734</id><published>2011-05-06T05:10:00.000-07:00</published><updated>2011-05-06T05:10:53.374-07:00</updated><title type='text'>Planos de Marketing - livro de cabeceira!</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-yugEWq1Q9ps/TcPkejgOJPI/AAAAAAAAACk/_IL03mCc5WA/s1600/planos%2Bde%2Bmkt.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="250" width="250" src="http://2.bp.blogspot.com/-yugEWq1Q9ps/TcPkejgOJPI/AAAAAAAAACk/_IL03mCc5WA/s320/planos%2Bde%2Bmkt.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Tive o grato prazer de terminar ontem a noite a leitura do livro "Planos de Marketing" do autor Malcolm McDonald da Elsevier. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao longo dos últimos anos, li vários livros sobre o tema, e invariavelmente tratavam-se de "receitas de bolo", com diagramas, tabelas e a ordem de como realizar um plano de marketing.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A grande vantagem desta edição deste livro é que existe uma análise crítica de cada capítulo do plano, seguida de vários algorítmos que ajudam a organizar as idéias, que sempre julguei um ponto crítico na elaboração de qualquer planejamento de marketing (temos idéias demais, e muitas vezes, não conseguimos dar sentido a elas, ou mesmo, tornar coerente o conjunto de idéias com os pilares estratégicos do produto ou serviço). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disto, existem ao final de cada capítulo uma série de exercícios que ajudam a fixar os conceitos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E no último capítulo, um guia prático, com tabelas, algoritmos e guias simplificadas de como realizar um planejamento de marketing organizado, limpo, profundamente lógico, e acima de tudo, completo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infelizmente nos últimos anos, a industria tem dado pouca atenção ao plano de marketing, a ponto de gerente de produto ser um "gerente tático", preocupando-se muito mais com estoques, disponibilidade de materiais, etc., do que com a máxima mais importante - "como fazer para vender mais"!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sugiro a leitura do "Planos de Marketing" e vou além, leve-o consigo, como "livro de cabeceira", pois sempre, iremos precisar de um modelo, de uma forma mais organizada de colocar o que imaginamos de melhor para nosso produto ou serviço, e isto, fará muita diferença no momento de apresentar o plano para nossos superiores (se eles, obviamente, derem o mesmo valor para isto).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8507974684308316790-6570913734763908734?l=blogclaudemir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/feeds/6570913734763908734/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2011/05/planos-de-marketing-livro-de-cabeceira.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/6570913734763908734'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/6570913734763908734'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2011/05/planos-de-marketing-livro-de-cabeceira.html' title='Planos de Marketing - livro de cabeceira!'/><author><name>Claudemir Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04356525684692930087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/SkPrIw2DvHI/AAAAAAAAAAg/zNIgDUEk1Rw/S220/Claudemir.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-yugEWq1Q9ps/TcPkejgOJPI/AAAAAAAAACk/_IL03mCc5WA/s72-c/planos%2Bde%2Bmkt.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8507974684308316790.post-4438183591689144252</id><published>2011-05-04T12:57:00.001-07:00</published><updated>2011-05-04T12:57:37.994-07:00</updated><title type='text'>Merck muda comando e foca pesquisa</title><content type='html'>No começo de janeiro, menos de duas semanas depois de assumir como presidente-executivo da Merck, Kenneth C. Frazier ficou sabendo que uma comissão de segurança havia bloqueado um estudo quase concluído sobre um medicamento experimental envolvendo 13.000 pacientes. Tratava-se do vorapaxar, um anticoagulante que vinha sendo tratado como a joia da coroa da fila de lançamentos planejados pela Merck. Alguns analistas previam que as vendas poderiam chegar a US$ 5 bilhões por ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar do revés, Frazier, 56, com apenas três anos de experiência operacional na Merck, anunciou em 3 de fevereiro que a companhia iria dobrar os gastos com desenvolvimento e investir até US$ 8,5 bilhões com pesquisa em 2011. Esta pesada soma coloca a Merck no topo do ranking dos gastos com pesquisa no mundo, lado a lado com a Pfizer, a líder de longa data e a maior companhia farmacêutica do mundo, e a Microsoft, a gigante dos softwares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tropeços como o vorapaxar são, na maneira de ver de Frazier, o preço de se fazer negócios na indústria farmacêutica. "A inovação científica é difícil, complexa, arriscada e incerta em relação ao timing", diz ele. "Ao mesmo tempo, temos oportunidades enormes. Isso é o que uma companhia como a Merck precisa para existir nesse mundo", disse o executivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aumentar a aposta na pesquisa é a resposta de Frazier a uma crise existencial que os grandes grupos farmacêuticos estão enfrentando. O poço de inovação que levou a dezenas de medicamentos que faturaram bilhões de dólares nas décadas de 80 e 90, secou. A Merck, a segunda maior companhia farmacêutica dos Estados Unidos, não é exceção. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As vendas da companhia poderão cair 4% entre 2011 e 2013, segundo a estimativa média de 13 analistas consultados pela Bloomberg. Em dois anos, a companhia enfrentará a competição de medicamentos genéricos que geram um quarto de suas vendas anuais de US$ 46 bilhões, incluindo sua droga mais vendida, o Singulair, para o tratamento de asma. As melhores esperanças da Merck de substituir esses medicamentos ainda levarão anos para chegar ao mercado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Frazier não seguiu o caminho típico para chegar ao topo de uma companhia farmacêutica. A morte de sua mãe quando ele tinha 12 anos o deixou sob os cuidados do pai, Otis, um homem que "exigia excelência", segundo afirma Clarence Cobb, colega de quarto de Frazier na faculdade. Após concluir o ensino médio, aos 16, Frazier entrou para a Pennsylvania State University. As cartas de aceitação das faculdades de direito de Columbia, Stanford, Cornell e Yale não foram suficientes. "Ele me disse: 'Não ficarei feliz enquanto a carta de Harvard não chegar'", lembra Cobb. "É claro, a carta de Harvard chegou no dia seguinte", completa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O trabalho de Frazier na defesa da Merck em processos de responsabilidade chamou a atenção da cúpula da companhia; contratado em 1992, em 1999 ele foi nomeado conselheiro-geral da Merck.Em 2004, pesquisa da própria Merck constatou que seu bem sucedido Vioxx, que vinha registrando vendas anuais de US$ 2,5 bilhões, dobrava o risco de um ataque cardíaco ou derrame nos pacientes. Ele foi retirado do mercado e milhares de processos foram movidos contra a Merck, alegando que a companhia havia segurado uma pesquisa anterior que mostrava riscos parecidos. Frazier se viu diante de duas opções: ele poderia seguir o costume de longa data do setor, de resolver casos complicados rápida e silenciosamente, ou poderia enfrentar cada caso na busca de um veredito - sob o risco de arcar com custos legais enormes e fracassos nos tribunais que poderiam manchar o nome da companhia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Raymond V. Gilmartin, na época presidente-executivo da Merck, diz que para Frazier a escolha foi clara: "Enfrentamos cada caso". Foi uma estratégia arriscada, mas a Merck venceu 11 de 16 processos nos tribunais, antes de concordar em 2007 em estabelecer um fundo de liquidação de US$ 4,85 bilhões. Pelo menos dois casos foram vencidos posteriormente, e mais de 99% dos queixosos decidiram fazer acordos. A conta legal final foi de cerca de US$ 7,7 bilhões - uma soma considerável, mas bem menor que os US$ 18 bilhões que os analistas do banco Merrill Lynch haviam estimado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após passar os três anos seguintes como presidente da divisão de saúde humana da Merck, em 1º de janeiro deste ano Frazier assumiu o comando com um estoque de medicamentos experimentais considerado um dos mais arriscados e promissores do setor. Somente na área de terapias cardiovasculares, a Merck tem quatro medicamentos, cada um com potencial de vendas de mais de US$ 1 bilhão por ano, segundo analistas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após lançar contra o balanço uma perda contábil de US$ 1,7 bilhão referente ao vorapaxar, Frazier também recuou na meta de lucros da Merck para 2013, alegando que a companhia não conseguiria cumprir a meta sem reduzir os investimentos em pesquisa, algo que ele não quer fazer. O composto da Merck com o maior potencial de lucro, uma pílula de controle do colesterol chamada anacetrapib, continua nos trilhos. O estudo em estágio mais avançado mostra que o medicamento elevou o chamado colesterol bom em 138%, algo sem precedentes, e reduziu o colesterol ruim em 40%, posicionando o medicamento como possível sucessor do Lipitor. Os resultados dos testes finais ainda vão demorar anos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Fonte: Valor Econômico&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8507974684308316790-4438183591689144252?l=blogclaudemir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/feeds/4438183591689144252/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2011/05/merck-muda-comando-e-foca-pesquisa.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/4438183591689144252'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/4438183591689144252'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2011/05/merck-muda-comando-e-foca-pesquisa.html' title='Merck muda comando e foca pesquisa'/><author><name>Claudemir Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04356525684692930087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/SkPrIw2DvHI/AAAAAAAAAAg/zNIgDUEk1Rw/S220/Claudemir.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8507974684308316790.post-798451903545881651</id><published>2011-05-03T04:16:00.000-07:00</published><updated>2011-05-03T04:16:25.911-07:00</updated><title type='text'>EMS Consumo lança este mês campanhas de mídia em todo o País</title><content type='html'>Divisão prevê investimentos de R$ 50 milhões para manter crescimento de 40% registrado no ano passado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com marca já consolidada na área, a divisão EMS Consumo preparou para 2011 um pacote de lançamentos e campanhas que contemplam inserções em rádios e TVs de todo País, com início neste mês de abril. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Soma-se a essas ações, em maio, uma série de iniciativas específicas para internautas via redes sociais e ações promocionais diretas com consumidores. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O plano global, que permanecerá na mídia até dezembro deste ano, receberá investimentos na ordem de R$ 50 milhões. O objetivo é manter o crescimento conquistado em 2010, quando a EMS Consumo registrou 40% de incremento no seu faturamento, superando, inclusive, a projeção inicial de crescer 30%. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As ações estarão concentradas em três pilares e contemplam os principais produtos da divisão, como Gelmax, Bálsamo Bengué e Energil Zinco: Gelmax, produto estomacal que conta com uma linha completa de apresentações - efervescente, mastigável e suspensão oral, além do antiácido e antigases Gelmax Dim. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ações programadas.: TV: estreia de nova campanha nas principais emissoras de televisão do País, em rede nacional. Trata-se de um filme que, com um estilo bem-humorado, traz a discussão entre uma mulher e o seu estômago, reforçando a eficácia do produto no combate a desconfortos estomacais, como azia, queimação e má digestão. O vídeo foi realizado pela Agência Outlet Marketing. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Novas embalagens: a divisão EMS Consumo reformulou as embalagens de Gelmax, que ganharam visual mais moderno, em cores fortes e atraentes, com um tom de amarelo mais vivo. Os diferentes sabores e tipos de apresentação ganharam maior destaque nas novas embalagens. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Materiais para PDVs: foram desenvolvidos diversos materiais de comunicação para maior destaque na exposição de Gelmax nos pontos de vendas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Merchandising: a campanha também envolve ações de merchandising em programas de auditório de grande audiência. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bálsamo Bengué Aerossol: a tradicional marca de produtos voltados para o tratamento de contusões, torcicolos, dores musculares e reumáticas, que além das apresentações em gel e pomada, teve em novembro do ano passado o lançamento da apresentação em aerossol, estará na mídia este ano da seguinte forma: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TV: o filme, realizado em parceria com a Agência Outlet Marketing, com Jade Barbosa, atleta que obteve grande visibilidade por sua participação nas Olimpíadas, volta ao ar nas principais emissoras do País, em nível nacional. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rádio: vai ao ar a parceria feita com a BandNews FM, para a programação nacional de esportes. A marca patrocinará a cobertura de toda a programação de futebol, além de outros boletins, com novos spots de rádio. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Materiais para PDVs: também serão distribuídos materiais de comunicação para destacar a exposição nos pontos de vendas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ações promocionais: em maio, a divisão EMS Consumo lança novas ações diretas aos consumidores, com utilização inclusive das redes sociais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Energil Zinco - produto que combina a vitamina C e o zinco para estimular as defesas do organismo será a plataforma de comunicação para ações promocionais de toda a família Energil. E para promovê-lo em âmbito nacional, a empresa contará com anúncios em/ações como: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TV: estréia uma campanha em emissoras abertas de televisão, com um filme que marca a nova parceria com a agência We Comunicação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Merchandising: ainda na TV, a campanha terá ações de merchandising em programas de auditório de grande audiência e transmissão nacional, reforçando a mensagem de saúde e bem-estar associada ao produto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rádio: também em parceria com a BandNews FM, os spots com as mensagens de Energil Zinco patrocinarão os programas de Marcos Paulo Reis, no ar aos domingos (programa de duas horas) e em programetes com dicas de saúde, ao longo do dia, durante toda a semana. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Materiais para PDVs: novos materiais de comunicação serão distribuídos nos mais diversos pontos de vendas, reforçando a mensagem de defesa do organismo com Energil Zinco. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ações promocionais: também estão previstas ações junto aos consumidores, para incentivo à qualidade de vida e bem-estar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EMS Consumo-Esta divisão da EMS é responsável pela fabricação e comercialização de produtos isentos de prescrição médica (os chamados OTCs ou MIPs) e que apresentam diferenciais no cuidado com a saúde e o bem-estar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2010, essa área de negócios movimentou em torno de 4 milhões de unidades e teve um incremento de 40% em faturamento, superando a expectativa de crescer 30%. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para 2011, a EMS Consumo espera manter os mesmos 40% de crescimento. "O objetivo é continuar crescendo, aumentando o market share de nossas marcas. Para isso, estamos também com planos consolidados na área de suplementos vitamínicos e de dermocosméticos, além de vislumbrarmos aquisições de novas marcas ainda neste ano", ressalta o gerente de Marketing da EMS Consumo, Everton Schemes&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8507974684308316790-798451903545881651?l=blogclaudemir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/feeds/798451903545881651/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2011/05/ems-consumo-lanca-este-mes-campanhas-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/798451903545881651'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/798451903545881651'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2011/05/ems-consumo-lanca-este-mes-campanhas-de.html' title='EMS Consumo lança este mês campanhas de mídia em todo o País'/><author><name>Claudemir Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04356525684692930087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/SkPrIw2DvHI/AAAAAAAAAAg/zNIgDUEk1Rw/S220/Claudemir.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8507974684308316790.post-5155658858788802323</id><published>2011-04-19T05:14:00.000-07:00</published><updated>2011-04-19T05:14:38.254-07:00</updated><title type='text'>Biolab, laboratório nacional, reforça pesquisa e lança 12 produtos</title><content type='html'>Quando no final dos anos 80, Porter colocou a célebre frase sobre estratégia (adaptada por mim, livremente, mas dentro do contexto) -"estratégia não é como fazer para sermos melhores que o concorrente, mas como fazer para ser diferente dele", todas as empresas partiram na busca de não somente atender melhor o cliente, mas como atendê-lo de forma diferente. Em um texto deste blog, do ano passado, já havia comentado sobre o porque a estratégia é importante, e sua relação com a "lei da sobrevivência", pois competir por recursos escassos, agindo da mesma forma, levará uma das espécies a extinção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Biolab é uma das empresas que acompanho há algum tempo, e está nitidamente mudando seu conceito de negócios. Há alguns anos, ela nitidamente estava no mercado de produtos similares, competindo por preço. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente, vemos um esforço grande da empresa em posicionar-se como empresa voltada para inovação, &lt;b&gt;mesmo que incremental de seus produtos&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;. O texto abaixo é bem interessante sobre este momento da empresa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vale igualmente para verificar nitidamente a distinção estratégica das empresas no mercado farmacêutico atual e as tendências para os próximos anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;BIOLAB - MUDANÇA ESTRATÉGICA&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Laboratório farmacêutico investe R$ 50 milhões em unidade que terá área de 5 mil metros e será inaugurada em 2012, em Taboão da Serra (SP).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos últimos anos, a palavra inovação tem sido repetida de forma obsessiva pela indústria farmacêutica brasileira. Se, na década anterior, os maiores laboratórios praticamente dobraram de tamanho investindo em genéricos, agora se esforçam para desenvolver produtos próprios. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse cenário, a Biolab sai na frente porque, segundo seu presidente técnicocientífico, Dante Alário Júnior, iniciou esse processo antes dos demais. E promete reforçar ainda mais a estratégia nos próximos anos: em 2012 será inaugurado o centro de pesquisa avançada em Taboão da Serra (Grande São Paulo) com 5 mil metros quadrados, onde a empresa está investindo cerca de R$ 50 milhões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O centro será muito maior do que o atual, de 1,2 mil metros quadrados, em Itapecerica da Serra. Além disso, terá uma unidade semi-industrial, que fará a ponte entre os produtos de pesquisa e a indústria. Em Taboão da Serra, funcionará, a partir de julho deste ano, a parte da Biolab dedicada à produção de medicamentos hormonais, com uma área voltada à hormônios injetáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Doze novos produtos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com cerca de 140 pesquisadores e técnicos, o centro terá a incumbência de levar adiante o desenvolvimento dos 12 novos produtos que a Biolab pretende lançar este ano — dois sob licença e dez como resultado de pesquisa própria nas especialidades de cardiologia, ginecologia, dermatologia e ortopedia. Nos planos da companhia está também o lançamento de dois medicamentos à base de novas moléculas, desenvolvidas exclusivamente pela Biolab, até o final de 2012. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No total, o laboratório tem projetos de desenvolvimento de 32 produtos, sendo três no campo de inovações radicais. Há também 48 projetos destinados a melhorar as indicações e características de drogas conhecidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente, a Biolab está entre os quatro maiores laboratórios farmacêuticos do Brasil, com um faturamento de R$ 676 milhões em 2010. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde a sua fundação, em 1997, a companhia optou por não trabalhar com genéricos, investindo em medicamentos sob prescrição. “A opção reforçou a estratégia de apostar em pesquisa para o desenvolvimento de fórmulas inovadoras”, diz Alário Júnior. “Somos o laboratório brasileiro que mais investe em pesquisa e inovação, com 7% do faturamento total por ano.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse investimento se aplica às atividades próprias mas também a parcerias com universidades e laboratórios nacionais e internacionais de onze países. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há um mês, a Biolab iniciou uma parceria pioneira na indústria farmacêutica com a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) para apresentação de projetos com o objetivo de gerar resultados aplicáveis no desenvolvimento de novos medicamentos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O investimento previsto é de R$ 5 milhões, divididos igualmente por três anos. Diante do interesse dos pesquisadores, a empresa até se surpreendeu. “Tenho a expectativa de obter de três a cinco bons projetos com esta parceria, além de novas plataformas tecnológicas que podem agregar às nossas pesquisas”, diz Alário Júnior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com outros laboratórios nacionais que realizam pesquisas, a Biolab participa da criação da FarmaBrasil, associação destinada a fortalecer essa atividades, entre outras coisas, pleiteando mais apoio dos órgãos governamentais regulatórios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;INICIATIVAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;● Laboratório terá unidade semi-industrial destinada à adaptação de novos medicamentos à escala de comercialização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;● Os principais mercados de atuação da Biolab são medicamentos para cardiologia, ginecologia e dermatologia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;● Parceria com a alemã Merz resultou em empresa voltada à cosmética médica, cujo principal produto é uma toxina botulínica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;● Até 2010, a Biolab entrou com 164 pedidos de patentes. A empresa tem projetos de desenvolvimento de 3 moléculas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;INCREMENTO - R$ 50 mi é o valor investido pela Biolab na construção do seu novo centro de pesquisa que será inaugurado em julho em Taboão da Serra, na Grande São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PARCERIA - R$ 5 mi é o total previsto no acordo de cooperação entre o laboratório farmacêutico e a Fapesp para apoiar projetos em medicamentos para diversos tipos de patologia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;INVESTIMENTO - R$ 47 mi é o valor gasto pela empresa com atividades voltadas ao desenvolvimento de novos produtos em 2010, ou 7% do faturamento no ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CRESCIMENTO - R$ 1,2 bi é a expectativa de faturamento líquido da empresa para 2014 com a previsão de lançamento dos novos medicamentos exclusivos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Quem veio depois vai partir do zero”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ENTREVISTA DANTE ALÁRIO JÚNIOR - Presidente técnico-científico da Biolab. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sócio da área científica da Biolab, Dante Alário Júnior, aposta em projetos com pesquisadores das universidades para aumentar o portfólio da empresa. Parceria recente com a Fapesp demonstrou que o interesse é enorme. E que este pode ser o caminho para a inovação na indústria demedicamentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que a Biolab sai na frente na corrida por inovação da indústria farmacêutica?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque começamos antes e esse é um processo que leva tempo. Quem chegou depois tem que começar do zero e o ciclo de desenvolvimento de um produto costuma levar entre dez e quinze anos. Enquanto a indústria farmacêutica de um modo geral optou por um caminho mais imediatista, nós pensamos em uma estratégia diferente, mesmo quando não existia ainda a lei de patentes. Nunca nos interessamos em fazer genéricos, por exemplo. Esta não é a nossa meta. Em vez disso, criamos uma estrutura para desenvolver novos produtos, realizar ensaios, e testes para adaptação de moléculas. Isso mesmo sabendo que o Brasil não tinha, e mesmo agora ainda não tem, uma história de pesquisa e inovação. Tivemos que buscar lá fora, fazendo parceria com pequenas empresas multinacionais porque as grandes não precisamde nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando vocês iniciaram não foi aindamais difícil?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós demos muitas cabeçada, apanhamos porque também não tínhamos estrutura, o país não tinha gente, tudo precisava ser feito lá fora. Não fomos à falência mas apanhamos. Éramos muitometidos, queríamos obter uma nova molécula logo de cara. Hoje aprendemos a dar um passo de cada vez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em que tipo de projetos há interesse?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos, desde que tenha inovação! Até porque somos uma empresa jovem, nós queremos nos apropriar de oportunidades de negócios, seja nas áreas que já atuamos, como oncologia,dermatologia, ginecologia e até cosméticos com aplicações médicas. Sabemos que o investimento em pesquisa demora a dar dividendos e estamos prontos para esperar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A universidade está mais aberta para trabalhar coma iniciativa privada? Por que essa expectativa quanto a parceria com a Fapesp?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu acho que é difícil que a universidade tenha visão empresarial. Ela tem a obrigação de formar gente com qualidade e fazer pesquisa, não necessariamente de valor comercial. A função da indústria é aproveitar esse conhecimento e transformar em produtos. Nós tínhamos uma experiência anterior que não foi boa. Há alguns anos, fizemos uma chamada de pesquisa por meio do Consório de Indústrias Farmacêuticas (Coinfar), aberta para o Brasil todo. Chegaram 70 projetos. Quando fomos analisar, sobrou um – que não era viável. Mas o Brasil mudou e a visibilidade da Fapesp é muito maior. Antes de terminar o prazo da chamada, o interesse despertado já é enorme, inclusive de áreas diversas e até mesmo com a oferta de novas plataformas tecnológicas, o que também nos interessa. Tenho a expectativa de obtermos pelos menos três a cinco bons projetos no final do processo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Materia: Fonte: Brasil Econômico – SP - MArtha San Juan&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8507974684308316790-5155658858788802323?l=blogclaudemir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/feeds/5155658858788802323/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2011/04/biolab-laboratorio-nacional-reforca.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/5155658858788802323'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/5155658858788802323'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2011/04/biolab-laboratorio-nacional-reforca.html' title='Biolab, laboratório nacional, reforça pesquisa e lança 12 produtos'/><author><name>Claudemir Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04356525684692930087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/SkPrIw2DvHI/AAAAAAAAAAg/zNIgDUEk1Rw/S220/Claudemir.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8507974684308316790.post-1348451442038076388</id><published>2011-04-12T11:00:00.000-07:00</published><updated>2011-04-12T11:00:10.566-07:00</updated><title type='text'>Genéricos vão segurar aumento nas farmácias</title><content type='html'>Laboratórios anunciam que não reajustam preços de imediato, enquanto as drogarias garantem valores antigos nos estoques.O aumento dos preços dos remédios — que oficialmente começou no dia 31 de março, mas ainda não chegou às farmácias — vai esperar um pouco mais. Com a ajuda dos genéricos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diversas redes de drogarias já confirmaram que vão segurar as altas autorizadas pelo governo. A Drogasmil congela tudo em até um mês. As farmácias Extra, da rede de supermercados, também anunciaram adiamento do reajuste, pelo menos, até o dia 20 deste mês. A Pacheco confirma que negociações garantirão a manutenção dos preços, especialmente os dos genéricos, que representam 30% das vendas de unidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O reajuste anual fixado pelo governo — de 4,7%, em média — atualiza a tabela de Preços Máximos ao Consumidor (PMC) de 19.260 apresentações, mas não acarreta aumentos automáticos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os índices fixados pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (6,01%, 4,77% e 3,54%) definem o teto de preços, que podem ser menores, mas não maiores do que o PMC autorizado.Vice-presidente do Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos de São Paulo (Sindusfarma), Nelson Mussolini explica que o segredo é a concorrência. “Há cinco grandes fabricantes de genéricos e disputa nas prateleiras e compras no varejo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A concorrência faz o preço baixar. O mercado tem crescido bastante, há uma nova classe consumindo. Pessoas com novos empregos também têm acesso ao médico, ao plano de saúde e ao medicamento”, analisa. “O medicamento hoje é prevenção. Produtos de hipertensão são preventivos. Evitam acidentes vasculares e ataques cardíacos. O acesso é uma política pública. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, há produtos perdendo patentes, permitindo a entrada de mais genéricos”, complementa. Mussolini explica que, independentemente dos anúncios públicos de que preços não vão subir, o consumidor deve pesquisar. “Olhe o preço como um todo. Vá a uma ou duas redes de farmácias diferentes”, recomenda. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O corretor Luiz Carlos Pereira, 53 anos, é usuário de remédio para o estômago. “Custa R$ 206,78 e só dura um mês. Pesa mais de 10% no orçamento. Minha mulher também usa. É um dinheiro que a gente fica aborrecido de gastar”, conta.Fim de patentes, dólar em baixa, estoque programado e concorrência ajudam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;AVISO DOS LABORATÓRIOS&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A distribuição das revistas da ABCFarma contendo os novos preços começa hoje, mas as farmácias se prepararam para fidelizar os clientes, segurando a alta, cada uma com sua estratégia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na rede de drogarias Pacheco, o forte está nos genéricos. Os grandes laboratórios avisaram que não vão subir os preços. Não foi preciso nem negociar. GENÉRICO - Essa é uma tendência que foi verificada nos últimos três anos. As empresas não repassam de imediato. O mercado foi ampliado, com acesso das classes C e D. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A concorrência, especialmente entre genéricos, cresceu. Além disso, a queda no preço do dólar teria ajudado bastante, porque grande parte da matéria prima é importada. Em alguns casos, o genérico não tem o preço alterado desde 2010. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A revista pode manter preços de alguns na íntegra. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;EFEITO VIAGRA -&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; Para o presidente da Associação do Comércio Varejista de Farmácias do Rio (Ascoferj), Luiz Carlos Marins, o efeito do genérico pode ser percebido nas vendas do Viagra. “Quando o prazo da patente do Viagra expirou, o preço caiu mais de 40%. O Amoxil, que hoje tem em várias versões, também é bastante acessível. O genérico consegue normatizar o mercado”, explica.VOLUME - Marins lembra que muitas redes compraram volumes grandes e fizeram estoques, sabendo que o aumento viria em abril: “Assim, a gente consegue segurar o preço com o estoque antigo”.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8507974684308316790-1348451442038076388?l=blogclaudemir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/feeds/1348451442038076388/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2011/04/genericos-vao-segurar-aumento-nas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/1348451442038076388'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/1348451442038076388'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2011/04/genericos-vao-segurar-aumento-nas.html' title='Genéricos vão segurar aumento nas farmácias'/><author><name>Claudemir Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04356525684692930087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/SkPrIw2DvHI/AAAAAAAAAAg/zNIgDUEk1Rw/S220/Claudemir.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8507974684308316790.post-2196417381793022364</id><published>2011-04-11T12:08:00.000-07:00</published><updated>2011-04-11T12:08:12.055-07:00</updated><title type='text'>A onda de fusões e aquisições continua....Amgem compra a Bergamo!</title><content type='html'>A empresa americana de biotecnologia Amgen fechou ontem a aquisição do laboratório brasileiro Bergamo, que desenvolve medicamentos com foco em doenças graves. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O valor do negócio - discutido há alguns meses pelas companhias - totalizou US$ 215 milhões e envolverá a unidade produtiva da brasileira em Taboão da Serra (SP). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Nós atuamos no mesmo mercado. O portfólio da Bergamo, particularmente do setor de oncologia, é complementar ao nosso", afirmou ao Valor o vice-presidente da Amgen para Ásia e América Latina, Richard Davies. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o executivo, o foco da americana no país será o segmento oncológico e o setor hospitalar governamental. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a aquisição, o Brasil se torna a segunda maior subsidiária da companhia, em termos de funcionários, atrás apenas da Holanda. Com 430 funcionários, a força de trabalho da Bergamo vai se somar aos cerca de 17 mil empregados da Amgen, que atua em 50 países. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na América Latina, a unidade produtiva adquirida será a primeira da multinacional na região. A empresa tem no México uma operação comercial, enquanto nos demais países latinos opera por meio de distribuidores. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até o negócio com a Bergamo, a Amgen tinha cerca de 30 funcionários no Brasil, que trabalhavam em um centro de pesquisas da empresa, em São Paulo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Mantercorp, recentemente comprada pela Hypermarcas, era a distribuidora da companhia no país. O acordo de ontem envolveu também a recuperação, por parte da americana, dos direitos sobre seus produtos que haviam sido cedidos à Mantercorp. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Nossa estratégia para o Brasil envolvia essas três questões: a capacidade científica, a recuperação dos medicamentos cedidos e a compra da Bergamo. Queremos participar do mercado brasileiro, trazendo medicamentos inovadores. Esse é só o primeiro passo no Brasil", afirmou o executivo, que não descarta futuras aquisições no país, mas agora se focará no crescimento orgânico. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com sede na cidade de Thousand Oaks, na Califórnia, a Amgen é uma empresa de capital aberto, com ações listadas na Nasdaq. No ano passado, a receita da multinacional somou US$ 15,053 bilhões, o que representou um avanço de 3% ante os resultados de 2009. O lucro líquido passou de US$ 4,605 bilhões para US$ 4,627 bilhões. Para este ano, a empresa prevê uma receita na faixa de US$ 15,1 bilhões a US$ 15,5 bilhões. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Bergamo, por sua vez, acumulou uma receita bruta de R$ 133 milhões em 2010, frente aos R$ 118 milhões verificados no ano anterior. A empresa foi fundada em 1916 e é especializada em oncologia, medicamentos hospitalares - com foco em produtos biológicos e biotecnológicos -, dermatologia, reprodução humana e farmácias, por meio da comercialização de hormônios de crescimento&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8507974684308316790-2196417381793022364?l=blogclaudemir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/feeds/2196417381793022364/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2011/04/onda-de-fusoes-e-aquisicoes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/2196417381793022364'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/2196417381793022364'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2011/04/onda-de-fusoes-e-aquisicoes.html' title='A onda de fusões e aquisições continua....Amgem compra a Bergamo!'/><author><name>Claudemir Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04356525684692930087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/SkPrIw2DvHI/AAAAAAAAAAg/zNIgDUEk1Rw/S220/Claudemir.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8507974684308316790.post-3089016269609381538</id><published>2011-04-11T06:39:00.000-07:00</published><updated>2011-04-11T06:39:47.320-07:00</updated><title type='text'>Uma aposta no mercado de similares de baixo custo - fábrica da MEDLEY em Brasília (só para hormônios)</title><content type='html'>A Medley Indústria Farmacêutica, do grupo Sanofi-Aventis, inaugurou, ontem, pedra fundamental da fábrica que vai construir em Brasília. As obras estão previstas para começar em maio e vão demandar investimentos de R$ 130 milhões. A nova unidade industrial tem entrada em operação prevista para o primeiro semestre do ano que vem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A produção vai atender principalmente ao mercado doméstico e aos demais países da América Latina e deve alcançar, em um primeiro momento, capacidade anual de 50 milhões de unidades. A nova unidade será voltada para a fabricação de contraceptivos hormonais, e ficará localizada no pólo industrial JK, em área de 80 mil metros quadrados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Escolhemos Brasília como sede do empreendimento devido à posição estratégica da região e seu potencial de consumo", disse o diretor Geral da Medley, Décio Decaro, durante cerimônia que contou com a presença do governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A farmacêutica, segunda maior no País, e líder no mercado de genéricos desde 2002, já possui duas fábricas no Brasil, ambas em São Paulo, onde produz comprimidos, cápsulas, drágeas, líquidos, pomadas, cremes e suspensões. A nova investida deve assegurar sua posição frente à concorrência. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Bayer Schering Pharma, farmacêutica de origem alemã, também possui uma fábrica de contraceptivos hormonais em São Paulo, e tem planos de estar entre as cinco maiores empresas farmacêuticas do Brasil – hoje ela ocupa aproximadamente a sétima posição. Apenas no ano passado a unidade teve expansão de 15% em sua produção, recorde da companhia, que também exporta para a América Latina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GENÉRICOS. O mercado de medicamentos genéricos também representa um segmento importante em vendas para as companhias farmacêuticas. De acordo com dados da IMS Health, instituto que audita o desempenho do mercado farmacêutico no Brasil e no mundo, revelam que 21% de todos os remédios vendidos no ano passado eram genéricos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os fabricantes desse tipo de remédio comercializaram R$ 444,3 milhões de unidades no ano passado e movimentaram R$ 6,2 bilhões. Toda a indústria de medicamentos genéricos cresceu 33% no período.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Jornal do Commercio&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8507974684308316790-3089016269609381538?l=blogclaudemir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/feeds/3089016269609381538/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2011/04/uma-aposta-no-mercado-de-similares-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/3089016269609381538'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/3089016269609381538'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2011/04/uma-aposta-no-mercado-de-similares-de.html' title='Uma aposta no mercado de similares de baixo custo - fábrica da MEDLEY em Brasília (só para hormônios)'/><author><name>Claudemir Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04356525684692930087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/SkPrIw2DvHI/AAAAAAAAAAg/zNIgDUEk1Rw/S220/Claudemir.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8507974684308316790.post-409920800099815886</id><published>2011-03-30T10:46:00.000-07:00</published><updated>2011-03-30T10:46:07.907-07:00</updated><title type='text'>Droga Raia cresce em receita bruta, mas mantém lucro líquido estável</title><content type='html'>Com 350 lojas, empresa se tornou a segunda maior rede de farmácias do país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Droga Raia encerrou 2010 com receita bruta de 1,9 bilhão de reais, um salto de 16,7% na comparação com o ano anterior. O Ebitda somou (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) 75,8 milhões de reais. O resultado é 32,5% superior ao obtido em 2009 e representa uma margem de 4,1% sobre as vendas brutas (0,6 ponto percentual superior à margem de 2009).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O lucro líquido, porém, derrapou e alcançou 1,7 milhão de reais em 2010, pouco acima do registrado no ano anterior. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Eugênio De Zagottis, vice-presidente de Relações com Investidores, o lucro líquido da empresa nos últimos anos vem sendo impactado pela pressão de despesas financeiras e de depreciação decorrentes do forte ritmo de crescimento da companhia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso porque o potencial de vendas e resultados das lojas só se realiza depois de três anos de operação e, atualmente, 44% das unidades ainda se encontram em estágio de maturação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Expansão para garantir mercado - Somente no ano passado foram inauguradas 53 novas lojas - 24 no último trimestre, e apenas duas lojas foram fechadas. No Paraná, onde a Droga Raia só estava presente em Curitiba, por exemplo, foram abertas 14 unidades em nove cidades. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse acelerado processo de crescimento conduziu a empresa à posição de segunda maior rede de farmácias do Brasil em número de lojas, segundo o ranking da Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O guidance de abertura bruta da companhia (sem considerar eventuais fechamentos) é de 60 novas unidades em 2011 e de 90 em 2012. A empresa investiu 84,8 milhões de reais em 2010, grande parte dos quais foram financiados pelo fluxo de caixa gerado durante o ano, que alcançou 75 milhões de reais.O centro de distribuição inaugurado na grande Curitiba, que abastecerá as lojas no sul do País, soma-se a outros investimentos realizados pela Droga Raia no ano passado, entre os quais está também a inauguração de um novo centro de treinamento em São Paulo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Trata-se de uma iniciativa fundamental para a formação de nossos colaboradores e para garantir que tenhamos pessoas qualificadas e impregnadas da cultura Raia para ocupar as vagas a serem abertas em nosso processo de expansão”, explica De Zagottis. Atualmente, a empresa conta com 6.000 colaboradores.A empresa conseguiu aumentar sua participação no mercado nacional de 3,8% para 4,1%. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O crescimento se deu em cada um dos cinco estados onde a empresa atua (São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paraná e Rio Grande do Sul), que representam 66,6% do mercado farmacêutico brasileiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os fatores dessa expansão, está o crescimento de 21,3% nas vendas de produtos de higiene e beleza, que responderam por 28,9% da receita bruta do ano (30,8%, quando considerado somente o quarto trimestre) e tiveram sua participação no mix total de vendas aumentada em 2,3 pontos percentuais desde 2008.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8507974684308316790-409920800099815886?l=blogclaudemir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/feeds/409920800099815886/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2011/03/droga-raia-cresce-em-receita-bruta-mas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/409920800099815886'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/409920800099815886'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2011/03/droga-raia-cresce-em-receita-bruta-mas.html' title='Droga Raia cresce em receita bruta, mas mantém lucro líquido estável'/><author><name>Claudemir Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04356525684692930087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/SkPrIw2DvHI/AAAAAAAAAAg/zNIgDUEk1Rw/S220/Claudemir.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8507974684308316790.post-1097658422348603454</id><published>2011-03-30T07:20:00.000-07:00</published><updated>2011-03-30T07:20:06.614-07:00</updated><title type='text'>Genzyme ganha força no Brasil após venda para a Sanofi-aventis</title><content type='html'>Farmacêutica americana deve permanecer em divisão separada dos franceses e aquisição vai impulsionar os negócios da companhia em mercados emergentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos líderes globais da farmacêutica Genzyme, o brasileiro Rogério Vivaldi, vice-presidente global da companhia e presidente da área renal e de endocrinologia, é um dos executivos envolvidos no processo de integração com a francesa Sanofi-aventis que, no mês passado, adquiriu a indústria americana por US$ 20,1 bilhões. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo ele, os acertos sobre a consolidação da compra devem ser finalizados nas próximas seis semanas, mas já está certo que a Genzyme deverá se estabelecer como uma divisão isolada, com manutenção de sua marca, e deve ampliar sua atuação em mercados emergentes — com destaque para China e Brasil — em razão do posicionamento que a Sanofi tem nesses países. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Eles são fortes na China e isso nos traz facilidades, por exemplo, para aprovação de remédios lá”, afirma Vivaldi. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O principal produto que a Genzyme tenta levar ao mercado chinês é para o tratamento da doença de gaucher — que hoje tem no Brasil o segundo maior número de pacientes identificados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trata-se de uma doença genética relacionada com o metabolismo dos lípidos, cujas principais características observadas são um aumento do fígado e do baço, anemia, diminuição do número de plaquetas e doenças ósseas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil, o tratamento desses pacientes é coberto pelo Ministério da Saúde em ações em parceria coma Genzyme. “Queremos ser parte da economia local em países como Brasil e China. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A parceria com a Sanofi vai nos trazer possibilidade de aceleração do nosso processo de expansão geográfica e esses países estão entre as nossas prioridades de atuação”, completa Rich Gregory, responsável pela área de pesquisa da companhia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com forte atuação no desenvolvimento de medicamentos para doenças raras e pesquisas em biotecnologia, nos últimos 30 anos a Genzyme foi pioneira na criação de tratamentos para as doenças de gaucher, fabry e pompe. Nessas doenças, destacam- se os remédios Cerezyme, Febrazyme,Myosyme. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É uma das líderes globais entre as empresas de biotecnologia, com cerca de 10 mil funcionários. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Instalada em Framingham, Massachusetts, e com acesso aos mais avançados centros de geração de conhecimento na área médica e farmacêutica (como as universidades Harvard e MIT), a companhia investe 18% do faturamento—cerca de US$ 800 milhões — em pesquisa e desenvolvimento. “A Sanofi nos comprou por causa do nosso modelo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somos hoje a empresa mais próxima dos pacientes, não melhoramos suas vidas, nós as transformamos’, diz Vivaldi. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas negociações de integração, pontua, a Genzyme tem tomado como prioridade, entre outros temas, a manutenção da qualidade de suas pesquisas e o nível de aprovação de seus medicamentos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Sabemos que não vale a pena inflar nossa estrutura se não tivermos ganho de produtividade.” A Sanofi-Aventis possui 110 mil funcionários. Somente na China são cerca de 3 mil. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fundada em 1981, a Genzyme obteve faturamento de US$ 4 ,05 bilhões em2010. Na área liderada por Vivaldi, de tratamentos de problemas renais e de endocrinologia, a receita foi de US$ 1,3 bilhão, o equivalente a 34% do total. Tem acesso a pacientes de doenças raras em100 países.