Falar das novidades da indústria farmacêutica, nacional e mundial, falar de marketing, vendas e gestão de pessoas são o objetivo deste blog (motivar pessoas é o segredo do sucesso!).
terça-feira, 13 de outubro de 2009
IMS com previsões mais favoráveis para vendas farmacêuticas globais.
Apesar do crescimento deste setor até 2013 continuar a ser estimado como fraco em relação a anos anteriores, o desempenho registrado durante este ano levou a IMS a projetar um cenário um pouco mais animador do que o que tinha anunciado em Abril.
Há cerca de seis meses, as estimativas da IMS para os medicamentos sujeitos a receita médica nos Estados Unidos indicavam, pela primeira vez, uma queda - desde que a empresa começou a analisar os dados (1957) -, situada entre 1 e 2%.
Agora, prevê uma subida para este ano, entre os 4,5 e os 5,5%, e um crescimento entre os 3 e os 5% em 2010.
A IMS disse que a procura às farmácias foi maior do que o esperado, o que fez com que estas tivessem de compensar os stocks reduzidos no final do ano passado, temendo o impacto de uma recessão profunda.
Entretanto, as farmacêuticas aplicaram aumentos de preços, apesar da economia de esforço, o que conduziu a uma previsão de melhoria.As vendas farmacêuticas globais poderão aumentar entre 4 a 6% em 2010, ultrapassar os 825 mil milhões de dólares, e alcançar os 975 mil milhões de dólares em 2013, correspondendo a uma taxa composta de crescimento anual entre 4 e 7%, segundo a IMS.
"A previsão um pouco mais positiva para o sector farmacêutico deve-se essencialmente ao forte crescimento do mercado norte-americano, que provou ser mais resiliente do que o esperado para a desaceleração econômica", comentou à “Reuters” Murray Aitken, vice-presidente senior da Healthcare Insight da IMS.
Desta forma, a IMS aumentou a suas estimativas para este mercado até 2013 em cerca de um ponto percentual.A empresa considera que as perdas de patentes de vários blockbusters durante os próximos anos são um dos principais fatores que vão limitar o crescimento do sector até 2013, ao mesmo tempo que a concorrência entre genéricos vai ganhar um maior destaque. Durante os próximos cinco anos, produtos que geraram vendas anuais de 137 mil milhões de dólares irão perder a proteção de patente.
Entre estes está o Lipitor (Pfizer), Plavix (comercializado pela Sanofi-Aventis e Bristol-Myers Squibb) e o Advair (GlaxoSmithKline).Os medicamentos de marca vão perder cerca de 80% das suas receitas quando as suas versões genéricas começarem a inundar o mercado.
Vários medicamentos com potencial para ultrapassar os mil milhões de dólares em lucros anuais poderão entrar no mercado para tratar a osteoporose, esclerose múltipla, artrite reumatóide, cancro ou diabetes não deverão gerar a magnitude de vendas que os fármacos que irão perder a patente, assinalou a IMS.
Aitken considera que uma verdadeira descoberta a nível terapêutico ainda poderá gerar muitos milhares de milhões de dólares. "Se tivermos cinco lançamentos desse tipo no mercado durante os próximos anos, o mercado global poderá vir a ganhar outra dimensão".
Mercados emergentes como a China, Brasil, Índia, Coréia do Sul, México, Turquia e Rússia poderão registrar um crescimento nas vendas entre 12 e 14% em 2010 e 13 e 16% até 2013, calcula a IMS. A empresa revelou igualmente que na sua última previsão não teve em conta o potencial impacto da pandemia de gripe A, que poderia afectar de forma positiva as taxas de crescimento, através de um grande aumento das vendas de vacinas e antivirais.
Fonte: Netfarma
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
A guerra Anvisa x Farmácias começou...
Agora, os representantes estaduais do segmento se preparam para entrar na Justiça, individualmente, contra a regulamentação, o que deve ocorrer até o final do mês. O Sindicato do Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos de Minas Gerais (Sincofarma Minas) ainda tentará acelerar a votação de um projeto de Lei que regula a venda de produtos de conveniência em farmácias no Estado, em tramitação na Assembleia Legislativa (AL).
