Falar das novidades da indústria farmacêutica, nacional e mundial, falar de marketing, vendas e gestão de pessoas são o objetivo deste blog (motivar pessoas é o segredo do sucesso!).
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
O calendário! Esta invenção fantástica...
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
BNDES quer estimular fusões na indústria farmacêutica
Experimentando um novo patamar depois da explosão do mercado de genéricos, as farmacêuticas brasileiras não viram a crise. No ranking do IMS Health, que faz consultoria e auditoria para o setor, o laboratório brasileiro EMS assumiu a liderança do mercado brasileiro este ano, ultrapassando a multinacional francesa Sanofi-Aventis.
Outros dois laboratórios nacionais, Aché e Eurofarma, também figuram entre os cinco primeiros colocados, juntamente com a Medley, que agora pertence à Sanofi.
Foi justamente a venda da empresa para o grupo francês, em abril, que acendeu o sinal amarelo no BNDES. O negócio de R$ 1,5 bilhão impôs nova redução da fatia das empresas brasileiras no mercado, que havia saltado de 28,2%, em 2000, para 43% no ano passado.
Desde então, multinacionais rondam as brasileiras. A Pfizer, por exemplo, negociou com a Neo Química, que deve manter o capital nacional numa venda para o grupo Hypermarcas.
“O País virar alvo internacional traz oportunidades, mas também riscos. O risco que o BNDES vê é uma desnacionalização precoce da nossa indústria. O exemplo da Medley pode não ser o único”, teme Pedro Palmeira Filho, gerente do Departamento de Produtos Químicos e Farmacêuticos do banco.
Desde que criou, em 2007, um programa para o desenvolvimento da indústria farmacêutica nacional, o Profarma, o BNDES tenta aumentar a concentração no setor, mas esbarra no perfil familiar predominante nas farmacêuticas brasileiras.
As negociações emperram quando se discute quem vai mandar na empresa resultante de uma união.
Por isso, o banco de fomento quer entrar nos laboratórios para, por dentro, ajudá-los a se tornarem players mais agressivos. “É um processo longo.
É difícil convencer o fundador que criou aquele negócio do nada que é melhor ser sócio de uma empresa muito maior do que mandar sozinho numa pequena”, diz Palmeira.
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
Neo Quimica de Goiás agora é da Hypermarcas
O valor do negócio é de R$ 686,737 milhões e envolve emissão de 17,5 milhões de ações da Hypermarcas, a serem subscritas pelos acionistas do Neo Química. A operação total está avaliada em cerca de R$ 1,3 bilhão.
Ao final da transação, os controladores do Neo Química deterão 7,3% do capital total da Hypermarcas e participarão do bloco de controle da empresa. "Completamos cinco aquisições no ano, com valor total de cerca de R$ 2 bilhões, em linha com a estratégia anunciada durante a oferta pública de ações da companhia, em julho deste ano", afirma o executivo-chefe da Hypermarcas, Claudio Bergamo, em comunicado.
O montante será pago em três parcelas, a primeira, de R$ 235.737.931,00, na data de implementação da operação, que depende de "autorizações societárias previstas nos termos dos respectivos estatutos sociais, e desde que verificadas certas condições estabelecidas no acordo", conforme nota.
As outras duas parcelas, de R$ 225,5 milhões cada, serão pagas no primeiro e no segundo aniversários, com correção pela variação do CDI. A Hypermarcas convocará assembleia geral extraordinária (AGE) de acionistas para aprovar o negócio, em data ainda não divulgada.
Em comunicado, a Hypermarcas afirma que a transação cria o terceiro maior laboratório de capital brasileiro e o quarto maior em operação no País. No setor, a Hypermarcas atua com a divisão DM em medicamentos OTC e a Farmasa em medicamentos de prescrição.
Após a aquisição, o segmento deve representar 40% do faturamento total da Hypermarcas, conforme comunicado à imprensa.