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mudança&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de 28 anos à frente da Genzyme,Henry Teermer deixou o cargo de CEO e passou a fazer parte do conselho ligado a Christopher&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Viehbacher, CEO da Sanofi. A Sanofi registrou em 2010 € 5,4 bilhões de lucro líquido. As áreas de especialidade da Genzyme são: doenças genéticas, renal e endocrinológica, oncologia e hematologia e biosegurança. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil, firmou parceria coma Fiocruz para viabilizar estudos científicos (ver ao lado). * Viajou a convite da Interfarma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aquisição - US$ 20,1 bi - foi o valor acertado para a compra da americana Genzyme pela francesa Sanofi-aventis. O negócio foi anunciado no mês passado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pesquisa - 18% - da receita ou aproximadamente US$ 800 milhões são investidos anualmente pela Genzyme em pesquisa e desenvolvimento de medicamentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Equipe - 10 mil - pessoas integram os quadros de funcionários da Genzyme, que tem sede em Framingham, Massachusetts e proximidade com a Universidade Harvard e o MIT.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Receita - US$ 4,05 bi - foram faturados pela Genzyme no no ano passado, a área de tratamento de problemas renais e endocrinologia responde por 34% desse total.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8507974684308316790-1097658422348603454?l=blogclaudemir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/feeds/1097658422348603454/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2011/03/genzyme-ganha-forca-no-brasil-apos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/1097658422348603454'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/1097658422348603454'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2011/03/genzyme-ganha-forca-no-brasil-apos.html' title='Genzyme ganha força no Brasil após venda para a Sanofi-aventis'/><author><name>Claudemir Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04356525684692930087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/SkPrIw2DvHI/AAAAAAAAAAg/zNIgDUEk1Rw/S220/Claudemir.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8507974684308316790.post-2546039536686929227</id><published>2011-03-21T17:31:00.000-07:00</published><updated>2011-03-21T17:31:00.980-07:00</updated><title type='text'>Farmacia popular ja mostra resultados</title><content type='html'>Farmácia Popular cresce 45% no primeiro mês de gratuidade&lt;br /&gt;Número de ofertas gratuitas e autorizações comerciais aumenta de 1,8 milhão para 2,6 milhões desde o início do "Saúde Não Tem Preço"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Maxpress&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O programa Farmácia Popular apresentou crescimento expressivo no primeiro mês de gratuidade dos medicamentos para hipertensão e diabetes. Cresceu 45% o número de autorizações (para venda e oferta grátis) de todos os 25 itens do Aqui Tem Farmácia Popular, entre 14 de fevereiro e 14 de março, nas farmácias da rede privada credenciadas ao programa. Esse período refere-se aos primeiros 28 dias do “Saúde Não Tem Preço”, ação do governo federal que, desde o dia 14 do último mês de fevereiro, subsidia 100% do valor dos medicamentos para hipertensão e diabetes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do início da gratuidade do programa até a última segunda-feira (14), foi retirado um total de 2,6 milhões de itens contra 1,8 milhão no período anterior (de 14 de janeiro a 14 de fevereiro). O aumento das autorizações para oferta gratuita de medicamentos para hipertensão e diabetes foi ainda maior: cresceu 61% e 50%, respectivamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A gratuidade no Farmácia Popular beneficiou os usuários de medicamentos no país e trouxe vantagens tanto para as farmácias conveniadas quanto para a indústria farmacêutica. O salto nas retiradas de medicamentos mostra que o programa não só amplia o acesso da população à assistência farmacêutica como também é vantajoso para o comércio varejista ao alavancar as vendas de outros itens disponíveis nos estabelecimentos, “atraídas” pelos produtos disponíveis no Aqui Tem Farmácia Popular. “Com isso, as farmácias e drogarias credenciadas ao programa aumentam a competitividade no mercado em relação aos estabelecimentos não-conveniados”, analisa o diretor de Assistência Farmacêutica do Ministério da Saúde, José Miguel do Nascimento Júnior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para viabilizar a gratuidade dos medicamentos para hipertensão e diabetes disponíveis no programa, o ministério fez um intenso trabalho de articulação com produtores e distribuidores da indústria farmacêutica e também com os estabelecimentos parceiros do programa. Com isso, o setor produtivo e as unidades conveniadas, em uma atitude socialmente responsável, se comprometeram com o programa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;INFORMAÇÃO &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O acesso da população às unidades do Farmácia Popular foi facilitado por meio de uma ferramenta inovadora: um serviço de SMS (mensagem via celular) que informa as unidades credenciadas mais próximas à casa do usuário do programa. Basta enviar mensagem para o número 27397 informando o CEP da residência (somente os números, sem sinais gráficos) que, em poucos segundos, o usuário recebe resposta com informações precisas sobre o nome, o endereço e o telefone de até três farmácias onde o usuário poderá obter, de graça, medicamentos para hipertensão e diabetes. O serviço de “torpedo” via SMS não tem qualquer custo à população e permanece disponível até o final deste mês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além dos medicamentos gratuitos para hipertensão e diabetes, o Aqui Tem Farmácia Popular oferece mais 14 tipos de medicamentos, com até 90% de desconto, utilizados no tratamento de asma, rinite, mal de Parkinson, osteoporose e glaucoma, além de fraldas geriátricas. Os medicamentos são oferecidos em mais de 15 mil farmácias e drogarias da rede privada credenciadas ao Aqui Tem Farmácia Popular e nas 544 unidades próprias (administradas pelo governo federal) do programa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ORIENTAÇÕES AOS USUÁRIOS &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para obter os produtos disponíveis no Farmácia Popular, o usuário precisa apresentar CPF, documento com foto e receita médica, que é exigida pelo programa como uma forma de se evitar a automedicação, incentivando o uso racional de medicamentos e a promoção da saúde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eventuais dúvidas sobre o Farmácia Popular podem ser esclarecidas e comunicadas ao Ministério da Saúde – pelos estabelecimentos credenciados ou pelos usuários do programa – por meio do Disque-Saúde (0800-61-1997) como também pelo e-mail analise.fpopular@saude.gov.br.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os medicamentos gratuitos para hipertensão e diabetes são identificados pelo princípio ativo ou /nome genérico”, que é a substância que compõem o medicamento. Os itens disponíveis são informados pelas unidades do programa, onde os usuários podem ser orientados pelo profissional farmacêutico. É ele que deverá informar, ao usuário, o princípio ativo que identifica o nome comercial do medicamento (de marca, genérico ou similar) prescrito pelo médico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Princípios ativos dos medicamentos oferecidos gratuitamente pelo Aqui Tem Farmácia Popular:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hipertensão&lt;br /&gt;Captopril 25 mg, comprimido&lt;br /&gt;Maleato de enalapril 10 mg, comprimido&lt;br /&gt;Cloridrato de propranolol 40 mg, comprimido&lt;br /&gt;Atenolol 25 mg, comprimido&lt;br /&gt;Hidroclorotiazida 25 mg, comprimido&lt;br /&gt;Losartana Potássica 50 mg&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diabetes&lt;br /&gt;Glibenclamida 5 mg, comprimido&lt;br /&gt;Cloridrato de metformina 500 mg, comprimido&lt;br /&gt;Cloridrato de metformina 850 mg, comprimido&lt;br /&gt;Cloridato de metformina de ação prolongada 500 mg&lt;br /&gt;Insulina Humana NPH 100 UI/ml – suspensão injetável, frasco-ampola 10 ml&lt;br /&gt;Insulina Humana NPH 100 UI/ml – suspensão injetável, frasco-ampola 5 ml&lt;br /&gt;Insulina Humana NPH 100 UI/ml – suspensão injetável, refil 3ml (carpule)&lt;br /&gt;Insulina Humana NPH 100 UI/ml – suspensão injetável, refil 1,5ml (carpule)&lt;br /&gt;Insulina Humana Regular 100 UI/ml, solução injetável, frasco-ampola 10 ml&lt;br /&gt;Insulina Humana Regular 100 UI/ml, solução injetável, frasco-ampola 5 ml&lt;br /&gt;Insulina Humana Regular 100UI/ml, solução injetável, refil 3ml (carpules)&lt;br /&gt;Insulina Humana Regular 100UI/ml, solução injetável, refil 1,5ml (carpules)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8507974684308316790-2546039536686929227?l=blogclaudemir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/feeds/2546039536686929227/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2011/03/farmacia-popular-ja-mostra-resultados.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/2546039536686929227'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/2546039536686929227'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2011/03/farmacia-popular-ja-mostra-resultados.html' title='Farmacia popular ja mostra resultados'/><author><name>Claudemir Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04356525684692930087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/SkPrIw2DvHI/AAAAAAAAAAg/zNIgDUEk1Rw/S220/Claudemir.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8507974684308316790.post-3141242826316087602</id><published>2011-03-11T05:07:00.000-08:00</published><updated>2011-03-11T05:10:25.196-08:00</updated><title type='text'>Uma empresa fora da caixa! Inovação em novos produtos contra mercado de baixo custo...</title><content type='html'>A reportagem abaixo fala sobre a estratégia atual das empresas em busca de sobrevivência - a busca de oportunidades pode ser pela compra de outras companhias, apostando em consolidar-se em mercados existentes, a aposta em produtos genéricos, que ainda possuem um mercado gigante para crescimento (com uma disputa acirradíssima por custos, onde no meu entendimento, só existirá um vencedor no futuro!). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De outro lado, a busca por novos produtos, chamado inovadores. As estratégias são distintas, e ambas tem riscos e vantagens, e em nenhum momento pode-se afirmar que qualquer destas empresas terá maior ou menor chance de sobreviver, pois as escolhas estratégicas são isto mesmo - que caminho seguir, e que riscos tomar. A Bayer aposta na busca de novos compostos, ou melhoria de compostos existentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não podemos esquecer que a empresa alemã, há alguns anos comprou a também alemã Schering, por ter uma área farma bastante devasada em desenvolvimento, buscando sinergia estratégica, já que a Bayer em essência é uma empresa muito focada na área química e nem tanto na área farmacêutica. A idéia foi deixar de ser a empresa da ASPIRINA, e também passar a ser uma empresa farmacêutica com diversidade de portfólio.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A venda dos medicamentos sem marca vai atingir US$ 212 bilhões no mundo em 2014. saiba por que A Bayer nada contra essa maré.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A fabricante de medicamentos inglesa AstraZeneca fez um acordo de distribuição com a indiana Torrent Pharmaceuticals. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A britânica Glaxo SmithKline comprou 16% da sul africana Aspen Pharma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grupo francês Sanofi-Aventis pagou R$ 1,5 bilhão pela brasileira Medley. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a americana Pfizer gastou US$ 400 milhões por uma fatia de 40% na também brasileira Teuto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em comum, esses gigantes da indústria farmacêutica investiram em empresas que apostam em medicamentos genéricos. Esse interesse é facilmente compreendido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As vendas de remédios sem marca devem gerar negócios de US$ 212 bilhões em 2014, segundo projeções da consultoria americana IMS Health. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos próximos quatro anos, o crescimento médio anual dessa área deve ser de 11% ao ano. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Setores como medicamentos com marca ou similares devem ter uma expansão média de 5,3% ao ano. Apesar disso, há ao menos uma grande companhia farmacêutica que é uma estranha neste nicho. E por opção. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É a Bayer HealthCare, divisão farmacêutica da alemã Bayer, que fatura 11 bilhões de euros e tem 38 mil funcionários mundialmente. “Apostamos em dois pilares para crescer: inovação e o poder natural de expansão nos mercados emergentes, com foco na China e no Brasil”, disse Andreas Fibig, presidente mundial da Bayer HealthCare Pharmaceuticals, à DINHEIRO.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trata-se de uma aposta arriscada. A descoberta de um novo medicamento pode levar entre dez e 12 anos até chegar ao mercado, segundo a Bayer, que investe entre 15% e 17% das suas receitas em pesquisa e desenvolvimento, a cada ano. O custo de P&amp;D é da ordem de bilhões de euros para cada medicamento descoberto e colocado no mercado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E mais: de cada dez mil substâncias, apenas uma vai se transformar em um remédio que chegará às gôndolas das farmácias. Tome como exemplo o anticoagulante Xarelto, da Bayer. Lançado em 2010, ele consumiu investimentos de 2 bilhões de euros. Mas essa estratégia tem suas compensações. Líderes de vendas da Bayer como o Avalox, para tratamento de doença pulmonar crônica, e o Nexavar, para câncer de rim e fígado, rendem entre e 500 milhões e e 700 milhões por ano à companhia. Desde que foram lançados, em 2000 e 2005, respectivamente, eles já geraram e 8,5 bilhões aos cofres da farmacêutica alemã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Preferimos ser melhores em inovação”, diz Theo van der Loo, que assumiu em janeiro a presidência da subsidiária brasileira, depois de passar pela filial espanhola da companhia. “O mercado de genéricos está se consolidando e há muita concorrência nessa área.”Com o objetivo de reforçar sua estratégia, a Bayer anunciou um investimento de e 8 milhões na área de pesquisas da subsidiária brasileira – o dobro do volume aplicado em 2010. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oncologia, doenças femininas e cardiologia são algumas das prioridades dos pesquisadores brasileiros. O primeiro deles é um dos segmentos em que há ainda grande espaço para descobertas de cura, acredita Marcos Macedo, diretor da consultoria IMS Health para a América Latina. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em sua opinião, o investimento em inovação só dará retorno para os que apostarem suas fichas em áreas carentes de alternativas para tratamento, como é o caso do mal de Parkinson, Alzheimer, hepatite, artrite reumatoide e doenças raras. “As pe ssoas estão dispostas a pagar o que for para se curar”, diz Macedo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma descoberta importante em algum desses nichos poderá gerar lucros para a empresa durante 20 anos – o tempo que dura uma patente. Além de fortalecer a área de pesquisas, a Bayer vai também ampliar sua presença no interior do País por meio da contratação de mais propagandistas, que visitam consultórios médicos levando informações dos produtos da companhia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente, a companhia conta com 600 profissionais atuando nessa área no Brasil. Até 200 novos pesquisadores podem ser contratados. “Ainda estamos estudando essa estratégia e sua implementação depende de uma série de fatores”, diz Loo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O reajuste de preços não é imediato. Para aplicar o aumento, empresas produtoras de medicamentos deverão apresentar à CMED um relatório informando os porcentuais que querem aplicar. O valor fixado pela CMED é o teto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As empresas podem, portanto, fixar preços menores.Procurada, a Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa não se manifestou sobre os valores de reajuste. As regras para aumento de remédios foram fixadas em 2003.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Isto é Dinheiro&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8507974684308316790-3141242826316087602?l=blogclaudemir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/feeds/3141242826316087602/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2011/03/uma-empresa-fora-da-caixa-inovacao-em.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/3141242826316087602'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/3141242826316087602'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2011/03/uma-empresa-fora-da-caixa-inovacao-em.html' title='Uma empresa fora da caixa! Inovação em novos produtos contra mercado de baixo custo...'/><author><name>Claudemir Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04356525684692930087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/SkPrIw2DvHI/AAAAAAAAAAg/zNIgDUEk1Rw/S220/Claudemir.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8507974684308316790.post-7533952022252876895</id><published>2011-03-10T04:18:00.000-08:00</published><updated>2011-03-10T04:18:45.435-08:00</updated><title type='text'>Mais de 80% da população mundial não tem acesso a remédios para dor</title><content type='html'>10% da população mundial têm acesso a 90% dos remédios no planeta. Mais de 80% da população mundial precisa, total ou parcialmente, de acesso a analgésicos e, por isso, sofre com dores desnecessariamente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A informação é do relatório anual da JIFE (Junta Internacional de Fiscalização de Estupefacientes) 2010, publicado nesta quarta-feira (2). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso significa que 90% das substâncias lícitas são consumidas por 10% da população mundial, que se concentra em países como Estados Unidos, Austrália, Canadá, Nova Zelândia e algumas nações da Europa, diz Hamid Ghodse, presidente da JIFE. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em muitos países da África, Ásia e algumas partes da América, o acesso a entorpecentes e a substâncias psicotrópicas para fins terapêuticos é escasso ou nulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a junta, existe matéria prima suficiente para atender às necessidades de toda a população mundial por analgésicos. No entanto, existem vários fatores que impedem o acesso a esses medicamentos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de o preço ser considerado um dos principais obstáculos para o acesso a esses medicamentos, existem fórmulas de baixo custo que têm sido distribuídas em vários países de modo eficaz, como no Brasil, o que, segundo a junta, mostra que as barreiras econômicas podem ser superadas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;Medidas para conter abuso no uso de analgésicos&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No relatório, o órgão chama a atenção de todos os governos também para o problema do uso indevido de analgésicos, que em alguns países têm ultrapassado os níveis de abuso de drogas ilícitas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para diminuir os índices, a junta recomenda certas políticas que tendem a afetar a disponibilidade de substâncias para fins médicos e científicos, dando, como exemplo, a compilação de dados estatísticos sobre as necessidades de drogas lícitas, legislação, educação e capacitação, sistemas de fiscalização nacional e prevenção do desvio e do abuso de substâncias. Certos fatores, no entanto, são verdadeiros obstáculos para oferta de medicamentos, entre eles, a formação deficiente de profissionais de saúde, a falta de regulamentação, as dificuldades de distribuição e a ausência de uma política de saúde integral e inclusiva que abarque o tratamento da dor, problemas apontados pelo relatório. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma saída para melhorar esse quadro seria melhorar os sistemas de fiscalização de drogas que podem ajudar a assegurar o abastecimento suficiente de entorpecentes e de substâncias psicotrópicas para fins médicos e científicos e, ao mesmo tempo, evitar o seu uso inapropriado e abusos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8507974684308316790-7533952022252876895?l=blogclaudemir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/feeds/7533952022252876895/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2011/03/mais-de-80-da-populacao-mundial-nao-tem.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/7533952022252876895'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/7533952022252876895'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2011/03/mais-de-80-da-populacao-mundial-nao-tem.html' title='Mais de 80% da população mundial não tem acesso a remédios para dor'/><author><name>Claudemir Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04356525684692930087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/SkPrIw2DvHI/AAAAAAAAAAg/zNIgDUEk1Rw/S220/Claudemir.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8507974684308316790.post-1259799385992561671</id><published>2011-03-03T04:18:00.000-08:00</published><updated>2011-03-03T04:18:45.785-08:00</updated><title type='text'>Com crescimento de 19,3%, rede Drogasil lucra R$ 89 mi e abre 57 lojas</title><content type='html'>Com lugar de destaque entre as principais redes farmacêuticas do País, a Drogasil anunciou os resultados relativos a 2010, dentre os quais destaca-se o crescimento de 19,3% no lucro líquido, com faturamento de R$ 89,015 milhões. Em vendas brutas, a companhia registrou aumento de 16,8%, num total de R$ 2,08 milhões. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Ebtida (ganhos anteriores a juros, impostos, depreciação e amortização) da empresa chegou a R$ 143,5 milhões, ou 21% a mais do que em 2009, com margem de 6,9% em relação às vendas. 71,3% da receita bruta obtida em 2010 foram originados da venda de medicamentos, enquanto 28,7% vieram da comercialização de não-medicamentos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A presença de outros produtos na composição receituária cresceu 1,4%.Com esses resultados, a rede foi a primeira varejista do segmento a ingressar no segmento Novo Mercado da BM&amp;F Bovespa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No ano passado, a companhia abriu 57 unidades, atingindo um contingente de 338 lojas operantes em 88 municípios, em seis estados brasileiros. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O período ainda marcou nossa entrada no Rio de Janeiro, na sequência da trajetória de adicionar a presença da Drogasil a um novo estado do Brasil", declarou o diretor-executivo da empresa, Claudio Roberto Ely. "Reformamos ainda 54 lojas, adaptamos nossa rede de lojas às exigências determinadas pela Anvisa", continuou. "Além disso, iniciamos a operação do segundo centro de distribuição em Contagem, Minas Gerais".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Funcionários a menos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar dos bons resultados econômicos e da abertura de lojas, a rede de farmácias Drogasil, há 75 anos no mercado brasileiro, demitiu mais do que contratou funcionários. No quarto trimestre de 2009, eram 7.560 empregados, quase 20% a mais do que os 6.102 contados no mesmo período de 2009. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2000, a empresa criou o conceito de Beauty Center, que levou para as unidades farmacêuticas um espaço voltado exclusivamente para dermocosméticos e outros produtos de linha estética. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A companhia também é responsável pelo projeto-piloto Diabetes Center, que concentra uma linha de equipamentos, insumos para monitoração da glicemia, medicamentos e genéricos para o tratamento de diabetes, incluindo remédios que fazem parte do programa Aqui Tem Farmácia Popular.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8507974684308316790-1259799385992561671?l=blogclaudemir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/feeds/1259799385992561671/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2011/03/com-crescimento-de-193-rede-drogasil.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/1259799385992561671'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/1259799385992561671'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2011/03/com-crescimento-de-193-rede-drogasil.html' title='Com crescimento de 19,3%, rede Drogasil lucra R$ 89 mi e abre 57 lojas'/><author><name>Claudemir Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04356525684692930087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/SkPrIw2DvHI/AAAAAAAAAAg/zNIgDUEk1Rw/S220/Claudemir.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8507974684308316790.post-8629987616377676965</id><published>2011-03-03T03:52:00.000-08:00</published><updated>2011-03-03T03:52:20.910-08:00</updated><title type='text'>Manaus terá sua primeira fábrica de medicamentos genéricos</title><content type='html'>Projeto aprovado pelo Codam prevê que a empresa irá investir R$ 187 milhões para implantar uma unidade no Polo Industrial de Manaus. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Pólo Industrial de Manaus (PIM) ganhará a primeira fábrica de medicamentos genéricos, a Novamed. Segundo informações do Portal Amazônia, o projeto de implantação foi aprovado pelo Governo do Amazonas na última quarta-feira (23), durante a primeira reunião anual do Conselho de Desenvolvimento do Amazonas (Codam). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foram aprovados 28 novos projetos, com investimentos de cerca de R$ 719 milhões, o que representa a geração de 2.708 novas vagas no mercado de trabalho no período de três anos Sob comando do titular da Secretaria de Estado de Planejamento (Seplan), Marcelo Lima Filho, a 231ª reunião do Codam aprovou projetos que contemplam os setores de duas rodas, farmacêutico, eletroeletrônico, alimentício, termoplástico, metalúrgico e indústria automotiva. Destes, 14 projetos são para implantação de novos empreendimentos, 12 de diversificação e dois de atualização. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os incentivos voltados ao polo farmacêutico, destaca-se a adesão da empresa Novamed, produtora de medicamentos líquidos, sólidos e semi-sólidos que atua nos mercados nacional e internacional há 40 anos, conforme informou o secretário. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O projeto aprovado pelo Codam prevê que a empresa irá investir R$ 187 milhões para implantar uma unidade no PIM, com a previsão de gerar 320 empregos diretos. Para Lima, a chegada do empreendimento possibilitará a economia de recursos para o abastecimento de medicamentos nas unidades de saúde estaduais&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8507974684308316790-8629987616377676965?l=blogclaudemir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/feeds/8629987616377676965/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2011/03/manaus-tera-sua-primeira-fabrica-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/8629987616377676965'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/8629987616377676965'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2011/03/manaus-tera-sua-primeira-fabrica-de.html' title='Manaus terá sua primeira fábrica de medicamentos genéricos'/><author><name>Claudemir Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04356525684692930087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/SkPrIw2DvHI/AAAAAAAAAAg/zNIgDUEk1Rw/S220/Claudemir.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8507974684308316790.post-4962912341716761247</id><published>2011-03-01T04:05:00.001-08:00</published><updated>2011-03-01T04:05:47.470-08:00</updated><title type='text'>Desembolso para genérico deve dobrar????</title><content type='html'>Programa enfrenta desafio de aumentar distribuição nas regiões Norte e Nordeste.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O valor do reembolso do governo para a indústria de genéricos deve dobrar com a gratuidade dos remédios para hipertensão e diabetes, segundo estimativa da Pró-Genéricos. De acordo com o presidente da associação, Odnir Finotti, dos R$ 300 milhões desembolsados ano passado pelo governo em subsídios para o Farmácia Popular, 50% foram para o setor de genéricos. Finotti, no entanto, não sabe estimar em quanto tempo isso acontecerá. O programa, que ainda está no início, enfrenta o problema da expansão de suas unidades de distribuição, hoje concentradas nas regiões Sudeste e Sul. Das 65 mil farmácias existentes no Brasil, apenas 15 mil são credenciadas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o secretário de Ciência e Tecnologia do Ministério da Saúde, Carlos Gadelha, há espaço para expansão nas regiões Norte e Nordeste, embora ele considere a cobertura atual satisfatória, quando se considera a densidade demográfica dessas regiões. Segundo Gadelha, a negociação entre a indústria e as farmácias para a garantia de preços não pode privilegiar Sul e Sudeste ou as grandes redes do país. “Vamos monitorar para que isso não aconteça”, diz o secretário. “Além das redes, existe o mercado de distribuidores de medicamentos, que pode facilitar a entrada das farmácias regionais no programa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Se aumentar a escala, todos saem ganhando, principalmente a população - Carlos Gadelha, secretário de Ciência e Tecnologia do Ministério da Saúde&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desconcentração&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O presidente da Federação Brasileira das Redes Associativas de Farmácias (Febrafar), Edson Tamascia, diz que, por enquanto, apenas 1,5 mil unidades das 4,5 mil que integram a associação participam do Farmácia Popular. E a razão não é apenas a condição de negociação. Muitas não são informatizadas, condição exigida pelo governo para que o estabelecimento entre no programa, já que a loja precisa de autorização online para distribuir os medicamentos. Segundo o secretário, o governo não descarta adotar subsídios para atender ao grupo. “Olhamos a área da saúde como uma possibilidade de desenvolvimento socioeconômico para as regiões do país”, conclui.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8507974684308316790-4962912341716761247?l=blogclaudemir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/feeds/4962912341716761247/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2011/03/desembolso-para-generico-deve-dobrar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/4962912341716761247'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/4962912341716761247'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2011/03/desembolso-para-generico-deve-dobrar.html' title='Desembolso para genérico deve dobrar????'/><author><name>Claudemir Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04356525684692930087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/SkPrIw2DvHI/AAAAAAAAAAg/zNIgDUEk1Rw/S220/Claudemir.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8507974684308316790.post-8188663029333280224</id><published>2011-02-25T04:22:00.000-08:00</published><updated>2011-02-25T04:22:41.080-08:00</updated><title type='text'>Pressionada, Anvisa recua e adia decisão sobre veto a emagrecedores</title><content type='html'>Pressionada por entidades médicas e farmacêuticas, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) adiou a decisão sobre a intenção de proibir a venda de medicamentos usados para emagrecimento no Brasil, conforme o Estado revelou na semana passada. Sob forte esquema de segurança - policiais federais armados acompanhavam a audiência pública -, a proposta da agência de proibição foi bombardeada com críticas e contra-argumentos. Depois disso, a Anvisa já não fala mais em um prazo para bater o martelo. Antes da reunião, a informação era de que uma resolução seria publicada em março. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Não há prazo para definição", admitiu ontem o diretor da Anvisa, Dirceu Barbano. "Vamos discutir o assunto até que todas as dúvidas sejam esclarecidas." Ontem, após mais de cinco horas de debate, a representante da Anvisa Maria Eugênia Cury sinalizou a possibilidade de novas rodadas de discussão. "Talvez essa não tenha sido a última."A proibição da venda dos remédios dietilpropiona (anfepramona), femproporex, mazindol e sibutramina foi recomendada à Anvisa pela Câmara Técnica de Medicamentos (Cateme), grupo de consultores da agência. Em um relatório de 90 páginas, técnicos listam vários riscos dos remédios e colocam em dúvida a eficácia dessas drogas. "Quem contesta essas informações precisa apresentar dados convincentes que demonstrem o contrário", defendeu Barbano. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, além de endocrinologistas, várias vozes se posicionaram contra a proposta de veto às substâncias: um neurologista, um professor universitário, uma deputada, um promotor de Justiça, membros dos conselhos regionais e federal de farmácia e até mesmo a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Essa queda de braço entre o órgão regulador e as sociedades médicas tem de acabar. Entendemos que o grupo analisado no estudo Scout (feito pelo fabricante da sibutramina com pacientes cardíacos) nem deveria ter sido incluído, pois os riscos eram conhecidos. A SBC entende que o debate tem de continuar, mas com especialistas", disse Lázaro Fernandes de Miranda, representante do órgão.A presidente da Associação Brasileira para Estudo de Obesidade (Abeso), Rosana Radominski, acredita que a retirada dos medicamentos trará prejuízo aos pacientes. "As pesquisas analisadas pela Anvisa são as mesmas que nós avaliamos para fazer o consenso. Nós, porém, tiramos conclusões distintas. Remédios podem ser usados, desde que com indicação correta." &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (Sbem), Ricardo Meirelles, reconheceu que os medicamentos apresentam efeitos colaterais. "Mas são em pequena quantidade, diante do tempo da droga no mercado e do grande número de pessoas que fizeram uso da medicação."Tendencioso. Para os defensores do uso dos remédios, o documento da Anvisa pinçou apenas as conclusões negativas. Integrante da Cateme (que produziu o relatório), o médico Anthony Wong, da USP, discorda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Os riscos são incontestáveis. Tanto é que esses medicamentos estão proibidos na Europa e na Ásia", disse. Nos Estados Unidos, a anfepramona mantém registro. Há também a fentermina, droga que não é vendida aqui.De acordo com Wong, os anorexígenos são a segunda causa de internação psiquiátrica no Brasil, perdendo apenas para o álcool. O médico também disse que as drogas são usadas de forma excessiva.De fato, levantamento divulgado no ano passado pela Anvisa apontou a prescrição exagerada desses medicamentos. Entre os maiores prescritores estavam médicos do trabalho e de segurança do trânsito. Entre as alternativas apresentadas estava o aumento do controle na prescrição - incluindo a restrição das especialidades médicas com direito a fazer esse tipo de recomendação. Desiré Callegari, do Conselho Federal de Medicina, afirmou que a proposta é inviável, pois seria preciso alterar a lei. Para o endocrinologista Márcio Mancini, do HC, o debate foi satisfatório e a Anvisa não deve tomar uma decisão antes de ouvir a classe médica novamente. "Entramos no debate pessimistas e saímos aliviados."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SOBRE AS DROGAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anfetamínicos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São inibidores de apetite vendidos como dietilpropiona, femproporex e manzidol. Atuam no sistema nervoso, bloqueando a captação de dopamina e noradrenalina. Quanto maior a quantidade dessas substâncias circulando entre os neurônios, menor a sensação de fome. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sibutramina&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atua em duas regiões do sistema nervoso: no centro do apetite e no da saciedade. Diminui a captação de noradrenalina e de serotonina, diminuindo a fome e proporcionando a sensação de saciedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Efeitos colaterais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Irritação, insônia, aumento da frequência cardíaca, boca seca e crise de pânico (Manchetes) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;''Se há benefícios, não existe contraindicação absoluta''&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de estudar o relatório da Anvisa que embasa a proposta de proibir as drogas para emagrecer, o promotor Diaulas Costa Ribeiro, do Ministério Público do Distrito Federal, afirma ser contrário à proibição. Para ele, os argumentos apresentados não convencem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O senhor se posicionou contra a proibição desses medicamentos. Por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os argumentos são de uma mãe superprotetora. A Anvisa editou uma nota técnica que f0i feita sem a participação de ninguém. E os artigos científicos usados não amparam a decisão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que não?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque são muito antigos. Os mais recentes são revisões bibliográficas que não trazem nada novo. E o estudo mais novo, sobre a sibutramina, foi feito em um grupo de pacientes que não deveria ser medicado. Moral da história: não há fundamentação para proibir. Se há benefícios, não há contraindicação absoluta. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que pode acontecer, caso essas drogas sejam proibidas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A proibição abre espaço para um mercado paralelo. Essas drogas vão parar nas mãos de traficantes. Quem quer emagrecer não vai deixar de tomar, faz qualquer sacrifício para perder peso. Essas pessoas deixarão de ter acompanhamento médico. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O senhor também citou o álcool e o cigarro na audiência. Nada mata mais que o álcool e o cigarro. O controle cabe à Anvisa. Eu quero ver quem é que tem coragem de ir para a frente e proibir álcool e cigarro por causa dos riscos que eles oferecem à saúde. É uma briga que ninguém compra&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Folha de SP&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8507974684308316790-8188663029333280224?l=blogclaudemir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/feeds/8188663029333280224/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2011/02/pressionada-anvisa-recua-e-adia-decisao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/8188663029333280224'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/8188663029333280224'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2011/02/pressionada-anvisa-recua-e-adia-decisao.html' title='Pressionada, Anvisa recua e adia decisão sobre veto a emagrecedores'/><author><name>Claudemir Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04356525684692930087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/SkPrIw2DvHI/AAAAAAAAAAg/zNIgDUEk1Rw/S220/Claudemir.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8507974684308316790.post-8571750530980650148</id><published>2011-02-24T03:36:00.000-08:00</published><updated>2011-02-24T03:36:51.365-08:00</updated><title type='text'>O rei das farmácias é da Pague Menos (um bom exemplo de estratégia) e de acesso!</title><content type='html'>A reportagem abaixo para mim, é um bom exemplo de estratégia!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao longo dos anos, como profissional de marketing, percebi que pensar estrategicamente é antes de "pensar diferente" da concorrência, como diz Michael Porter, e outros autores, (como ser diferente), mas sobretudo, "enxergar" cenários futuros e encaixar nosso produto, atividade neste cenário (ou cenários) e trabalhar para que eles aconteçam. Além disto, o texto traz algumas "artimanhas" de como atender a população de renda mais baixa no mercado, permitindo acesso e lucrando com isto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A leitura, é bastante interessante!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Como o cearense Francisco Deusmar de Queirós, que começou vendendo remédios na periferia, construiu uma rede de drogarias que faturou mais de 2 bilhões de reais em 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cearense Francisco Deusmar de Queirós, de 63 anos, ainda era menino na década de 50 quando começou a ganhar o próprio dinheiro nas ruas de Fortaleza, no Ceará. “Depois da aula, meu pai me dava banana, laranja e rapadura de nossa mercearia para eu vender na rua”, diz ele. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos anos 80, ele enxergou um enorme potencial para empreender vendendo remédios a preço baixo para a clientela de baixa renda do Nordeste. Hoje, quase três décadas depois, Queirós é dono de uma das principais redes de farmácias do país, a Pague Menos, que faturou mais de 2 bilhões de reais em 2010 — metade das receitas vem dos estados do Nordeste. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele conta a Exame PME como fez a rede crescer tanto e avisa para quem quiser fazer o mesmo: “O que vale para um estado nordestino pode não valer para o outro”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nasci em Amontada, uma cidadezinha do litoral norte do Ceará, onde passei parte da infância. Meu pai, que saiu da escola ao completar o primário, queria que eu estudasse para me formar numa faculdade. Para me dar acesso a bons colégios, minha família se mudou para Fortaleza quando eu tinha 7 anos. Meu pai vendeu o sítio onde morávamos e, com o dinheiro, abriu uma mercearia. Às vezes, eu o ajudava vendendo frutas nas ruas perto de casa — só depois das aulas, pois meu pai não me deixava faltar de jeito nenhum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prestei vestibular para o curso de administração na Universidade Federal do Ceará. Eu queria trabalhar numa empresa grande, mas não para fazer carreira como empregado. Meu objetivo era ganhar experiência e um dia ser dono do meu próprio negócio. As coisas aconteceram mais rápido do que eu esperava. Aos 19 anos, ainda na faculdade, consegui um emprego na IBM como operador de computador. Fiquei lá de 1967 a 1969. Depois, passei num concurso para o IBGE, onde trabalhei por mais dois anos. Saí de lá para uma distribuidora de valores. Dois anos depois, tinha me tornado gerente. Também dava aulas de economia na universidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu tinha quase 30 anos e achei que já estava preparado para empreender. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abri minha própria corretora, a Pax. Deu muito certo. Ganhei bastante dinheiro vendendo cotas do Finor, um fundo que dava benefícios fiscais a empresas que investiam no Nordeste. No final da década de 70, eu estava com 34 anos e tinha juntado um patrimônio de 1 milhão de dólares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto trabalhava no mercado financeiro, passei duas temporadas fazendo cursos nos Estados Unidos. Nas viagens, conheci as drugstores americanas. Achei-as interessantíssimas. Elas têm um pouco de tudo — até salgadinho. Era muito diferente do que eu conhecia no Brasil, onde farmácia só vendia remédio e um ou outro artigo de perfumaria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A enorme diversificação nas drugstores americanas me chamou a atenção. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dava para vender os remédios a um preço baixo porque o lucro menor nos medicamentos era compensado com margens melhores nos demais produtos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Achei o sistema bem interessante e comecei a pensar em como adaptá-lo ao Brasil. Ter uma farmácia me pareceu ótimo. Todo mundo precisa de remédio de vez em quando. Além disso, eu simpatizava com a idéia de lidar com comércio, porque era um tipo de negócio mais parecido com a mercearia que eu conheci quando criança — a corretora dava dinheiro, mas não me encantava tanto assim. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1981, abri minha primeira farmácia no Ellery, um bairro simples de Fortaleza. Era modesta, mas chamava a atenção por ser diferente das concorrentes. As outras farmácias deixavam os produtos de higiene atrás do balcão, e quem quisesse alguma coisa tinha de pedir ao balconista. Muita gente, principalmente as mulheres, ficava constrangida de ter de pedir um produto de uso pessoal, como preservativos ou absorventes íntimos, a um estranho. Não tinha dúvida de que isso atrapalhava as vendas. A primeira coisa que copiei das drugstores foi deixar uma gôndola no meio da farmácia com os produtos de higiene e perfumaria ao alcance do cliente, que podia encontrar tudo sem pedir a ninguém. Com o tempo, acrescentei mais itens que os concorrentes não vendiam, como doces e refrigerantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os medicamentos baratos fizeram um enorme sucesso. Mas a gente não vendia o tempo todo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certa vez, o gerente de uma de nossas drogarias numa cidade no interior do Ceará justificou as vendas em baixa porque enfrentava a concorrência de uma pequena farmácia do bairro que vendia medicamentos em “dedada” e “colherada”. Pedi a ele para explicar melhor. Soube então que, quando não tinha dinheiro para comprar um tubo de pomada ou um vidro de xarope, o pessoal do bairro ia nesse concorrente e, por 50 centavos, comprava uma dedada de pomada ou uma colherada de remédio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Encontrar formas de fazer com que mais gente entrasse na farmácia era uma verdadeira obsessão para mim. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1991, estava em Belo Horizonte quando vi um rapaz entrar numa lavanderia para comprar vale transporte. Gostei da idéia e decidi fazer das farmácias um ponto de prestação de serviços. Fiz acordos com empresas de ônibus para distribuir os vales. Também procurei as companhias de telefonia, energia e água e fechei contratos para que os clientes pudessem pagar as contas na Pague Menos. Essas empresas me davam prazo de três dias para repassar o que recebia — enquanto isso, o dinheiro ficava aplicado no banco. Hoje, isso é comum, mas penso ter sido um dos primeiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Achava que havia muita coisa errada nas farmácias de Fortaleza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ficava particularmente incomodado com as drogarias que funcionavam 24 horas. As portas não ficavam abertas o tempo todo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;À noite, os donos deixavam só uma janelinha aberta na fachada, com medo de assaltantes, e um único funcionário lá dentro para atender quem chegasse. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para mim, era ridículo deixar o pobre do cliente ao relento com a desculpa de proteger a farmácia. Quando abri a primeira drogaria 24 horas, mandei deixar aberta o tempo todo. Muita gente disse que a Pague Menos viraria chamariz de bandido. Até fui assaltado algumas vezes, mas não mais do que o pessoal da janelinha. E ganhei clientes que certamente não gostavam nada de ficar de madrugada na calçada para comprar remédios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem quer fazer negócio no Nordeste precisa compreender suas particularidades. O que vale para o Ceará nem sempre funciona nos estados vizinhos. O consumidor de Fortaleza pensa diferente do cearense do interior. Lembro uma vez em que estava preocupado com uma farmácia em Juazeiro do Norte que nunca batia as metas. Um dia fui lá tentar descobrir qual era o problema. Dei uma volta pela cidade e percebi que as farmácias e todas as outras lojas tinham na porta uma imagem do Padre Cícero. Conversei com outros comerciantes. Eles me explicaram que, sem uma estátua do Padim Ciço no estabelecimento, o pessoal de Juazeiro não entra. Comprei logo três imagens — uma eu pus na porta, a outra no meio e a última nos fundos da Pague Menos. Depois disso, as vendas aumentaram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No final dos anos 90, comecei a abrir farmácias fora do Nordeste. Em 2002, a rede chegou a São Paulo. Mas o mercado nordestino, onde construí uma base sólida para a expansão da empresa, representa metade das receitas. Hoje, ainda há muito o que crescer no Nordeste, principalmente graças à explosão no consumo das classes C e D. A região virou um grande canteiro de obras. Fico impressionado como de um ano para o outro surgem bairros onde antes só havia terrenos baldios. Em cada um desses lugares pode haver espaço para uma ou mais farmácias. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos concorrentes dizem que pretendem investir no Nordeste, mas até agora não vi nada de muito concreto. Quem chega para abrir meia dúzia de farmácias não me incomoda. Mas respeito quem vier com muito dinheiro e planos agressivos. Estou me preparando para enfrentar a concorrência, sem deixar de lado a expansão da Pague Menos em outras regiões, como a Norte e a Sudeste. Para isso, vou precisar de dinheiro. Planejo abrir o capital até o fim de 2012, quando a Pague Menos deverá ter 500 farmácias e faturar mais de 3 bilhões de reais por ano."&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8507974684308316790-8571750530980650148?l=blogclaudemir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/feeds/8571750530980650148/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2011/02/o-rei-das-farmacias-e-da-pague-menos-um.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/8571750530980650148'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/8571750530980650148'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2011/02/o-rei-das-farmacias-e-da-pague-menos-um.html' title='O rei das farmácias é da Pague Menos (um bom exemplo de estratégia) e de acesso!'/><author><name>Claudemir Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04356525684692930087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/SkPrIw2DvHI/AAAAAAAAAAg/zNIgDUEk1Rw/S220/Claudemir.