quinta-feira, 19 de novembro de 2009

EAD - Cursos Gratuítos FGV

O Ensino a Distância (EAD) me parece uma ferramenta importante nos dias de hoje, particularmente pelos males da "vida moderna" com recursos escassos de tempo, pressão por resultados cada vez maior nas empresas, etc.

A atualização profissional é uma condição "sine qua non" para manter a competitividade no mercado de trabalho, como também para aguçar a mente crítica, gerando influenciadores positivos para a sociedade.

Eu particularmente já participei de diversas experiências com cursos a distância, aproveitando a internet como meio de interação e ainda que o modelo precise de ajustes e de evolução, creio que já possibilita ampliar o conhecimento.

E algumas entidades estão oferecendo cursos totalmente GRATUÍTOS, o que concilia a praticidade e flexibilidade dos cursos a distância e o ACESSO pelo valor de investimento.

A Fundação Getúlio Vargas é uma das que oferecem alguns cursos neste sentido e que merecem ser visitados e seguidos.

Ofereço o link abaixo para os que se interessarem.


http://www5.fgv.br/fgvonline/cursosgratuitos.aspx


Um forte abraço e espero contribuir com a melhora do conhecimento e capacitação profissional.

Rede Pague Menos abre primeira loja no Amapá

A Pague Menos, rede de farmácias de origem cearense, acaba de inaugurar uma loja na cidade de Macapá (Amapá). Com investimento de R$ 1 milhão, serão gerados inicialmente 30 empregos diretos.

A Pague Menos soma hoje - 28 anos depois da abertura da primeira loja no bairro de Éllery, periferia de Fortaleza (CE) - 320 pontos em mais de 80 cidades.

O plano de expansão da rede prevê que 400 lojas estejam em funcionamento até o fim de 2012.

Em 2008, o faturamento da empresa foi de R$ 1,55 bilhão. A previsão é chegar a R$ 2 bilhões em 2009.

A estratégia é abrir em média 30 lojas por ano e preparar-se para, em 2012, faturar pelo menos R$ 3 bilhões e fazer a sua primeira oferta pública de ações.

Fonte: DCI

terça-feira, 17 de novembro de 2009

90% dos brasileiros querem entrega de medicamentos em domicílio

Em pesquisa realizada este ano pelo Ibope, com mais de 1.300 brasileiros das cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba, Fortaleza e Belém, 90% dos entrevistados classificaram a entrega de medicamentos em domicílio como muito importante, 8% como importante e apenas 2% avaliou como sendo um atributo sem importância.

O dado impressiona pela comparação com outros itens avaliados, como por exemplo, a recarga de celulares dentro das farmácias que foi classificada como muito importante por 22% dos pesquisados. “O delivery só perde para o quesito de abertura das lojas 24 horas que foi considerado muito importante para 94% dos brasileiros.

Fica claro que quando se trata de medicamentos a questão primeira é a garantia da disponibilidade do serviço em horário integral e, logo em seguida, o conforto e a segurança do recebimento em casa”, analisa Marcos Arede, diretor da Drogaria Onofre. Segundo Arede, a aceitação dos brasileiros ao serviço de delivery é excelente, basta analisar os números.

A Drogaria Onofre foi pioneira na venda por telefone e Internet e hoje concentra 35% de seu faturamento nesse canal, o Onofre em Casa. Ao dia são entregues 8 mil encomendas em lares de todo o Brasil, com estoques locais em São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte e Vitória, no Espírito Santo. Drogaria Onofre - Fundada em 1934, a Drogaria Onofre conta com 34 unidades em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre e Vitória (ES).

Com quase 30 mil itens ativos e cerca de 2 mil funcionários, a rede é pioneira em oferecer medicamentos a preços extremamente competitivos comercializando-os por telefone e Internet, criando um novo conceito: o Onofre em Casa, que repassa a economia de sua operação para os consumidores.

Já em suas quatro MegaStores em São Paulo e uma em Porto Alegre, a Drogaria Onofre comercializa, além de medicamentos, grifes internacionais exclusivas de perfumaria e cosméticos e oferece serviços de saúde, como medição de pressão arterial, glicose, e tratamentos de beleza gratuitos, como massagem e limpeza de pele, entre outros.

Fonte: Revista Fator

domingo, 15 de novembro de 2009

Oportunidades Disfarçadas - uma leitura agradável...







Já postei por aqui que costumo ler 03 livros simultaneamente, e que gosto de compartilhar os que realmente julgo importantes.

No caso do "Oportunidades Disfarçadas", creio que vale a pena compartilhar com vocês.

Do ponto de vista de marketing, a busca por oportunidades é uma constante. Hoje com a crise no desenvolvimento de novos produtos, a busca de oportunidades com os produtos existentes é um desafio tão grande quanto desenvolver algo inédito.

Na questão de gestão de pessoas, ou de equipes, também existem oportunidades imensas a serem trabalhadas, pois um ambiente propício a criatividade nas empresas é um fator de grande diferencial competitivo.

Enfim, a leitura deste livro é altamente motivadora e também inspiradora. De certo modo, a leitura nos parece "contos" ou "causos" verídicos, onde as oportunidades que invariavelmente estavam a frente de todos, puderam ser aproveitadas e que se tornaram produtos, empresas ou executivos de sucesso ao redor do planeta.