Fundado em 1959, o Neo Química tem faturamento bruto de R$ 380 milhões, com Ebitda (lucro antes de impostos, juros, depreciações e amortizações) de cerca de R$ 95 milhões.
domingo, 29 de novembro de 2009
Uma viagem ao RJ - descoberta de USINA DE VALOR

Na semana passada estava no aeroporto de Congonhas em SP, e como de hábito, vasculho a livraria em busca de alguma "pérola" de leitura para durante o vôo (faço isto há muito tempo e sempre se encontram boas leituras rápidas).
Deparei com o livro USINA DE VALOR, de José Carlos Teixeira Moreira da Editora Gente.
Durante muito tempo no marketing se busca a DIFERENCIAÇÃO como forma de vantagem competitiva, e isto em parte se deve a maneira como vemos a estratégia (veja uma postagem minha no blog).
Porém, muitas vezes esquecemos de um conceito muito importante e que figura muitas vezes de forma muito "superficial" na literatura de marketing, que é a criação de VALOR.
Normalmente vemos que VALOR é uma equação que envolve o CUSTO e os BENEFÍCIOS percebidos pelos produtos ou serviços. Logo, VALOR é algo que o cliente nos empresta, e algo que sempre buscamos.
As propostas de VALOR cohecidas em literatura (MAIS POR MAIS, MAIS POR MENOS, O MESMO POR MAIS, etc), nos servem de guia para este exercício que considero tão importante quanto o BUYING PROCESS (vejam outra postagem no blog), porém nos falta um entendimento do ponto de vista DO CLIENTE (e não NO CLIENTE) como costumamos invariavelmente fazer.
Pois bem, a leitura do USINA DE VALOR, me trouxe novamente estes sentimentos perdidos, retornar a busca do verdadeiro conceito engendrado no VALOR para o cliente.
O autor do livro é um expert em marketing industrial e nos brinda com uma boa análise sobre os conceitos fundamentais de VALOR (quase uma doutrinação) e também sobre a importância dele para a cadeia de valor dentro de modelos B2B (onde cada empresa participante do atendimento do cliente tem que se enxergar como "entregadora" de VALOR).
Talvez devêssemos refletir sobre uma definição de VALOR que encontrei no livro:
"O valor é uma grandeza capaz de juntar partes de um todo que faz sentido para uma pessoa em particular, porque deixa a sensação de que algo vale o que vale, porque induz um estado de realização, reconhecimento e bem-estar legítimo que adquire um significado perene para aquela pessoa".
Ora, se algo tem valor para uma pessoa (nosso público consumidor, afinal de contas), o preço é um mero detalhe, colocado, segundo as melhores pesquisas, em sétimo lugar nas suas prioridades.
Mas você pode me questionar - preço é algo importante, veja a inundação de produtos de baixo custo, de genéricos em diversos mercados, etc., porém, vale a pena refletir que preço não agrega valor por si só, o cliente sempre busca ALGO MAIS para sua criação de valor (e isto vale para genéricos, caso contrário, as empresas não gastariam tanto em sua imagem institucional).
Mesmo para os consumidores de baixa renda, as questões de qualidade, de origem e de estatus de produtos são tão importantes quanto outros atributos.
Logo, meus amigos, numa boa ESTRATÉGIA de marketing, não vamos esquecer que DIFERENCIAR também ter que ser sinônimo de CRIAÇÃO DE VALOR para o consumidor, caso contrário, teremos sim, apenas mais um produto ou serviço que será descartado no mercado de forma muito rápida.
Ouso dizer (sem medo de errar!) que poderíamos gastar muito menos DINHEIRO agregando uma forma diferente de pensar sobre CONQUISTAR e MANTER clientes (e isto deve fazer parte dos projetos de SEGMENTAÇÃO DE QUALQUER EMPRESA) e fazermos esforços também para fazê-los sentir-se ORGULHOSOS de utilizar nosso serviço ou produto.