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8507974684308316790.post-2151108665533824955</id><published>2011-02-23T17:16:00.001-08:00</published><updated>2011-02-23T17:16:23.046-08:00</updated><title type='text'>Anvisa debate hoje com médicos proibição de emagrecedores</title><content type='html'>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) realiza hoje, a partir das 9 horas, audiência pública para discutir a proibição dos moderadores de apetite que atuam no sistema nervoso central, usados para tratar a obesidade. A intenção da agência de banir esses medicamentos foi revelada pelo Estado na semana passada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os medicamentos que estão na berlinda são a sibutramina - considerada padrão ouro no tratamento da obesidade -, além dos derivados de anfetamina femproporex, mazindol e dietilpropiona (anfepramona), drogas que estão no mercado brasileiro há mais de 30 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem elas, dizem especialistas, pacientes obesos ficarão sem opção de tratamento e acabarão recorrendo a cirurgias de redução de estômago ou a formas clandestinas para obter a droga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A reunião deve se estender até as 13 horas. Antes de iniciar o debate, a Anvisa terá 40 minutos para apresentar seus argumentos com relação à segurança e eficácia desses medicamentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dirceu Barbano, diretor da agência, levará em consideração os dados citados nas 90 páginas do relatório, elaborado no ano passado pela equipe técnica, que sugere a retirada imediata dessas drogas do mercado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos principais pontos a serem apresentados pela Anvisa é o resultado do estudo Scout, realizado pelo próprio fabricante da sibutramina (Abbott) com cerca de 10 mil pacientes obesos com mais de 55 anos. A maioria tinha histórico de doença cardíaca e parte deles, diabete.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesses pacientes foi constatado que o risco de enfarte associado ao uso da sibutramina é de 16%. Com base nesse resultado, a União Europeia considerou que o risco era extensivo a todos os pacientes e decidiu banir a droga do mercado. Nos EUA, o medicamento foi retirado das prateleiras por decisão do fabricante, após a FDA (agência que regula fármacos e alimentos) apertar o cerco contra a droga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para evitar a migração do receituário de sibutramina para as outras classes de medicamentos mais antigas - consideradas mais perigosas -, a Anvisa afirmou que os Estados Unidos não vendiam mais nenhuma droga inibidora de apetite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A informação foi contestada por especialistas e, ontem à tarde, a agência admitiu a falha e atualizou o relatório, acrescentando a informação de que os americanos ainda comercializam anfepramona e fentermina. Mas, segundo a Anvisa, esse dado não altera o foco do debate principal, que é a sibutramina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dez minutos. O endocrinologista Ricardo Meirelles, presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (Sbem), será o representante da Associação Médica Brasileira (AMB) na mesa de discussão e terá dez minutos para expor os argumentos da classe médica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Rosana Radominski, presidente da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso), as diretrizes, atualizadas em dezembro, serão a base da contra-argumentação. Ela diz que os endocrinologistas sempre souberam que a sibutramina não pode ser indicada para pacientes cardíacos. Isso consta nas diretrizes. "Estamos preparados para contestar cada ponto do relatório da Anvisa. O problema é que teremos apenas dez minutos. São dois olhares diferentes para o mesmo problema e esperamos que haja uma solução", afirma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O problema no Brasil&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;56,3% da população brasileira está acima do peso, de acordo com dados do Ministério da Saúde 13% é o porcentual de pessoas obesas no Brasil 6.368.547 comprimidos de sibutramina e derivados da anfetamina foram vendidos no País em 2010 1 mil&lt;br /&gt;pessoas aguardam para reduzir o estômago no HC de São Paulo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8507974684308316790-2151108665533824955?l=blogclaudemir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/feeds/2151108665533824955/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2011/02/anvisa-debate-hoje-com-medicos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/2151108665533824955'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/2151108665533824955'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2011/02/anvisa-debate-hoje-com-medicos.html' title='Anvisa debate hoje com médicos proibição de emagrecedores'/><author><name>Claudemir Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04356525684692930087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/SkPrIw2DvHI/AAAAAAAAAAg/zNIgDUEk1Rw/S220/Claudemir.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8507974684308316790.post-451401472446457745</id><published>2011-02-21T12:16:00.000-08:00</published><updated>2011-02-21T12:16:09.751-08:00</updated><title type='text'>Lei de patentes e o futuro....</title><content type='html'>Existem pressões de diversas áreas para reduzir o gasto do governo com produto patentados, o que poderia aumentar o acesso destes produtos para maior parcela da população, com a compra de versões genéricas. Este é um tema importante e que vale a pena ser discutido com profundidade. Vejam os números abaixo na matéria do Estado de SP de hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num período de 19 meses, o Brasil gastou R$ 123 milhões a mais na compra da versão patenteada de apenas quatro medicamentos distribuídos no sistema público de saúde. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O valor refere-se ao dinheiro que o governo economizaria se comprasse as mesmas drogas em países onde elas são vendidas na versão genérica. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso não é possível por causa de um mecanismo chamado pipeline - que reconheceu a patente concedida em outros países antes de a lei brasileira sobre o tema entrar em vigor, em 1996. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na prática, ele impede o Brasil quebrar a patente desses medicamentos ou comprá-los a preços mais baixos no exterior, em sua versão genérica,O fim do pipeline tornou-se a bandeira de um movimento iniciado há dois meses por organizações não governamentais (ONGs) do Brasil e de outros 26 países para tentar apressar o julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) de uma ação direta de inconstitucionalidade (Adin) sobre patentes de drogas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Adin, proposta em maio de 2009, pede a revogação do pipeline. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se a ação for considerada procedente pelo STF, as patentes concedidas automaticamente a pelo menos 440 remédios no Brasil passam a ser consideradas inválidas - o passaporte necessário para dar início à versão genérica dessas drogas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Estamos falando de muito dinheiro que poderia ser economizado e também de mais pessoas com acesso a tratamento", afirma Gabriela Chaves, farmacêutica da ONG Médicos Sem Fronteiras.Os quatro medicamentos citados no início da reportagem servem de exemplo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O custo de R$ 123 milhões a mais gasto pelo governo, entre maio de 2009 e dezembro de 2010, foi estimado pelo Grupo de Trabalho sobre Propriedade Intelectual a pedido do Estado. Os medicamentos são: olanzapina, usado para o tratamento de esquizofrenia; imatinib, indicado para tratamento de um tipo de câncer; atorvastatina, receitado para reduzir as taxas de colesterol; e lopinavir/ritonavir, um antiaids. O onlazapina perdeu a patente em abril de 2010. Por isso, no cálculo feito, foram considerados os gastos somente até esse período.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A lei de patentes, de 1996, previa que, até 1997, empresas interessadas poderiam apresentar seus pedidos de patente por meio do processo pipeline. "Corremos contra o relógio. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parte das patentes já expirou. Em tese, as últimas devem terminar até 2017", afirmou a advogada do grupo Conectas, Marcela Cristina Fogaça Vieira. "A versão genérica de um medicamento pode ter um impacto nas contas extremamente significativo." A diferença pode ser notada com a onlazapina. Em 2010, o Brasil pagou por uma das apresentações 142,83 vezes mais caro do que teria desembolsado com a aquisição de uma versão genérica do produto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isonomia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ação direta de inconstitucionalidade foi proposta pelo então procurador-geral da República, Antonio Fernando Barros e Silva de Souza, depois de uma representação da Federação Nacional dos Farmacêuticos. Entre os argumentos está o de que o pipeline fere o princípio da isonomia: patentes aprovadas por esse sistema não tiveram de ser analisadas como os demais medicamentos. O pedido era automaticamente aceito: bastava que se comprovasse a existência da patente em outros países no período anterior a 1997. Além disso, a tese é de que, como o Brasil não reconhecia até 1996 patentes para medicamentos, qualquer produto até aquela data deveria ser considerado como de conhecimento público. "O pipeline ocorreu por opção do Legislativo. Nada obrigava o País a adotar essa medida", diz Gabriela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de proposta a ação, várias instituições pediram para participar do julgamento, incluindo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Assim que recebeu o processo no STF, a ministra Carmem Lúcia decidiu que não analisaria o pedido de liminar e adotou um rito abreviado para julgamento do processo. Ela encaminhou a ação para que a Presidência da República e a Advocacia-Geral da União se manifestassem sobre o assunto. Todas as informações, inclusive o parecer do Ministério Público, foram encaminhadas ao STF até março do ano passado. Desde então, o processo aguarda a análise da ministra. "Estou trabalhando no processo", afirmou a ministra. Ela não adiantou, no entanto, quando levará o processo a julgamento.Diferença de preço 17,99 vezes a mais foi o quanto o governo brasileiro pagou pela versão de marca do Imatinib em 2010 em relação ao genérico disponível no mercado internacional 10,84 vezes a mais foi o quanto custou aos cofres públicos em 2010 a compra do remédio Atorvastatina de marca, em comparação à versão genérica do mesma droga &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PERGUNTAS &amp; RESPOSTAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como funciona a patente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. O que é patente? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A patente é um título de propriedade concedido pelo Estado ao inventor do produto ou do processo, por um tempo determinado. A patente assegura ao seu detentor o direito de exclusividade na exploração do produto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Quais são requisitos da patente? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ser concedida, o autor do pedido da patente deve comprovar a novidade, a atividade inventiva (a obtenção do produto deve envolver processo criativo) e a aplicação industrial do produto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Qual o prazo da patente? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A patente de invenção vigora pelo prazo de 20 anos contados a partir da data do pedido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. O que é Pipeline?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mecanismo foi previsto na Lei de Patentes, de 1996. Por esse mecanismo, foram aprovados automaticamente pedidos de patentes concedidos no exterior, mas que, até então, o Brasil não reconhecia - como patentes para remédios e para alimentos. Os pedidos de patente pipeline estavam sujeitos apenas à análise formal. Em nenhum dos processos foi examinado se estavam presentes requisitos de patenteabilidade: novidade, atividade inventiva e aplicação industrial pelo escritório brasileiro de patentes, o Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8507974684308316790-451401472446457745?l=blogclaudemir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/feeds/451401472446457745/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2011/02/lei-de-patentes-e-o-futuro.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/451401472446457745'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/451401472446457745'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2011/02/lei-de-patentes-e-o-futuro.html' title='Lei de patentes e o futuro....'/><author><name>Claudemir Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04356525684692930087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/SkPrIw2DvHI/AAAAAAAAAAg/zNIgDUEk1Rw/S220/Claudemir.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8507974684308316790.post-9039000669786464462</id><published>2011-02-17T03:23:00.000-08:00</published><updated>2011-02-18T09:41:27.908-08:00</updated><title type='text'>Anvisa quer banir remédios para emagrecer</title><content type='html'>O reinado dos remédios emagrecedores está por um fio. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) quer banir de vez a comercialização de todas as drogas usadas para emagrecer que atuam no sistema nervoso central: a sibutramina e os derivados de anfetamina (femproporex, dietilpropiona e mazindol). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A única droga para o tratamento da obesidade que continuará liberada será o orlistate (Xenical), que atua diretamente no intestino, reduzindo em cerca de 30% a absorção de gordura. Diante de estudos que apontam que o consumo de sibutramina aumenta o risco de problemas cardíacos, desde o ano passado a Anvisa impôs novas regras e endureceu os critérios de venda dessa droga - considerada de primeira classe no tratamento da obesidade. Ela deixou de ser vendida como medicamento comum e passou a integrar a categoria dos anorexígenos, drogas que exigem receita especial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A proposta de proibir os emagrecedores foi anunciada a especialistas e entidades médicas da área na semana passada e será publicada hoje no site da agência, junto com um parecer explicando os motivos (mais informações na página A14). Radical. Para médicos endocrinologistas que atuam no combate à obesidade, a medida é radical demais e vai deixar os pacientes sem opção de tratamento, já que o controle da fome e da saciedade ocorre no cérebro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Quase metade da população brasileira tem sobrepeso. Muitos pacientes não conseguem perder peso com o tratamento clínico convencional, que inclui dieta e exercícios físicos. Como vamos controlar a obesidade desses pacientes sem mexer no cérebro?", diz o endocrinologista Márcio Mancini, chefe do departamento de obesidade do Hospital das Clínicas (HC).Segundo Mancini, o estudo no qual a Anvisa se baseia para tentar banir a sibutramina foi feito em pacientes com mais de 55 anos, com doença coronariana. "Nós já não indicávamos sibutramina para pacientes cardíacos. O que vamos fazer com o resto da população obesa?"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A presidente da Associação Brasileira para Estudos da Obesidade (Abeso), Rosana Radominski, afirma que a Anvisa não considerou as atuais diretrizes sobre tratamento da obesidade. "Os técnicos não levaram isso em consideração. Como eles defendem mudanças de hábitos e exercícios físicos, ficará a ideia de que só é gordo quem quer. Colocaram no mesmo saco o profissional sério e os que promovem o uso indiscriminado dessas drogas. O correto seria intensificar a fiscalização."A endocrinologista Cláudia Cozer, diretora da Abeso, concorda. "A grande maioria dos pacientes toma esses remédios com critério e com acompanhamento. Retirar do mercado é uma medida drástica." (Manchetes)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Riscos superam benefícios, diz Anvisa&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Debate na agência surgiu após União Europeia banir a sibutramina; para diretor, proibir só essa substância levaria a uso abusivo de anfetaminas.Os benefícios não superam os riscos. É o principal argumento que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) pretende usar na próxima semana, durante audiência pública, para convencer a classe médica de que é melhor proibir de vez o uso de medicamentos usados para emagrecer. Segundo Dirceu Barbano, diretor da agência, o assunto vem sendo discutido desde o ano passado, quando a União Europeia baniu a sibutramina. "Quase nenhum outro país tem sibutramina. As anfetaminas também estão diminuindo. E não há notícia de que isso piorou ou atrapalhou o tratamento da obesidade." Em 2009, foram vendidas no País 67,5 toneladas de sibutramina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Barbano explica que, se a agência proibisse apenas o consumo da sibutramina, a tendência seria a migração para as anfetaminas. "Somos os campeões mundiais no consumo de anfetaminas. Aqui elas circulam indiscriminadamente, de maneira desconhecida."Segundo Barbano, a Anvisa fez um levantamento interno e concluiu que, por mais que o medicamento seja controlado e indicado apenas para pacientes com determinados perfis, não há evidências suficientes que demonstrem que a perda de peso supera os riscos cardíacos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A nossa proposta, sustentada por uma extensa pesquisa, é de retirada imediata desses produtos do mercado. A não ser que consigam nos demonstrar com dados consistentes que estamos errados e esses remédios são bons e seguros", diz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O diretor da Anvisa também afirma que o orlistate (Xenical) continuará sendo comercializado. "Esse medicamento atua no intestino e traz resultados. O fato é que inibir o apetite com medicamento não é uma forma segura de tratar a obesidade."A audiência pública não trará resultado imediato. Os dados serão enviados para análise final. Segundo Barbano, se houver proibição, o impacto é direto em farmácias de manipulação, mas não será necessário tirar das prateleiras os medicamentos. Eles terão o registro suspenso e sairão das farmácias naturalmente. "Certamente haverá um conjunto de reações, mas essa é uma decisão que vai gerar mais saúde."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;PARA LEMBRAR&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Proibição estimula venda irregular&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Medicamentos banidos do País ou que têm regras mais rígidas para a comercialização são comumente encontrados em pequenas farmácias, importados do Paraguai ou adquiridos por meio da internet.Um exemplo é o misoprostol, apresentado comercialmente como Citotec. Indicado para o tratamento de problemas gástricos, é famoso por ser abortivo. A venda é restrita a hospitais cadastrados, mas são comuns os casos de mulheres internadas após usarem o medicamento em casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A dificuldade para combater a venda irregular não é só do Brasil. Em 2010, a Interpol realizou uma ação em 45 países para coibir o comércio de remédios sem receita. No País, a PF desarticulou uma rede que agia em sete Estados e apreendeu 15 mil comprimidos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pacientes divergem sobre uso de remédio&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto alguns se livraram do sobrepeso com medicamento, outros tiveram parada cardíaca.Um problema de saúde obrigou Mariana Veiga, de 25 anos, a tomar cortisona por 12 dias. Durante o período, a empresária conta que ganhou 10 quilos, efeito colateral do uso do medicamento. Para se livrar do sobrepeso, ela procurou a ajuda de um endocrinologista. "Ele me receitou anfepramona e sibutramina e também me orientou a fazer dieta e exercícios físicos", conta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os quilos extras foram perdidos em um mês e meio, segundo Mariana. Desde então, ela deixou de tomar as substâncias e virou uma incentivadora do "uso responsável" dos emagrecedores. "Com orientação médica, não vejo problema."A professora Roberta Merriotte, de 43 anos, também defende o uso dos remédios. Após uma cirurgia bariátrica, ela voltou a engordar. "Foi então que meu endocrinologista indicou sibutramina. Tive receio de voltar a ter problemas de pressão. No meu caso, tomar o emagrecedor não foi uma decisão apenas estética."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pedagoga Cristine Paolillo, de 37 anos, não teve a mesma sorte. Depois de engordar 23 quilos durante a gravidez, procurou um médico para perder peso. Teve de fazer apenas exames de tireoide e de sangue, nenhum cardíaco.No réveillon, dois meses depois de começar a usar a sibutramina, Cristine passou mal e teve três paradas cardíacas. Foi para a UTI, teve o peito aberto e precisou ter um marcapasso e um desfibrilador implantados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cristine descobriu ser portadora de um tipo grave de arritmia. "Pedi a Deus para não morrer, porque tinha um filho de 1 ano para criar. A sibutramina foi o gatilho para disparar esse meu problema."Mariana e Roberta são contrárias à intenção da Anvisa de proibir os emagrecedores. Ambas defendem que a proibição "puniria quem faz o uso correto das substâncias". "Em vez de bani-los, a Anvisa deveria se preocupar em fiscalizar a comercialização dessas drogas", diz Mariana. "Quando um médico receita o uso, está se responsabilizando", avalia Roberta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cristine, que hoje faz exames médicos a cada três meses, pensa de modo diferente. "Tive de aprender a comer direito, porque não posso fazer exercícios físicos. Emagreci 4 quilos sozinha, em dois meses. Ainda faltam 10. Mesmo assim, é melhor emagrecer com saúde que ter de tomar remédio."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: O Estado de S. Paulo&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8507974684308316790-9039000669786464462?l=blogclaudemir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/feeds/9039000669786464462/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2011/02/anvisa-quer-banir-remedios-para.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/9039000669786464462'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/9039000669786464462'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2011/02/anvisa-quer-banir-remedios-para.html' title='Anvisa quer banir remédios para emagrecer'/><author><name>Claudemir Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04356525684692930087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/SkPrIw2DvHI/AAAAAAAAAAg/zNIgDUEk1Rw/S220/Claudemir.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8507974684308316790.post-2421680991499782348</id><published>2011-02-16T04:03:00.000-08:00</published><updated>2011-02-16T04:12:56.763-08:00</updated><title type='text'>Roche estuda transformar Brasil em centro de desenvolvimento</title><content type='html'>Segundo executivos da farmacêutica suíça, País pode entrar na cadeia de produção de medicamentos biológicos no longo prazo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brasil e China responderam juntos, pelo maior crescimento de vendas do grupo farmacêutico Roche em 2010. Integrantes da chamada divisão Internacional – que exclui Estados Unidos, Europa e Japão -, os dois países puxaram a expansão de 11% para a divisão farmacêutica e 16% da diagnóstica da região, enquanto, em mercados como o norte-americano, as altas foram de 4% e 5%, respectivamente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para este ano, a expectativa é de que os dois emergentes sigam liderando o crescimento das vendas da companhia suíça no mundo, com desempenho acima da média do mercado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com os números em franca expansão, a Roche estuda – para longo prazo – uma mudança no perfil dos negócios no Brasil. Segundo Severin Schwan, presidente mundial do grupo, há planos de investimentos futuros para transformar o País em um centro de pesquisa e desenvolvimento da farmacêutica. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O Brasil, assim como os outros emergentes, estão se desenvolvendo muito bem”, disse Schwan a um grupo de jornalistas brasileiros, após a divulgação do balanço anual da companhia, na semana passada, na Basileia (Suíça). “O mercado brasileiro ganha maior proporção e a atividade comercial também. A partir daí, começamos a olhar para novos investimentos”, completou. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na avaliação do executivo, o mercado brasileiro está em uma curva ascendente e caminha, agora, para o processo de formação de mão-de-obra qualificada. “O Brasil tem bons oncologistas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro que no País, em geral, o padrão médico ainda não é comparável ao de países desenvolvidos, porque há muitas pessoas que ainda não podem pagar e não têm acesso a medicamentos de alta qualidade”, comparou. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Adriano Treve, presidente da divisão farmacêutica da Roche no Brasil, há planos para a realização de pesquisas de medicamentos biológicos – produzidos a partir de células vivas e não por processos químicos – no País. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Podemos trazer o desenvolvimento de moléculas. Estamos fazendo isso com ensaios clínicos e, talvez, podemos ir para fase 1 (a primeira etapa de produção de um medicamento) para ter desenvolvimento no País”, disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Claro que não dá para termos uma fábrica de Avastin [medicamento biológico usado no tratamento contra o câncer] no Brasil, mas alguns passos da produção biológica podem ser feitos aqui. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos avaliar em qual processo vamos investir", completa Treve. Entretanto, o executivo ressalta que os planos de investimentos ainda estão em fase inicial de discussões. “Trata-se de um processo inovador, que requer tempo, recursos, cientistas, laboratórios e logística para atrair os investimentos.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto os próximos passos não são definidos, a farmacêutica não prevê investimentos para a unidade brasileira, localizada em Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, neste ano. Adriano Treve explica, por outro lado, que a fábrica é “uma parte essencial para os negócios da Roche no Brasil, mas não estão previstos grandes investimentos”, diz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele condiciona os novos aportes às decisões sobre a produção de medicamentos biológicos. “Tudo vai depender do rumo que as coisas tomarão.” A unidade do Rio de Janeiro chegou a ser colocada à venda em 2009, depois que a Roche comprou a empresa norte-americana de biotecnologia Genentech, em março daquele ano, por US$ 46,8 bilhões. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Concorrência chinesa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;Na “briga” indireta com a China, o Brasil pode levar vantagem e se tornar um destino mais atrativo para os investimentos da farmacêutica, segundo Treve. Mas para isso, diz ele, é necessário “diminuir a burocracia”. Severin Schwan destaca a importância do ambiente de negócios para investimentos na indústria brasileira. “Só podemos ter sucesso se as patentes forem muito protegidas”, diz. Ele explica que na China há um rigor com proteção de patentes, “então, toda a indústria de medicamentos foi para lá”. Por outro lado, exemplifica ele, na Índia, o processo é inverso, por conta da facilidade de quebra das patentes. “Você tem a produção de genéricos, mas não tem produtores verdadeiramente inovadores indo para lá”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Pedro Gonçalves, presidente da divisão de diagnósticos da Roche do Brasil, o mercado chinês não é visto como concorrente do Brasil. “Vemos o mercado chinês como um espaço de oportunidades para novos negócios, com um mercado consumidor muito grande e com muito potencial de crescimento para nossas soluções.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Diagnósticos&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Líder mundial no segmento de diagnósticos, a Roche projeta um crescimento significativo para o mercado brasileiro nos próximos quatro anos. Michel Heuer, presidente da divisão de diagnóstico da Roche responsável pela Europa, África e América Latina acredita que o Brasil passará o Reino Unido e assumirá a condição de sexto principal mercado da região até 2015. "O Brasil concorre com a Europa", diz. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Esperamos continuar crescendo acima da média do mercado no Brasil e ampliar a participação nas áreas de análises laboratoriais, monitoramento de índices de saúde, desenvolvimento e pesquisa”, diz Pedro Gonçalves. Neste ano, a Roche espera trazer ao Brasil equipamentos novos, como o GS Junior para sequenciamento genético e o cobas 8000 para análises clínicas.Segundo Daniel O’Day, presidente global da divisão farmacêutica da Roche, há perspectivas de crescimento dos investimentos no Brasil, mas ele prefere não falar em cifras. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Brasil e China são os mercados que mais crescem e vamos continuar investindo nos dois.”A América Latina responde por 7% das vendas da divisão de diagnósticos da Roche e teve um crescimento de 16% em 2010. Já a Ásia cresceu 20% no ano passado, respondendo por 12% das vendas globais da companhia. Para este ano, prevê Severin Schwan, a divisão farmacêutica deve ter crescimento global na casa de um dígito, com destaque para o lançamento de um medicamento biológico para tratamento de câncer de pele. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Consulta - IG&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8507974684308316790-2421680991499782348?l=blogclaudemir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/feeds/2421680991499782348/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2011/02/roche-estuda-transformar-brasil-em.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/2421680991499782348'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/2421680991499782348'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2011/02/roche-estuda-transformar-brasil-em.html' title='Roche estuda transformar Brasil em centro de desenvolvimento'/><author><name>Claudemir Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04356525684692930087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/SkPrIw2DvHI/AAAAAAAAAAg/zNIgDUEk1Rw/S220/Claudemir.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8507974684308316790.post-8859193608575300163</id><published>2011-02-15T10:41:00.000-08:00</published><updated>2011-02-15T10:41:54.701-08:00</updated><title type='text'>Shire chega ao Brasil para brigar com Novartis e J&amp;J</title><content type='html'>Farmacêutica anglo-americana disputará pacientes com déficit de atenção, mercado que fatura US$ 30 milhões no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O diferencial no novo remédio é que ele promete longa duração, maior que a dos medicamentos concorrentes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cerca de 10 milhões de brasileiros sofrem de Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), um problema neurobiológico que surge na infância e costuma acompanhar oindivíduo por toda a vida. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os principais transtornos são desatenção, inquietude e impulsividadee podem ser tratados com medicamentos. Hoje, a venda de drogas nesse mercado movimenta por volta de US$ 30 milhões no Brasil e está concentrada nas mãos de duas gigantes do ramo farmacêutico: a suíça Novartis e a americana Janssen- Cilag, da Johnson&amp;Johnson. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir do segundo trimestre, uma terceira concorrente chega às prateleiras das drogarias. Trata-se da Shire, farmacêutica anglo-americana que encontra-se em fase final de definição do lançamento do Vyvanse no Brasil, uma droga de nova geração que faz uso da substância dimesilato de lisdexanfetamina (a concorrência usa o metilfenidato, que é administrado há décadas) e promete longa duração. “Em vez dos medicamentos de curta duração, que exigem que o paciente tome de três a quatro comprimidos por dia, o Venvanse (nome que será atribuído ao produto no Brasil) baseia- se no uso de um comprimido e tem duração de 13 horas”, afirma Claudio Coracini, gerente-geral da Shire Specialty Pharma para o Brasil e o México. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Venvanse será indicado para crianças de seis a 12 anos com déficit de atenção e hiperatividade. O próximo passo da farmacêutica é entrar com pedido de autorização para comercialização da droga para adolescentes e adultos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos Estados Unidos e no Canadá, a droga já é prescrita para pacientes destas idades. No momento, contudo, Coracini encontra-se em fase de discussão de preço do Venvanse com a Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed), da Anvisa, e espera definir o valor até o final do mês. Para lançar a divisão de Specialty Pharma no Brasil, em junho do ano passado, e colocar o Venvanse no mercado, a Shire está investindo R$ 30 milhões no país. Este valor inclui a contratação de uma equipe de 30 funcionários, que inclui Coracini e profissionais de áreas como financeira e regulatória. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O potencial deste mercado é enorme. Estima-se que apenas 150 mil pacientes foram diagnosticados e medicados corretamente no Brasil, dentre um potencial de 10 milhões de brasileiros como distúrbio. A entrada da Shire na disputa pelos atuais e novos pacientes deve movimentar este mercado. Em 2007, ano em que o Venvanse foi lançado, a imprensa internacional especializada comentava que a Shire acumulava 10% do mercado mundial do distúrbio e avançava nas vendas. “A entrada de um novo concorrente no mercado aumenta o conhecimento da doença por parte do paciente, o que é bom porque a taxa dos que se tratam está bem abaixo da prevalência do transtorno”, afirma Marcelo Gomes, gerente-médico da Novartis, que comercializa a Ritalina de curta e longa duração. O tempo de ação do medicamento, explica Gomes, vai depender de cada caso. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E ressalta que a duração mais curta também é interessante para evitar insônia e falta de apetite. Camila Finzi, diretora da unidade de negócios de especialidades da Novartis, garante que a estratégia da farmacêutica não vai mudar por conta da entrada da Shire no país. “Vamos continuar ressaltando nosso produto, que tem 50% do mercado, está à venda desde 1955 e tem mais de 200 estudos clínicos que comprovam sua eficácia.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Farmacêutica também vai abrir unidade no México&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A farmacêutica anglo-americana Shire temduas divisões independentes que operam ao redor do mundo: a Specialty Pharma, que desenvolve medicamentos nas áreas de transtorno do déficit de atenção com hiperatividade, gastrointenstinal e hematologia, e a Human Genetic Therapies (HGT), que pesquisa e desenvolve drogas chamadas de órfãs para doenças raríssimas como Síndrome deHunter e Doença de Fabry e vende diretamente para o governo. A divisão de HGT operanoBrasil desde 2007. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A companhia fundada há 25 anos tem faturamento de € 3 bilhões, quatro mil funcionários e presença em quase todo o mundo. A divisão Specialty Pharma, que responde por 70% das vendas da companhia e 60% de sua rentabilidade, não existia no Brasil até junho do ano passado. “Estava mais do que na hora de entrarmos no mercado brasileiro com esta divisão”, afirma Claudio Coracini, que atua há 30 anos na indústria farmacêutica e foi o primeiro funcionário a ser contratado para a nova área. Hoje, além de atuar como gerente- geral da divisão da Shire no Brasil, ele está iniciando a implantação do negócio no México. Como o preço do medicamento no Brasil ainda não foi definido, Coracini diz que não pode prever o faturamento da empresa nos próximos meses. Para comercializar o Venvanse, a Shire vai divulgar a droga entre neurologistas e psiquiatras e atuar em cerca de 500 farmácias. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;”Já está fazendo pré-marketing. Somos o terceiro produto do mercado e uma substância nova. Temos vários benefícios e também desvantagens, uma vez que os concorrentessão muito conhecidos e tradicionais. A luta vai ser dura”, diz Coracini. A Janssen-Cilag Farmacêutica, uma forte concorrente para a Shire, afirmou por nota que comercializa o medicamento Concerta (metilfenidato) no Brasil desde 2004. “Vale destacar que o metilfenidato é um dos princípios ativos mais estudados no mundo para o tratamento do Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH).”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Companhia fundada há 25 anos fatura € 3 bilhões e mantém 4mil funcionários&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Novas áreas&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Venvanse não será a única droga que a Shire pretende vender no Brasil para combater o problema. A ideia é que esta família de medicamentos seja a mais representativa no faturamento da divisão Specialty Pharma da empresa. É certo que a farmacêutica pretende lançar algumas drogas para combater o transtorno do déficit de atenção com hiperatividade. A próxima, no entanto, não deve aterrissar nas prateleiras antes do final de 2012. Outros alvos da Shire são os medicamentos para combater constipação.“Osbrasileiros se tratam com laxante, que não é nada saudável”,diz Coracini. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Brasil Econômico&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8507974684308316790-8859193608575300163?l=blogclaudemir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/feeds/8859193608575300163/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2011/02/shire-chega-ao-brasil-para-brigar-com.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/8859193608575300163'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/8859193608575300163'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2011/02/shire-chega-ao-brasil-para-brigar-com.html' title='Shire chega ao Brasil para brigar com Novartis e J&amp;J'/><author><name>Claudemir Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04356525684692930087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/SkPrIw2DvHI/AAAAAAAAAAg/zNIgDUEk1Rw/S220/Claudemir.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8507974684308316790.post-8400873554109969220</id><published>2011-02-15T04:05:00.000-08:00</published><updated>2011-02-15T04:05:38.568-08:00</updated><title type='text'>Vida moderna eleva gastos com saúde</title><content type='html'>Banco Mundial estima que entre 1% e 4% do PIB serão gastos com aumento de doenças crônicas.O abandono do velho hábito do arroz com feijão, substituído por alimentos processados, sanduíches e pratos rápidos, está afetando a saúde financeira do país. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O problema não se refere à agricultura, mas ao bem-estar do brasileiro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao importar um modo de vida moderno, ingerir uma quantidade de alimentos ricos em calorias, comer rápido e fora de casa, além de praticar poucos exercícios físicos, a população, em todas as classes sociais, abre espaço para um problema que já afeta o bolso dos Estados Unidos e se estende a todos as nações desenvolvidas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trata-se do alto custo das doenças crônicas não transmissíveis, como hipertensão, diabetes, colesterol e obesidade. Pesquisa do Banco Mundial aponta que o controle desse smales corresponde a um valor entre 1%e 4%do Produto Interno Bruto (PIB) de cada país. Nos Estados Unidos, o percentual é maior:5,4%. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O Brasil precisa buscar alternativas para darmelhores condições de vida para seus cidadãos e um menor gasto de seguridade social - Rosana Radominski, presidente da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil, esse número ainda não foi calculado, mas o Ministério da Saúde já sente os efeitos do que se convencionou chamar de males da modernidade. Excesso de peso e obesidade juntos atingem cerca de 60% da população adulta, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O problema vem crescendo gradualmente nas últimas três décadas e está presente em todas as regiões do país. “O excesso de peso e a obesidade são encontrados com grande frequência, a partir de 5 anos de idade, em todos os grupos de renda e em todas as regiões brasileiras”, diz Daniel Bandoni, da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo. Esse é um dos motivos para o aumento de doenças crônicas: o número de hipertensos totaliza 17 milhões de pessoas, os portadores de diabetes são mais de 10 milhões. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, entre 30% e 35% das causas de mortes são decorrência dessas doenças, com destaque para os problemas cardiovasculares”, diz Deborah Malta, coordenadora de doenças e agravos não transmissíveis do Ministério da Saúde. Campanha nacional “No Brasil, coexistem dois problemas: difundiram-se costumes relacionados ao sedentarismo e ao estilo de vida, associados a uma alimentação gordurosa e com muito açúcar, afirma Rosana Radominski, presidente da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade (Abeso). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A associação, junto com o Ministério da Saúde, deve lançar uma campanha de conscientização para chamar a atenção da população para o problema. “O Brasil precisa buscar alternativas para dar melhores condições de vida para seus cidadãos e um menor gasto de seguridade social”, diz a médica. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brasil Econômico&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8507974684308316790-8400873554109969220?l=blogclaudemir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/feeds/8400873554109969220/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2011/02/vida-moderna-eleva-gastos-com-saude.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/8400873554109969220'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/8400873554109969220'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2011/02/vida-moderna-eleva-gastos-com-saude.html' title='Vida moderna eleva gastos com saúde'/><author><name>Claudemir Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04356525684692930087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/SkPrIw2DvHI/AAAAAAAAAAg/zNIgDUEk1Rw/S220/Claudemir.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8507974684308316790.post-2593340738887134180</id><published>2011-02-14T09:12:00.001-08:00</published><updated>2011-02-14T09:12:34.426-08:00</updated><title type='text'>Novas regras deixam bulas mais claras para usuários</title><content type='html'>Duzentas e duas bulas de medicamentos comercializados no Brasil já foram adequadas às novas regras e encontram-se disponíveis para consulta no site da Agência Nacional de Saúde e Vigilância Sanitária (Anvisa).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com as novas regras, as informações contidas nas bulas vão garantir mais segurança, clareza e facilidade de compreensão para os usuários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre as principais mudanças está a determinação de aumento no tamanho da letra, a obrigatoriedade do alerta de doping para atletas - de acordo com as determinações do Comitê Olímpico Internacional (COI) – e a chamada explicação técnica. Essa última regra garante que os termos técnicos sejam explicados em linguagem acessível ao paciente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra mudança importante é a obrigação de se fazer adaptações para deficientes visuais. Segundo as novas regras, as empresas deverão oferecer bulas em formatos digitais, de áudio, impressas em braille ou com fonte ampliada, a depender da necessidade e escolha do consumidor.A norma é resultado de uma discussão com a população, por meio de consulta pública, e começou a ser implementada no ano passado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Progressivamente, todas as bulas serão incorporadas ao Bulário Eletrônico. A medida é resultado de uma parceria entre o Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor e a Anvisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Materia: Fonte: DCI – SP&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8507974684308316790-2593340738887134180?l=blogclaudemir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/feeds/2593340738887134180/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2011/02/novas-regras-deixam-bulas-mais-claras.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/2593340738887134180'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/2593340738887134180'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2011/02/novas-regras-deixam-bulas-mais-claras.html' title='Novas regras deixam bulas mais claras para usuários'/><author><name>Claudemir Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04356525684692930087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/SkPrIw2DvHI/AAAAAAAAAAg/zNIgDUEk1Rw/S220/Claudemir.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8507974684308316790.post-553742825324429470</id><published>2011-02-10T09:57:00.000-08:00</published><updated>2011-02-10T09:57:03.771-08:00</updated><title type='text'>Farmacêuticas - Aquisições e interesse de fundos mantêm-se firmes</title><content type='html'>As indústrias far macêuticas brasileiras vão continuar sendo alvo de aquisições e também deverão atrair o interesse de fundos de private equity em 2011, de acordo com analistas e especialistas ouvidos pelo Valor. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar dos ativos inflacionados, por conta do recente movimento de concentração do setor, o mercado nacional é considerado estratégico para as grandes multinacionais, que buscam elevar sua receita em países emergentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A israelense Teva é um exemplo. A farmacêutica, uma das maiores companhias de genéricos do mundo, tem sondado o Brasil nos últimos anos, apurou o Valor. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2005, tentou comprar a BioSintética, que acabou nas mãos do laboratório nacional Aché. Desde então, o grupo passou a participar de algumas das mais importantes negociações do setor fechadas recentemente. Fontes afirmaram que a Teva chegou a fazer uma oferta por uma participação de pelo menos 40% da farmacêutica EMS. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Procurada, a Teva informou que "não comenta rumores de mercado". A EMS afirmou que não tem interesse de vender seu controle e que é consolidadora no setor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fato é que depois que a Mantecorp foi vendida no fim do ano passado para a Hypermarcas, poucos ativos de peso estão disponíveis no mercado. Grandes companhias nacionais, como EMS, Eurofarma, Aché e Biolab, para citar alguns exemplos, viraram objeto de cobiça das chamadas "big pharmas", como são conhecidas as gigantes farmacêuticas mundiais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, essas empresas afirmam não ter interesse em ser vendidas. Especialistas do setor acreditam que fundos podem se associar a essas empresas ou mesmo grandes companhias podem fazer parcerias, como o caso da Pfizer, que adquiriu no ano passado 40% da Teuto, com opção de compra de controle no futuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Eurofarma e Cristália negociam desde o ano passado possível aliança para a criação de uma nova empresa para produzir medicamentos, segundo fontes de mercado. Essas mesmas fontes afirmam que a Cristália poderá se desfazer do seu controle mais cedo ou mais tarde, uma vez que seu fundador, Ogari Pacheco, com mais de 70 anos, não tem herdeiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra negociação que está em andamento, conforme já antecipou o Valor, é a venda do laboratório nacional Hipolabor, de pequeno porte, com fábrica em Sabará (MG). Há alguns meses, a empresa colocou seus ativos à venda e poderá abrir mão do seu controle, segundo fontes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A companhia, especializada em produtos hospitalares, comercialização de medicamentos ao governo e registros para produtos genéricos, está sendo assediada por multinacionais interessadas em ampliar sua participação no Brasil. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O banco BNP Paribas está coordenando a negociação. Mas como tem o foco em medicamentos hospitalares, dificilmente atrairá o interesse de grandes multinacionais, acreditam analistas ouvidos pelo Valor. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fato de ter alguns de seus produtos autuados pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) ajuda a afugentar possíveis interessados. A empresa nega que esteja à venda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No ano passado, além da Hypermarcas e Pfizer, que fizeram os maiores negócios do setor, a Valeant comprou dois pequenos laboratórios no início de 2010. No segundo semestre, a Eurofarma fechou a compra da Segmenta e o Aché adquiriu uma participação de 50% no laboratório Melcon, em Anápolis (GO). O EMS adotou uma estratégia agressiva em genéricos, com o lançamento de importantes medicamentos que perderam a patente, como o Viagra e o Lipitor.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8507974684308316790-553742825324429470?l=blogclaudemir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/feeds/553742825324429470/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2011/02/farmaceuticas-aquisicoes-e-interesse-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/553742825324429470'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/553742825324429470'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2011/02/farmaceuticas-aquisicoes-e-interesse-de.html' title='Farmacêuticas - Aquisições e interesse de fundos mantêm-se firmes'/><author><name>Claudemir Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04356525684692930087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/SkPrIw2DvHI/AAAAAAAAAAg/zNIgDUEk1Rw/S220/Claudemir.