Creio que muitos gerentes gerais, executivos, gerentes de produtos deveriam ler o livro, repensar um pouco a maneira de ver seus produtos, suas empresas e sobretudo, as pessoas que estão abaixo, ao lado, ao redor deles, pois isto fará a diferença na busca de oportunidades.




quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Medley investe em reposicionamento


A Medley investiu R$ 20 milhões em sua nova campanha, que estreou no domingo (8) e que foi criada pela Fischer+Fala!.


"Esse é um investimento histórico da marca que costumava anunciar de forma tímida e esporadicamente", comemorou Isabelle Perelmuter, vp de planejamento da agência. Há cerca de um ano e meio, a Fischer+Fala! tem feito o trabalho de marca do laboratório. "A gente vem trabalhando com eles na parte estratégica, de posicionamento de marca... Agora estamos tangibilizando o fruto desse trabalho", explicou Isabelle, que não economiza elogios para a parceria cliente e agência.


A campanha é composta por dois filmes para TV, anúncios de página dupla para revistas, peças de rádio e materiais de PDV. O objetivo da comunicação é transformar o consumidor de genérico em consumidor da marca Medley. "Não temos como objetivo converter os consumidores de medicamentos em consumidores de genéricos, mas, dentro da categoria que é commodity, queremos gerar vínculo e pedido no nome da marca.


Esse é o grande desafio: colocar o consumidor como agente ativo do processo", falou Isabelle. Para alcançar tal objetivo, de acordo com a vp de planejamento da agência, a estratégia de comunicação levou em conta três premissas: a relação das pessoas com a saúde; o respeito ao DNA da marca, que é muito forte e ligado à qualidade de vida; e uma plataforma de comunicação com vida longa. "As pessoas não querem falar de saúde por isso temos de usar mais emoção na comunicação", contou.A partir das três premissas, a Fischer+Fala! desenvolveu a assinatura "Medley.


Para você, só o melhor". "Pode ser feita uma leitura múltipla: que a Medley tem o melhor produto; que é uma empresa que investe para viabilizar os genéricos; ou ainda que se o consumidor estiver bem, ótimo, mas se ele estiver mal, ele vai ficar bem com Medley", explicou Isabelle.A comunicação foca no conceito "Na hora de pedir genérico, seja específico". São dois filmes.


O "Específico Amigos" mostra que amigos são muito bons, mas o amigo de infância é ainda melhor. Na mesma linha, o "Específico ídolo" conta que astros são ótimos, mas o ícone de uma geração é muito melhor. A campanha fica no ar por um período de pouco mais de um mês. A Medley é líder brasileira em genéricos e foi comprada em abril deste ano pela multinacional francesa Sanofi-Aventis.

Jornal Propaganda & Marketing

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Oportunidades para começar na área farmacêutica!

Sandoz abre 58 vagas de estágio em todo o País.

Estão abertas as inscrições para o programa de estágio 2010 da farmacêutica Sandoz, multinacional que ocupa segundo lugar mundial na produção de medicamentos genéricos.

São 58 vagas em treze cidades brasileiras: (30) Cambé - PR, (2) Belo Horizonte, (8) Rio de Janeiro, (6) São Paulo, (1) Vitória - ES, (1) Linhares – ES, (1) Goiânia - GO, (1) Campo Grande - MS, (2) Cuiabá -MT , (1) Fortaleza - CE, (3) Salvador, (1) Teresina - PI e (1) João Pessoa - PB.

Podem concorrer estudantes do último ou penúltimo ano dos cursos de graduação em Administração, Economia, Contabilidade, Comércio Exterior, Engenharia Elétrica ou Produção, Farmácia, Química, Design Gráfico, Jornalismo, Marketing e Sistemas de Informação.

A empresa oferece além da bolsa auxílio benefícios como Assistência Médica, Seguro de vida, alimentação e transporte.

As inscrições vão até o dia 20/11 e estão disponíveis no site www.sandoz.com.br na seção “Carreira”.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Venda é ampliada nas farmácias - a batalha 2a parte!

Depois de alguns meses de discussão, o consumidor poderá continuar comprando alimentos e outros produtos, que não medicamentos ou cosméticos, nas farmácias.

A Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) conseguiu uma liminar na Justiça contra as novas regras da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que proibiam o livre acesso aos medicamentos — como ocorre hoje, com gôndolas espalhas pelas lojas —, além da comercialização de produtos sem fins específicos, como sorvetes.

A Anvisa informou que irá recorrer.

A lei está prevista para entrar em vigor em fevereiro. A decisão valerá para as 28 redes conveniadas à associação.

O processo ocorreu na 5ª Vara da Justiça Federal, por intermédio do juiz Paulo Ricardo de Souza Cruz.

Segundo o presidente-executivo da Abrafarma, Sergio Mena Barreto, há normas estaduais para a comercialização de outros tipos de produtos, chamados de conveniência, em farmácias de alguns estados.

Em São Paulo, Rio de Janeiro, Acre e Roraima, por exemplo, há leis que regulamentam e determinam o que pode e o que não pode ser vendido. A medida da Anvisa, de acordo com Barreto, não seria, portanto, possível nessas regiões.


O Globo