Que acham?
E quanto ao livro? Terminei a leitura neste final de semana, e é muito interessante para reflexão, pois como todos sabemos, o dia-a-dia de nosso trabalho nos faz muitas vezes perder o FOCO na origem de certas questões e problemas, e ficar somente aumentando o nosso esforço promocional com as marcas, que cada vez mais serão cobrados sobre um retorno esperado pelas empresas.
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
EAD - Cursos Gratuítos FGV
A atualização profissional é uma condição "sine qua non" para manter a competitividade no mercado de trabalho, como também para aguçar a mente crítica, gerando influenciadores positivos para a sociedade.
Eu particularmente já participei de diversas experiências com cursos a distância, aproveitando a internet como meio de interação e ainda que o modelo precise de ajustes e de evolução, creio que já possibilita ampliar o conhecimento.
E algumas entidades estão oferecendo cursos totalmente GRATUÍTOS, o que concilia a praticidade e flexibilidade dos cursos a distância e o ACESSO pelo valor de investimento.
A Fundação Getúlio Vargas é uma das que oferecem alguns cursos neste sentido e que merecem ser visitados e seguidos.
Ofereço o link abaixo para os que se interessarem.
http://www5.fgv.br/fgvonline/cursosgratuitos.aspx
Um forte abraço e espero contribuir com a melhora do conhecimento e capacitação profissional.
Rede Pague Menos abre primeira loja no Amapá
A Pague Menos soma hoje - 28 anos depois da abertura da primeira loja no bairro de Éllery, periferia de Fortaleza (CE) - 320 pontos em mais de 80 cidades.
O plano de expansão da rede prevê que 400 lojas estejam em funcionamento até o fim de 2012.
Em 2008, o faturamento da empresa foi de R$ 1,55 bilhão. A previsão é chegar a R$ 2 bilhões em 2009.
A estratégia é abrir em média 30 lojas por ano e preparar-se para, em 2012, faturar pelo menos R$ 3 bilhões e fazer a sua primeira oferta pública de ações.
Fonte: DCI
terça-feira, 17 de novembro de 2009
90% dos brasileiros querem entrega de medicamentos em domicílio
O dado impressiona pela comparação com outros itens avaliados, como por exemplo, a recarga de celulares dentro das farmácias que foi classificada como muito importante por 22% dos pesquisados. “O delivery só perde para o quesito de abertura das lojas 24 horas que foi considerado muito importante para 94% dos brasileiros.
Fica claro que quando se trata de medicamentos a questão primeira é a garantia da disponibilidade do serviço em horário integral e, logo em seguida, o conforto e a segurança do recebimento em casa”, analisa Marcos Arede, diretor da Drogaria Onofre. Segundo Arede, a aceitação dos brasileiros ao serviço de delivery é excelente, basta analisar os números.
A Drogaria Onofre foi pioneira na venda por telefone e Internet e hoje concentra 35% de seu faturamento nesse canal, o Onofre em Casa. Ao dia são entregues 8 mil encomendas em lares de todo o Brasil, com estoques locais em São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte e Vitória, no Espírito Santo. Drogaria Onofre - Fundada em 1934, a Drogaria Onofre conta com 34 unidades em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre e Vitória (ES).
Com quase 30 mil itens ativos e cerca de 2 mil funcionários, a rede é pioneira em oferecer medicamentos a preços extremamente competitivos comercializando-os por telefone e Internet, criando um novo conceito: o Onofre em Casa, que repassa a economia de sua operação para os consumidores.
Já em suas quatro MegaStores em São Paulo e uma em Porto Alegre, a Drogaria Onofre comercializa, além de medicamentos, grifes internacionais exclusivas de perfumaria e cosméticos e oferece serviços de saúde, como medição de pressão arterial, glicose, e tratamentos de beleza gratuitos, como massagem e limpeza de pele, entre outros.
Fonte: Revista Fator