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8507974684308316790.post-6971656218916448182</id><published>2011-02-10T08:31:00.000-08:00</published><updated>2011-02-10T08:31:39.215-08:00</updated><title type='text'>Laboratórios nacionais vão lançar biossimilares</title><content type='html'>Os laboratórios nacionais já começaram a fazer registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para os chamados medicamentos biossimilares. Segundo Odnir Finotti, presidente-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos (Pró Genéricos), alguns desses medicamentos poderão ser lançados até o fim deste ano no país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Aché deverá fazer o registro de um medicamento biossimilar no início deste ano e outro até o fim de 2011, ambos voltados para oncologia, afirmou José Ricardo Mendes Silva, principal executivo. Mendes foi eleito presidente do conselho de administração do Pró Genéricos. Odnir Finotti mantém-se como presidente-executivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os biossimilares, produzidos a partir dos remédios biológicos, equivalem aos genéricos, mas essas drogas não comprovam a bioequivalência com os originais, como ocorre com os genéricos.Os biológicos são a nova aposta das grandes farmacêuticas. Esses produtos são derivados de materiais vivos (plantas, animais ou microrganismo) ou de células geneticamente modificadas. Os tipos de medicamentos biológicos mais conhecidos são os hormônios, como as insulinas e as vacinas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em dezembro, a Anvisa divulgou novas normas para o registro de produtos biológicos. As determinações estão reunidas na RCD (Resolução Colegiada da Diretoria) nº 55, que estabelece requisitos mínimos de qualidade, segurança e eficácia para medicamentos biológicos. A partir dessa resolução, a Anvisa permite o desenvolvimento de produtos biológicos por meio de comparabilidade com outros já existentes no mercado, ou seja, com os medicamentos biossimilares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O nacional Aché deverá investir cerca de R$ 130 milhões este ano para concluir os aportes em sua nova unidade em Guarulhos, na Grande São Paulo, e também lançar novos medicamentos, afirmou ao Valor José Ricardo Mendes da Silva, principal executivo da farmacêutica. "Temos um plano agressivo para genéricos para este ano. Hoje esse segmento responde por 20% de nossa receita [que ficou em R$ 2,3 bilhões em 2010]", afirmou o executivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os laboratórios Neo Química, da Hypermarcas, e a Teuto, ambos em Anápolis (GO), também estão em fase de expansão. A Medley, da francesa Sanofi-Aventis, também terá uma fábrica nova em Brasília.A participação dos genéricos no Brasil já atinge 21,3% do mercado geral de medicamentos, que encerrou no ano passado com vendas de R$ 36,265 bilhões, um crescimento de 20% sobre o no anterior. Em 2009, a fatia estava em 18,7%, com vendas totais de R$ 30,251 bilhões. A expectativa do setor é que o segmento genérico possa mais do que dobrar nos próximos anos, respondendo por 40% a 50% das vendas totais, atingindo igual participação de países como EUA e Europa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A economia cresceu em 2010 e o acesso a medicamentos acompanhou esse movimento", afirmou Odnir Finotti, presidente-executivo da Pró Genéricos. No ano passado, a queda da patente do Viagra (para tratamento de disfunção erétil) e do Lipitor (combate o colesterol elevado), ambos da multinacional americana Pfizer, ajudaram a elevar as vendas do setor.A EMS saiu na frente, com o lançamento da versão genérica desses dois produtos, mas outras farmacêuticas também pediram registro na Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para entrar nessa concorrência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para este ano, a expectativa é de que o setor continue em expansão, uma vez que outros "blockbusters" (remédios campeões de vendas) estão para perder a patente e possam injetar no mercado de genéricos mais R$ 700 milhões. Entre os novos genéricos estão o valsartan (combate hipertensão arterial), cujo principal medicamento de marca é o Diovan, que pertence à farmacêutica suíça Novartis. O EMS também já conseguiu registro para negociar a versão genérica desse produto. Estão também na fila o rosuvastatina (indicado para colesterol alto e doenças cardiovasculares), comercializado no Brasil pela AstraZeneca, com o nome comercial de Crestor, e a quetiapina, comercializada pela AstraZeneca com o nome comercial Seroquel (antipsicótico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Valor Econômico&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8507974684308316790-6971656218916448182?l=blogclaudemir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/feeds/6971656218916448182/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2011/02/laboratorios-nacionais-vao-lancar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/6971656218916448182'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/6971656218916448182'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2011/02/laboratorios-nacionais-vao-lancar.html' title='Laboratórios nacionais vão lançar biossimilares'/><author><name>Claudemir Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04356525684692930087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/SkPrIw2DvHI/AAAAAAAAAAg/zNIgDUEk1Rw/S220/Claudemir.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8507974684308316790.post-84380456450556274</id><published>2011-02-10T08:29:00.000-08:00</published><updated>2011-02-10T08:29:55.231-08:00</updated><title type='text'>Mercado de medicamentos genéricos cresce 33% em um ano</title><content type='html'>O mercado de medicamentos genéricos cresceu 33% em 2010, quase o dobro do registrado no setor farmacêutico como um todo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O bom desempenho se deve, em parte, ao término da patente de dois medicamentos: Viagra (sildenafil), para impotência sexual, e Liptor (atorvastatina), para controle do colesterol. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo dados do IMS Health, instituto que audita o desempenho da indústria farmacêutica no Brasil e no mundo, os fabricantes de genéricos comercializaram no ano passado 444,3 milhões de unidades - cerca de 21% de todos os medicamentos vendidos - e movimentaram R$ 6,2 bilhões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos (Pró Genéricos), Odnir Finotti, o bom desempenho se deve também ao crescimento da economia e ao aumento da renda da população. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O Viagra foi nossa grande estrela no ano passado. Mas os medicamentos para controle de doenças crônicas, como hipertensão, ainda são os mais vendidos", conta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Pró Genéricos mantém projeções de crescimento otimistas para 2011 - principalmente pela entrada no mercado de um dos anti-hipertensivos mais vendidos no País, o valsartana, cujo nome comercial é Diovan. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A droga representa um mercado de mais de R$ 400 milhões anuais."Esses medicamentos dinamizam o mercado de genéricos que, por sua vez, ampliam o consumo da substancia em até seis vezes, como ocorreu no caso do Viagra e do Liptor", diz Finotti.Ele conta que também estão em fase de registro na Anvisa biogenéricos para tratamento de doenças complexas, como artrite reumatoide, psoríase, hepatite e câncer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: O Estado de S. Paulo&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8507974684308316790-84380456450556274?l=blogclaudemir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/feeds/84380456450556274/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2011/02/mercado-de-medicamentos-genericos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/84380456450556274'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/84380456450556274'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2011/02/mercado-de-medicamentos-genericos.html' title='Mercado de medicamentos genéricos cresce 33% em um ano'/><author><name>Claudemir Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04356525684692930087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/SkPrIw2DvHI/AAAAAAAAAAg/zNIgDUEk1Rw/S220/Claudemir.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8507974684308316790.post-7097897858682876835</id><published>2011-02-07T09:54:00.000-08:00</published><updated>2011-02-07T09:54:33.313-08:00</updated><title type='text'>Nestlé compra farmacêutica e amplia mercado</title><content type='html'>A multinacional anunciou em setembro a futura criação da subsidiária e investimentos de 500 milhões de francos suíços.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Nestlé  expande atuação no setor de saúde com a compra de uma farmacêutica do Reino Unido, a CM&amp;D Pharma Ltda.. A farmacêutica é novata e está criando uma goma de mascar para ajudar pacientes com doenças nos rins. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com informações do The Wall Street Journal, a empresa já atuava no segmento na área de alimentação enteral e agora amplia sua atuação com a divisão Nestlé Health Science SA, uma subsidiária que abriu as portas no mês passado.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A multinacional anunciou em setembro a futura criação da subsidiária e investimentos de 500 milhões de francos suíços (US$ 530 milhões) em dez anos, além de um instituto de pesquisa a ela associado. O objetivo é ampliar a atuação num setor em que a Nestlé tenta penetrar desde pelo menos desde o fim dos anos 80. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A CM&amp;D foi criada em 2007 por um ex-executivo da Sinclair Pharma PLC, Danilo Massari. Embora a empresa ainda não tenha feito o lançamento integral de seu primeiro produto, ela tem vários produtos alimentícios medicinais em testes, disse o diretor-presidente da CM&amp;D, Stephen Appelbee.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um desses produtos é o Fostrap, uma goma de mascar para pessoas que têm níveis muito altos de fosfato no sangue devido a uma falha dos rins. O fosfato na saliva cola na goma. Não há remédios na goma, e sim um nutriente. Como não é uma droga, não será necessário ter receita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre outros produtos que estão sendo testados pela CM&amp;D estão o Eviendep, uma mistura nutriente que desacelera a progressão de pólipos intestinais, e o Recoclix, um alimento medicinal para aliviar a dor resultante do Mal de Crohn e outras doenças inflamatórias do intestino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Mercado&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As organizações de produtos alimentícios - principalmente a Nestlé e a Groupe Danone SA - têm feito um esforço para assumir uma liderança na fabricação de produtos voltados para doenças como o Mal de Alzheimer ou a diabetes. Embora a área seja considerada promissora, tanto do ponto de vista médico como de negócio, ela também gerou críticas do governo americano e de alguns setores da comunidade médica por fazer propagandas exageradas dos benefícios à saúde de seus produtos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns médicos temem que os chamados alimentos medicinais não passem pela mesma fiscalização ou testes rigorosos que os remédios. Eles advertem que as empresas de produtos alimentícios têm um histórico ruim de exagerar os benefícios para a saúde de seus produtos para ganhar uma vantagem mercadológica. Em julho, por exemplo, a Comissão Federal do Comércio, agência americana encarregada da defesa do consumidor, obrigou a Nestlé a retirar a alegação de que o produto Boost Kid Essentials protegia o sistema imunológico das &lt;br /&gt;Agora, a Nestlé espera acertar os ponteiros com a operação da unidade de alimentos medicinais como uma empresa separada, armada com investimento e talentos suficientes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até o momento a Nestlé Health Science é formada pela empresa de nutrição medicinal que a Nestlé adquiriu da Novartis AG por US$ 2,5 bilhões em 2007. É essa divisão que comercializa vitaminas energéticas da marca Boost. A Nestlé já era investidora da CM&amp;D por meio da Inventages Venture Capital Investments antes de comprá-la.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Danone está com iniciativas semelhantes em alimentos medicinais. Um produto é o Souvenaid, uma vitamina que está sendo desenvolvida pela Nutricia, uma subsidiária da Danone, que supostamente repara sinapses cerebrais para mitigar os sintomas do Alzheimer. O Souvenaid ainda não chegou ao mercado.&lt;br /&gt;________________________________________&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8507974684308316790-7097897858682876835?l=blogclaudemir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/feeds/7097897858682876835/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2011/02/nestle-compra-farmaceutica-e-amplia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/7097897858682876835'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/7097897858682876835'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2011/02/nestle-compra-farmaceutica-e-amplia.html' title='Nestlé compra farmacêutica e amplia mercado'/><author><name>Claudemir Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04356525684692930087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/SkPrIw2DvHI/AAAAAAAAAAg/zNIgDUEk1Rw/S220/Claudemir.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8507974684308316790.post-7183442531667161398</id><published>2011-01-17T10:05:00.000-08:00</published><updated>2011-01-17T10:05:30.856-08:00</updated><title type='text'>A era da tecnologia está chegando na propaganda médica! Creio que agora é para ficar</title><content type='html'>O sucesso dos "tablets" é algo incontestável. E pensar que há algum tempo atrás ouvira falar do KINDLE da Amazon e achei o equipamento muito interessante, com a proposta de leitura de e-books, com o formato de "papel eletrônico". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o IPAD da Apple, inaugurou-se uma nova fase sob minha ótica, nestes aparelho, agregando outras mídias além da leitura de livros, o que com certeza criou e ainda criará várias oportunidades no mercado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A promoção médica durante décadas segue praticamente um mesmo modelo - o material impresso, com as informações científicas, ou em forma de material para ser entregue (tipo revista), ou na forma de ajudas-visuais, que servem como "outdoor" para a apresentação dos temas científicos. A intenção claramente é ajudar a fixação da marca e dos conceitos diferenciadores de cada produto frente ao público-alvo (neste caso, o médico). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No final dos anos 80, algumas empresas, "pioneiras" tentaram colocar em prática, formas inovadoras de promoção, utilizando vídeo-discos, com apresentações animadas, tentando um impacto visual ainda mais importante, o que nos poucos minutos que cada representante tem frente ao médico, pode representar um ganho de "mind share". Porém, além de um custo proibitivo para a época, a tecnologia não permitia grande ganho em termos de interação do representante e seu interlocutor (por ser ainda muito estática, como assistir a um DVD em casa).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a chegada do IPAD, isto parece ter uma tendência a mudar. A simples possibilidade de termos um material "impresso na tela", gerando um impacto visual diferente, até a utilização de vídeos, entre outros, parece permitir uma total interatividade entre o representante e o médico, o que pode revolucionar a forma como se faz propaganda atualmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os primeiros indícios dão conta de uma redução de custos importante, pois não se utilizará mais material impresso (em grande quantidade) e somente arquivos eletrônicos. Os desdobramentos disto podem ser sentidos no futuro dos periódicos (jornais, revistas, livros) que também devem ter um destino parecido, ou seja, passarmos de arquivos em papel para arquivos eletrônicos. No caso da propaganda médica, as empresas farmacêuticas parecem agora, dispostas a começar uma "corrida" na busca de diferenciação e também redução de custos, com a utilização dos IPADs. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Eurofarma realiza a maior aquisição de iPads do país para equipar sua equipe de propagandistas, anunciando a compra de 600 unidades de iPads, tablet produzido pela Apple Inc. É a maior aquisição feita por uma empresa no Brasil, com um investimento em torno de R$ 1,5 milhão que impactará diretamente no atual formato de promoção médica da companhia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o novo equipamento, a empresa acredita que o trabalho dos propagandistas junto a classe médica se torna mais interativo e dinâmico, com maior agilidade na difusão de informações. Além disso, contribui com o meio ambiente, pois reduz a impressão dos materiais em papel. “É uma revolução no setor farmacêutico. Com o iPad, os propagandistas poderão fazer demonstrações de produtos com interatividade, junto à classe médica. Outro benefício, é que esse tipo de trabalho envolve treinamento, controles e outros tipos de documentos e estamos buscando uma solução única que traga outros benefícios além da importante redução de impressões. Nossa estimativa é que deixaremos de imprimir inicialmente cerca de 55 toneladas”, explica Roberta Junqueira, Diretora Comercial de Prescrição Médica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Eurofarma possui a maior força de propaganda médica do Brasil. Somente na área de prescrição são aproximadamente 1.500 propagandistas que realizam mensalmente uma média de 380 mil contatos médicos, levando informações científicas sobre produtos e patologias. “Com os iPads, os profissionais terão uma plataforma integrada de comunicação que facilitará a interface com os médicos e com a empresa. Além da praticidade, a ferramenta possibilita maior criatividade na elaboração dos materiais”, afirma Roberta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os aparelhos já estão em poder da Eurofarma, que oferecerá treinamento a toda a equipe. A expectativa é que a propaganda médica no novo formato ocorra a partir de março.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Enfim, parece que no futuro, a interatividade será outra "barreira" a ser modificada na propaganda médica, passando para outro patamar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É esperar para ver!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8507974684308316790-7183442531667161398?l=blogclaudemir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/feeds/7183442531667161398/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2011/01/era-da-tecnologia-esta-chegando-na.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/7183442531667161398'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/7183442531667161398'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2011/01/era-da-tecnologia-esta-chegando-na.html' title='A era da tecnologia está chegando na propaganda médica! Creio que agora é para ficar'/><author><name>Claudemir Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04356525684692930087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/SkPrIw2DvHI/AAAAAAAAAAg/zNIgDUEk1Rw/S220/Claudemir.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8507974684308316790.post-3660905956357737481</id><published>2011-01-07T15:07:00.001-08:00</published><updated>2011-01-07T15:07:30.347-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Pão de Açúcar abre drogaria com conceito de "botica" no Rio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De olho no mercado de fármacos, o grupo Pão de Açúcar inaugura sua primeira drogaria sob o conceito "botica". O formato foi implantado na nova unidade de Ingá, em Niterói (RJ).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta é a quinta farmácia da rede no País e a primeira da marca no Rio de Janeiro. As outras quatro operam dentro do conceito tradicional e estão localizadas na capital paulista (2) e nas cidades de São Caetano e Santos (SP).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com investimentos de cerca de R$ 500 mil, o projeto em Niterói tem como partida o perfil do consumidor contemporâneo, que procura cada vez mais um equilíbrio entre valores emocionais e racionais. A drogaria traz uma releitura das antigas farmácias, com inspiração nas boticas europeias e em artigos de decoração e layout que têm a madeira como elemento de aconchego e a cor verde a conectar a medicina à natureza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com 72 metros quadrados de área de vendas, a nova drogaria Pão de Açúcar Ingá oferece 10 mil itens, entre fármacos isentos de prescrição (MIP), toda a linha de genéricos e tarjados de prescrição médica, perfumaria e também equipamentos para controle e diagnóstico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Grupo Pão de Açúcar foi o varejista pioneiro no projeto de farmácias próprias na Região Sudeste, há dez anos. Atualmente a empresa conta com 156 drogarias, distribuídas em 19 estados brasileiros e no Distrito Federal, total em que São Paulo e Rio de Janeiro lideram em número de pontos, com 70 e 51, respectivamente. As demais unidades estão distribuídas no Distrito Federal, Ceará, Minas Gerais, Bahia, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Mato Grosso do Sul, Alagoas, Goiás, Paraíba, Sergipe e Paraná.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Medicamentos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a rede, além de preços extremamente competitivos, o consumidor irá encontrar na drogaria conforto e facilidade para compra de medicamentos, incluindo uma equipe especializada de assistência farmacêutica em tempo integral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre as vantagens oferecidas, estão descontos especiais e preços iguais ou menores aos da concorrência nos medicamentos tarjados. Além de aceitar todos os cartões de crédito e débito, também conta com a facilidade do cartão próprio, com prazo de até 40 dias para pagar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pioneiro no setor varejista de alimentos no Brasil, o Grupo Pão de Açúcar é a maior empresa de distribuição da América Latina, com mais de 1.800 unidades, entre super e hipermercados, lojas especializadas, "atacarejo" (atacado e varejo) além de postos de combustível e drogarias, e conta hoje com cerca de 136.000 colaboradores em todo o País.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte-DCI-04/01/2011&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8507974684308316790-3660905956357737481?l=blogclaudemir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/feeds/3660905956357737481/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2011/01/pao-de-acucar-abre-drogaria-com.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/3660905956357737481'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/3660905956357737481'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2011/01/pao-de-acucar-abre-drogaria-com.html' title=''/><author><name>Claudemir Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04356525684692930087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/SkPrIw2DvHI/AAAAAAAAAAg/zNIgDUEk1Rw/S220/Claudemir.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8507974684308316790.post-2333058343948867562</id><published>2011-01-05T04:39:00.000-08:00</published><updated>2011-01-05T04:43:57.675-08:00</updated><title type='text'>Um momento para revisão e planos para 2011!</title><content type='html'>Aprendi desde cedo (e isto é verdade) que SE NÃO COLOCAMOS NO PAPEL NOSSO PLANO, ele será apenas uma "CARTA DE INTENÇÕES" e será sempre algo deixado para depois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num mundo competitivo, é importante termos em mente que continuar evoluindo é condição "sine qua non" para avançar no mercado. Este "check list" foi tirado da Revista Você S/A, e gostaria de compartilhar com vocês que acompanham o blog.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O teste a seguir, desenvolvido pela consultoria em RH Ricardo Xavier, de São Paulo, ajuda você a fazer seu balanço anual de carreira. Reserve um tempo, pegue um lápis e confira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns podem não acreditar que seja válido este tipo de teste, porém, algum nível de mensuração com métricas (obviamente) é importante para estabelecer parâmetros de onde queremos chegar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se puder ajudar, abraços.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Evolução intelectual&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O desempenho intelectual está relacionado ao uso que você faz das coisas que aprende. Se em 2010 você fez um curso e aplicou o conhecimento no trabalho, teve bom rendimento. É importante colocar na balança também as coisas que leu, as informações que trocou, o conhecimento que disseminou. “Conhecimento não é apenas absorção de informações, mas, principalmente, troca e integração com os outros”, diz Rosa Bernhoeft. Você fala hoje sobre algum assunto com mais propriedade do que fazia há um ano? É um sinal de que você evoluiu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2010 sua evolução intelectual foi:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[ ] Excelente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[ ] Boa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[ ] Razoável&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[ ] Medíocre (ou regrediu)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amadurecimento emocional&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A forma como você lida com suas emoções tem relação direta com seu crescimento na carreira. Pessoas muito impulsivas, que reagem mal a situações de pressão, e de difícil trato tendem a enfrentar mais obstáculos para persuadir pares, chefes e equipe. Olhe para o ano que passou e liste situações difíceis que vivenciou e a forma como reagiu a elas. Em quais delas você sentiu que perdeu o controle? Como isso interferiu nos seus resultados? Além disso, é importante também contar com o feedback do pessoal do escritório. “Um colega do trabalho é capaz de avaliar seu comportamento com imparcialidade, já que não está emocionalmente envolvido”, Neli Barboza, da Ricardo Xavier.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2010 seu amadurecimento emocional foi:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[ ] Excelente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[ ] Bom&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[ ] Razoável&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[ ] Medíocre (ou regrediu)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ampliação da experiência&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Avalie se você se acomodou em 2009. À medida que você cresce na carreira, aumenta também o nível de complexidade dos problemas e situações do dia a dia. Aprender com essas situações é uma qualidade. A ampliação de experiência está relacionada a fazer coisas diferentes do usual — muito ligada à sua capacidade de empreender no trabalho. Que novas experiências ou processos você obteve no trabalho este ano? Como você exercia determinadas atividades e como passou a executá-las? “Para quem tentou criar coisas novas, mas foi barrado na empresa, talvez seja hora de pensar em mudar”, diz Neli.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este ano sua experiência:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[ ] Ampliou significativamente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[ ] Teve uma boa ampliação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[ ] Teve uma ampliação razoável&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[ ] Teve uma ampliação medíocre (ou inexistente)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nível de motivação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É muito raro manter-se motivado por 365 dias, mas o saldo no ano precisa ser positivo. “Para quem atinge as metas, mas não está com tanto gás, o próximo passo é ter queda na produtividade”, diz Neli. Para essa análise, questione-se: com que interesse você tem exercido suas atividades? Diante dos projetos, em geral, você sente vontade de se envolver e continuar? O ideal é que o número de aspectos do trabalho que o motivam seja maior ou, no máximo, igual ao de aspectos desanimadores. Do contrário, 2011 deve ser o ano de mexer os pauzinhos e trocar de emprego.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2010 sua motivação:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[ ] Cresceu ou manteve-se em nível excelente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[ ] Manteve-se em nível bom&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[ ] Manteve-se em nível apenas suficiente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[ ] Decresceu ou manteve-se em nível baixo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Evolução na empresa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cuidado: crescer não significa apenas promoção ou mudança de cargo. Sim, esses são indicativos claros, mas há outros a serem avaliados neste balanço. Você passou a ser convocado para reuniões maiores? Participou de projetos mais estratégicos? Tem recebido feedback positivos do chefe, dos pares e dos parceiros de negócio sobre seu trabalho? Esses são bons sinais de que, mesmo sem a formalização do seu crescimento com uma promoção, você ascendeu na companhia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sua evolução na empresa em 2010 foi:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[ ] Excelente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[ ] Boa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[ ] Razoável&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[ ] Sofrível&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Busca por resultados&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Toda companhia está atrás de resultado e usa isso como critério de avaliação. Portanto, este quesito é fácil de ser avaliado: você atingiu suas metas este ano? No entanto, por ser uma avaliação mais objetiva e de retorno mais rápido, atenção: “É preciso cuidado para não focar demais em trazer resultado e descuidar dos outros aspectos comportamentais”, diz Rosa, da Alba Consultoria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2010 sua busca por resultados foi:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[ ] Excelente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[ ] Boa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[ ] Razoável&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[ ] Medíocre&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nível de reconhecimento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De nada adianta entregar resultados bons, chegar a um cargo estratégico ou ter diversos cursos no currículo sem ter credibilidade com as pessoas que o cercam. “Quanto mais alto na hierarquia, mais o profissional precisa contar com os outros”, diz Rosa. A cada novo passo de sucesso as pessoas vão parabenizá-lo? Você sente que suas relações no trabalho são sinceras ou apenas fazem parte de um jogo de interesses? Se você for promovido para o lugar do seu chefe, será bem aceito pelo time? Atenção a isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2010 o reconhecimento que você conquistou foi:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[ ] Excelente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[ ] Bom&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[ ] Razoável&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[ ] Medíocre&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ampliação do network&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma boa rede de contatos nem sempre é a mais numerosa. Não basta conhecer gente nova. É preciso manter contato ao menos uma vez por ano, seja por e-mail, seja um encontro presencial. “A rede de relacionamento deve ser um ativo do profissional, e não um inventário”, afirma Rosa Bernhoeft. “O ideal é filtrar as pessoas com as quais não quer perder contato e manter os laços”, diz Neli. Você investiu na qualidade de seus relacionamentos em 2010?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2010 sua rede de relacionamentos teve crescimento:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[ ] Excelente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[ ] Bom&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[ ] Razoável&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[ ] Fraco ou insuficiente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Credenciais&lt;br /&gt;Este ponto está ligado ao número de cursos e certificações agregado ao currículo. Mais do que quantidade, é importante avaliar quão alinhadas as novas credenciais estão ao seu plano de carreira e às expectativas da empresa. Apesar de não ser a única forma de aprendizado, os cursos têm grande relevância para o sucesso da carreira e devem estar presentes entre suas prioridades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2010 o crescimento de suas credenciais foi:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[ ] Excelente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[ ] Bom&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[ ] Razoável&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[ ] Fraco ou insuficiente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Remuneração&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dinheiro não é tudo, mas a remuneração importa muito na carreira. Serve para medir o prestígio e indica que a empresa reconhece seu trabalho. Mas, como neste ano muitas empresas congelaram os salários, a falta de aumento não deve ser encarada como sinal de estagnação. Porém, é importante diferenciar o que está relacionado às políticas da empresa do seu desempenho pessoal. “Se os outros critérios avaliados foram negativos, a remuneração tende a refletir esse desempenho”, diz Neli Barboza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, em 2010, o crescimento de sua remuneração foi:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[ ] Excelente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[ ] Bom&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[ ] Razoável&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[ ] Ínfimo ou inexistente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RESULTADO &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AGORA QUE VOCÊ FEZ SUA AVALIAÇÃO, SOME OS PONTOS DE ACORDO COM A PONTUAÇÃO A SEGUIR:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para cada resposta A, marque 2 pontos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para cada resposta B, marque 1 ponto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para cada resposta C, marque 0 ponto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para cada resposta D, marque -1 ponto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ENTRE 14 E 20 PONTOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ótimo resultado. A manutenção da sua evolução no próximo ano depende de uma visão clara e atualizada de seus pontos fortes e fraquezas, aspectos de satisfação e insatisfação, e tudo o mais que possa afetar seu poder de decisão. Cuidado apenas para não negligenciar em 2011 os aspectos em que se saiu bem este ano, focando apenas nas deficiências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ENTRE 7 E 13 PONTOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É possível que você esteja com uma taxa de competitividade pessoal abaixo da necessária para uma boa evolução na carreira. Faça uma análise mais aprofundada das áreas nas quais teve baixa pontuação, procure as causas delas, discuta questões com gente de sua confiança e busque alternativas de melhoria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faça uma revisão de sua postura frente a seu trabalho, considerando suas preferências e objetivos de vida. Identifique quais fatores podem estar interferindo em seu resultado para que possa planejar suas ações e tomar decisões de acordo com aquilo que você busca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas pessoas ainda acreditam que a carreira é coisa do acaso ou está nas mãos da empresa, tornando-se dependentes do ambiente e dos outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ENTRE 1 E 6 PONTOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você provavelmente precisa rever suas decisões básicas de carreira, como área de trabalho, empresa, objetivos de curto, médio e longo prazo, além de suas atitudes e estratégias fundamentais. A partir de uma boa revisão, poderá refazer seu projeto de carreira e entrar em rota de crescimento no próximo ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IGUAL OU MENOR A O&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A sua situação requer medidas urgentes, pois provavelmente está gerando desgaste e estresse elevados. Faça uma avaliação aprofundada de tudo: suas escolhas, a empresa em que trabalha, a área funcional, seus objetivos e alternativas adotadas para atingi-los. Busque feedback e ideias para melhorar — ou, quem sabe, mudar radicalmente sua trajetória profissional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Revista VOCÊ S/A&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8507974684308316790-2333058343948867562?l=blogclaudemir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/feeds/2333058343948867562/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2011/01/um-momento-para-revisao-e-planos-para.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/2333058343948867562'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/2333058343948867562'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2011/01/um-momento-para-revisao-e-planos-para.html' title='Um momento para revisão e planos para 2011!'/><author><name>Claudemir Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04356525684692930087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/SkPrIw2DvHI/AAAAAAAAAAg/zNIgDUEk1Rw/S220/Claudemir.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8507974684308316790.post-3548122912669155479</id><published>2011-01-03T04:31:00.001-08:00</published><updated>2011-01-03T04:32:28.244-08:00</updated><title type='text'>Força de vendas - valor inestimável!</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/TSHBxjDkcEI/AAAAAAAAACY/D4hPFsfopyc/s1600/manual%2Bde%2Bfor%25C3%25A7a%2Bde%2Bvendas.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 240px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/TSHBxjDkcEI/AAAAAAAAACY/D4hPFsfopyc/s320/manual%2Bde%2Bfor%25C3%25A7a%2Bde%2Bvendas.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5557936472119865410" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Quando comecei minha carreira, no final dos anos 80, a força de vendas para a indústria farmacêutica já era um item indispensável para o resultado das companhias.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Ainda bem, que mais de 20 anos se passaram, e o cenário não mudou, e ficou ainda melhor - hoje, com ferramentas mais aprimoradas de medição, e com a visita "face to face" exercendo um papel insubstituível na conquista de resultados, manejar, e sobretudo, motivar a força de vendas é tarefa obrigatória de qualquer gestor moderno.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;No caso específico da área farmacêutica, diversos artigos e mesmo pesquisas que conduzimos com médicos, comprovam que o representante é uma das principais fontes de atualização do médico, e com isto, o papel do marketing atual é fornecer material suficiente não somente para "lembrar" suas marcas, mas também, tornar este profissional um verdadeiro "consultor", com valores como ética, profissionalismo, e também, conhecimento profundo sobre seus produtos, e clientes.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Por este motivo, vasculhando meus livros (agora que estou de férias), revi uma obra muito interessante que recomendo para leitura. Recomendo sobretudo para Gerentes Distritais, Regionais, Nacionais de Venda (de demanda ou venda no PDV), e até representantes/propagandistas como consulta e aprimoramento. O mais interessante são os vários setores avaliados (inclusive a indústria farmacêutica).&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Livro de consulta inestimável, com instrumentos poderosos para que você obtenha o máximo de sua força de vendas, este guia prático vai ajudá-lo a criar uma organização de vendas altamente eficaz e aumentar significativamente suas vendas&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Criar uma cultura de força de vendas vitoriosa (sobretudo motivada, pois com ferramentas e métricas adequadas, a motivação com objetivos claros é consequencia natural).&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Usar o poder da força de vendas para criar e aperfeiçoar o relacionamento com os clientes (não podemos deixar de mencionar, que no caso da indústria farmacêutica, o relacionamento é condição primordial de resultados, e isto se conquista com valores apropriados e ética, já que hoje existem "muitos representantes", e só os que realmente tiverem valor serão respeitados).&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Aproveitar as oportunidades do mercado e vencer as ameaças competitivas, mesmo numa economia imprevisível. Este manual combina o que há de mais novo em teoria da administração de força de vendas com as idéias desenvolvidas pelos autores ao longo de duas décadas de consultoria em mais de 50 países e em 18 setores diferentes.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Rico em tabelas, gráficos, quadros e listas de checagem, ele traz para você dezenas de técnicas testadas e aprovadas para melhorar seu desempenho. Você encontrará orientações inestimáveis sobre:&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Remuneração por resultados &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conquista de novos segmentos do mercado usando a sua força de vendas com mais eficiência&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Dimensionamento e estruturação da força de vendas para obter vantagem estratégica&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Planejamento dos territórios de vendas para aumentar as vendas &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recrutamento dos melhores vendedores &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Treinamento e motivação da força de vendas &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desenvolvimento de um programa em cinco etapas para manter uma excelente equipe de gerência de vendas de primeira linha&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Uso de tecnologia na administração do relacionamento com o cliente ... e muito mais.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A sua força de vendas é um dos maiores investimentos - um poderoso fator de crescimento dos lucros e expansão no mercado. Com este abrangente livro de referência e solução de problemas na sua estante, você poderá alcançar o ápice do desempenho da força de vendas e manter-se competitivo hoje, no futuro próximo e num futuro distante.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Boa Leitura.. Sucesso em 2011!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8507974684308316790-3548122912669155479?l=blogclaudemir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/feeds/3548122912669155479/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2011/01/forca-de-vendas-valor-inestimavel.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/3548122912669155479'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/3548122912669155479'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2011/01/forca-de-vendas-valor-inestimavel.html' title='Força de vendas - valor inestimável!'/><author><name>Claudemir Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04356525684692930087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/SkPrIw2DvHI/AAAAAAAAAAg/zNIgDUEk1Rw/S220/Claudemir.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/TSHBxjDkcEI/AAAAAAAAACY/D4hPFsfopyc/s72-c/manual%2Bde%2Bfor%25C3%25A7a%2Bde%2Bvendas.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8507974684308316790.post-4132951370733016718</id><published>2011-01-02T09:44:00.001-08:00</published><updated>2011-01-02T09:45:55.828-08:00</updated><title type='text'>A RIQUEZA NA BASE DA PIRAMIDE  UMA BREVE REVISÃO ESTRATÉGICA DO PONTO DE VISTA DA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA</title><content type='html'>Gostaria de postar um breve resumo do que vem acontecendo no mercado farmacêutico do ponto de vista de movimentação estratégica nos últimos anos, e que merece destaque. Em linhas gerais, sob meu ponto de vista, podemos dividir o mercado farmacêutico brasileiro, estrategicamente, em três blocos distintos – as marcas, os genéricos e os similares. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para exemplificar, as marcas onde alocamos os produtos pioneiros, os precursores de cada nicho de mercado; os similares, derivados dos produtos de marcas, e os genéricos, produtos com o nome da substância ativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde 1999, com a entrada dos genéricos, o mercado brasileiro sofreu mudanças importantes, pois este segmento é o de maior crescimento em diversos nichos de mercado, e, são a base de crescimento de diversas empresas, que apostaram nesta tendência (como a Medley, EMS, etc.).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o vencimento das patentes de vários produtos “blockbuster” em vários mercados (vide a sildenafila, do Viagra, no ano passado, como também da atorvastatina, da mesma Pfizer), a tendência é que este segmento continue crescendo fortemente nos próximos anos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo, buscam-se pacientes “na base da pirâmide”, com o apelo do menor preço possível, com a maior qualidade. Com o aquecimento da economia, e o surgimento de uma nova classe de consumidores, já demonstrada em diversos mercados (os que estão adentrando no mercado de informática, por exemplo, com os primeiros computadores, notebooks, e na internet, os que ainda fomentam o ORKUT, notadamente a classe C), esta estratégia parece lógica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mensagem é clara – “por que pagar mais caro, para ter o melhor?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta estratégia fez com que empresas maiores, adquirissem outras, de menor porte, na busca de “market-share” e “mind-share”, sobretudo, para crescer neste mercado (como a compra da Medley pela Sanofi-Aventis, a Teuto pela Pfizer, a Neoquimica pela Hypermarcas, etc.). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não podemos negligenciar empresas nacionais (multinacionais brasileiras seria a melhor definição) que também atuam neste segmento, como a EMS e a EUROFARMA que igualmente atuam com o mesmo modelo de negócios, buscando o mesmo público-alvo das anteriormente citadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atuando em vários segmentos; de marcas, de genéricos e com similares, todas na busca de espaço nas prateleiras das farmácias, lutando pelo menor custo possível e também pelo espaço nas prescrições dos médicos em todo o país, construíram verdadeiros “exércitos” de propagandistas, vendedores, promotores, exercendo o máximo de  pressão em todos os canais, buscando maior “market-share” (“mind share”) possível no mercado, e no menor tempo possível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O bom e barato” é a tônica (lembrando as Casas Bahia, no varejo), e por este motivo, os gráficos com comparativos de preço são a base de toda a comunicação ao público-alvo. A estratégia de liderança em custos é o que se busca, e por isto, os produtos tem que apresentar boas margens, permitindo preços competitivos (e se necessário, cada vez mais baixos). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disto, a “imagem da empresa” é fundamental, pois com isto, consegue-se algum  diferencial competitivo, já que o preço, conforme já sabemos, não agrega valor as marcas por si só, e por isto, o investimento neste quesito, também é fundamental. Não podemos esquecer que com o aumento das restrições a promoção e propaganda de medicamentos, nos últimos anos pela ANVISA (agencia reguladora), começando com ajustes na promoção para os médicos, e recentemente, restringindo os produtos chamados OTC  (“over the counter”, ou produtos sobre o balcão; produtos sem tarja vermelha, que voltaram para detrás do balcão);  a propaganda chamada “institucional” ganhou grande espaço no budget das empresas, pois uma “boa empresa”, em todos os sentidos, deve produzir “bons medicamentos” para a população.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também devemos pensar que estas empresas estão focando em serviços, já que na venda de “commodities” (se é que eles existem em termos de medicamentos, sobretudo similares), apresentar um diferencial importante para o público-alvo (no momento da venda, pós-venda, etc.) também será importante para sua sobrevivência no mercado.&lt;br /&gt;Pensando em marketing, também o foco será na melhoria dos produtos, buscando também diferenças sobre os concorrentes (maior quantidade de comprimidos, embalagem diferente, “packs”, formulações diferentes, etc.).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em resumo, se formos colocar isto em termos gráficos, teremos dois polos distintos no mercado – os similares e genéricos nas pontas, “pressionando” as marcas no centro, que cada perder cada vez mais participação, o que também deve “tirar o sono” de várias empresas, que sofrem como o setor todo, com a falta de inovações a curto ou médio prazo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, o mercado farmacêutico deve apresentar muitas oportunidades nos próximos anos, para profissionais de diversas áreas, direta ou indiretamente, o que é algo muito positivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O acesso a medicamentos, de qualidade a grande parcela da população é algo importante, e condição “sine qua non” para a construção de uma sociedade mais equilibrada.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8507974684308316790-4132951370733016718?l=blogclaudemir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/feeds/4132951370733016718/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2011/01/riqueza-na-base-da-piramide-uma-breve.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/4132951370733016718'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/4132951370733016718'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2011/01/riqueza-na-base-da-piramide-uma-breve.html' title='A RIQUEZA NA BASE DA PIRAMIDE  UMA BREVE REVISÃO ESTRATÉGICA DO PONTO DE VISTA DA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA'/><author><name>Claudemir Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04356525684692930087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/SkPrIw2DvHI/AAAAAAAAAAg/zNIgDUEk1Rw/S220/Claudemir.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8507974684308316790.post-3312561744548281665</id><published>2010-12-20T05:58:00.000-08:00</published><updated>2010-12-20T06:04:12.974-08:00</updated><title type='text'>Hypermarcas compra Mantecorp</title><content type='html'>O grupo Hypermarcasconcluiu ontem a compra do laboratório nacional Mantecorp, conforme antecipou o Valor. A transação foi avaliada em R$ 2,5 bilhões - dos quais R$ 600 milhões em dinheiro e R$ 1,9 milhão em ações da companhia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pagamento será dividido em duas partes. Os atuais controladores da Mantecorp, a família Mantegazza, receberão R$ 600 milhões em dinheiro. Os R$ 1,9 bilhão restantes serão quitados com ações da Hypermarcas, sendo que metade desses papéis não poderá ser negociada por um período de seis meses. Com a emissão das novas ações para a compra do laboratório, o bloco de controle dos acionistas da Hypermarcas será diluído. A empresa foi procurada, mas não quis comentar a aquisição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A venda do laboratório nacional já estava sendo negociada há alguns meses. Nesse período, a família Mantegazza estava em conversações avançadas com outra farmacêutica nacional, a Aché, que pretendia fazer uma fusão de ativos para depois abrir seu capital, possivelmente em 2011, para brigar pela liderança nacional do setor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As negociações tiveram uma reviravolta nas últimas semanas, quando o grupo Hypermarcas, que também já estava no páreo, começou a fazer marcação cerrada. A inglesa GlaxoSmithKline (GSK) também tinha feito uma oferta, mas bem abaixo do fechado pela companhia para o grupo Hypermarcas, conhecido no mercado por seu estilo agressivo de fazer negócios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com mais essa aquisição, a Hypermarcas vai adicionar às suas mais de 160 marcas uma lista de medicamentos tradicionais, como o antigripal Coristina, os antialérgicos Polaramine e Celestamine, o antipirético e analgésico Alivium, a linha de proteção solar Episol e de hidratantes Epidrat. A Mantecorp também tem uma pequena divisão de genéricos, a Brainfarma, que poderá receber investimentos para ganhar maior robustez no mercado, após essa transação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde o fim do ano passado, a Hypermarcas tem jogado pesado para ganhar maior participação no mercado farmacêutico, que até antes dessa operação respondia por quase 40% de sua receita total - estimada em R$ 4 bilhões para 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No fim de 2009, a empresa deu uma tacada certeira com a compra da Neo Química, desbancando a farmacêutica americana Pfizer, para adquirir um dos maiores laboratórios especializados em genéricos, instalado em Anápolis, em Goiás. No complexo goiano, a empresa está dobrando a atual infraestrutura e ampliando o centro de distribuição. Neste mesmo local, a Hypermarcas está promovendo a incorporação de suas outras duas empresas farmacêuticas, a DMe Farmasa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mais recente aquisição da companhia nesse segmento foi em novembro, com a compra de três &lt;br /&gt;marcas de medicamentos da farmacêutica Medley, controlada pela francesa Sanofi-Aventis: a Digedrat, Peridal e Lopigrel. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a aquisição da Mantecorp, a Hypermarcas deverá se tornar o maior laboratório nacional em receita, com faturamento estimado pelo mercado em torno de R$ 2,2 bilhões em 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para a família Mantegazza, a decisão de vender a Mantecorp reflete a delicada situação financeira da companhia, sobretudo nos últimos meses. No ano passado, o laboratório sofreu um forte golpe em sua receita, quando perdeu o licenciamento de vendas de importantes produtos, como o Remicade, da americana Schering-Plough, que foi recentemente adquirida pela também americana Merch Sharp &amp; Dhome (MSD). Com a retomada desses produtos, as vendas do laboratório tiveram forte queda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O bloco de controle dos acionistas da Hypermarcas, composto pelo empresário João Alves Queiroz Filho, o Júnior, pelos mexicanos e pela família Limirio Gonçalves (ex-proprietários da Neo Química), será diluído com a emissão de novos papéis para comprar a Mantecorp. O &lt;br /&gt;Valor apurou que sua fatia conjunta deverá cair para algo em torno de 45%, tornando a Hypermarcas a maior companhia de capital pulverizado do setor no Brasil.&lt;br /&gt;A Mantecorp tem em torno de R$ 740 milhões de vendas brutas e R$ 360 milhões de margem bruta, o que deve gerar um resultado adicional expressivo para a Hypermarcas, já que as empresas apresentam sinergias. O Ebtida a ser acrescido pela Mantecorp para a Hypermarcas deve chegar a R$ 250 milhões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com uma fábrica no Rio, a Mantecorp deverá promover a expansão fabril da Hypermarcas pelo país, que só adquiriu uma fábrica própria após a compra da Neo Química, que já possuía uma infraestrutura organizada em Anápolis (GO). Por sua localização geográfica, a inglesa GSK, com fábrica no Rio, também tinha interesse em adquirir a companhia e ganhar mais uma unidade de produção no país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Mantecorp contratou a butique de fusões e aquisições Inspire Capitale o escritório Martins, Chamon e Franco. A gigante Hypermarcas foi assessorada pelo BR Partnerse Credit Suisse e pelo Souza Cescon. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fontes próximas à Hypermarcas garantem que essa não deverá ser a última aquisição da companhia no setor farmacêutico. O grupo quer fazer sua expansão no mercado de OTC ("over the counter", ou depois do balcão), com produtos de marcas com forte apelo de vendas. Essa última aquisição também deverá dar maior espaço à companhia no segmento de medicamentos de prescrição médica, onde a companhia ainda tem muito espaço para crescer.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8507974684308316790-3312561744548281665?l=blogclaudemir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/feeds/3312561744548281665/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2010/12/hypermarcas-compra-mantecorp.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/3312561744548281665'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/3312561744548281665'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2010/12/hypermarcas-compra-mantecorp.html' title='Hypermarcas compra Mantecorp'/><author><name>Claudemir Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04356525684692930087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/SkPrIw2DvHI/AAAAAAAAAAg/zNIgDUEk1Rw/S220/Claudemir.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8507974684308316790.post-703352625867738153</id><published>2010-12-07T03:01:00.000-08:00</published><updated>2010-12-07T03:04:26.963-08:00</updated><title type='text'>Leo Pharma investe US$ 7,5 milhões em abertura de filial no país</title><content type='html'>A indústria farmacêutica promete expansão para os próximos anos com a entrada de novas empresas no mercado brasileiro. Isto é uma boa notícia, pois além de investimentos no país, geramos mais empregos e trazemos novos produtos e inovações que são importantes em suma para a população e para a classe médica em geral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este é o caso da Leo Pharma, laboratório dinamarquês que investirá 70 milhões de dólares no Brasil até 2015.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O laboratório farmacêutico dinamarquês Leo Pharma, um dos líderes mundiais em tratamentos dermatológicos, inicia sua operação no país com investimento inicial de 7,5 milhões de dólares – e pretensão de investir até 70 milhões de dólares em 2015 na expansão da companhia.Desde a década de 80, a empresa tinha quatro de seus quinze medicamentos globais vendidos no Brasil por meio de um acordo com o Laboratório Roche. A partir de janeiro, com o encerramento da parceria, a companhia passa a distribuir e importar seus remédios diretamente, com a intenção de trazer novos medicamentos em breve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Nosso plano de expansão abrange outros países com grande potencial de crescimento, como México, China, Japão, Rússia, Vietnã e Estados Unidos”, disse Peter Kallestrup, diretor Regional da América Latina da Leo Pharma.Em 2009, a companhia faturou 1,1 bilhão de dólares e investiu cerca de 1,3 bilhão de dólares na abertura de novas filiais – incluindo a brasileira. “Contávamos com um caixa forte, de cerca de 3,7 bilhões de dólares, e não precisamos de recursos de terceiros para investir”, afirma Kallestrup. A Leo Pharma pertence integralmente a Fundação Leo, instituição independente de capitais externos.Por meio da Roche, a venda dos quatro medicamentos da empresa no Brasil somava 18 milhões de reais. Mas a empresa acredita que o mercado brasileiro ainda pode ser melhor explorado. Segundo a companhia, o Brasil é hoje o décimo maior mercado em vendas, do ramo farmacológico – o faturamento do setor chega a 13 bilhões de reais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mercado brasileiro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das principais especialidades da companhia é desenvolver terapia tópica (cremes) para a psoríase, uma doença inflamatória crônica de pele que atinge cerca de 3% da população mundial. A empresa acredita que 3 milhões de brasileiros tenham a doença, mas apenas 5% estejam em tratamento.“ Investiremos em divulgação de informações sobre a doença, prêmios para pesquisadores, além de trazer novos medicamentos para o tratamento”, afirma Heloisa Simão, diretora da Leo Pharma no Brasil. A empresa calcula que tenha hoje 17% do mercado brasileiro de medicamentos para psoríase.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8507974684308316790-703352625867738153?l=blogclaudemir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/feeds/703352625867738153/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2010/12/leo-pharma-investe-us-75-milhoes-em.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/703352625867738153'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/703352625867738153'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2010/12/leo-pharma-investe-us-75-milhoes-em.html' title='Leo Pharma investe US$ 7,5 milhões em abertura de filial no país'/><author><name>Claudemir Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04356525684692930087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/SkPrIw2DvHI/AAAAAAAAAAg/zNIgDUEk1Rw/S220/Claudemir.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8507974684308316790.post-3493120788595732332</id><published>2010-12-01T05:29:00.000-08:00</published><updated>2010-12-01T05:33:30.275-08:00</updated><title type='text'>Nova regra para venda de antibióticos ainda confunde pacientes</title><content type='html'>Depois de um longo período, trabalhando em vários projetos de ACESSO de medicamentos, visando o mercado emergente (classes D e E) no Brasil, volto a postar mensagens no BLOG. E não poderia deixar de comentar a grande mudança de cultura que iremos enfrentar com a regulamentação para a venda de antibióticos no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falo em grande mudança, pois imaginava-se que a compra de antibióticos de forma espontânea fosse grande, e também, a eventual troca de produtos nas farmácias, buscando um eventual menor preço. Agora estamos falando de seguir rigidamente a prescrição do médico, que deve ser clara, objetiva e de fácil leitura, com validade curta de duração, o que irá trazer ainda um período de adaptação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A nova regra para venda de antibióticos causou muita confusão no primeiro dia útil (29/11) em vigor. Oito em cada dez clientes das principais redes de farmácias do País tiveram que sair com as mãos vazias, de acordo com levantamento feito pela Abrafarma (Associação Brasileira de Farmácias e Drogarias).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Metade deles estava sem receita e a outra metade estava com a receita errada”, detalhou Sérgio Mena Barreto, presidente da associação. A norma da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) prevê uma receita de duas vias para a venda de antibióticos, sendo que uma delas deve ficar retida na farmácia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As receitas já eram necessárias anteriormente, mas eram receitas convencionais, em apenas uma via, sem a necessidade de retenção nos estabelecimentos. Além disso, a prescrição passa a ter validade de apenas dez dias. Ela deve estar em letra de forma, sem rasuras, com nome completo do paciente, nome do médico, registro profissional, endereço completo, telefone e assinatura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem efetua a compra também passa a ser identificado, com nome, documento de identidade, endereço, telefone e data de emissão. A farmácia ou drogaria é obrigada a anotar, no verso da via retida, o lote do remédio, com data e quantidade vendida.A medida foi publicada em 28 de outubro e entrou em vigor ontem (28/11), restringindo a venda de 93 substâncias como amoxicilina, azitromicina e benzetacil. “O prazo foi curto. Faltou uma campanha eficiente para informar a população e os prescritores (médicos e dentistas)”, avalia Barreto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Combate à automedicação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O infectologista Arnaldo Lopes Colombo, presidente da Sociedade Paulista de Infectologia (SPI) e professor da Unifesp, vê com bons olhos a medida da Anvisa. “Ela é necessária e importante para evitar a automedicação, que pode tornar bactérias mais resistentes”, aponta o especialista.Muitos pacientes, conta o médico, confundem infecções virais com infecções bacterianas e tomam antibióticos por conta própria. “Isso causa efeitos adversos desnecessários”, afirma.Outros pacientes, por se sentirem melhor já no início do tratamento, suspendem o uso da medicação antes do prazo dado pelo médico. Isso favorece a proliferação de bactérias resistentes. No início do tratamento, o antibiótico mata as bactérias mais fracas e precisa de mais alguns dias para completar o serviço. Se a medicação for interrompida, as bactérias restantes tornam-se mais resistentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Superbactéria&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de importante, a nova regra da Anvisa ainda não é suficiente para conter o avanço das superbactérias, como a KPC, responsável pela morte de alguns pacientes no Brasil.Isso porque tais bactérias, resistentes a muitos antibióticos, são típicas do ambiente hospitalar e precisam de regras e campanhas voltadas a hospitais e clínicas. “O profissional de saúde precisa ser melhor educação e orientado na prescrição de medicamentos”, ressalta Colombo. O especialista enfatiza a necessidade de várias regras no ambiente hospitalar, entre elas medidas simples como lavar as mãos constantemente. “Isso já ajuda muito no combate à proliferação de bactérias”, afirma.Quando os primeiros casos de bactérias multirresistentes começaram a ser registrados, a Anvisa chegou a recomendar o isolamento dos pacientes infectados. “É preciso também haver um controle hospitalar dos antibióticos prescritos”, defende o infectologista. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Portal IG - Bruno Folli&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8507974684308316790-3493120788595732332?l=blogclaudemir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/feeds/3493120788595732332/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2010/12/nova-regra-para-venda-de-antibioticos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/3493120788595732332'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/3493120788595732332'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2010/12/nova-regra-para-venda-de-antibioticos.html' title='Nova regra para venda de antibióticos ainda confunde pacientes'/><author><name>Claudemir Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04356525684692930087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/SkPrIw2DvHI/AAAAAAAAAAg/zNIgDUEk1Rw/S220/Claudemir.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8507974684308316790.post-6843560708831313443</id><published>2010-02-18T05:44:00.000-08:00</published><updated>2010-02-18T05:51:53.248-08:00</updated><title type='text'>Novas regras para venda em farmácias começam a vigorar nesta quinta</title><content type='html'>Começam a vigorar na quinta-feira (18) as novas regras da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para a venda de produtos em farmácias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pela regulamentação, fica proibida a venda de produtos de conveniência e restringidas a exposição de medicamentos nas prateleiras. Os estabelecimentos que descumprirem a norma podem pagar multas de até R$ 1,5 milhão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As novas regras integram a RDC 44, resolução de 17 de agosto de 2009 da Anvisa, que dispõe sobre as Boas Práticas Farmacêuticas. Segundo o texto da resolução, as medidas são necessárias para assegurar a qualidade e segurança dos produtos oferecidos e dos serviços prestados em farmácias e drogarias, além de contribuir para o uso racional desses produtos e para a melhoria da qualidade de vida dos usuários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das determinações da resolução é que só podem ser expostos nas prateleiras produtos de perfumaria e fitoterápicos. Para a compra de remédios como analgésicos ou antiácidos, o cliente terá que pedir ao farmacêutico, pois esses medicamentos devem ficar atrás do balcão de atendimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem descumprir as regras pode pagar multas que variam de R$ 2 mil a R$ 1,5 milhão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além das multas, o estabelecimento pode ser penalizado com a apreensão de mercadoria e até cancelamento do alvará de funcionamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo como presidente executivo da Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma), Sérgio Mena Barreto, a medida será ruim para as farmácias. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo ele, no Brasil existem 15 mil farmácias onde também funcionam serviços bancários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"São inúmeros municípios no Brasil que não têm nenhum banco público. O maior prejudicado é o cidadão, pois se as farmácias não têm mais receita, elas vão cortar custos ou aumentar os preços, além da diminuição da oferta de empregos".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Barreto assegura que todas as farmácias brasileiras já têm uma medida judicial e não precisam cumprir essa resolução. Além da Abrafarma, que já havia obtido uma decisão judicial em outubro do ano passado, as entidades que cobrem as outras farmácias, (ABC Farma e a Febrafarm) também já obtiveram decisões judiciais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Não há base legal para que a Anvisa proíba farmácias de vender produtos de conveniência nos estabelecimentos. Isso tinha que estar numa lei e não está. A Anvisa foi além da sua capacidade legal, e portanto, essa decisão não é válida e aí nós temos várias medidas judiciais a respeito", disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a Anvisa a resolução está vigente e deverá ser cumprida por todos os estabelecimentos do país. A agência afirma que nenhuma liminar foi concedida para desobrigar o cumprimento integral da norma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As liminares concedidas são temporárias e limitadas, pois aplicam-se somente às Instruções Normativas IN nº 9 e 10, que tratam da venda de produtos alheios à saúde e da exposição dos medicamentos isentos de prescrição, afirma a agência.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8507974684308316790-6843560708831313443?l=blogclaudemir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/feeds/6843560708831313443/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2010/02/novas-regras-para-venda-em-farmacias.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/6843560708831313443'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/6843560708831313443'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2010/02/novas-regras-para-venda-em-farmacias.html' title='Novas regras para venda em farmácias começam a vigorar nesta quinta'/><author><name>Claudemir Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04356525684692930087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/SkPrIw2DvHI/AAAAAAAAAAg/zNIgDUEk1Rw/S220/Claudemir.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8507974684308316790.post-1031010743673994102</id><published>2010-02-10T14:08:00.001-08:00</published><updated>2010-02-10T14:08:44.097-08:00</updated><title type='text'>VARIAçãO DE PREçOS DE MEDICAMENTOS PODE CHEGAR A 1.400%, DIZ PROCON-SP</title><content type='html'>Pesquisa realizada pela Fundação Procon-SP e pela Secretaria da Saúde de São Paulo mostra que a variação nos preços de medicamentos semelhantes pode chegar a 1.415%. O levantamento, divulgado nesta terça-feira, aponta que o consumidor deve pesquisar preços antes da compra. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dados levam em conta os preços de uma loja a outra e comparação entre o medicamento referência e o genérico. De acordo com a secretaria, apesar de os medicamentos genéricos serem mais baratos, também apresentem variações de preços por serem produzidos por diferentes laboratórios. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pesquisa envolveu 103 itens --62 de referência e 41 genéricos-- em 15 estabelecimentos farmacêuticos da cidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Preços &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja abaixo as três maiores diferenças constatadas pela pesquisa: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Hidantal (Fenitoína), 100 mg., 25 comprimidos - diferença: 1.415%&lt;br /&gt;Maior preço do medicamento referência: R$ 6,06 (Drogão - região Sul)&lt;br /&gt;Menor preço do medicamento genérico: R$ 0,40 (Farmalife - centro) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Voltaren (Diclofenaco Sódico), 50 mg., 20 comprimidos - diferença: 964,55%&lt;br /&gt;Maior preço do medicamento referência: R$ 20,12 (Drogaria São Geraldo - região oeste)&lt;br /&gt;Menor preço do medicamento genérico: R$ 1,89 (Drogaria Campeão - centro) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Tylenol (Paracetamol) - 200 mg/ml, gotas 15 ml - diferença: 879,19%&lt;br /&gt;Maior preço do medicamento referência: R$ 14,59 (Drogasil - região norte; Drogão e Droga Raia - região sul)&lt;br /&gt;Menor preço do medicamento genérico: R$ 1,49 (Drogaria Campeão - centro)&lt;br /&gt;Fonte: Folha Online&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8507974684308316790-1031010743673994102?l=blogclaudemir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/feeds/1031010743673994102/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2010/02/variacao-de-precos-de-medicamentos-pode.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/1031010743673994102'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/1031010743673994102'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2010/02/variacao-de-precos-de-medicamentos-pode.html' title='VARIAçãO DE PREçOS DE MEDICAMENTOS PODE CHEGAR A 1.400%, DIZ PROCON-SP'/><author><name>Claudemir Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04356525684692930087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/SkPrIw2DvHI/AAAAAAAAAAg/zNIgDUEk1Rw/S220/Claudemir.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8507974684308316790.post-3923685116023125305</id><published>2010-02-04T15:28:00.000-08:00</published><updated>2010-02-04T15:29:01.719-08:00</updated><title type='text'>ROCHE PESQUISA VIRUS DA AMAZôNIA PARA FABRICAçãO FUTURA DE VACINAS</title><content type='html'>A Roche Diagnóstica, divisão do grupo suíço Roche, começa a fazer este ano pesquisas para identificar os diversos vírus da região da Amazônia para fabricar futuras vacinas. "Queremos conhecer as especificidades desses vírus", afirmou Pedro Gonçalves, presidente dessa divisão de negócios da companhia no Brasil. Os estudos serão feitos em parceria com o Instituto Evandro Chagas (IEC), do Pará, e a Universidade de Columbia, nos EUA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esses estudos, que ainda estão em fase incipiente, devem começar ainda neste mês. Para colocá-los em prática, a companhia vai utilizar equipamentos de última geração, que possibilitam o sequenciamento genético desses vírus. Mais de 100 variedades deles poderão ser estudadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Márcio Nunes, coordenador do projeto pelo IEC, disse que o objetivo é fazer o sequenciamento genético de diversos vírus patogênicos para o homem. Os estudos iniciais serão específicos para dengue, febre amarela e hantavírus. Segundo Nunes, não existe sequenciamento desses tipos de vírus na América do Sul, apesar da grande incidência da doença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir do sequenciamento genético dos virus, será possível desenvolver anticorpos monoclonais, o que poderá reverter em resposta a um agente patogênico. "Também poderemos identificar novos vírus", afirmou Nunes. O coordenador disse que o governo federal disponibilizou cerca de R$ 4 milhões para estimular a pesquisa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Roche vai utilizar equipamentos de alta tecnologia para o processo de sequenciamento genético desses vírus. Gonçalves lembra que a companhia foi a precursora, nos anos 90, da chamada tecnologia PCR (Polymerase Chain Reaction, em inglês, ou reação em cadeia da polimerase), que amplifica o DNA. O processo de PCR foi patenteado pela companhia suíça em 1993.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Roche Diagnóstica fez trabalho semelhante na África. O grupo rastreou vírus emergentes no continente africano e tem um projeto na África oriental que monitora os vírus existentes e identifica futuras ameaças. A meta é identificar possíveis pandemias em fase precoce. Com isso, conseguiu uma identificação confiável do vírus do HIV. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Cumpriremos em 2010 os nossos planos de levar soluções diagnósticas para todo o Brasil", afirmou Gonçalves. "Vamos vencer o desafio geográfico do Brasil", disse o executivo, referindo-se à extensão territorial do país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse mesmo processo de sequenciamento genético já foi usado na agropecuária. Segundo Gonçalves, a empresa adotou o processo para cana-de-açúcar e gado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A divisão Diagnóstica trabalha junto com a área farmacêutica no que o grupo se concentra nos últimos anos: a medicina personalizada. O desenvolvimento de medicamentos biotecnológicos, por meio de manipulação genética, tornou-se a forte aposta do grupo. Não interessa ao grupo entrar na produção de genéricos, segmento fortemente responsável pela perda das vendas de grandes companhias farmacêuticas do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A empresa especializou-se no desenvolvimento de produtos dedicados a grupos específicos de pacientes, impulsionando a medicina personalizada. "Os diagnósticos representam de 50% a 60% da decisão dos médicos", afirmou Gonçalves. A Roche tem forte atuação em oncologia, virologia, doenças autoimunes, metabólicas e do sistema nervoso central.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8507974684308316790-3923685116023125305?l=blogclaudemir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/feeds/3923685116023125305/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2010/02/roche-pesquisa-virus-da-amazonia-para.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/3923685116023125305'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/3923685116023125305'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2010/02/roche-pesquisa-virus-da-amazonia-para.html' title='ROCHE PESQUISA VIRUS DA AMAZôNIA PARA FABRICAçãO FUTURA DE VACINAS'/><author><name>Claudemir Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04356525684692930087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/SkPrIw2DvHI/AAAAAAAAAAg/zNIgDUEk1Rw/S220/Claudemir.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8507974684308316790.post-7793725863093109684</id><published>2010-01-30T21:42:00.000-08:00</published><updated>2010-01-30T21:43:26.777-08:00</updated><title type='text'>Aché - investimento pesado na produção de genéricos</title><content type='html'>O laboratório nacional Aché está investindo R$ 120 milhões para produzir medicamentos genéricos e similares que estão para perder a patente nos próximos meses. Entre 2010 e 2011, cerca de 25 medicamentos de marcas deverão ter sua versão genérica no mercado interno. "Temos mais de 100 projetos em andamento, que deverão ser lançados nos próximos três anos", disse José Ricardo Mendes da Silva, presidente da companhia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Terceiro maior laboratório de genéricos do Brasil, com faturamento bruto de R$ 1,9 bilhão (dados preliminares de 2009), o Aché está acompanhando atento os medicamentos de marcas que terão perda de patente entre este ano e o ano que vem. Neste ano, serão cerca de 10 novos produtos, entre genéricos e similares do Aché no mercado interno. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Mendes, a empresa também deve intensificar acordos para licenciar medicamentos no Brasil. A companhia busca parcerias de "mão dupla". Ou seja, o Aché licencia medicamentos de um laboratório internacional e também concede seus produtos para o mesmo fim para a comercialização no país de origem da companhia parceira. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2007, a empresa fechou dois importantes acordos neste sentido. Um com a mexicana Silanes - para levar medicamentos da linha cardiometabólica ao México - e com a alemã Beiersdorf - para trazer ao Brasil a linha de dermocosméticos Eucerin. Neste ano, o laboratório planeja fazer o lançamento de sua própria linha de produtos dermatológicos, afirmou Mendes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pesquisa e Desenvolvimento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grupo também já está investindo R$ 70 milhões em Pesquisa e Desenvolvimento (P&amp;D) de novos medicamentos. Mendes negou que a companhia tenha virado alvo preferencial de possíveis aquisições por parte de outros laboratórios - embora tenha sido sondado diversas vezes nos últimos meses.&lt;br /&gt;O executivo afirmou que vai negociar parceria com uma multinacional para medicamentos voltados para oncologia, mas não entrou em detalhes. A empresa tem entre seus principais medicamentos o Alenia (para asma), Artrolive (artrose), Betalor e Lotar (cardíacos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TRAJETÓRIA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fundado em 1966, o Aché conta com dois complexos industriais, um em sua sede em Guarulhos (Grande São Paulo) e outro na capital paulista, no bairro Jurubatuba. O portfolio da empresa elenca 250 marcas em cerca de 600 apresentações de medicamentos sob prescrição, genéricos e MIP (isentos de prescrição). A companhia é controlada pelas famílias Dellape Baptista, Siaulys e Depieri.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos últimos anos, a empresa engrossou o movimento de consolidação no setor. Em 2003, o laboratório incorporou a farmacêutica alemã Asta Médica do Brasil. Dois anos depois, deu um importante passo com a compra da Biosintética Farmacêutica, que possibilitou à companhia entrar no segmento de genéricos - hoje os produtos são comercializados sob a marca comercial Genéricos Biosintética. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2008, a empresa firmou parceria com a americana RFI Ingredients, marcando sua entrada no mercado americano e canadense com a comercialização do creme anti-inflamatório Acheflan. Atualmente, o Aché exporta seus produtos para 12 países.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Valor Econômico&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8507974684308316790-7793725863093109684?l=blogclaudemir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/feeds/7793725863093109684/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2010/01/ache-investimento-pesado-na-producao-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/7793725863093109684'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/7793725863093109684'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2010/01/ache-investimento-pesado-na-producao-de.html' title='Aché - investimento pesado na produção de genéricos'/><author><name>Claudemir Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04356525684692930087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/SkPrIw2DvHI/AAAAAAAAAAg/zNIgDUEk1Rw/S220/Claudemir.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8507974684308316790.post-1662214233289072679</id><published>2010-01-20T04:33:00.000-08:00</published><updated>2010-01-20T04:34:19.782-08:00</updated><title type='text'>BNDES negocia compra de participação na Hypermarcas</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Entrada no capital faz parte da estratégia do banco de criar um grande grupo farmacêutico nacional&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O BNDES negocia a aquisição de uma participação na Hypermarcas, empresa que tem expandido sua atuação na área farmacêutica por meio de aquisições. A negociação, segundo fontes, gira entre R$ 1 bilhão e R$ 1,5 bilhão. Interessado na consolidação do parque farmacêutico nacional, o BNDES estuda uma forma de fortalecer ainda mais a Hypermarcas para que a empresa possa manter sua estratégia de compra de ativos no setor e ampliar sua atuação na área de genéricos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só no ano passado, a Hypermarcas fez cinco operações de aquisição. Na área farmacêutica, a compra do laboratório Neo Química há um mês, por R$ 1,42 bilhão, deu à empresa o terceiro lugar entre as farmacêuticas nacionais, com a entrada na área de genéricos e similares. Em 2008, pouco depois de abrir o capital, já tinha incorporado o laboratório Farmasa e liderava o mercado de medicamentos sem prescrição. De olho no forte crescimento do setor, que passou incólume pela crise, a Hypermarcas aumenta a participação dos medicamentos em seu portfólio, que também tem cosméticos, higiene pessoal, limpeza e alimentos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No ano passado, o BNDES decidiu mudar sua estratégia para estimular a consolidação entre os laboratórios nacionais, já que o perfil familiar predominante dificulta os negócios. Passou a oferecer aos controladores a possibilidade de a subsidiária BNDESPar se tornar sócia das empresas, uma forma de viabilizar investimentos e operações de fusão e aquisição. O presidente do BNDES, Luciano Coutinho, tem recebido executivos de várias empresas. Cogitou a possibilidade com algumas, mas as conversas estão mais adiantadas com a Hypermarcas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O chefe do Departamento de Produtos Intermediários Químicos e Farmacêuticos do BNDES, Pedro Palmeira Filho, confirmou que o banco negocia com a Hypermarcas, mas não deu detalhes das tratativas. "Estamos conversando. Teria muito sentido se o BNDES pudesse capitalizar a Hypermarcas para que ela pudesse fazer novas aquisições, inclusive no exterior", disse. Se o negócio for concretizado, será a primeira participação do banco em uma farmacêutica. A BNDESPar poderia ficar com uma fatia entre 10% e 30% das ações da Hypermarcas. Procurada, a empresa não comentou a informação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;INTERNACIONALIZAÇÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O BNDES tem aumentado o seu apoio a fusões e à internacionalização de empresas brasileiras. Operações recentes com o apoio do banco criaram gigantes como JBS-Friboi e Brasil Foods, no setor de alimentos, e Fibria, no de celulose. Fortalecer o setor farmacêutico é uma das prioridades da política industrial do País para evitar a sua desnacionalização. Por isso, o BNDES mantém linhas de financiamento especiais para o setor por meio do Profarma, cuja carteira já acumula R$ 1,3 bilhão. A participação acionária é um dos instrumentos do banco para fomentar a consolidação no setor, mas ainda não foi usada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Palmeira, o BNDES pode ajudar grupos nacionais a encontrar no exterior ativos que permitam a entrada em áreas estratégicas, como a biotecnologia. "Há empresas de biotecnologia, inclusive nos EUA, que cabem no bolso de brasileiras", diz o executivo, para quem o movimento da Hypermarcas poderá levar outras empresas a fechar operações de consolidação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na visão do BNDES, só a formação de empresas nacionais com faturamento entre R$ 3 bilhões e R$ 4 bilhões pode deixá-las menos vulneráveis às multinacionais. O banco não gostou da venda da brasileira Medley para a Sanofi-Aventis em 2009, e acompanhou com apreensão o assédio da Pfizer ao Neo Química.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8507974684308316790-1662214233289072679?l=blogclaudemir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/feeds/1662214233289072679/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2010/01/bndes-negocia-compra-de-participacao-na.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/1662214233289072679'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/1662214233289072679'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2010/01/bndes-negocia-compra-de-participacao-na.html' title='BNDES negocia compra de participação na Hypermarcas'/><author><name>Claudemir Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04356525684692930087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/SkPrIw2DvHI/AAAAAAAAAAg/zNIgDUEk1Rw/S220/Claudemir.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8507974684308316790.post-3493723903656805911</id><published>2010-01-13T04:35:00.001-08:00</published><updated>2010-01-13T04:37:07.186-08:00</updated><title type='text'>Marketing de Experiência cresce em meio a ações virtuais</title><content type='html'>A tecnologia avança na vida dos consumidores e é cada vez mais comum a criação de ações virtuais para envolvê-los com a marca. Redes sociais, e-mail marketing, aplicativos com serviços e games são algumas das ferramentas mais usadas por empresas na hora de chamar a atenção do consumidor. Mas e a experiência real? E o contato direto com a marca?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o crescimento e certa padronização das ações virtuais como “acesse, cadastre-se e concorra”, a diferenciação está sendo feita na prática, literalmente. Basta perceber que ações de experiência de marca ganham espaço nas estratégias de grandes empresas como Alcatel-Lucent, D-Link, além de Itaú, Gerdau e IBMEC. Nelas, o objetivo principal é ressaltar a importância dos sentimentos e emoções para que uma empresa seja lembrada e admirada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Especializada em Experience Marketing, a agência O Melhor Da Vida fechou parceria com empresas para oferecer experiência como recompensa. Mas não só para clientes. A agência elabora ações de incentivo para colaboradores a fim de promover o encantamento com a marca, que é mais propenso a acontecer quando ela passa a fazer parte da memória destas pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Experiência X bens materiais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A D-Link criou o Gourmet Experience há cerca de um ano com o objetivo de premiar os distribuidores com experiências relevantes. A partir de uma experiência diferente de uma premiação com bens materiais, a marca é fixada na mente do consumidor de forma emocional. “Ao dar uma TV, a pessoa sabe o valor. Uma experiência fora do padrão fica marcada na mente”, diz André Teixeira, Gerente de Marketing de volume da D-Link, em entrevista ao Mundo do Marketing.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A empresa de produção de equipamentos de networking, conectividade e comunicações de dados realizou ações de experiência para seus fornecedores como o Gourmet Experience. A ação levou convidados para uma aula de culinária com um renomado Chef de cozinha promovendo assim um melhor relacionamento com fornecedores, além de posicionar a marca de forma saudável e inovadora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não basta fazer uma ação pontual de experiência. É necessário dar continuidade ao trabalho de emocionar e encantar, oferecendo sempre novas e diferentes opções de experiência. “Promovemos a manutenção com experiências diferentes para cada distribuidor. Depois de ações de incentivo e de confraternização daremos uma diária em um Hotel Fazenda”, adianta Teixeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estratégia para conhecer o consumidor&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eventos de grande porte já não são mais tão eficazes para estreitar o relacionamento com os consumidores segundo Lucila Frias, Gerente de Marketing da Alcatel. Após realizar uma pesquisa para saber o que agrada o público executivo, a Alcatel-Lucent decidiu criar o Gourmet Show, em que o consumidor pode escolher entre as opções de peça de teatro com direito a jantar no restaurante DOM, camarote no GP Brasil, ou ser piloto por um dia na Fórmula 1. “Temos clientes com perfis diferentes. Por isso fizemos algo que pudesse agradar a todos”, explica Lucila ao site.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a executiva, o Marketing de experiência é uma oportunidade de conhecer e saber o que os clientes da empresa precisam e quais são os seus objetivos. “Nossos produtos não são de venda imediata e esta é uma oportunidade única para gerar a proximidade e a facilidade de contato”, conta Deise Palma, Analista de Marketing.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na contramão vem a D-Link. A empresa desenvolveu uma ação de experiência para o consumidor final, mesmo sem ser esse o público-alvo da companhia. “Fizemos algumas ações voltadas para os usuários finais oferecendo viagem com tudo pago. Desta forma conseguimos motivar, premiar e incentivar o usuário final a procurar o nosso produto”, afirma Teixeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Virtual X real&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Jorge Nahas, CEO da agência O Melhor Da Vida, a experiência ajuda a proporcionar qualidade de vida para funcionários e clientes, oferecendo emoções. “A experiência envolve sentimento, emoções, e isso gera uma ligação a mais com a marca. Ativando esses sentidos, a marca passa a ter lembrança perene”, acredita Nahas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de novo no Brasil, este conceito cresce principalmente devido ao seu caráter de diferenciação. “Cada vez mais as empresas e os produtos são iguais e o mercado depende de pessoas para fazerem a diferença. Não adianta mais premiar em dinheiro ou com bens materiais porque vivemos um paradigma onde o grande diferencial são emoções transmitidas para toda a cadeia de valor de um negócio”, ensina o CEO de O Melhor Da Vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo ele, o mercado de Marketing de experiência cresceu 45% em 2009, mas no exterior foram gastos € 75 bilhões somente este ano. Estes números devem continuar crescendo principalmente por conta das novas tecnologias que surgem a todo o instante. Mas não em prol da ações de experiência. “Quanto mais tecnologia, maior a distância do mundo real. A partir disso, o consumidor valoriza mais as experiências que envolvem emoções e mexem com seus sentidos”, completa Jorge Nahas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8507974684308316790-3493723903656805911?l=blogclaudemir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/feeds/3493723903656805911/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2010/01/marketing-de-experiencia-cresce-em-meio.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/3493723903656805911'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/3493723903656805911'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2010/01/marketing-de-experiencia-cresce-em-meio.html' title='Marketing de Experiência cresce em meio a ações virtuais'/><author><name>Claudemir Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04356525684692930087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/SkPrIw2DvHI/AAAAAAAAAAg/zNIgDUEk1Rw/S220/Claudemir.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8507974684308316790.post-9028121811528647429</id><published>2010-01-05T16:05:00.000-08:00</published><updated>2010-01-05T16:07:03.550-08:00</updated><title type='text'>Novartis quer comprar 52% da Alcon por US$ 39 bilhões</title><content type='html'>A suíça Novartis fez uma oferta para comprar o restante a Alcon - companhia de produtos oftalmológicos - que está sob o controle da Nestlé e dos acionistas minoritários. A transação está avaliada em US$ 39,3 bilhões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Novartis informou que planeja comprar os 52% da Nestlé na Alcon por US$ 28,1 bilhões em um acordo que deixará a fabricante de medicamentos da Suíça mais perto de seu objetivo de se tornar um conglomerado global na área de cuidados com a saúde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O acordo elevará a participação da Novartis na Alcon a 77%. A empresa suíça também lançou uma oferta para comprar a participação de acionistas minoritários, oferecendo 2,70 ações da Novartis para cada ação da Alcon. Isto é o equivalente ao preço de US$ 153 por ação, ou um total de US$ 11,2 bilhões. Os acionistas da Alcon terão a opção de receber American Depositary Shares (ADSs) da Novartis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2008, a Novartis comprou 25% da Alcon por US$ 10,4 bilhões após acordo com a Nestlé, pelo qual obteve a opção de adquirir a fatia restante da Nestlé na Alcon por US$ 181 por ação, mas não antes de 1º de janeiro de 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Novartis e farmacêuticas rivais como a GlaxoSmithKline e Sanofi-Aventis estão avançando em segmentos como consumo e genéricos à medida em que enfrentam a maior perda de proteção de patentes da história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jeffrey Holford, analista na corretora Jefferies em Londres, disse que a Novartis precisa do controle total da Alcon para conseguir as sinergias planejadas e que deve acabar pagando mais no fim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em comunicado em sua página eletrônica, a farmacêutica suíça avaliou que o negócio é do interesse de todos os acionistas e dará a clareza necessária com relação ao futuro da Alcon.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A adição da Alcon vai fortalecer nosso portfólio de cuidados com saúde e nossa posição em cuidados oftalmológicos, um setor com crescimento dinâmico", afirmou Daniel Vasella, executivo-chefe da Novartis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Novartis recordou que, em 2008, adquiriu uma participação de 25% na Alcon por US$ 10,4 bilhões, ou US$ 143 por ação. A proposta atual, que se for aceita estará sujeita à aprovação das autoridades regulatórias, deve ser concluída durante o segundo semestre deste ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os custos da compra total da Alcon, incluindo a fatia inicial de 25% obtida em meados de 2008, são estimados em US$ 49,7 bilhões, observou a Novartis na nota. A empresa pretende financiar a obtenção dos 52% estantes da Alcon com recursos existentes e mais US$ 16 bilhões em financiamento externo da dívida de curto e longo prazo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Alcon é mais conhecida dos consumidores por suas soluções para lentes de contato, mas a maior parte de seus US$ 6,28 bilhões em vendas em 2008 veio de produtos usados em cirurgias e medicamentos para doenças dos olhos, como glaucoma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Operação da Nestlé&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Nestlé anunciou ontem que irá recomprar 10 bilhões de francos (US$ 9,6 bilhões) em ações depois de vender sua participação na Alcon - uma sinalização, na opinião de analistas, de que a companhia não tem planos imediatos de comprar uma empresa do porte da Cadbury Plc. A operação de recompra, que deve durar dois anos, terá início quando um programa de 25 bilhões de francos que está em andamento acabar. Isto deve acontecer ainda este ano, de acordo com comunicado da Nestlé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A Nestlé deverá aumentar o volume de ações a serem recompradas", disse Olaf Toelke, analista Standard &amp;amp; Poor's. "A Nestlé também não nos parecer estar tão apta a fazer uma aquisição", acrescentou Toelke. O analista classifica a companhia com AA e com perspectiva de estabilidade. "O cenário mais provável no futuro próximo é de uma erosão gradual do retorno financeiro aos acionistas e também de pequenas aquisições", disse o analista.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8507974684308316790-9028121811528647429?l=blogclaudemir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/feeds/9028121811528647429/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2010/01/novartis-quer-comprar-52-da-alcon-por.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/9028121811528647429'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/9028121811528647429'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2010/01/novartis-quer-comprar-52-da-alcon-por.html' title='Novartis quer comprar 52% da Alcon por US$ 39 bilhões'/><author><name>Claudemir Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04356525684692930087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/SkPrIw2DvHI/AAAAAAAAAAg/zNIgDUEk1Rw/S220/Claudemir.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8507974684308316790.post-2945084102687127523</id><published>2010-01-03T15:06:00.000-08:00</published><updated>2010-01-03T15:13:55.381-08:00</updated><title type='text'>Começo de ano! Um bom momento para um BALANÇO GERAL da carreira....</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Sempre que começamos um novo ano é muito natural estabelecermos metas para o novo ano.&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Gostaria de poder contribuir com este tipo de avaliação, notadamente do ponto de vista profissional, com uma análise um pouco mais "completa" e aprofundada. O ideal é fazermos um bom balanço geral sobre o ano anterior, vendo onde evoluímos, onde estagnamos, e onde definitivamente não conseguimos sucesso. Creio que é um bom começo, e pode ajudar muito na avaliação geral do profissional, e com isto, estabelecer objetivos "mais focados".&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Num mundo competitivo, é importante termos em mente que continuar evoluindo é condição "sine qua non" para avançar no mercado. Este "check list" foi tirado da Revista Você S/A, e gostaria de compartilhar com vocês que acompanham o blog.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;O teste a seguir, desenvolvido pela consultoria &lt;st1:personname productid="em RH Ricardo Xavier" st="on"&gt;em  RH Ricardo Xavier&lt;/st1:personname&gt;, de São Paulo, ajuda você a fazer seu balanço anual de carreira. Reserve um tempo, pegue um lápis e confira.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;Evolução intelectual&lt;/b&gt;&lt;/em&gt;&lt;span class="intertitulo-orange"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;O desempenho intelectual está relacionado ao uso que você faz das coisas que aprende. Se em 2009 você fez um curso e aplicou o conhecimento no trabalho, teve bom rendimento. É importante colocar na balança também as coisas que leu, as informações que trocou, o conhecimento que disseminou. “Conhecimento não é apenas absorção de informações, mas, principalmente, troca e integração com os outros”, diz Rosa Bernhoeft. Você fala hoje sobre algum assunto com mais propriedade do que fazia há um ano? É um sinal de que você evoluiu. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;strong&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;mso-bidi-font-weight:bold"&gt;Em 2009 sua evolução intelectual foi: &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/strong&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;[ ] Excelente &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;[ ] Boa &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;[ ] Razoável &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;[ ] Medíocre (ou regrediu)&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;Amadurecimento emocional &lt;/b&gt;&lt;/em&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;A forma como você lida com suas emoções tem relação direta com seu crescimento na carreira. Pessoas muito impulsivas, que reagem mal a situações de pressão, e de difícil trato tendem a enfrentar mais obstáculos para persuadir pares, chefes e equipe. Olhe para o ano que passou e liste situações difíceis que vivenciou e a forma como reagiu a elas. Em quais delas você sentiu que perdeu o controle? Como isso interferiu nos seus resultados? Além disso, é importante também contar com o feedback do pessoal do escritório. “Um colega do trabalho é capaz de avaliar seu comportamento com imparcialidade, já que não está emocionalmente envolvido”, Neli Barboza, da Ricardo Xavier. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal"&gt;&lt;span style="font-weight:normal;mso-bidi-font-weight:bold"&gt;Em 2009 seu amadurecimento emocional foi: &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/strong&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;[ ] Excelente&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;[ ] Bom &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;[ ] Razoável&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;[ ] Medíocre (ou regrediu)&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;Ampliação da experiência&lt;/b&gt;&lt;/em&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;i&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Avalie se você se acomodou em 2009. À medida que você cresce na carreira, aumenta também o nível de complexidade dos problemas e situações do dia a dia. Aprender com essas situações é uma qualidade. A ampliação de experiência está relacionada a fazer coisas diferentes do usual — muito ligada à sua capacidade de empreender no trabalho. Que novas experiências ou processos você obteve no trabalho este ano? Como você exercia determinadas atividades e como passou a executá-las? “Para quem tentou criar coisas novas, mas foi barrado na empresa, talvez seja hora de pensar em mudar”, diz Neli. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;&lt;span style="font-weight:normal; mso-bidi-font-weight:bold"&gt;Este ano sua experiência:&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/strong&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;[ ] Ampliou significativamente &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;[ ] Teve uma boa ampliação&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;[ ] Teve uma ampliação razoável &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;[ ] Teve uma ampliação medíocre (ou inexistente) &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;Nível de motivação&lt;/b&gt;&lt;/em&gt;&lt;span class="intertitulo-orange"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;i&gt; &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;É muito raro manter-se motivado por 365 dias, mas o saldo no ano precisa ser positivo. “Para quem atinge as metas, mas não está com tanto gás, o próximo passo é ter queda na produtividade”, diz Neli. Para essa análise, questione-se: com que interesse você tem exercido suas atividades? Diante dos projetos, em geral, você sente vontade de se envolver e continuar? O ideal é que o número de aspectos do trabalho que o motivam seja maior ou, no máximo, igual ao de aspectos desanimadores. Do contrário, 2010 deve ser o ano de mexer os pauzinhos e trocar de emprego. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;&lt;span style="font-weight:normal; mso-bidi-font-weight:bold"&gt;Em 2009 sua motivação: &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/strong&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;[ ] Cresceu ou manteve-se em nível excelente &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;[ ] Manteve-se em nível bom &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;[ ] Manteve-se em nível apenas suficiente &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;[ ] Decresceu ou manteve-se em nível baixo &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;Evolução na empresa&lt;/b&gt;&lt;/em&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Cuidado: crescer não significa apenas promoção ou mudança de cargo. Sim, esses são indicativos claros, mas há outros a serem avaliados neste balanço. Você passou a ser convocado para reuniões maiores? Participou de projetos mais estratégicos? Tem recebido feedback positivos do chefe, dos pares e dos parceiros de negócio sobre seu trabalho? Esses são bons sinais de que, mesmo sem a formalização do seu crescimento com uma promoção, você ascendeu na companhia. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;&lt;span style="font-weight:normal; mso-bidi-font-weight:bold"&gt;Sua evolução na empresa em 2009 foi:&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/strong&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;[ ] Excelente&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;[ ] Boa&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;[ ] Razoável&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;[ ] Sofrível &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;Busca por resultados &lt;/b&gt;&lt;/em&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;i&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Toda companhia está atrás de resultado e usa isso como critério de avaliação. Portanto, este quesito é fácil de ser avaliado: você atingiu suas metas este ano? No entanto, por ser uma avaliação mais objetiva e de retorno mais rápido, atenção: “É preciso cuidado para não focar demais em trazer resultado e descuidar dos outros aspectos comportamentais”, diz Rosa, da Alba Consultoria. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;strong&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;mso-bidi-font-weight:bold"&gt;Em 2009 sua busca por resultados foi:&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/strong&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;[ ] Excelente &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;[ ] Boa&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;[ ] Razoável &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;[ ] Medíocre &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;Nível de reconhecimento&lt;/b&gt;&lt;/em&gt;&lt;span class="intertitulo-orange"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;i&gt; &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;De nada adianta entregar resultados bons, chegar a um cargo estratégico ou ter diversos cursos no currículo sem ter credibilidade com as pessoas que o cercam. “Quanto mais alto na hierarquia, mais o profissional precisa contar com os outros”, diz Rosa. A cada novo passo de sucesso as pessoas vão parabenizá-lo? Você sente que suas relações no trabalho são sinceras ou apenas fazem parte de um jogo de interesses? Se você for promovido para o lugar do seu chefe, será bem aceito pelo time? Atenção a isso.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;strong&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;mso-bidi-font-weight:bold"&gt;Em 2009 o reconhecimento que você conquistou foi:&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/strong&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;[ ] Excelente &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;[ ] Bom&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;[ ] Razoável&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;[ ] Medíocre &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;Ampliação do network &lt;/b&gt;&lt;/em&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Uma boa rede de contatos nem sempre é a mais numerosa. Não basta conhecer gente nova. É preciso manter contato ao menos uma vez por ano, seja por e-mail, seja um encontro presencial. “A rede de relacionamento deve ser um ativo do profissional, e não um inventário”, afirma Rosa Bernhoeft. “O ideal é filtrar as pessoas com as quais não quer perder contato e manter os laços”, diz Neli. Você investiu na qualidade de seus relacionamentos em 2009? &lt;b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;strong&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;mso-bidi-font-weight:bold"&gt;Em 2009 sua rede de relacionamentos teve crescimento: &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/strong&gt;&lt;b&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;[ ] Excelente &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;[ ] Bom&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;[ ] Razoável &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;[ ] Fraco ou insuficiente &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;i&gt;Credenciais&lt;/i&gt;&lt;/strong&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;Este ponto está ligado ao número de cursos e certificações agregado ao currículo. Mais do que quantidade, é importante avaliar quão alinhadas as novas credenciais estão ao seu plano de carreira e às expectativas da empresa. Apesar de não ser a única forma de aprendizado, os cursos têm grande relevância para o sucesso da carreira e devem estar presentes entre suas prioridades. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;&lt;span style="font-weight:normal; mso-bidi-font-weight:bold"&gt;Em 2009 o crescimento de suas credenciais foi: &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/strong&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;[ ] Excelente &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;[ ] Bom&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;[ ] Razoável&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;[ ] Fraco ou insuficiente&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;i&gt;Remuneração&lt;/i&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Dinheiro não é tudo, mas a remuneração importa muito na carreira. Serve para medir o prestígio e indica que a empresa reconhece seu trabalho. Mas, como neste ano muitas empresas congelaram os salários, a falta de aumento não deve ser encarada como sinal de estagnação. Porém, é importante diferenciar o que está relacionado às políticas da empresa do seu desempenho pessoal. “Se os outros critérios avaliados foram negativos, a remuneração tende a refletir esse desempenho”, diz Neli Barboza. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;&lt;span style="font-weight:normal; mso-bidi-font-weight:bold"&gt;Então, em 2009, o crescimento de sua remuneração foi: &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/strong&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;[ ] Excelente&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;[ ] Bom&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;[ ] Razoável &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;[ ] Ínfimo ou inexistente &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align:center"&gt;&lt;span class="intertitulo-orange"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;RESULTADO &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;AGORA QUE VOCÊ FEZ SUA AVALIAÇÃO, SOME OS PONTOS DE ACORDO COM A PONTUAÇÃO A SEGUIR:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;br /&gt;Para cada resposta &lt;strong&gt;A&lt;/strong&gt;, marque &lt;strong&gt;2&lt;/strong&gt; pontos &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Para cada resposta &lt;strong&gt;B&lt;/strong&gt;, marque &lt;strong&gt;1&lt;/strong&gt; ponto &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Para cada resposta &lt;strong&gt;C&lt;/strong&gt;, marque&lt;strong&gt; 0&lt;/strong&gt; ponto &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Para cada resposta &lt;strong&gt;D&lt;/strong&gt;, marque &lt;strong&gt;-1&lt;/strong&gt; ponto&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="intertitulo-orange"&gt;ENTRE 14 E 20 PONTOS &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Ótimo resultado. A manutenção da sua evolução no próximo ano depende de uma visão clara e atualizada de seus pontos fortes e fraquezas, aspectos de satisfação e insatisfação, e tudo o mais que possa afetar seu poder de decisão. Cuidado apenas para não negligenciar em 2010 os aspectos em que se saiu bem este ano, focando apenas nas deficiências. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="intertitulo-orange"&gt;ENTRE 7 E 13 PONTOS&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;É possível que você esteja com uma taxa de competitividade pessoal abaixo da necessária para uma boa evolução na carreira. Faça uma análise mais aprofundada das áreas nas quais teve baixa pontuação, procure as causas delas, discuta questões com gente de sua confiança e busque alternativas de melhoria. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Faça uma revisão de sua postura frente a seu trabalho, considerando suas preferências e objetivos de vida. Identifique quais fatores podem estar interferindo em seu resultado para que possa planejar suas ações e tomar decisões de acordo com aquilo que você busca.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Muitas pessoas ainda acreditam que a carreira é coisa do acaso ou está nas mãos da empresa, tornando-se dependentes do ambiente e dos outros. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="intertitulo-orange"&gt;ENTRE 1 E 6 PONTOS &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Você provavelmente precisa rever suas decisões básicas de carreira, como área de trabalho, empresa, objetivos de curto, médio e longo prazo, além de suas atitudes e estratégias fundamentais. A partir de uma boa revisão, poderá refazer seu projeto de carreira e entrar em rota de crescimento no próximo ano. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="intertitulo-orange"&gt;IGUAL OU MENOR A O &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;A sua situação requer medidas urgentes, pois provavelmente está gerando desgaste e estresse elevados. Faça uma avaliação aprofundada de tudo: suas escolhas, a empresa em que trabalha, a área funcional, seus objetivos e alternativas adotadas para atingi-los. Busque feedback e ideias para melhorar — ou, quem sabe, mudar radicalmente sua trajetória profissional.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;o:p&gt;Fonte: Revista VOCÊ S/A &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8507974684308316790-2945084102687127523?l=blogclaudemir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/feeds/2945084102687127523/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2010/01/comeco-de-ano-um-bom-momento-para-um.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/2945084102687127523'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/2945084102687127523'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2010/01/comeco-de-ano-um-bom-momento-para-um.html' title='Começo de ano! Um bom momento para um BALANÇO GERAL da carreira....'/><author><name>Claudemir Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04356525684692930087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/SkPrIw2DvHI/AAAAAAAAAAg/zNIgDUEk1Rw/S220/Claudemir.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8507974684308316790.post-3334262162263285846</id><published>2009-12-23T14:43:00.000-08:00</published><updated>2009-12-23T14:52:25.014-08:00</updated><title type='text'>O calendário! Esta invenção fantástica...</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Certa vez um poeta falou que a maneira como dividimos a passagem do tempo, formando o calendário, com a noção de recomeço realmente é fantástico.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Coincido em gênero, número e grau com ele, e realmente isto faz com que todos possamos literalmente nos preparar para um recomeço, um novo tempo, ou como queiram chamar, e com isto, renovamos energias, reavaliamos um período, enfim.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;2009 está chegando ao fim! E além de fazer a lição de casa, preparando-me para um recomeço em 2010, gostaria de agradecer a todos que durante este período em que o blog "mercado farmacêutico" esteve por aqui, enviaram sugestões, críticas, dúvidas, e particularmente aos colegas que lêem as postagens, seguindo o conteúdo do blog.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A idéia de escrever sobre marketing farmacêutico longe de ser nova, é antes de tudo um desafio; um desafio constante, pois este setor é muito enriquecedor em vários sentidos e também complexo, o que o torna apaixonante.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Por este motivo, outros enfoques podem ser gerados, outras discussões, e mesmo assim, ficaremos a uma percentagem pequena de possibilidades deste mercado.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Meu desafio para 2010 é continuar trazendo informações atualizadas sobre o setor, discutir marketing, falar de gestão de pessoas, enfim, o que realmente faz as empresas se movimentarem.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Um forte abraço,&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;CLAUDEMIR PEREIRA&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8507974684308316790-3334262162263285846?l=blogclaudemir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/feeds/3334262162263285846/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2009/12/o-calendario-esta-invencao-fantastica.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/3334262162263285846'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/3334262162263285846'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2009/12/o-calendario-esta-invencao-fantastica.html' title='O calendário! Esta invenção fantástica...'/><author><name>Claudemir Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04356525684692930087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/SkPrIw2DvHI/AAAAAAAAAAg/zNIgDUEk1Rw/S220/Claudemir.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8507974684308316790.post-8547667166256398889</id><published>2009-12-21T17:23:00.000-08:00</published><updated>2009-12-22T02:47:21.581-08:00</updated><title type='text'>BNDES quer estimular fusões na indústria farmacêutica</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span"   style="  ;font-family:arial;font-size:11px;"&gt;&lt;h1 class="titulo_materia" style="font-family: georgia; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 3px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-weight: bold; font-size: 24px; line-height: 30px; color: rgb(56, 56, 56); "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/h1&gt;&lt;div class="texto_materia" style="font-family: georgia; font-weight: normal; font-size: 15px; line-height: 22px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; color: rgb(63, 63, 63); "&gt;&lt;div class="lateral_box_materia" style="float: left; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;div class="anula_lateral" style="clear: both; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; "&gt;Preocupado com o risco de desnacionalização do parque farmacêutico brasileiro, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) vai mudar sua estratégia para estimular fusões no setor. &lt;/div&gt;&lt;div class="anula_lateral" style="clear: both; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="anula_lateral" style="clear: both; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; "&gt;Por meio da BNDESPar, o banco quer entrar como sócio em companhias que se disponham a abrir capital, um atalho para criar grandes farmacêuticas nacionais. &lt;/div&gt;&lt;div class="anula_lateral" style="clear: both; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="anula_lateral" style="clear: both; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; "&gt;Nas contas do BNDES, empresas mais robustas, com faturamento anual acima de R$ 3 bilhões, teriam melhores condições de resistir ao assédio das multinacionais, cada vez mais atraídas pelos bons resultados dos laboratórios nacionais.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="fonte_materia"&gt;&lt;p style="margin-top: 20px; margin-right: 0px; margin-bottom: 20px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 20px; margin-right: 0px; margin-bottom: 20px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 20px; margin-right: 0px; margin-bottom: 20px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 20px; margin-right: 0px; margin-bottom: 20px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 20px; margin-right: 0px; margin-bottom: 20px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 20px; margin-right: 0px; margin-bottom: 20px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 20px; margin-right: 0px; margin-bottom: 20px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;Experimentando um novo patamar depois da explosão do mercado de genéricos, as farmacêuticas brasileiras não viram a crise. No ranking do IMS Health, que faz consultoria e auditoria para o setor, o laboratório brasileiro EMS assumiu a liderança do mercado brasileiro este ano, ultrapassando a multinacional francesa Sanofi-Aventis. &lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 20px; margin-right: 0px; margin-bottom: 20px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;Outros dois laboratórios nacionais, Aché e Eurofarma, também figuram entre os cinco primeiros colocados, juntamente com a Medley, que agora pertence à Sanofi.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 20px; margin-right: 0px; margin-bottom: 20px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;Foi justamente a venda da empresa para o grupo francês, em abril, que acendeu o sinal amarelo no BNDES. O negócio de R$ 1,5 bilhão impôs nova redução da fatia das empresas brasileiras no mercado, que havia saltado de 28,2%, em 2000, para 43% no ano passado. &lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 20px; margin-right: 0px; margin-bottom: 20px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;Desde então, multinacionais rondam as brasileiras. A Pfizer, por exemplo, negociou com a Neo Química, que deve manter o capital nacional numa venda para o grupo Hypermarcas.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 20px; margin-right: 0px; margin-bottom: 20px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;“O País virar alvo internacional traz oportunidades, mas também riscos. O risco que o BNDES vê é uma desnacionalização precoce da nossa indústria. O exemplo da Medley pode não ser o único”, teme Pedro Palmeira Filho, gerente do Departamento de Produtos Químicos e Farmacêuticos do banco.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 20px; margin-right: 0px; margin-bottom: 20px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;Desde que criou, em 2007, um programa para o desenvolvimento da indústria farmacêutica nacional, o Profarma, o BNDES tenta aumentar a concentração no setor, mas esbarra no perfil familiar predominante nas farmacêuticas brasileiras. &lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 20px; margin-right: 0px; margin-bottom: 20px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;As negociações emperram quando se discute quem vai mandar na empresa resultante de uma união. &lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 20px; margin-right: 0px; margin-bottom: 20px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;Por isso, o banco de fomento quer entrar nos laboratórios para, por dentro, ajudá-los a se tornarem players mais agressivos. “É um processo longo. &lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 20px; margin-right: 0px; margin-bottom: 20px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;É difícil convencer o fundador que criou aquele negócio do nada que é melhor ser sócio de uma empresa muito maior do que mandar sozinho numa pequena”, diz Palmeira.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8507974684308316790-8547667166256398889?l=blogclaudemir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/feeds/8547667166256398889/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2009/12/bndes-quer-estimular-fusoes-na.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/8547667166256398889'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/8547667166256398889'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2009/12/bndes-quer-estimular-fusoes-na.html' title='BNDES quer estimular fusões na indústria farmacêutica'/><author><name>Claudemir Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04356525684692930087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/SkPrIw2DvHI/AAAAAAAAAAg/zNIgDUEk1Rw/S220/Claudemir.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8507974684308316790.post-5126406118085124294</id><published>2009-12-08T02:42:00.001-08:00</published><updated>2009-12-08T02:51:18.081-08:00</updated><title type='text'>Neo Quimica de Goiás agora é da Hypermarcas</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A Hypermarcas anunciou hoje a compra do Laboratório Neo Química, fabricante de medicamentos genéricos e isentos de prescrição que será incorporado pela subsidiária Hypernova Medicamentos Participações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O valor do negócio é de R$ 686,737 milhões e envolve emissão de 17,5 milhões de ações da Hypermarcas, a serem subscritas pelos acionistas do Neo Química. A operação total está avaliada em cerca de R$ 1,3 bilhão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao final da transação, os controladores do Neo Química deterão 7,3% do capital total da Hypermarcas e participarão do bloco de controle da empresa. "Completamos cinco aquisições no ano, com valor total de cerca de R$ 2 bilhões, em linha com a estratégia anunciada durante a oferta pública de ações da companhia, em julho deste ano", afirma o executivo-chefe da Hypermarcas, Claudio Bergamo, em comunicado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O montante será pago em três parcelas, a primeira, de R$ 235.737.931,00, na data de implementação da operação, que depende de "autorizações societárias previstas nos termos dos respectivos estatutos sociais, e desde que verificadas certas condições estabelecidas no acordo", conforme nota.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As outras duas parcelas, de R$ 225,5 milhões cada, serão pagas no primeiro e no segundo aniversários, com correção pela variação do CDI. A Hypermarcas convocará assembleia geral extraordinária (AGE) de acionistas para aprovar o negócio, em data ainda não divulgada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em comunicado, a Hypermarcas afirma que a transação cria o terceiro maior laboratório de capital brasileiro e o quarto maior em operação no País. No setor, a Hypermarcas atua com a divisão DM em medicamentos OTC e a Farmasa em medicamentos de prescrição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após a aquisição, o segmento deve representar 40% do faturamento total da Hypermarcas, conforme comunicado à imprensa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fundado em 1959, o Neo Química tem faturamento bruto de R$ 380 milhões, com Ebitda (lucro antes de impostos, juros, depreciações e amortizações) de cerca de R$ 95 milhões.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8507974684308316790-5126406118085124294?l=blogclaudemir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/feeds/5126406118085124294/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2009/12/neo-quimica-de-goias-agora-e-da.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/5126406118085124294'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/5126406118085124294'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2009/12/neo-quimica-de-goias-agora-e-da.html' title='Neo Quimica de Goiás agora é da Hypermarcas'/><author><name>Claudemir Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04356525684692930087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/SkPrIw2DvHI/AAAAAAAAAAg/zNIgDUEk1Rw/S220/Claudemir.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8507974684308316790.post-6448107255967346871</id><published>2009-11-29T07:43:00.000-08:00</published><updated>2009-11-29T08:06:48.741-08:00</updated><title type='text'>Uma viagem ao RJ - descoberta de USINA DE VALOR</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/SxKawRunx0I/AAAAAAAAABw/IDOA8vT5MTo/s1600/Usina+de+Valor.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 200px; height: 301px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/SxKawRunx0I/AAAAAAAAABw/IDOA8vT5MTo/s320/Usina+de+Valor.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5409556256608732994" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Na semana passada estava no aeroporto de Congonhas em SP, e como de hábito, vasculho a livraria em busca de alguma "pérola" de leitura para durante o vôo (faço isto há muito tempo e sempre se encontram boas leituras rápidas).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deparei com o livro USINA DE VALOR, de José Carlos Teixeira Moreira da Editora Gente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante muito tempo no marketing se busca a DIFERENCIAÇÃO como forma de vantagem competitiva, e isto em parte se deve a maneira como vemos a estratégia (veja uma postagem minha no blog).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, muitas vezes esquecemos de um conceito muito importante e que figura muitas vezes de forma muito "superficial" na literatura de marketing, que é a criação de VALOR.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Normalmente vemos que VALOR é uma equação que envolve o CUSTO e os BENEFÍCIOS percebidos pelos produtos ou serviços. Logo, VALOR é algo que o cliente nos empresta, e algo que sempre buscamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As propostas de VALOR cohecidas em literatura (MAIS POR MAIS, MAIS POR MENOS, O MESMO POR MAIS, etc), nos servem de guia para este exercício que considero tão importante quanto o BUYING PROCESS (vejam outra postagem no blog), porém nos falta um entendimento do ponto de vista DO CLIENTE (e não NO CLIENTE) como costumamos invariavelmente fazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois bem, a leitura do USINA DE VALOR, me trouxe novamente estes sentimentos perdidos, retornar a busca do verdadeiro conceito engendrado no VALOR para o cliente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O autor do livro é um expert em marketing industrial e nos brinda com uma boa análise sobre os conceitos fundamentais de VALOR (quase uma doutrinação) e também sobre a importância dele para a cadeia de valor dentro de modelos B2B (onde cada empresa participante do atendimento do cliente tem que se enxergar como "entregadora" de VALOR).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez devêssemos refletir sobre uma definição de VALOR que encontrei no livro:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;"O valor é uma grandeza capaz de juntar partes de um todo que faz sentido para uma pessoa em particular, porque deixa a sensação de que algo vale o que vale, porque induz um estado de realização, reconhecimento e bem-estar legítimo que adquire um significado perene para aquela pessoa".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora, se algo tem valor para uma pessoa (nosso público consumidor, afinal de contas), o preço é um mero detalhe, colocado, segundo as melhores pesquisas, em sétimo lugar nas suas prioridades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas você pode me questionar - preço é algo importante, veja a inundação de produtos de baixo custo, de genéricos em diversos mercados, etc., porém, vale a pena refletir que preço não agrega valor por si só, o cliente sempre busca ALGO MAIS para sua criação de valor (e isto vale para genéricos, caso contrário, as empresas não gastariam tanto em sua imagem institucional).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo para os consumidores de baixa renda, as questões de qualidade, de origem e de estatus de produtos são tão importantes quanto outros atributos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo, meus amigos, numa boa ESTRATÉGIA  de marketing, não vamos esquecer que DIFERENCIAR também ter que ser sinônimo de CRIAÇÃO DE VALOR para o consumidor, caso contrário, teremos sim, apenas mais um produto ou serviço que será descartado no mercado de forma muito rápida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ouso dizer (sem medo de errar!) que poderíamos gastar muito menos DINHEIRO agregando uma forma diferente de pensar sobre CONQUISTAR e MANTER clientes (e isto deve fazer parte dos projetos de SEGMENTAÇÃO DE QUALQUER EMPRESA) e fazermos esforços também para fazê-los sentir-se ORGULHOSOS de utilizar nosso serviço ou produto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que acham?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E quanto ao livro? Terminei a leitura neste final de semana, e é muito interessante para reflexão, pois como todos sabemos, o dia-a-dia de nosso trabalho nos faz muitas vezes perder o FOCO na origem de certas questões e problemas, e ficar somente aumentando o nosso esforço promocional com as marcas, que cada vez mais serão cobrados sobre um retorno esperado pelas empresas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8507974684308316790-6448107255967346871?l=blogclaudemir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/feeds/6448107255967346871/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2009/11/uma-viagem-ao-rj-descoberta-de-usina-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/6448107255967346871'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/6448107255967346871'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2009/11/uma-viagem-ao-rj-descoberta-de-usina-de.html' title='Uma viagem ao RJ - descoberta de USINA DE VALOR'/><author><name>Claudemir Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04356525684692930087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/SkPrIw2DvHI/AAAAAAAAAAg/zNIgDUEk1Rw/S220/Claudemir.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/SxKawRunx0I/AAAAAAAAABw/IDOA8vT5MTo/s72-c/Usina+de+Valor.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8507974684308316790.post-6596284040290730180</id><published>2009-11-19T17:11:00.001-08:00</published><updated>2009-11-19T17:27:53.717-08:00</updated><title type='text'>EAD - Cursos Gratuítos FGV</title><content type='html'>O Ensino a Distância (EAD) me parece uma ferramenta importante nos dias de hoje, particularmente pelos males da "vida moderna" com recursos escassos de tempo, pressão por resultados cada vez maior nas empresas, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A atualização profissional é uma condição "sine qua non" para manter a competitividade no mercado de trabalho, como também para aguçar a mente crítica, gerando influenciadores positivos para a sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu particularmente já participei de diversas experiências com cursos a distância, aproveitando a internet como meio de interação e ainda que o modelo precise de ajustes e de evolução, creio que já possibilita ampliar o conhecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E algumas entidades estão oferecendo cursos totalmente GRATUÍTOS, o que concilia a praticidade e flexibilidade dos cursos a distância e o ACESSO pelo valor de investimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Fundação Getúlio Vargas é uma das que oferecem alguns cursos neste sentido e que merecem ser visitados e seguidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ofereço o link abaixo para os que se interessarem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www5.fgv.br/fgvonline/cursosgratuitos.aspx&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um forte abraço e espero contribuir com a melhora do conhecimento e capacitação profissional.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8507974684308316790-6596284040290730180?l=blogclaudemir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/feeds/6596284040290730180/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2009/11/ead-cursos-gratuitos-fgv.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/6596284040290730180'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/6596284040290730180'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2009/11/ead-cursos-gratuitos-fgv.html' title='EAD - Cursos Gratuítos FGV'/><author><name>Claudemir Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04356525684692930087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/SkPrIw2DvHI/AAAAAAAAAAg/zNIgDUEk1Rw/S220/Claudemir.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8507974684308316790.post-8574883513135074138</id><published>2009-11-19T14:08:00.001-08:00</published><updated>2009-11-19T14:09:39.662-08:00</updated><title type='text'>Rede Pague Menos abre primeira loja no Amapá</title><content type='html'>A Pague Menos, rede de farmácias de origem cearense, acaba de inaugurar uma loja na cidade de Macapá (Amapá). Com investimento de R$ 1 milhão, serão gerados inicialmente 30 empregos diretos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Pague Menos soma hoje - 28 anos depois da abertura da primeira loja no bairro de Éllery, periferia de Fortaleza (CE) - 320 pontos em mais de 80 cidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O plano de expansão da rede prevê que 400 lojas estejam em funcionamento até o fim de 2012.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2008, o faturamento da empresa foi de R$ 1,55 bilhão. A previsão é chegar a R$ 2 bilhões em 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A estratégia é abrir em média 30 lojas por ano e preparar-se para, em 2012, faturar pelo menos R$ 3 bilhões e fazer a sua primeira oferta pública de ações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: DCI&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8507974684308316790-8574883513135074138?l=blogclaudemir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/feeds/8574883513135074138/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2009/11/rede-pague-menos-abre-primeira-loja-no.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/8574883513135074138'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/8574883513135074138'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2009/11/rede-pague-menos-abre-primeira-loja-no.html' title='Rede Pague Menos abre primeira loja no Amapá'/><author><name>Claudemir Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04356525684692930087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/SkPrIw2DvHI/AAAAAAAAAAg/zNIgDUEk1Rw/S220/Claudemir.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8507974684308316790.post-7168678326936485445</id><published>2009-11-17T10:57:00.001-08:00</published><updated>2009-11-17T10:58:08.037-08:00</updated><title type='text'>90% dos brasileiros querem entrega de medicamentos em domicílio</title><content type='html'>Em pesquisa realizada este ano pelo Ibope, com mais de 1.300 brasileiros das cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba, Fortaleza e Belém, 90% dos entrevistados classificaram a entrega de medicamentos em domicílio como muito importante, 8% como importante e apenas 2% avaliou como sendo um atributo sem importância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O dado impressiona pela comparação com outros itens avaliados, como por exemplo, a recarga de celulares dentro das farmácias que foi classificada como muito importante por 22% dos pesquisados. “O delivery só perde para o quesito de abertura das lojas 24 horas que foi considerado muito importante para 94% dos brasileiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fica claro que quando se trata de medicamentos a questão primeira é a garantia da disponibilidade do serviço em horário integral e, logo em seguida, o conforto e a segurança do recebimento em casa”, analisa Marcos Arede, diretor da Drogaria Onofre. Segundo Arede, a aceitação dos brasileiros ao serviço de delivery é excelente, basta analisar os números.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Drogaria Onofre foi pioneira na venda por telefone e Internet e hoje concentra 35% de seu faturamento nesse canal, o Onofre em Casa. Ao dia são entregues 8 mil encomendas em lares de todo o Brasil, com estoques locais em São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte e Vitória, no Espírito Santo. Drogaria Onofre - Fundada em 1934, a Drogaria Onofre conta com 34 unidades em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre e Vitória (ES).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com quase 30 mil itens ativos e cerca de 2 mil funcionários, a rede é pioneira em oferecer medicamentos a preços extremamente competitivos comercializando-os por telefone e Internet, criando um novo conceito: o Onofre em Casa, que repassa a economia de sua operação para os consumidores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Já em suas quatro MegaStores em São Paulo e uma em Porto Alegre, a Drogaria Onofre comercializa, além de medicamentos, grifes internacionais exclusivas de perfumaria e cosméticos e oferece serviços de saúde, como medição de pressão arterial, glicose, e tratamentos de beleza gratuitos, como massagem e limpeza de pele, entre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Revista Fator&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8507974684308316790-7168678326936485445?l=blogclaudemir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/feeds/7168678326936485445/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2009/11/90-dos-brasileiros-querem-entrega-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/7168678326936485445'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/7168678326936485445'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2009/11/90-dos-brasileiros-querem-entrega-de.html' title='90% dos brasileiros querem entrega de medicamentos em domicílio'/><author><name>Claudemir Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04356525684692930087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/SkPrIw2DvHI/AAAAAAAAAAg/zNIgDUEk1Rw/S220/Claudemir.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8507974684308316790.post-3293082507163989949</id><published>2009-11-15T16:26:00.001-08:00</published><updated>2009-11-15T16:41:57.834-08:00</updated><title type='text'>Oportunidades Disfarçadas - uma leitura agradável...</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/SwCfD1o7MrI/AAAAAAAAABo/Di0sQy9KoIk/s1600-h/oportunidades+disfar%C3%A7adas.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 286px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5404494441131750066" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/SwCfD1o7MrI/AAAAAAAAABo/Di0sQy9KoIk/s320/oportunidades+disfar%C3%A7adas.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Já postei por aqui que costumo ler 03 livros simultaneamente, e que gosto de compartilhar os que realmente julgo importantes.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;No caso do "Oportunidades Disfarçadas", creio que vale a pena compartilhar com vocês.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Do ponto de vista de marketing, a busca por oportunidades é uma constante. Hoje com a crise no desenvolvimento de novos produtos, a busca de oportunidades com os produtos existentes é um desafio tão grande quanto desenvolver algo inédito.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Na questão de gestão de pessoas, ou de equipes, também existem oportunidades imensas a serem trabalhadas, pois um ambiente propício a criatividade nas empresas é um fator de grande diferencial competitivo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Enfim, a leitura deste livro é altamente motivadora e também inspiradora. De certo modo, a leitura nos parece "contos" ou "causos" verídicos, onde as oportunidades que invariavelmente estavam a frente de todos, puderam ser aproveitadas e que se tornaram produtos, empresas ou executivos de sucesso ao redor do planeta.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Creio que muitos gerentes gerais, executivos, gerentes de produtos deveriam ler o livro, repensar um pouco a maneira de ver seus produtos, suas empresas e sobretudo, as pessoas que estão abaixo, ao lado, ao redor deles, pois isto fará a diferença na busca de oportunidades.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Vale a pena visita o site &lt;a href="http://www.oportunidadesdisfarcadas.com.br/"&gt;http://www.oportunidadesdisfarcadas.com.br/&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8507974684308316790-3293082507163989949?l=blogclaudemir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/feeds/3293082507163989949/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2009/11/oportunidades-disfarcadas-uma-leitura.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/3293082507163989949'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/3293082507163989949'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2009/11/oportunidades-disfarcadas-uma-leitura.html' title='Oportunidades Disfarçadas - uma leitura agradável...'/><author><name>Claudemir Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04356525684692930087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/SkPrIw2DvHI/AAAAAAAAAAg/zNIgDUEk1Rw/S220/Claudemir.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/SwCfD1o7MrI/AAAAAAAAABo/Di0sQy9KoIk/s72-c/oportunidades+disfar%C3%A7adas.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8507974684308316790.post-8737030136516279940</id><published>2009-11-11T07:36:00.000-08:00</published><updated>2009-11-11T07:39:10.718-08:00</updated><title type='text'>Medley  investe em reposicionamento</title><content type='html'>&lt;p align="left"&gt;&lt;span style="color: rgb(60, 116, 107);font-family:Arial;font-size:100%;"  &gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);font-family:Arial;font-size:100%;"  &gt;&lt;p align="justify"&gt;A Medley investiu R$ 20 milhões em sua nova campanha, que estreou no domingo (8) e que foi criada pela Fischer+Fala!.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;"Esse é um investimento histórico da marca que costumava anunciar de forma tímida e esporadicamente", comemorou Isabelle Perelmuter, vp de planejamento da agência. Há cerca de um ano e meio, a Fischer+Fala! tem feito o trabalho de marca do laboratório. "A gente vem trabalhando com eles na parte estratégica, de posicionamento de marca... Agora estamos tangibilizando o fruto desse trabalho", explicou Isabelle, que não economiza elogios para a parceria cliente e agência.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;A campanha é composta por dois filmes para TV, anúncios de página dupla para revistas, peças de rádio e materiais de PDV. O objetivo da comunicação é transformar o consumidor de genérico em consumidor da marca Medley. "Não temos como objetivo converter os consumidores de medicamentos em consumidores de genéricos, mas, dentro da categoria que é commodity, queremos gerar vínculo e pedido no nome da marca.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Esse é o grande desafio: colocar o consumidor como agente ativo do processo", falou Isabelle. Para alcançar tal objetivo, de acordo com a vp de planejamento da agência, a estratégia de comunicação levou em conta três premissas: a relação das pessoas com a saúde; o respeito ao DNA da marca, que é muito forte e ligado à qualidade de vida; e uma plataforma de comunicação com vida longa. "As pessoas não querem falar de saúde por isso temos de usar mais emoção na comunicação", contou.A partir das três premissas, a Fischer+Fala! desenvolveu a assinatura "Medley.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Para você, só o melhor". "Pode ser feita uma leitura múltipla: que a Medley tem o melhor produto; que é uma empresa que investe para viabilizar os genéricos; ou ainda que se o consumidor estiver bem, ótimo, mas se ele estiver mal, ele vai ficar bem com Medley", explicou Isabelle.A comunicação foca no conceito "Na hora de pedir genérico, seja específico". São dois filmes.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O "Específico Amigos" mostra que amigos são muito bons, mas o amigo de infância é ainda melhor. Na mesma linha, o "Específico ídolo" conta que astros são ótimos, mas o ícone de uma geração é muito melhor. A campanha fica no ar por um período de pouco mais de um mês. A Medley é líder brasileira em genéricos e foi comprada em abril deste ano pela multinacional francesa Sanofi-Aventis.&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Jornal Propaganda &amp;amp; Marketing&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8507974684308316790-8737030136516279940?l=blogclaudemir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/feeds/8737030136516279940/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2009/11/medley-em-reposicionamento.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/8737030136516279940'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/8737030136516279940'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2009/11/medley-em-reposicionamento.html' title='Medley  investe em reposicionamento'/><author><name>Claudemir Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04356525684692930087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/SkPrIw2DvHI/AAAAAAAAAAg/zNIgDUEk1Rw/S220/Claudemir.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8507974684308316790.post-3326775254735288936</id><published>2009-11-10T12:19:00.000-08:00</published><updated>2009-11-10T12:20:57.251-08:00</updated><title type='text'>Oportunidades para começar na área farmacêutica!</title><content type='html'>Sandoz abre 58 vagas de estágio em todo o País.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estão abertas as inscrições para o programa de estágio 2010 da farmacêutica Sandoz, multinacional que ocupa segundo lugar mundial na produção de medicamentos genéricos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São 58 vagas em treze cidades brasileiras: (30) Cambé - PR, (2) Belo Horizonte, (8) Rio de Janeiro, (6) São Paulo, (1) Vitória - ES, (1) Linhares – ES, (1) Goiânia - GO, (1) Campo Grande - MS, (2) Cuiabá -MT , (1) Fortaleza - CE, (3) Salvador, (1) Teresina - PI e (1) João Pessoa - PB.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podem concorrer estudantes do último ou penúltimo ano dos cursos de graduação em Administração, Economia, Contabilidade, Comércio Exterior, Engenharia Elétrica ou Produção, Farmácia, Química, Design Gráfico, Jornalismo, Marketing e Sistemas de Informação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A empresa oferece além da bolsa auxílio benefícios como Assistência Médica, Seguro de vida, alimentação e transporte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As inscrições vão até o dia 20/11 e estão disponíveis no site &lt;a href="http://www.sandoz.com.br/"&gt;www.sandoz.com.br&lt;/a&gt; na seção “Carreira”.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8507974684308316790-3326775254735288936?l=blogclaudemir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/feeds/3326775254735288936/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2009/11/oportunidades-para-comecar-na-area.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/3326775254735288936'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/3326775254735288936'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2009/11/oportunidades-para-comecar-na-area.html' title='Oportunidades para começar na área farmacêutica!'/><author><name>Claudemir Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04356525684692930087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/SkPrIw2DvHI/AAAAAAAAAAg/zNIgDUEk1Rw/S220/Claudemir.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8507974684308316790.post-4076478956190463580</id><published>2009-11-03T03:55:00.000-08:00</published><updated>2009-11-03T03:57:22.361-08:00</updated><title type='text'>Venda é ampliada nas farmácias - a batalha 2a parte!</title><content type='html'>Depois de alguns meses de discussão, o consumidor poderá continuar comprando alimentos e outros produtos, que não medicamentos ou cosméticos, nas farmácias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) conseguiu uma liminar na Justiça contra as novas regras da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que proibiam o livre acesso aos medicamentos — como ocorre hoje, com gôndolas espalhas pelas lojas —, além da comercialização de produtos sem fins específicos, como sorvetes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Anvisa informou que irá recorrer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A lei está prevista para entrar em vigor em fevereiro. A decisão valerá para as 28 redes conveniadas à associação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O processo ocorreu na 5ª Vara da Justiça Federal, por intermédio do juiz Paulo Ricardo de Souza Cruz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o presidente-executivo da Abrafarma, Sergio Mena Barreto, há normas estaduais para a comercialização de outros tipos de produtos, chamados de conveniência, em farmácias de alguns estados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em São Paulo, Rio de Janeiro, Acre e Roraima, por exemplo, há leis que regulamentam e determinam o que pode e o que não pode ser vendido. A medida da Anvisa, de acordo com Barreto, não seria, portanto, possível nessas regiões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Globo&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8507974684308316790-4076478956190463580?l=blogclaudemir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/feeds/4076478956190463580/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2009/11/venda-e-ampliada-nas-farmacias-batalha.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/4076478956190463580'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/4076478956190463580'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2009/11/venda-e-ampliada-nas-farmacias-batalha.html' title='Venda é ampliada nas farmácias - a batalha 2a parte!'/><author><name>Claudemir Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04356525684692930087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/SkPrIw2DvHI/AAAAAAAAAAg/zNIgDUEk1Rw/S220/Claudemir.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8507974684308316790.post-4151028686334210532</id><published>2009-10-30T05:04:00.001-07:00</published><updated>2009-10-30T05:05:24.186-07:00</updated><title type='text'>Brasil se aproxima do mercado europeu</title><content type='html'>&lt;a name="brasilaprox"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A qualidade dos medicamentos de baixo índice terapêutico produzidos no Brasil é o tema de worshop internacional, organizado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), em Brasília (DF), até a próxima quinta-feira (29).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dentre as principais discussões do encontro, está a harmonização das normas de inspeção nacionais para esse tipo de medicamento com as da União Européia.“É fundamental essa harmonização de normas para que a indústria nacional e os medicamentos produzidos em nosso país possam entrar no mercado europeu”, explica Marília Cunha, gerente geral de Inspeção da Anvisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As normas para sprays nasais, aerossóis, pós inalatórios e hormônios também fazem parte dos debates do workshop. Para o representante da Agência Européia de Medicamentos (Emea), Jean Pierre Reynier, para que os medicamentos de baixo índice terapêutico produzidos no Brasil entrem no mercado europeu, é preciso dividi-los em dois grupos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Os medicamentos comercializados antes de 2003 e que não foram avaliados pela Anvisa, como ocorre hoje, precisam ter um dossiê farmacêutico de qualidade comparável”, afirma Reynier.Já para os novos medicamentos que dispõe de um bom dossiê farmacêutico, o representante da Emea não crê na existência de nenhum problema para comercialização desses produtos no mercado europeu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A gente considera, hoje, que a Anvisa atingiu um nível de avaliação próximo do nosso”, diz Reynier.A única ressalva feita por Reynier foi a de que o Brasil ainda não faz parte da convenção PIC (Pharmaceutical Inspection Convention). Essa convenção é um instrumento de cooperação internacional que permite aos países signatários aceitarem as inspeções sanitárias realizadas por outros países membros do PIC como oficiais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro assunto tratado no workshop é a dificuldade de intercambialidade e de produção de genéricos para medicamentos de baixo índice terapêutico, sprays nasais, aerossóis, pós inalatórios e hormônios. Medicamentos de baixo índice terapêutico são aqueles que apresentam estreita margem de segurança, pois a dose terapêutica é próxima da tóxica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; (Portal Anvisa)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8507974684308316790-4151028686334210532?l=blogclaudemir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/feeds/4151028686334210532/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2009/10/brasil-se-aproxima-do-mercado-europeu.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/4151028686334210532'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/4151028686334210532'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2009/10/brasil-se-aproxima-do-mercado-europeu.html' title='Brasil se aproxima do mercado europeu'/><author><name>Claudemir Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04356525684692930087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/SkPrIw2DvHI/AAAAAAAAAAg/zNIgDUEk1Rw/S220/Claudemir.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8507974684308316790.post-7629441406767307138</id><published>2009-10-29T04:51:00.001-07:00</published><updated>2009-10-29T04:53:25.540-07:00</updated><title type='text'>Varejo farmacêutico mira a Bolsa de Valores</title><content type='html'>&lt;o:smarttagtype namespaceuri="urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" name="PersonName"&gt;&lt;/o:smarttagtype&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt; 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Impulsionado pela melhor distribuição de renda entre a população brasileira, o segmento manteve trajetória ininterrupta de expansão de vendas e agora, superado o pior momento da crise, analisa alternativas, como a abertura de capital, para manter o crescimento.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="clipcompletatexto"&gt;&lt;span style="border: 1pt solid white; padding: 0cm; background: white none repeat scroll 0% 0%; -moz-background-clip: border; -moz-background-origin: padding; -moz-background-inline-policy: continuous;"&gt;A lista de potenciais interessadas em iniciar a negociação de ações na Bolsa de Valores de São Paulo tem como principais &lt;st1:personname st="on"&gt;no&lt;/st1:personname&gt;mes as redes Pague Me&lt;st1:personname st="on"&gt;no&lt;/st1:personname&gt;s, Drogaria São Paulo e Droga Raia, líder, terceira e quinta maiores do setor, respectivamente, de acordo com ranking da Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma). A Drogasil, segunda maior do setor, é a única rede de varejo farmacêutico com capital aberto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É provável que outras empresas sigam a Drogasil na Bolsa em um prazo de até três a&lt;st1:personname st="on"&gt;no&lt;/st1:personname&gt;s. “Ainda não temos escala para abrir o capital, mas vamos manter &lt;st1:personname st="on"&gt;no&lt;/st1:personname&gt;sso ritmo de crescimento e acredito que possamos realizar um IPO em 2012", afirma o presidente da Pague Me&lt;st1:personname st="on"&gt;no&lt;/st1:personname&gt;s, Deusmar Queirós, referindo-se à Oferta Pública Inicial de ações (IPO na sigla em inglês). Para viabilizar a abertura de capital, explica o executivo, a Pague Me&lt;st1:personname st="on"&gt;no&lt;/st1:personname&gt;s já contratou a KPMG para fazer a auditoria dos balanços e a Ernst &amp;amp; Young para providenciar os ajustes necessários em relação às práticas de governança corporativa adotadas na companhia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com previsão de crescer aproximadamente 25% este a&lt;st1:personname st="on"&gt;no&lt;/st1:personname&gt;, a Pague Me&lt;st1:personname st="on"&gt;no&lt;/st1:personname&gt;s pretende fechar 2009 com faturamento de cerca de R$ 2 bilhões. Até 2012 o resultado deve se aproximar dos R$ 3 bilhões, projeta Queirós, não escondendo o otimismo em relação ao crescimento do mercado de varejo farmacêutico. "Os melhores réveillons da &lt;st1:personname st="on"&gt;no&lt;/st1:personname&gt;ssa vida ainda estão por vir", comemora. Mais "encorpada", a empresa teria condições de ingressar &lt;st1:personname st="on"&gt;no&lt;/st1:personname&gt; mercado como um ativo mais atrativo para os investidores, acredita Queirós.&lt;br /&gt;Droga Raia estuda IPO dentro de 24 ou 30 meses&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Droga Raia, quinta maior do setor, também visa abrir o capital. "Tendo uma visão conservadora, podemos dizer que o ingresso na Bolsa deve acontecer em algum momento &lt;st1:personname st="on"&gt;no&lt;/st1:personname&gt;s próximos &lt;st1:metricconverter productid="24 a" st="on"&gt;24 a&lt;/st1:metricconverter&gt; 30 meses", afirma o sócio da área de private equity da Gávea Investimentos, Piero Minardi. A Gávea, juntamente com a Pragma Patrimônio, adquiriu &lt;st1:personname st="on"&gt;no&lt;/st1:personname&gt; fim do a&lt;st1:personname st="on"&gt;no&lt;/st1:personname&gt; passado 30% da Droga Raia, companhia que já havia protocolado pedido de abertura de capital na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) &lt;st1:personname st="on"&gt;no&lt;/st1:personname&gt; final de 2007.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com Minardi, a presença exclusiva da Drogasil entre as empresas do setor listadas na Bolsa é explicada pelo perfil pulverizado do varejo farmacêutico &lt;st1:personname st="on"&gt;no&lt;/st1:personname&gt; Brasil. As maiores empresas nacionais possuem aproximadamente 300 lojas em operação, em um universo composto por mais de 50 mil pontos de venda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O processo de consolidação do setor ainda está &lt;st1:personname st="on"&gt;no&lt;/st1:personname&gt; início e, por isso, ainda não há &lt;st1:personname st="on"&gt;no&lt;/st1:personname&gt;vas empresas com capital aberto", explica Minardi. A Pague Me&lt;st1:personname st="on"&gt;no&lt;/st1:personname&gt;s, maior empresa do setor segundo a Abrafarma, possui me&lt;st1:personname st="on"&gt;no&lt;/st1:personname&gt;s de 6% de participação de mercado, segundo números divulgados pela própria empresa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A fragmentação do mercado é um dos atrativos para investimentos &lt;st1:personname st="on"&gt;no&lt;/st1:personname&gt; setor, destaca Minardi. A redução da informalidade, em decorrência da aplicação da substituição tributária &lt;st1:personname productid="em S￣o Paulo" st="on"&gt;em São Paulo&lt;/st1:personname&gt; e do início da implantação da &lt;st1:personname st="on"&gt;no&lt;/st1:personname&gt;ta fiscal eletrônica para medicamentos, é outro fator de estímulo a investimentos, seja por grupos especializados na compra de outras empresas, seja pelas grandes redes de varejo com atuação &lt;st1:personname st="on"&gt;no&lt;/st1:personname&gt; Brasil. "A formalização foi o ponto de partida para a consolidação do setor. E agora que esse movimento teve início, é difícil de ser interrompido", destaca o sócio da Gávea Investimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minardi acredita que o varejo farmacêutico possa caminhar para um processo de consolidação assim como ocorreu &lt;st1:personname st="on"&gt;no&lt;/st1:personname&gt; setor de distribuição de combustíveis. "O mercado de combustíveis é um espelho do que pode ser o varejo farmacêutico, apesar deste ser mais fragmentado", afirmou. A consolidação &lt;st1:personname st="on"&gt;no&lt;/st1:personname&gt; setor de combustíveis criou um grupo de grandes empresas formado por Petrobras, Ultra (detentora da marca Ipiranga), Shell, Cosan e Ale, que incorporaram redes como Esso, Texaco e Repsol, entre outras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O diretor de Marketing da Drogaria São Paulo, André Elias, acredita que os próximos meses podem ser intensos em relação a mudanças &lt;st1:personname st="on"&gt;no&lt;/st1:personname&gt; perfil do setor. "É um setor super aquecido, que já é observado por interessados há algum tempo e que apresenta expansão do profissionalismo", destacou. As vendas do setor &lt;st1:personname st="on"&gt;no&lt;/st1:personname&gt; primeiro semestre cresceram 25,25% em relação ao mesmo período do a&lt;st1:personname st="on"&gt;no&lt;/st1:personname&gt; passado e somaram R$ 6,14 bilhões, segundo a Abrafarma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por ter uma estrutura profissionalizada e ser uma das maiores do setor, a Drogaria São Paulo é uma das companhias que atrai interessados, ressalta Elias. "As possibilidades para a empresa são várias", afirmou, citando a abertura de capital e a prospecção de sócios como algumas das alternativas para a companhia. Recentemente, além da Droga Raia, que negociou parte de sua participação com a Gávea e com a Pragma, outra empresa do setor a receber aporte de investidores foi a Farmais, cujo controle foi adquirido pelo BTG Pactual &lt;st1:personname st="on"&gt;no&lt;/st1:personname&gt; final do mês passado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A redução da informalidade &lt;st1:personname st="on"&gt;no&lt;/st1:personname&gt; varejo farmacêutico promovida durante os últimos dois a&lt;st1:personname st="on"&gt;no&lt;/st1:personname&gt;s estimulou as grandes empresas do setor a intensificar a disputa por participação de mercado. Aproveitando-se do constante crescimento das vendas, as grandes redes aceleraram projetos de abertura de lojas e projetam crescer na casa dos dois dígitos em &lt;st1:metricconverter productid="2009, a" st="on"&gt;2009,  a&lt;/st1:metricconverter&gt; despeito da crise que afetou a eco&lt;st1:personname st="on"&gt;no&lt;/st1:personname&gt;mia mundial e brasileira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar do setor de varejo farmacêutico crescer &lt;st1:personname st="on"&gt;no&lt;/st1:personname&gt; País como um todo, são as grandes redes as principais vencedoras do mercado &lt;st1:personname st="on"&gt;no&lt;/st1:personname&gt;s últimos a&lt;st1:personname st="on"&gt;no&lt;/st1:personname&gt;s. Esse movimento foi estimulado pela aplicação da substituição tributária &lt;st1:personname productid="em S￣o Paulo" st="on"&gt;em São Paulo&lt;/st1:personname&gt;, ocorrida em fevereiro de 2008, e pela implantação da &lt;st1:personname st="on"&gt;no&lt;/st1:personname&gt;ta fiscal eletrônica para medicamentos principalmente a partir do a&lt;st1:personname st="on"&gt;no&lt;/st1:personname&gt; passado. "Com essas mudanças, muitas empresas que antes não pagavam impostos precisaram se adequar", destaca o diretor geral e de Relações com Investidores da Drogasil, Cláudio Roberto Ely.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="clipcompletatexto"&gt;&lt;span style="border: 1pt solid white; padding: 0cm; background: white none repeat scroll 0% 0%; -moz-background-clip: border; -moz-background-origin: padding; -moz-background-inline-policy: continuous;"&gt;&lt;br /&gt;Grandes &lt;st1:personname productid="em vantagem￼￼O" st="on"&gt;em vantagem&lt;br /&gt;&lt;/st1:personname&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="clipcompletatexto"&gt;&lt;span style="border: 1pt solid white; padding: 0cm; background: white none repeat scroll 0% 0%; -moz-background-clip: border; -moz-background-origin: padding; -moz-background-inline-policy: continuous;"&gt;&lt;st1:personname productid="em vantagem￼￼O" st="on"&gt;&lt;br /&gt;O&lt;/st1:personname&gt; combate à informalidade afetou principalmente as pequenas e médias empresas, na visão do diretor de Marketing da Drogaria São Paulo, André Elias. "O resultado é que as principais redes levaram vantagem e conseguiram ganhar parcela do mercado", afirmou. De acordo com estimativas da Abrafarma, a participação de mercado das principais empresas do setor (associadas à entidade), que era de aproximadamente 30% três a&lt;st1:personname st="on"&gt;no&lt;/st1:personname&gt;s atrás, saltou para aproximadamente 50%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dados da entidade e da consultoria IMS Health apontam que enquanto a receita das associadas à Abrafarma cresceu 25,25% &lt;st1:personname st="on"&gt;no&lt;/st1:personname&gt; primeiro semestre a taxa de crescimento do setor como um todo tem oscilado na casa de 10%, pressionada negativamente pela baixa expansão das empresas me&lt;st1:personname st="on"&gt;no&lt;/st1:personname&gt;res. Por isso, as redes acreditam que esse é o momento apropriado para mirar uma maior participação de mercado e decidiram manter os investimentos previstos para 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Líder de um mercado dominado principalmente por redes paulistas, a cearense Pague Me&lt;st1:personname st="on"&gt;no&lt;/st1:personname&gt;s prevê crescer aproximadamente 25% este a&lt;st1:personname st="on"&gt;no&lt;/st1:personname&gt; e alcançar um faturamento de cerca de R$ 2 bilhões. Para tanto, a companhia já abriu 20 lojas e deve abrir outras 20 unidades até o final do a&lt;st1:personname st="on"&gt;no&lt;/st1:personname&gt;, o que elevará o número total da rede para aproximadamente 340 pontos de venda - já incluídas unidades reformadas. O investimento médio para a abertura de cada unidade é estimado em R$ 1 milhão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A vice-líder Drogasil, única empresa do setor com ações listadas na Bolsa de Valores de São Paulo, também pretende chegar a dezembro com 40 &lt;st1:personname st="on"&gt;no&lt;/st1:personname&gt;vos pontos de venda. Ao final deste a&lt;st1:personname st="on"&gt;no&lt;/st1:personname&gt; a rede deve ter aproximadamente 290 unidades, das quais 30 reformadas este a&lt;st1:personname st="on"&gt;no&lt;/st1:personname&gt; e até seis unidades ampliadas desde janeiro. Terceira maior rede do País, a Drogasil São Paulo vai inaugurar aproximadamente 25 lojas este a&lt;st1:personname st="on"&gt;no&lt;/st1:personname&gt; e reformar outras 30, alcançando cerca de 250 unidades ao final de 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="clipcompletatexto"&gt;&lt;span style="border: 1pt solid white; padding: 0cm; background: white none repeat scroll 0% 0%; -moz-background-clip: border; -moz-background-origin: padding; -moz-background-inline-policy: continuous;"&gt;Presença pulverizada&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="clipcompletatexto"&gt;&lt;span style="border: 1pt solid white; padding: 0cm; background: white none repeat scroll 0% 0%; -moz-background-clip: border; -moz-background-origin: padding; -moz-background-inline-policy: continuous;"&gt;&lt;br /&gt;A estratégia de expansão da cada rede mostra que há espaço para crescimento nesse mercado. A Pague Me&lt;st1:personname st="on"&gt;no&lt;/st1:personname&gt;s, explica o presidente da rede, Deusmar Queirós, decidiu manter uma presença pulverizada, com a abertura de &lt;st1:personname st="on"&gt;no&lt;/st1:personname&gt;vos pontos desde grandes centros, como a capital paulista, até cidades me&lt;st1:personname st="on"&gt;no&lt;/st1:personname&gt;res como Araguaina (TO). A Drogasil optou por consolidar as operações nas regiões onde já atua, apesar de não descartar o ingresso em &lt;st1:personname st="on"&gt;no&lt;/st1:personname&gt;vos mercados. A Drogaria São Paulo também irá reforçar presença &lt;st1:personname st="on"&gt;no&lt;/st1:personname&gt;s estados e regiões onde já opera unidades, segundo Elias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O bom momento do setor reflete nas condições de financiamento oferecidas às redes. "Dinheiro não falta. Hoje não posso abrir mais lojas porque não há mão de obra qualificada disponível", destaca Queirós, da Pague Me&lt;st1:personname st="on"&gt;no&lt;/st1:personname&gt;s. A rede deve gerar mais de 1 mil empregos este a&lt;st1:personname st="on"&gt;no&lt;/st1:personname&gt;, mas, para isso, precisa treinar a equipe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ely, da Drogasil, confirma a preocupação em preparar os &lt;st1:personname st="on"&gt;no&lt;/st1:personname&gt;vos funcionários. "Há dificuldade em encontrar mão de obra devido à qualidade de serviço que exigimos", destacou. A Drogasil contratou uma empresa especializada para localizar e indicar pessoas com os perfis desejados pela companhia, que depois ainda passam por treinamento próprio da rede.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="clipcompletatexto"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;a name="linkComp19119200"&gt;&lt;span class="clipcorpo1"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="border: 1pt solid white; padding: 0cm;font-family:&amp;quot;;font-size:11pt;"  &gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="clipcompletafonte1"&gt;&lt;span style="background: white none repeat scroll 0% 0%; -moz-background-clip: border; -moz-background-origin: padding; -moz-background-inline-policy: continuous;font-size:10pt;" &gt;Agência Estado&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="clipcorpo1"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="clipcompletatexto"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="border: 1pt solid white; padding: 0cm; background: white none repeat scroll 0% 0%; -moz-background-clip: border; -moz-background-origin: padding; -moz-background-inline-policy: continuous;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8507974684308316790-7629441406767307138?l=blogclaudemir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/feeds/7629441406767307138/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2009/10/varejo-farmaceutico-mira-bolsa-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/7629441406767307138'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/7629441406767307138'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2009/10/varejo-farmaceutico-mira-bolsa-de.html' title='Varejo farmacêutico mira a Bolsa de Valores'/><author><name>Claudemir Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04356525684692930087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/SkPrIw2DvHI/AAAAAAAAAAg/zNIgDUEk1Rw/S220/Claudemir.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8507974684308316790.post-7315540241365791830</id><published>2009-10-28T13:45:00.000-07:00</published><updated>2009-10-28T13:47:03.144-07:00</updated><title type='text'>Medicamentos similares em xeque até 2014</title><content type='html'>Principal concorrente dos genéricos, os medicamentos similares enfrentam grande resistência da indústria farmacêutica e muitos produtos poderão desaparecer do mercado nos próximos cinco anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É que a categoria tem até 2014 para apresentar junto à Anvisa duas provas de segurança para o usuário: a de bioequívalência, que assegura que os remédios são equivalentes aos originais; e o de biodisponibilídade, que indica a rapidez e eficácia da atuação do princípio ativo no organismo.&lt;br /&gt;"O genérico é o único que pode substituir a receita médica, fora disso está fora da legalidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se o consumidor sai da farmácia sem o produto indicado isso é um problema de fiscalização", reclama o presidente da Pró-Genéricos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo ele, a legislação brasileira que regula a atividade farmacêutica moderna mas precisa ser cumprida pêlos órgãos responsáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A reivindicação tem um motivo importante. Para ser comercializado, os medicamentos genéricos precisam ser, oficialmente, 35% mais baratos que os remédios de referência, sendo que a média nos preços chega a ser 50% menor. E os produtos similares são comercializados com valores ainda mais baixo que os genéricos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O medicamento similar é tão importante para a história e consolidação da indústria farmacêutica quanto os genéricos", afirma Waldir Eschberger Júnior, vice-presidente de mercado da EMS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Crise:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O momento é tão bom para o segmento genérico que até mesmo a crise econômica que abalou negócios em todo o mundo é apontada como benéfica para a categoria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Preocupados com a situação financeira no país, os consumidores procuraram produtos mais baratos no mercado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A crise não nos afetou. Muito pelo contrario, ela fortaleceu nos -sã categoria devido à busca por medicamentos genéricos", avalia Cavalcante, da Medley.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Brasil Econômico&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8507974684308316790-7315540241365791830?l=blogclaudemir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/feeds/7315540241365791830/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2009/10/medicamentos-similares-em-xeque-ate.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/7315540241365791830'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/7315540241365791830'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2009/10/medicamentos-similares-em-xeque-ate.html' title='Medicamentos similares em xeque até 2014'/><author><name>Claudemir Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04356525684692930087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/SkPrIw2DvHI/AAAAAAAAAAg/zNIgDUEk1Rw/S220/Claudemir.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8507974684308316790.post-3636731719531029450</id><published>2009-10-28T05:14:00.000-07:00</published><updated>2009-10-28T05:18:21.582-07:00</updated><title type='text'>A nova CPMF da saúde</title><content type='html'>O texto da nova CPMF é abstrato e permite que estado e Tribunais de Contas façam interpretações própriasEm apoio ao Fórum Permanente em Defesa do Empreendedor, a Anefac se alinha ao manifesto do Sescon-SP, de seu presidente José Maria Chapina Alcazar, também se posicionando contra a volta da nova CPMF, agora intitulada CSS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de uma década pagando essa taxa absurda, agora estamos correndo o risco da obrigatoriedade de cooperar com essa nova contribuição para saúde, verba essa que teoricamente é responsabilidade do Governo Federal e dos estados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nossa associação entende que esse assunto faz suscitar outro tão importante quanto: o descumprimento da regulamentação da Emenda 29 da nossa Constituição, aprovada em 2000.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao contrário da CPMF, que tinha caráter provisório, a CSS será permanente, com alíquota de 0,1% e destinada exclusivamente para a área da saúde.O tributo não será cobrado de aposentados, pensionistas e trabalhadores que recebem até R$ 3.038,00 por mês, mas obriga os estados a gastarem 12%, e os municípios, 15%, de suas receitas com a saúde, em resumo, a contribuição vai incidir sobre as movimentações financeiras e proporcionar a arrecadação de aproximadamente R$ 12 bilhões anuais para a saúde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, o texto da nova CPMF é abstrato e permite que estado e Tribunais de Contas façam interpretações próprias e consigam desviar essas verbas e, revoltantemente, não sejam punidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em resposta a isso, o Ministério da Saúde resolveu eliminar tudo aquilo que não era ligado ao Sistema Único de Saúde das prestações de contas e constatou que a maioria dos estados não cumpre a Constituição.Dos 27 governadores, 16 aplicaram menos que os 12% obrigatórios, omitindo outras despesas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trata-se de uma obrigação que nem todos os estados estão cumprindo no momento em que não demonstraram transparência em seus balanços e deixaram de contabilizar gastos que não foram propriamente destinados à saúde pública.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma regulamentação desta MP através de um projeto de lei, que está desde 2002 tramitando, define as despesas que são enquadradas na rubrica saúde, e as punições que permitiriam até à União reter as verbas de quem não cumprisse esta obrigação, e/ou uma intervenção, além de os governantes responderem por crime de responsabilidade civil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse projeto de lei define o que exatamente é investimento em saúde e descarta o que não é. Já o Ministério da Saúde sustenta que, com a aprovação do novo imposto, poderá aumentar o valor pago por procedimentos do SUS, ampliar equipes de saúde da família e o número de Unidades de Pronto Atendimento (UPA) e de Serviços de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além da absurda demora na tramitação da MP, o Conselho Nacional de Saúde, ligado ao Ministério da Saúde, aprovou uma resolução com os mesmos termos do projeto de lei. O texto infelizmente não tem força de lei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro descaso, desta vez do Governo Federal: segundo o Ministério Público Federal, o próprio Ministério da Saúde, que também tem investimentos em saúde pública fixados pela constituição, deixou de aplicar R$ 5,48 bilhões entre 2001 e 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais uma questão que causa revolta na sociedade, é o fato de que 16 estados deixaram de aplicar R$ 3,6 bilhões na saúde dos brasileiros em 2007. Já em 2009, apenas 4,29% dos investimentos previstos foram feitos até agora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso quer dizer que dos R$ 3,7 bilhões autorizados para investimentos da saúde este ano, foram empenhados apenas R$ 387,7 milhões (10,47%), com pagamento de R$ 158,7 milhões (4,29%).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode-se dizer que a Saúde gastou efetivamente este ano 56,92% do seu orçamento, fixado em R$ 59,77 bilhões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar da crise internacional, a pasta da Saúde teve a aprovação de um crédito suplementar este ano de R$ 252,4 milhões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desse total, foram empenhados (para futuro pagamento) R$ 37,46 bilhões, tendo sido efetivamente pagos R$ 34 bilhões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim sendo, a CSS é um grande nó na votação do projeto de regulamentação da Emenda 29. Ainda que seu texto base já tenha sido aprovado, uma evidência do DEM, que retira do documento a possibilidade de criação do novo imposto, emperra a conclusão da votação da nova CPMF desde o ano passado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Anefac apoia qualquer manifestação avessa a essas impunidades e, como o presidente do Sescon-SP e demais entidades participantes do Fórum Permanente em Defesa do Empreendedor, acredita que o hábito de dialogar frequentemente com a sua consultoria contábil é outra prática que precisa ser resgatada pelas empresas, lembrando a importância da união do setor produtivo contra ameaças do momento como o projeto que cria um imposto nos moldes da felizmente exterminada CPMF.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="linkComp19218859"&gt;Artigo: &lt;/a&gt;( DCI )  Carlos Roberto Matavelli é presidente da Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8507974684308316790-3636731719531029450?l=blogclaudemir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/feeds/3636731719531029450/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2009/10/nova-cpmf-da-saude.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/3636731719531029450'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/3636731719531029450'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2009/10/nova-cpmf-da-saude.html' title='A nova CPMF da saúde'/><author><name>Claudemir Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04356525684692930087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/SkPrIw2DvHI/AAAAAAAAAAg/zNIgDUEk1Rw/S220/Claudemir.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8507974684308316790.post-8538716771942884457</id><published>2009-10-27T05:07:00.001-07:00</published><updated>2009-10-27T05:08:10.852-07:00</updated><title type='text'>Rastreamento de remédios</title><content type='html'>&lt;a name="tiiii"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A implantação do sistema nacional de rastreamento de medicamentos tem movimentado os fornecedores de tecnologia para a indústria farmacêutica. De acordo com lei sancionada em janeiro deste ano, que cria o Sistema Nacional de Controle de Medicamentos, as fabricantes têm até o começo de 2010 para se adequar ao sistema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A paulistana Active, especializada em sistemas de automação e informatização, já trabalha com dois laboratórios: Biolab e Aché. A empresa espera vender, em 2010, cerca de R$ 3 milhões em softwares que permitam que cada caixa de remédio passe a ser identificada por um número de série. Esse valor é quase metade do que a Active deve faturar neste ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na avaliação do diretor da companhia, Márcio Moreti, o investimento em programas representará só 10% do que os laboratórios terão que desembolsar. Ele estima que cada linha de produção pode exigir investimentos de até R$ 500 mil. E ele lembra que alguns laboratórios possuem dezenas de linhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Indefinições&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra empresa que fornecerá serviços para o rastreamento de medicamentos é a Siemens IT Solutions and Services, divisão de serviços de TI da Siemens. A companhia trará ao país a tecnologia que já utiliza na Europa, onde a identificação da produção pode custar, por linha, entre 300 mil a 1 milhão de euros, segundo o gerente demarketing da Siemens IT, Fernando Simões. A empresa, porém, não diz quanto cobrará pelo serviço no país, uma vez que ainda há poucas definições técnicas sobre o padrão do sistema nacional de rastreamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar da proximidade do prazo final para a adequação da indústria, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ainda não fixou os detalhes técnicos do sistema. Por meio de nota, a Anvisa informa apenas que a escolha da tecnologia está em fase de finalização e que a implantação começa a partir do próximo ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por enquanto, a única certeza dos laboratórios é que um tipo de código de barras em duas dimensões será utilizado nas embalagens. Questionado sobre o assunto, o Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos no Estado de São Paulo (Sindusfarma), entidade que reúne 114 empresas e 80% da produção de medicamentos no Brasil, informou que no momento não se pronunciará sobre o sistema “por estar analisando e discutindo com seus associados algumas questões operacionais relativas à sua implementação”.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8507974684308316790-8538716771942884457?l=blogclaudemir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/feeds/8538716771942884457/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2009/10/rastreamento-de-remedios.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/8538716771942884457'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/8538716771942884457'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2009/10/rastreamento-de-remedios.html' title='Rastreamento de remédios'/><author><name>Claudemir Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04356525684692930087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/SkPrIw2DvHI/AAAAAAAAAAg/zNIgDUEk1Rw/S220/Claudemir.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8507974684308316790.post-9222447707653821177</id><published>2009-10-26T05:26:00.000-07:00</published><updated>2009-10-26T10:17:41.096-07:00</updated><title type='text'>Workshop sobre o papel estratégico da área de RH na Indústria Farmacêutica</title><content type='html'>Dias 27 e 28 de outubro de 2009 - Hotel Mercure – Vila Olímpia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acompanhando as mudanças que continuam acontecendo na área organizacional das empresas, o Sindicado da Indústria de Produtos Farmacêuticos no Estado de São Paulo (Sindusfarma) realiza, nos próximos dias 27 e 28 de outubro, um workshop sobre o papel estratégico da área de RH na Indústria Farmacêutica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Destinado aos Gestores de Recursos Humanos, Consultores em Gestão de Pessoas e Profissionais de Recursos Humanos interessados em ampliar o entendimento da importância do gerenciamento do capital humano, este workshop inclui a apresentação de módulos que abordam todas as etapas do processo de gestão de pessoas, como Gestão Estratégica de Pessoas; Contratação e Retenção de Talentos; Planejamento e Avaliação de Desempenho; Planejamento da Carreira e Desenvolvimento; Gestão de Competências e Comportamentos; Gestão de Avaliação do Capital Humano; Remuneração Estratégica; e Clima e Ambiente Organizacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ministrado por dois especialistas com larga experiência no mercado, Felipe Westin e Renato Paiva, este workshop vai apresentar as melhores práticas relativas a gerenciamento estratégico e operacional da área de RH e como estas práticas podem levar uma empresa à excelência organizacional, obtendo resultados superiores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A área de RH, além de atuar como parceira nos negócios, agora também tem a grande responsabilidade pela gestão estratégica das pessoas, atraindo, retendo e desenvolvendo os profissionais mais preparados para as posições certas”, afirma Arnaldo Pedace, coordenador do workshop e gerente da área de Relações Trabalhistas e Sindicais do Sindusfarma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dias 27 e 28 de outubro de 2009, das 8h às 17h, no Hotel Mercure , Rua Santa Justina, 210 – Vila Olímpia - Estacionamentos no local . Informações e inscrições: Vanessa Vicente (11) 3897-90779 – &lt;a href="mailto:vanessa@sindusfarma.org.br"&gt;vanessa@sindusfarma.org.br&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Organização do evento: Sindusfarma: Sindicato da Indústria de Produtos&lt;br /&gt;Farmacêuticos no Estado de São Paulowww.sindusfarma.org.br&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8507974684308316790-9222447707653821177?l=blogclaudemir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/feeds/9222447707653821177/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2009/10/workshop-sobre-o-papel-estrategico-da.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/9222447707653821177'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/9222447707653821177'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2009/10/workshop-sobre-o-papel-estrategico-da.html' title='Workshop sobre o papel estratégico da área de RH na Indústria Farmacêutica'/><author><name>Claudemir Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04356525684692930087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/SkPrIw2DvHI/AAAAAAAAAAg/zNIgDUEk1Rw/S220/Claudemir.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8507974684308316790.post-7758239048637724684</id><published>2009-10-21T08:27:00.000-07:00</published><updated>2009-10-21T08:29:37.853-07:00</updated><title type='text'>Exposição com videogame gigante simula prevenção e tratamento de doenças epidêmicas</title><content type='html'>Pela primeira vez na América, a exposição francesa “Epidemik: o impacto das epidemias na sociedade ao longo dos séculos” será aberta ao público carioca nesta terça-feira (20/10), apresentando como principal atração um gigantesco videogame de 270 metros quadrados com situações simuladas de crises epidêmicas para mais de 40 jogadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No jogo, os participantes enfrentarão situações reais ou fictícias nas quais terão de interagir.Os cenários propostos são gripe aviária em Cingapura, ataque biológico terrorista em Nova York, malária e aids na África e na Ásia e dengue no Rio de Janeiro – este especialmente desenvolvido para o Brasil, com conteúdo e iconografia preparados por técnicos e cientistas da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Epidemik original, montada há um ano no museu de La Cité des Sciences e de l’Industrie de la Villette, na capital francesa, recebeu até hoje mais de 300 mil visitantes, em sua maioria estudantes. Desenvolvido pela empresa Stratosphère, o jogo começa quando o visitante da exposição pisa no tabuleiro e recebe uma aura colorida individual projetada no chão, que o acompanha por toda a simulação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A luz colorida muda à medida que o jogador adota precauções ou providências para o tratamento do seu estado de saúde, sempre orientado por informações projetadas numa tela gigante. Vinte monitores auxiliarão os participantes durante o jogo, que também é acessível a cadeirantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Totalmente gratuita, a exposição é dirigida à população em geral, principalmente aos jovens estudantes.“A Epidemik faz parte do Ano da França no Brasil e é a primeira vez que é apresentada fora da França”, diz a coordenadora executiva da exposição, Cristina Moscardi, da empresa Sanofi-Aventis, maior indústria farmacêutica europeia e parceira da Fiocruz na iniciativa. “É importante destacar que a exposição no Rio ocorre simultaneamente à que está montada no La Cité, e que, além da dengue, outra novidade brasileira é o filme sobre o centenário da descoberta do mal de Chagas, também exibido na exposição”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A antropóloga Gisele Capel, da Fiocruz e curadora da Epidemik, enfatiza outro aspecto: “Conseguimos montar no Brasil uma exposição multimídia de alta tecnologia, que vai capacitar técnicos brasileiros no que existe de mais avançado no mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As equipes francesas e brasileiras envolvidas estão numa cooperação efetiva, raramente vista em casos semelhantes”.A Epidemik já ocupa a área de mais de 1.200 metros quadrados, dividida em dois blocos, com pé direito de seis metros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro bloco aborda a história milenar dos homens e das epidemias e faz uma retrospectiva do tema desde o período Neolítico, passando pela Antiguidade, a Idade Média e a Revolução Industrial, até os dias atuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A proposta é discutir as condições que favoreceram o surgimento das epidemias, os meios que foram utilizados para combatê-las e o impacto que tiveram sobre a vida das populações. Obras de artistas franceses servem de fio condutor para traçar uma linha do tempo e situar as diferentes epidemias ao longo dos séculos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obras brasileiras do acervo do Itamaraty, do Instituto Moreira Salles, da Fiocruz e do Instituto Butantan destacam momentos marcantes da história das epidemias no país. O videogame coletivo é o destaque do segundo bloco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A exposição “Epidemik: o impacto das epidemias na sociedade ao longo dos séculos” estará aberta ao público, com entrada franca, entre 20 de outubro e 24 de novembro, no Centro Cultural da Ação da Cidadania, à Avenida Barão de Tefé, 75, na Saúde, na zona portuária do Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O horário de visitação é de 8h30m às 19h30m e as visitas escolares podem ser agendadas pelo telefone (21) 3865-2128, das 9h às 17h.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8507974684308316790-7758239048637724684?l=blogclaudemir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/feeds/7758239048637724684/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2009/10/exposicao-com-videogame-gigante-simula.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/7758239048637724684'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/7758239048637724684'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2009/10/exposicao-com-videogame-gigante-simula.html' title='Exposição com videogame gigante simula prevenção e tratamento de doenças epidêmicas'/><author><name>Claudemir Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04356525684692930087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/SkPrIw2DvHI/AAAAAAAAAAg/zNIgDUEk1Rw/S220/Claudemir.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8507974684308316790.post-5558954877128514443</id><published>2009-10-20T05:46:00.000-07:00</published><updated>2009-10-20T05:49:11.698-07:00</updated><title type='text'>O custo de envelhecer</title><content type='html'>A população mundial está envelhecendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que haja 2 bilhões de idosos no mundo em 2025. Em 2000 havia 605 milhões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 15 anos o Brasil será o sexto país no mundo em número de idosos. Será que estamos preparados para isso?Todos podemos adoecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse risco é alto no primeiro ano de vida, declina na infância e cresce com a idade, especialmente a partir dos 50 anos. Estudos em países da União Europeia mostram que os gastos aumentam mais de dez vezes para indivíduos acima de 70 anos, em relação aos gastos com pessoas entre 5 e 19 anos. No Japão a história se repete: os gastos per capita em saúde para pessoas com mais de 75 anos são 7,5 vezes maiores do que para os jovens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil, os gastos com a saúde dos idosos são mais de seis vezes maiores do que na infância. No entanto, é muito comum vermos consumidores reclamando que, ao completarem 60 anos de idade, têm as suas mensalidades dos planos de saúde reajustadas em valores exorbitantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que será? O sistema de planos de saúde funciona por mutualismo. As operadoras administram a arrecadação do pagamento das mensalidades e indenizam aqueles que precisaram fazer uso dos serviços médicos cobertos pelo plano naquele período.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se o idoso utiliza mais o seu plano e, portanto, o risco médio de sua faixa etária é maior, compreende-se por que ele deve pagar uma mensalidade maior. A lei dos planos de saúde reconhece esse fato e permite que se discriminem as mensalidades dos beneficiários por faixas etárias, e exclusivamente por estas, mas isso não ocorre livremente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A regulação que rege as operadoras de planos de saúde estabelece regras para a diferença de preços por faixa etária. São admitidas dez faixas etárias, o preço da última não pode ser maior do que seis vezes o da primeira e a variação da sétima para a décima não pode ser maior do que a variação entre a primeira e a sétima. Para as faixas intermediárias não há regras e os reajustes podem ser feitos nas mudanças de cada faixa ou de uma só vez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como a variação de custos entre a primeira e última faixa etária é maior do que seis vezes, o equacionamento exige que algumas gerações subsidiem outras. Para respeitar as regras de preço e o necessário equilíbrio econômico-financeiro as operadoras cobram um pouco mais do que o risco (custo médio) das faixas abaixo dos 59 anos e menos do que o risco (custo médio) dos idosos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, jovens pagam mais que o risco médio de sua faixa etária e os idosos, menos, com os mais jovens subsidiando os mais idosos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse mecanismo, no entanto, causa um problema: os mais jovens, percebendo essa diferença, optam por não contratar planos de saúde, havendo, assim, menor número de beneficiários entre a população mais jovem do que haveria se o prêmio correspondesse ao risco de cada faixa etária. Essa "fuga dos mais jovens" reduz o valor que é transferido entre gerações para subsidiar os planos dos mais idosos, o que eleva o seu custo para todos. A consequência é que permanecem ou aderem ao plano os idosos e as pessoas que mais precisam dos serviços de assistência à saúde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estudo recente mostra que os porcentuais de reajuste nas três últimas faixas etárias (a partir do 44 anos), calculados conforme a regulação, são, de fato, altos. Algumas operadoras dispensam os reajustes intermediários e concentram toda a variação na passagem dos 58 para os 59 anos, o que resulta em elevado porcentual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não obstante o descontentamento que provoca, essa prática é benéfica para o consumidor. Pela ótica financeira, o consumidor que tem seu plano reajustado segundo a regulação, porém concentrando o reajuste na última faixa etária, deixa de gastar boa parte da mensalidade durante dez anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse valor aplicado mensalmente em caderneta de poupança acumularia valor suficiente para pagar 40 mensalidades do plano de saúde após os 60 anos. Nesse modelo ganham os beneficiários e os planos de saúde, que mantêm mais beneficiários jovens em suas carteiras e, com isso, têm os custos mais diluídos.Acontece que nem todos detêm essa informação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de constar em lei e em contratos, o reajuste por faixa etária tem sido objeto de inúmeros processos judiciais. Entretanto, cabe abordar a repercussão econômico-financeira de decisões que superem regras pactuadas ou que alterem os parâmetros previamente estabelecidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As operadoras, para comercializarem um produto, têm de realizar os cálculos atuariais para comprovarem a capacidade de honrar o compromisso de garantir a assistência ao beneficiário no longo prazo. As empresas que concentram o reajuste na última faixa etária - o que não é vedado pelas normas - o fazem com base nesses cálculos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Decisões judiciais que não sigam estritamente o que foi previsto no contrato alteram o equilíbrio econômico-financeiro, podendo mesmo ameaçar a solvência da operadora.O cenário para gastos em saúde é de comprometimento cada vez maior da renda, tanto a de impostos como a dos indivíduos, para suprir as necessidades de assistência à saúde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Incentivar um comportamento prudente da população e apresentar as alternativas para o planejamento financeiro de longo prazo faz parte da mudança cultural necessária para enfrentar as mudanças no padrão de consumo decorrente do crescimento das despesas médico-hospitalares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O brasileiro, que se criou na cultura inflacionária, tem arraigada a cultura do ganhar para gastar na mesma hora. Porém o cenário econômico mudou e este novo momento exige uma mudança cultural da população para planejar as suas rendas e despesas no longo prazo, tornar-se mais responsável pela suas ações e se preparar para a aposentadoria, quando a renda diminui e os gastos crescem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;José Cechin, superintendente executivo do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), foi ministro de Estado da Previdência e Assistência Social&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8507974684308316790-5558954877128514443?l=blogclaudemir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/feeds/5558954877128514443/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2009/10/o-custo-de-envelhecer.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/5558954877128514443'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/5558954877128514443'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2009/10/o-custo-de-envelhecer.html' title='O custo de envelhecer'/><author><name>Claudemir Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04356525684692930087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/SkPrIw2DvHI/AAAAAAAAAAg/zNIgDUEk1Rw/S220/Claudemir.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8507974684308316790.post-2409799335958919257</id><published>2009-10-20T05:44:00.000-07:00</published><updated>2009-10-20T05:46:19.783-07:00</updated><title type='text'>Para a Sanofi, ainda há espaço para compras no País</title><content type='html'>A francesa Sanofi-Aventis identifica muito espaço para crescer no Brasil, mesmo depois da compra em abril do laboratório Medley, maior fabricante de genéricos do País - um negócio de R$ 1,5 bilhão. Com a aquisição, a companhia se tornou a maior empresa farmacêutica do Brasil, com participação de mercado de 11,1%."Ainda existem oportunidades de aquisições", afirmou Christopher Viehbacher, presidente mundial da Sanofi-Aventis, em visita ao País. "Mas não dá para prever quando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É como pescar. Você joga a isca, mas não sabe quando o peixe vai morder." Ele não quis comentar se está em negociações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Sanofi-Aventis anunciou ontem a instalação de uma nova fábrica no polo industrial de Brasília, para a fabricação de anticoncepcionais genéricos, um segmento onde a Medley ainda não atuava. Segundo Heraldo Marchezini, presidente da subsidiária brasileira, esse era um projeto que estava sendo tocado pela Medley quando a empresa foi adquirida, e que foi ampliado para atender às necessidades da Sanofi-Aventis.O investimento será de US$ 45 milhões, com previsão de inauguração em 2012.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A empresa planeja investir, num período de três anos, US$ 100 milhões no País, incluindo a nova fábrica. A empresa vai ampliar suas unidades no Estado de São Paulo. Com três fábricas no País, nas cidades de Suzano, Campinas e Sumaré (SP), a Sanofi-Aventis emprega cerca de 4 mil pessoas e faturou R$ 3,278 bilhões no ano passado.A Sanofi-Aventis Brasil é, atualmente, a oitava maior subsidiária do grupo. O objetivo é chegar a 2012 entre as cinco maiores filiais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Isso acontecerá tanto pelo crescimento contínuo do Brasil quanto pelo declínio de algumas operações europeias", disse Viehbacher. "O Brasil foi menos afetado pela crise mundial."O executivo destacou a necessidade de as empresas farmacêuticas criarem uma presença diversificada, com medicamentos de pesquisa (com patentes em vigor), remédios sem prescrição médica, genéricos e vacinas. "As empresas não podem ser dependente de patentes", disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A área de vacinas, por exemplo, exige grandes investimentos, e uma presença importante nessa área oferece uma proteção contra o declínio de participação de mercado."A Sanofi-Aventis trabalha numa vacina contra a dengue e está investindo US$ 500 milhões numa fábrica para o medicamento, que ainda está na fase 2 de desenvolvimento, de verificação da sua eficácia em pacientes. "A diversificação geográfica também é importante", disse Viehbacher.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A dengue, por exemplo, não é uma doença que afeta todos os países."Os planos da empresa incluem transformar o Brasil em uma plataforma de exportações para a América Latina e outros lugares do mundo. "A fábrica de Suzano já exporta cerca de 21% de sua produção", disse Marchezini. Os clientes externos estão em 11 países latino-americanos. Segundo Viehbacher, a Sanofi-Aventis também planeja ampliar as atividades de pesquisa e desenvolvimento no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente, a empresa conta com duas unidades de pesquisa clínica no País, que receberam mais de US$ 40 milhões de investimento nos últimos anos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8507974684308316790-2409799335958919257?l=blogclaudemir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/feeds/2409799335958919257/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2009/10/para-sanofi-ainda-ha-espaco-para.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/2409799335958919257'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/2409799335958919257'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2009/10/para-sanofi-ainda-ha-espaco-para.html' title='Para a Sanofi, ainda há espaço para compras no País'/><author><name>Claudemir Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04356525684692930087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/SkPrIw2DvHI/AAAAAAAAAAg/zNIgDUEk1Rw/S220/Claudemir.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8507974684308316790.post-6931591180977186149</id><published>2009-10-20T05:38:00.000-07:00</published><updated>2009-10-20T05:41:16.964-07:00</updated><title type='text'>Fitoterápicos: instituições científicas de ponta estudam plantas</title><content type='html'>&lt;a name="Fito"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A apropriação de plantas e ervas para fins medicinais remete aos primórdios da humanidade. E, até hoje, tomamos chás e extratos cujos poderes foram descobertos há séculos por nossos antepassados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os medicamentos vegetais, no entanto, há muito ultrapassaram a condição de “chazinhos” e, cada vez mais, o conhecimento tradicional vem sendo aliado à pesquisa científica por pesquisadores que compreendem que ciência e natureza andam juntas na preservação da saúde.– Muita gente pensa que fitoterapia é só o “chazinho da vovó”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também é, mas não é apenas isso – afirma Glauco Villas Bôas, pesquisador e coordenador do Núcleo do Gestão em Biodiversidade e Saúde de Farmanguinhos. – A planta medicinal é remédio mesmo, e químicos, farmacólogos e antropólogos vêm se unindo para buscar conhecimentos tradicionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Levando-se em consideração que 80% da população mundial utiliza medicamentos de origem vegetal e que, segundo Villas Bôas, cerca de 3/5 dos produtos medicinais colocados no mercado têm origem biológica, não há mais como duvidar do poder desse tipo de medicamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prova disso é o fato de que uma das maiores referências em medicina do país, o Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos), da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), um laboratório farmacêutico de renome mundial, vêm realizando diversas iniciativas em pesquisa e desenvolvimento de fitoterápicos, sendo pioneiro na área de desenvolvimento de produtos naturais.Da mesma maneira, essa capacidade de gerar riquezas e permitir produtos inovadores não passou desapercebida pelos cientistas e empresas farmacêuticas que, cada vez mais, vêm buscando aliar desenvolvimento científico com conhecimentos tradicionais de povos locais para explorar novas possibilidades:– O Ministério da Saúde e as grandes corporações já perceberam a potencialidade dos fitomedicamentos em um país com a biodiversidade do Brasil – afirma Valério Morelli, engenheiro agrônomo e pesquisador da Farmanguinhos. – Em lugares como a Amazônia, por exemplo, você vê empresas realizando pesquisas de levantamento de dados entre índios e comunidades locais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a ideia de que medicamentos fitoterápicos são menos “científicos” do que os remédios sintéticos – os chamados alopáticos - vem sendo lentamente derrubada pela ciência. Segundo Villas Bôas, produtos de origem vegetal já estão se tornando líderes dentro do mercado, com grande aceitação de uma outrora relutante classe médica:– Os problemas com os fitomedicamentos eram a credibilidade e o embasamento científico e tecnológico insuficientes – explica Villas Bôas – No entanto, essa relutância some a partir do momento em que produto passa por essas etapas de pesquisa e tem sua eficácia comprovada.O trabalho científico, aliás, entra em ação logo nas primeiras fases da produção de um fitomedicamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As plantas passam por um período de estudo e adaptação para obtenção de substâncias necessárias para a produção de um medicamento. Descobertas em seu ambiente natural, essas plantas são levadas para um local mais controlado, no qual os cientistas devem garantir que estejam padronizadas e que ainda sejam capazes de produzir as substâncias desejadas:– Para estabelecer um padrão químico, pegamos a planta, enviamos para o laboratório e lá é feita sua “impressão digital”, ou seja, descobrimos quais substâncias existem nela e em que concentração – explica o agrônomo Morelli. – Também precisamos garantir que elas continuem produzindo as substâncias depois de retiradas de seu ambiente natural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jornal do Brasil&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8507974684308316790-6931591180977186149?l=blogclaudemir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/feeds/6931591180977186149/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2009/10/fitoterapicos-instituicoes-cientificas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/6931591180977186149'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/6931591180977186149'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2009/10/fitoterapicos-instituicoes-cientificas.html' title='Fitoterápicos: instituições científicas de ponta estudam plantas'/><author><name>Claudemir Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04356525684692930087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/SkPrIw2DvHI/AAAAAAAAAAg/zNIgDUEk1Rw/S220/Claudemir.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8507974684308316790.post-4520977628123488906</id><published>2009-10-13T16:56:00.001-07:00</published><updated>2009-10-13T17:18:34.465-07:00</updated><title type='text'>IMS com previsões mais favoráveis para vendas farmacêuticas globais.</title><content type='html'>O IMS é a empresa que referencia os dados de vendas da indústria farmacêutica mundial, notadamente para o varejo (venda em farmácias). Todos os anos, a empresa realiza as previsões para os anos seguintes, apontando áreas de maior interesse para investimento em diversos países ao longo do globo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar do crescimento deste setor até 2013 continuar a ser estimado como fraco em relação a anos anteriores, o desempenho registrado durante este ano levou a IMS a projetar um cenário um pouco mais animador do que o que tinha anunciado em Abril.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há cerca de seis meses, as estimativas da IMS para os medicamentos sujeitos a receita médica nos Estados Unidos indicavam, pela primeira vez, uma queda - desde que a empresa começou a analisar os dados (1957) -, situada entre 1 e 2%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, prevê uma subida para este ano, entre os 4,5 e os 5,5%, e um crescimento entre os 3 e os 5% em 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A IMS disse que a procura às farmácias foi maior do que o esperado, o que fez com que estas tivessem de compensar os stocks reduzidos no final do ano passado, temendo o impacto de uma recessão profunda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, as farmacêuticas aplicaram aumentos de preços, apesar da economia de esforço, o que conduziu a uma previsão de melhoria.As vendas farmacêuticas globais poderão aumentar entre 4 a 6% em 2010, ultrapassar os 825 mil milhões de dólares, e alcançar os 975 mil milhões de dólares em 2013, correspondendo a uma taxa composta de crescimento anual entre 4 e 7%, segundo a IMS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A previsão um pouco mais positiva para o sector farmacêutico deve-se essencialmente ao forte crescimento do mercado norte-americano, que provou ser mais resiliente do que o esperado para a desaceleração econômica", comentou à “Reuters” Murray Aitken, vice-presidente senior da Healthcare Insight da IMS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desta forma, a IMS aumentou a suas estimativas para este mercado até 2013 em cerca de um ponto percentual.A empresa considera que as perdas de patentes de vários blockbusters durante os próximos anos são um dos principais fatores que vão limitar o crescimento do sector até 2013, ao mesmo tempo que a concorrência entre genéricos vai ganhar um maior destaque. Durante os próximos cinco anos, produtos que geraram vendas anuais de 137 mil milhões de dólares irão perder a proteção de patente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre estes está o Lipitor (Pfizer), Plavix (comercializado pela Sanofi-Aventis e Bristol-Myers Squibb) e o Advair (GlaxoSmithKline).Os medicamentos de marca vão perder cerca de 80% das suas receitas quando as suas versões genéricas começarem a inundar o mercado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vários medicamentos com potencial para ultrapassar os mil milhões de dólares em lucros anuais poderão entrar no mercado para tratar a osteoporose, esclerose múltipla, artrite reumatóide, cancro ou diabetes não deverão gerar a magnitude de vendas que os fármacos que irão perder a patente, assinalou a IMS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aitken considera que uma verdadeira descoberta a nível terapêutico ainda poderá gerar muitos milhares de milhões de dólares. "Se tivermos cinco lançamentos desse tipo no mercado durante os próximos anos, o mercado global poderá vir a ganhar outra dimensão".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mercados emergentes como a China, Brasil, Índia, Coréia do Sul, México, Turquia e Rússia poderão registrar um crescimento nas vendas entre 12 e 14% em 2010 e 13 e 16% até 2013, calcula a IMS. A empresa revelou igualmente que na sua última previsão não teve em conta o potencial impacto da pandemia de gripe A, que poderia afectar de forma positiva as taxas de crescimento, através de um grande aumento das vendas de vacinas e antivirais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Netfarma&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8507974684308316790-4520977628123488906?l=blogclaudemir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/feeds/4520977628123488906/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2009/10/ims-com-previsoes-mais-favoraveis-para.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/4520977628123488906'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/4520977628123488906'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2009/10/ims-com-previsoes-mais-favoraveis-para.html' title='IMS com previsões mais favoráveis para vendas farmacêuticas globais.'/><author><name>Claudemir Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04356525684692930087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/SkPrIw2DvHI/AAAAAAAAAAg/zNIgDUEk1Rw/S220/Claudemir.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8507974684308316790.post-1934982252210802882</id><published>2009-10-09T06:38:00.000-07:00</published><updated>2009-10-09T06:40:47.473-07:00</updated><title type='text'>A guerra Anvisa x Farmácias começou...</title><content type='html'>Farmácias e drogarias “decretaram guerra” às novas regras para o setor, definidas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Na quarta-feira (7), a Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) ajuizou ação contra a Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 44/2009 e as Instruções Normativas (IN) 9 e 10, anunciadas no dia 18 de agosto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, os representantes estaduais do segmento se preparam para entrar na Justiça, individualmente, contra a regulamentação, o que deve ocorrer até o final do mês. O Sindicato do Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos de Minas Gerais (Sincofarma Minas) ainda tentará acelerar a votação de um projeto de Lei que regula a venda de produtos de conveniência em farmácias no Estado, em tramitação na Assembleia Legislativa (AL).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Anvisa não quis comentar o assunto.Os representantes dos estabelecimentos do Sul, Sudeste e Centro-Oeste se reuniram na Federação do Comércio de Minas Gerais (Fecomércio Minas), em Belo Horizonte, para definir uma estratégia comum para os processos judiciais. Os empresários entendem que a norma é inconstitucional, uma vez que a Anvisa não teria poder para legislar.Entre os pontos polêmicos, a regulamentação proíbe a venda de produtos não relacionados à saúde nas farmácias e drogarias, a exemplo de balas, refrigerantes, pilhas, ração etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também prevê que os medicamentos, inclusive os de venda livre, fiquem atrás do balcão. Ou seja, não podem ficar nas prateleiras acessíveis aos usuários.“As regras contrariam a legislação atual (Lei 5.991/93), que não limita os produtos que podem ser vendidos nas farmácias. A Anvisa é uma autarquia e não uma agência reguladora, portanto, tem que seguir a legislação. Não pode inovar”, defende o presidente da Abrafarma, Sérgio Mena Barreto. Para ele, a Agência está na contramão dos demais países do mundo, como Estados Unidos, Inglaterra, Itália, Suécia, Portugal e o Chile, que acabam de fazer o caminho inverso, liberando a venda de remédio nas prateleiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O presidente da Câmara Brasileira de Produtos Farmacêuticos (CBFarma), José Raimundo dos Santos, avalia que a nova norma traz prejuízos para farmácias e consumidores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Há cidades no interior em que o único acesso a serviços de correspondente bancário, Correios e lotéricas é por meio das farmácias”, afirma.O proprietário da Drogaria Araujo, Modesto Araujo, lembra que os produtos de conveniência têm participação importante no faturamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Para atender a população por 24 horas, é preciso agregar mais itens ao negócio”, alega. A estimativa da Abrafarma é de que os “não remédios” representem em torno de 25% dos ganhos do setor.Munido desses argumentos, o presidente do Sincofarma Minas, Lázaro Luiz Gonzaga, informa que a entidade tentará um entendimento com a Anvisa. “Se não for possível, vamos questioná-la judicialmente, pois não há legalidade na medida”, argumenta. Minas possui, aproximadamente, oito mil farmácias e drogarias.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8507974684308316790-1934982252210802882?l=blogclaudemir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/feeds/1934982252210802882/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2009/10/guerra-anvisa-x-farmacias-comecou.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/1934982252210802882'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/1934982252210802882'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2009/10/guerra-anvisa-x-farmacias-comecou.html' title='A guerra Anvisa x Farmácias começou...'/><author><name>Claudemir Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04356525684692930087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/SkPrIw2DvHI/AAAAAAAAAAg/zNIgDUEk1Rw/S220/Claudemir.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8507974684308316790.post-6968427960180089924</id><published>2009-10-07T06:02:00.000-07:00</published><updated>2009-10-07T06:04:13.998-07:00</updated><title type='text'>Wickbold usa Anvisa para lançar pão funcional</title><content type='html'>O aval da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) será o diferencial da Wickbold para o lançamento da linha de pães funcionais Estarbem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A empresa - a segunda colocada no mercado de pães industrializados, depois da Bimbo (dona das marcas Plus Vita, Pullman e Nutrella) - investiu R$ 1,5 milhão no desenvolvimento e na apresentação dos produtos, que terão o nome da agência no verso da embalagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Anvisa não concede selos para atestar a qualidade de alimentos, mas sua aprovação é necessária para que um produto seja considerado funcional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para isso, a fabricante deve entrar com pedido de registro no órgão e enviar documentação científica e informações técnicas. No caso dos pães da Wickbold, o apelo está no fato de que duas fatias suprem em até 28% a necessidade diária de fibras, o que contribuiria para o "equilíbrio da flora intestinal".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com isso, a empresa tenta ganhar espaço no concorrido mercado de pães industrializados, que movimentou R$ 1,75 bilhão em 2008, segundo a Nielsen, e vem observando a migração do consumo do pão branco para os especiais. Resta saber se, para o público, acostumado a expressões como "enriquecido com fibras", o nome da Anvisa, que vai estar nos anúncios de revistas e será repetido por promotores nas lojas, pesará na hora da compra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Somos os primeiros a obter o registro da Anvisa na categoria de pães e vamos trabalhar para que o consumidor se conscientize de que nossos produtos oferecem algo mais", afirma Telma Wickbold, diretora administrativa e financeira e neta do fundador, Henrique Wickbold, imigrante alemão que criou a empresa em 1938.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Telma, a fabricante já tem outros pedidos em análise na Anvisa para registro como "alimentos com alegações de propriedade funcional ou de saúde".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A empresa, dona de quatro fábricas - uma em Hortolândia (SP), duas na capital paulista e uma no Rio -, está aumentando a capacidade da planta no interior paulista, inaugurada ano passado, para atender a demanda. Segundo a Nielsen, no acumulado de janeiro a agosto deste ano, a categoria de pães industrializados cresceu 9,2% em volume e 13,7% em valor, já descontada a inflação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A alta em valor é puxada pelos pães especiais, que custam cerca de 70% mais que os brancos (em torno de R$ 3,80). Os funcionais da Wickbold vão custar ainda mais (preço sugerido de R$ 5,50).Para fabricar os funcionais, a empresa importou o principal ingrediente, a inulina, da Noruega. A aposta da Wickbold é que os novos produtos representem, até o fim de 2010, 10% da receita total, não revelada. A fabricante quer aumentar a linha de produtos para além dos pães e torradas. Este ano, já lançou uma massa de pizza integral, cuja produção é terceirizada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Estamos analisando novas categorias para investir", afirma a gerente de marketing da fabricante, Sandra Sernaglia. A Anvisa confirma o aumento do interesse pelos funcionais. Desde 1998, foram concedidos mais de 400 registros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Associação Brasileira das Indústrias de Alimentação (Abia) ainda não sabe quanto os funcionais movimentam no Brasil, onde o iogurte Activia, da Danone, é um dos mais bem-sucedidos exemplos. Mas, segundo a consultoria PricewaterhouseCoopers, citada pela revista "The Economist", o mercado de alimentos funcionais no mundo deve chegar a US$ 128 bilhões em 2013.  Em 2007, estava em US$ 78 bilhões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valor Econômico&lt;br /&gt; Jornalista: Daniele Madureira&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8507974684308316790-6968427960180089924?l=blogclaudemir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/feeds/6968427960180089924/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2009/10/wickbold-usa-anvisa-para-lancar-pao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/6968427960180089924'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/6968427960180089924'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2009/10/wickbold-usa-anvisa-para-lancar-pao.html' title='Wickbold usa Anvisa para lançar pão funcional'/><author><name>Claudemir Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04356525684692930087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/SkPrIw2DvHI/AAAAAAAAAAg/zNIgDUEk1Rw/S220/Claudemir.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8507974684308316790.post-5076253140217145244</id><published>2009-10-05T07:07:00.001-07:00</published><updated>2009-10-05T07:08:55.261-07:00</updated><title type='text'>Discussão sobre patentes!</title><content type='html'>Doze entidades de classe e organizações não governamentais (ONGs) pediram para ingressar, como parte interessada - amicus curiae -, na ação direta de inconstitucionalidade (Adin) que questiona a validade do sistema conhecido como "pipeline", que permite a revalidação de patentes estrangeiras no Brasil. A ação foi ajuizada em abril pela Procuradoria-Geral da República (PGR).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que está em jogo é a perda do monopólio de 565 patentes concedidas por meio do instituto, a maioria para medicamentos. Se o pipeline for considerado inconstitucional, as patentes caem em domínio público. Associações que representam indústrias químicas, farmacêuticas e de medicamentos genéricos querem acompanhar de perto o processo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, pelo menos 333 medicamentos considerados essenciais - utilizados, por exemplo, no tratamento de câncer e aids - têm a patente protegida. A controvérsia surgiu quando a Lei nº 9.279, de 1996, que regula direitos e obrigações relativos à propriedade industrial, passou a considerar patenteáveis os produtos alimentícios, químicos-farmacêuticos e medicamentos, que até aquele momento não eram passíveis de proteção no país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelo pipeline, as patentes concedidas no exterior eram validadas automaticamente no Brasil, ou seja, sem a análise do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), como ocorre com as patentes nacionais. Foi exigido que os pedidos de revalidação fossem feitos em até um ano da vigência da lei, maio de 1997.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A legislação limitou o prazo de vigência das patentes a 20 anos. Enquanto o INPI entende que a validade dessas patentes é contada a partir da data do depósito feito no país de origem, os laboratórios internacionais brigam, no entanto, para terem o prazo prorrogado em função de suas patentes terem sido estendidas no exterior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos pedidos para ingresso na ação foi feito pela Associação Brasileira Interdisciplinar de Aids (Abia), uma ONG que batalha pelo acesso aos tratamentos e medicamentos relacionados à doença. De acordo com estudo realizado pela associação, o gasto brasileiro com cinco medicamentos concedidos sob vigência do pipeline, usados no tratamento da Aids entre 2001 e 2007, foi de aproximadamente U$$ 420 milhões, conforme o preço de mercado estabelecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Francisco Viega Neves da Silva, do setor de projetos da Abia, o montante mostra o que poderia ter sido economizado pela população e pelo Estado se as patentes fossem quebradas. Em 2007, o governo quebrou a patente do Efavirenz, medicamento utilizado no tratamento da Aids e que estava sob a proteção do pipeline. "O Brasil confiou nas decisões de escritórios estrangeiros e não examinou o critério de novidade das patentes exigido pela lei", diz Neves.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até agora, apenas o pedido de amicus curiae da Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma) foi deferido pela ministra Cármen Lúcia, relatora da ação. Os demais ainda não foram analisados. A ministra acatou o argumento da associação que reúne 28 laboratórios - eles representam 54% do mercado brasileiro de medicamentos e seriam responsáveis por promover o ciclo de pesquisa e desenvolvimento de medicamentos inovadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Procurada pelo Valor, a Interfarma afirmou, em nota, que acredita que "a Lei de Propriedade Industrial, aprovada em 1996 após intensos e produtivos debates, foi uma importante conquista da sociedade brasileira, e tem permitido enormes avanços em matéria de inovação, não apenas no campo farmacêutico. Por isso, defende que ela seja mantida e respeitada, integralmente".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valor Economico&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8507974684308316790-5076253140217145244?l=blogclaudemir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/feeds/5076253140217145244/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2009/10/discussao-sobre-patentes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/5076253140217145244'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/5076253140217145244'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2009/10/discussao-sobre-patentes.html' title='Discussão sobre patentes!'/><author><name>Claudemir Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04356525684692930087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/SkPrIw2DvHI/AAAAAAAAAAg/zNIgDUEk1Rw/S220/Claudemir.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8507974684308316790.post-5778545178701218270</id><published>2009-10-02T07:53:00.000-07:00</published><updated>2009-10-02T08:09:25.877-07:00</updated><title type='text'>A Selva do planejamento estratégico - venham conhecer!</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/SsYW1p0ZIFI/AAAAAAAAABY/qKVl0AuoytE/s1600-h/livrosafari.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 240px; FLOAT: left; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5388019115209859154" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/SsYW1p0ZIFI/AAAAAAAAABY/qKVl0AuoytE/s320/livrosafari.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mais ou menos nesta época do ano as empresas dedicam um bom tempo para o planejamento estratégico, visando 2010 e buscando cenários possíveis para 2011, 2012 e sucessivamente.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Falar da importância do planejamento estratégico é retórica, visto que as empresas dependem dele para sua sobrevivência no mercado (já que pelo conceito de competitividade, estamos competindo com recursos escassos e invariavelmente da mesma forma, sem muita diferenciação). &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Além disto, a importância e o valor do planejamento estratégico é inegável, pois se trata de um modelo de fácil implementação nas empresas, por seu perfil didático e pela metodologia simplificada. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Algumas reuniões anuais entre as principais lideranças são suficientes para que a organização direcione ou redirecione seus rumos e obtenha indicadores de acompanhamento de seus resultados. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Ao planejamento estratégico liga-se uma segunda variável indispensável nas empresas que é a introdução da cultura do pensamento estratégico como instrumento de gestão. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Entretanto, apesar a disseminação da cultura, o planejamento estratégico está longe de ter seu assunto esgotado e os gestores devem motivar-se com os ótimos resultados que são alcançados para aprofundar-se no assunto. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Ao se falar de estratégia, creio que a obra "Safari da Estratégia" de Mintzberg, Ahlstrand e Lampel, dos quais o mais conhecido é Mintzberg, responsável por importantes textos sobre administração, como o próprio nome sugere faz uma verdadeira varredura por todas as escolas de pensamento estratégico, destacando as principais abordagens e identificando inúmeras outras ferramentas além do próprio planejamento estratégico. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Me deparei com este livro há alguns anos e ainda hoje, utilizo muito de seus conceitos e da visualização das diversas escolas de pensamento estratégico que são muito bem discutidas no decorrer do livro, e dão um apanhado geral muito importante para qualquer gerente na área de marketing.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Para nós que vivemos na selva do planejamento estratégico, a leitura desta obra é condição "sine qua non" para entender os modelos, conceitos, utilidade e evolução do pensamento estratégico ao longo dos últimos 50 anos, formando uma sólida e coerente visão sobre o mercado onde se está atuando e como realizar um modelo de planejamento estratégico eficaz.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8507974684308316790-5778545178701218270?l=blogclaudemir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/feeds/5778545178701218270/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2009/10/selva-do-planejamento-estrategico.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/5778545178701218270'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/5778545178701218270'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2009/10/selva-do-planejamento-estrategico.html' title='A Selva do planejamento estratégico - venham conhecer!'/><author><name>Claudemir Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04356525684692930087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/SkPrIw2DvHI/AAAAAAAAAAg/zNIgDUEk1Rw/S220/Claudemir.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/SsYW1p0ZIFI/AAAAAAAAABY/qKVl0AuoytE/s72-c/livrosafari.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8507974684308316790.post-8620026296513933132</id><published>2009-10-02T06:18:00.000-07:00</published><updated>2009-10-02T06:19:17.957-07:00</updated><title type='text'>Hypermarcas paga R$ 300 milhões pelas fraldas Pom Pom</title><content type='html'>Dois meses depois de ter captado recursos via oferta de ações, a Hypermarcas anunciou ontem a sua segunda aquisição. Pagará R$ 300 milhões pela Pom Pom e entrará no segmento de fraldas descartáveis. Marca conhecida na venda dos artigos para as crianças, a Pom Pom também é dona da BigFral, líder no segmento geriátrico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O valor do negócio deverá ser confirmado em dois meses, prazo para que se encerrem os procedimentos de auditoria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claudio Bergamo, presidente da Hypermarcas, diz que a operação reforça o plano traçado para o dinheiro captado na oferta, de promover crescimento em mercados complementares aos seus negócios. Estão no radar companhias com faturamento entre R$ 50 milhões e R$ 300 milhões. A Pom Pom, com faturamento anualizado de R$ 250 milhões, com base nos resultados do primeiro semestre, fica perto do topo dessa escala, portanto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No início de setembro, a Hypermarcas comprou, por R$ 25 milhões, a Hydrogen, que selou o seu ingresso em produtos infantis e juvenis, com itens como talcos e xampus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O executivo destaca que o segmento de descartáveis é hoje o maior no ramo de higiene pessoal no país, com faturamento de mais de R$ 4 bilhões por ano, e que lida com produtos de alto valor agregado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O potencial de crescimento é muito grande e acreditamos na aceleração ainda maior nos próximos anos por conta da retomada da atividade econômica, que impulsionará a renda", diz Bergamo. "No lado das fraldas geriátricas, a alta deve ser puxada pelo envelhecimento populacional. No caso infantil, consumidores que não tinham acesso a esses produtos passarão a ter", diz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A BigFral tem 40% de participação de participação em seu nicho. No segmento geriátrico, embora haja falta de dados consolidados, fabricantes do setor estimam um crescimento de vendas da ordem de 40% nos próximos cinco anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já nas fraldas infantis, a Pom Pom tem fatia de 4% no mercado brasileiro e de 9% apenas na cidade de São Paulo. A linha infantil de sabonetes e talco Pompom, entretanto, não pertence à companhia, mas sim à Colgate-Palmolive.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bergamo, da Hypermarcas, diz acreditar que, em função da sua rede de clientes, terá condições de melhorar a distribuição nacional dos itens da Pom Pom.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na aquisição, a Hypermarcas pagará 40% dos R$ 300 milhões à vista e o restante será parcelado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A oferta de ações realizada em julho pela empresa somou R$ 793,5 milhões e deste total cerca de R$ 560 milhões ficaram na empresa - o restante foi para o bolso dos acionistas vendedores na operação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes da captação, entretanto, a empresa possuía R$ 320 milhões em caixa - ou seja, iniciou o segundo semestre com quase R$ 900 milhões para gastar. Como nos negócios anunciados paga parte à vista e parte parcelado, ainda possui grande quantidade de de recursos em caixa para orquestrar novas compras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a Hypermarcas possui aquisições em vista, "como sempre", destacou Bergamo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Pom Pom é a terceira maior transação já anunciada pela empresa - atrás de Farmasa, fechada em junho de 2008 pelo valor de R$ 873,4 milhões, e do grupo Niasi, comprado em outubro passado, por R$ 328,4 milhões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bergamo conta que o fato de a empresa estar cumprindo à risca os planos divulgados aos investidores tem contribuído para o melhor desempenho de seus papéis. Ele também destaca a grande capacidade de absorver os novos negócios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valor Econômico&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8507974684308316790-8620026296513933132?l=blogclaudemir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/feeds/8620026296513933132/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2009/10/hypermarcas-paga-r-300-milhoes-pelas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/8620026296513933132'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/8620026296513933132'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2009/10/hypermarcas-paga-r-300-milhoes-pelas.html' title='Hypermarcas paga R$ 300 milhões pelas fraldas Pom Pom'/><author><name>Claudemir Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04356525684692930087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/SkPrIw2DvHI/AAAAAAAAAAg/zNIgDUEk1Rw/S220/Claudemir.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8507974684308316790.post-1823684915200507470</id><published>2009-09-29T06:42:00.001-07:00</published><updated>2009-09-29T06:50:14.939-07:00</updated><title type='text'>Projeto de farmacêutica gigante não decola</title><content type='html'>&lt;p align="left"&gt;&lt;span style="color: rgb(60, 116, 107);font-family:Arial;font-size:15px;"  &gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);font-family:Arial;font-size:12px;"  &gt;&lt;p align="justify"&gt;O sonho do governo brasileiro de criar uma "superfarma", uma grande indústria farmacêutica para competir globalmente, está ficando cada vez mais distante. Fortalecida desde a criação da lei dos genéricos e exibindo taxas de crescimento acima de dois dígitos, a indústria nacional virou alvo das gigantes multinacionais.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;O Laboratório Medley foi vendido para a francesa Sanofi-Aventis e, nas próximas semanas, a americana Pfizer deve concretizar a compra da Neo Química. &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) preferia ver as duas empresas nas mãos de um dos três maiores e mais sólidos laboratórios nacionais: Aché, Eurofarma ou EMS.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Ou que houvesse alguma fusão entre os três. &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;O chefe do Departamento de Produtos Intermediários, Químicos e Farmacêuticos do BNDES, Pedro Palmeira, admite que é um desejo do banco ter "uma empresa farmacêutica forte, que pudesse aspirar ser um competidor global".&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;"Há alguns anos, se falássemos que o Brasil iria competir com líderes da indústria aeronáutica mundial, a gente ouviria risada. Hoje, isso virou realidade. Por que não aspirar o mesmo no setor farmacêutico?" &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Segundo Palmeira, o governo tem interesse estratégico em fomentar o setor por ele ser intensivo em conhecimento e tecnologia. "Nos Estados Unidos, depois do segmento de defesa, o maior investimento governamental é na indústria farmacêutica.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;E esse setor vai ter um papel fundamental no sentido de permitir que os países em desenvolvimento alcancem os desenvolvidos em termos de conhecimento tecnológico." &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Entretanto, a demanda por recursos está aquém da disposição do banco de emprestar. Desde 2004, quando foi criado o Profarma, até agosto deste ano, os financiamentos do BNDES para o setor somam R$ 1,3 bilhão, dos quais R$ 1,1 bilhão já foi contratado.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Há dois anos, a intenção do banco era alcançar uma carteira de R$ 2 bilhões até meados de 2008. &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;O programa oferece linhas especiais para investimentos em inovação, exportação, ampliação de instalações industriais e para fusões e aquisições.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;"A inovação depende de tempo para acontecer e essa trajetória só será realizada em nosso País por companhias de capital nacional", afirma Palmeira. "Por isso, nossa visão de que uma farmacêutica com musculatura financeira seria bem-vinda." &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Desde o início do programa, o banco só financiou duas operações de aquisição: a da Biosintética pelo Aché e da Barenne pela Farmasa. E, entre os três grandes laboratórios nacionais, não existe nem sinal de conversa.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mas, se serve de consolo, EMS, Aché e Eurofarma dificilmente serão desnacionalizados, ao menos no curto prazo.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Não por falta de oferta, mas porque seus donos são muito comprometidos com o negócio e não querem vender. "Será que vale mais à pena vender a empresa e colocar o dinheiro no CDI ou se manter em um negócio que cresce 18%", afirma José Ricardo Mendes da Silva, diretor presidente do Aché, empresa que fatura R$ 1 bilhão&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;O Estado de São Paulo&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8507974684308316790-1823684915200507470?l=blogclaudemir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/feeds/1823684915200507470/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2009/09/projeto-de-farmaceutica-gigante-nao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/1823684915200507470'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8507974684308316790/posts/default/1823684915200507470'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogclaudemir.blogspot.com/2009/09/projeto-de-farmaceutica-gigante-nao.html' title='Projeto de farmacêutica gigante não decola'/><author><name>Claudemir Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04356525684692930087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dWgdl1keYQE/SkPrIw2DvHI/AAAAAAAAAAg/zNIgDUEk1Rw/S220/Claudemir.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8507974684308316790.post-1541359248849770511</id><published>2009-09-28T09:57:00.001-07:00</published><updated>2009-09-28T10:02:10.697-07:00</updated><title type='text'>Abbott compra unidade farmacêutica da Solvay por US$ 7 bi</title><content type='html'>&lt;a name="linkComp3713153"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="clipcompletafonte1"&gt;&lt;span style="background: white none repeat scroll 0% 0%; -moz-background-clip: border; -moz-background-origin: padding; -moz-background-inline-policy: continuous;font-size:10pt;" &gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="clipcorpo1"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt;"&gt;&lt;span class="clipcompletajornalista1"&gt;&lt;span style="background: white none repeat scroll 0% 0%; -moz-background-clip: border; -moz-background-origin: padding; -moz-background-inline-policy: continuous;font-size:10pt;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;  &lt;/p&gt;&lt;div style="border: 1pt solid white; padding: 0cm;"&gt;  &lt;p class="clipcompletatexto"&gt;&lt;span style="border: 1pt solid white; padding: 0cm; background: white none repeat scroll 0% 0%; -moz-background-clip: border; -moz-background-origin: padding; -moz-background-inline-policy: continuous;"&gt;A Abbott Laboratories fechou acordo para comprar a divisão de farmacêuticos do conglomerado belga Solvay por cerca de € 4,8 bilhões (US$ 7 bilhões), em mais um sinal de consolidação da indústria farmacêutica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O acordo é totalmente em dinheiro e pode ser anunciado hoje, disseram pessoas familiarizadas com a questão. Segundo uma delas, a Abbott pagará € 4,5 bilhões agora e pode pagar mais € 300 milhões entre 2011 e 2013 se a divisão alcançar certas metas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Abbott considera a Solvay como uma maneira de se expandir para mercados emergentes na Ásia e na Europa Oriental, onde tem pouca presença, ao mesmo tempo em que ganha novos remédios contra colesterol, hipertensão e mal de Parkinson. É a maior aquisição da Abbott desde 2002.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O acordo também dá à Abbott controle total sobre dois remédios para colesterol e triglicerídeos que ela já comercializa em conjunto com a Solvay - o Tricor e o Trilipix.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Solvay também vende tratamentos hormonais e tem uma pequena operação de vacina contra a gripe - uma área aquecida na indústria farmacêutica devido às preocupações crescentes com possíveis pandemias. Num comunicado à imprensa em setembro, a Solvay informou que começou a produzir pequenas remessas da vacina para o vírus da gripe A/H1N1 e planeja começar a testá-la. A Abbott pode ter a esperança de aumentar o investimento nesse negócio para aproveitar a demanda de muitos países por uma vacina contra o novo vírus, embora ainda não esteja claro qual é a rapidez com que as fábricas da Solvay podem produzir a vacina em grandes quantidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Abbott pagará pela aquisição com recursos que já tem e não precisará obter qualquer outro financiamento, disse uma pessoa familiarizada com a questão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para a Solvay, a venda permitirá que ela diminua seu foco e invista mais em duas ou três áreas em que já obtém mais faturamento, como químicos e plásticos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Analistas dizem que a Abbott precisa diminuir a dependência do Humira, remédio para artrite reumatóide que faturou US$ 4,5 bilhões só no ano passado, correspondendo a 15% do lucro líq