A Anvisa não quis comentar o assunto.Os representantes dos estabelecimentos do Sul, Sudeste e Centro-Oeste se reuniram na Federação do Comércio de Minas Gerais (Fecomércio Minas), em Belo Horizonte, para definir uma estratégia comum para os processos judiciais. Os empresários entendem que a norma é inconstitucional, uma vez que a Anvisa não teria poder para legislar.Entre os pontos polêmicos, a regulamentação proíbe a venda de produtos não relacionados à saúde nas farmácias e drogarias, a exemplo de balas, refrigerantes, pilhas, ração etc.
Também prevê que os medicamentos, inclusive os de venda livre, fiquem atrás do balcão. Ou seja, não podem ficar nas prateleiras acessíveis aos usuários.“As regras contrariam a legislação atual (Lei 5.991/93), que não limita os produtos que podem ser vendidos nas farmácias. A Anvisa é uma autarquia e não uma agência reguladora, portanto, tem que seguir a legislação. Não pode inovar”, defende o presidente da Abrafarma, Sérgio Mena Barreto. Para ele, a Agência está na contramão dos demais países do mundo, como Estados Unidos, Inglaterra, Itália, Suécia, Portugal e o Chile, que acabam de fazer o caminho inverso, liberando a venda de remédio nas prateleiras.
O presidente da Câmara Brasileira de Produtos Farmacêuticos (CBFarma), José Raimundo dos Santos, avalia que a nova norma traz prejuízos para farmácias e consumidores.
“Há cidades no interior em que o único acesso a serviços de correspondente bancário, Correios e lotéricas é por meio das farmácias”, afirma.O proprietário da Drogaria Araujo, Modesto Araujo, lembra que os produtos de conveniência têm participação importante no faturamento.
“Para atender a população por 24 horas, é preciso agregar mais itens ao negócio”, alega. A estimativa da Abrafarma é de que os “não remédios” representem em torno de 25% dos ganhos do setor.Munido desses argumentos, o presidente do Sincofarma Minas, Lázaro Luiz Gonzaga, informa que a entidade tentará um entendimento com a Anvisa. “Se não for possível, vamos questioná-la judicialmente, pois não há legalidade na medida”, argumenta. Minas possui, aproximadamente, oito mil farmácias e drogarias.
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Wickbold usa Anvisa para lançar pão funcional
A empresa - a segunda colocada no mercado de pães industrializados, depois da Bimbo (dona das marcas Plus Vita, Pullman e Nutrella) - investiu R$ 1,5 milhão no desenvolvimento e na apresentação dos produtos, que terão o nome da agência no verso da embalagem.
A Anvisa não concede selos para atestar a qualidade de alimentos, mas sua aprovação é necessária para que um produto seja considerado funcional.
Para isso, a fabricante deve entrar com pedido de registro no órgão e enviar documentação científica e informações técnicas. No caso dos pães da Wickbold, o apelo está no fato de que duas fatias suprem em até 28% a necessidade diária de fibras, o que contribuiria para o "equilíbrio da flora intestinal".
Com isso, a empresa tenta ganhar espaço no concorrido mercado de pães industrializados, que movimentou R$ 1,75 bilhão em 2008, segundo a Nielsen, e vem observando a migração do consumo do pão branco para os especiais. Resta saber se, para o público, acostumado a expressões como "enriquecido com fibras", o nome da Anvisa, que vai estar nos anúncios de revistas e será repetido por promotores nas lojas, pesará na hora da compra.
"Somos os primeiros a obter o registro da Anvisa na categoria de pães e vamos trabalhar para que o consumidor se conscientize de que nossos produtos oferecem algo mais", afirma Telma Wickbold, diretora administrativa e financeira e neta do fundador, Henrique Wickbold, imigrante alemão que criou a empresa em 1938.
Segundo Telma, a fabricante já tem outros pedidos em análise na Anvisa para registro como "alimentos com alegações de propriedade funcional ou de saúde".
A empresa, dona de quatro fábricas - uma em Hortolândia (SP), duas na capital paulista e uma no Rio -, está aumentando a capacidade da planta no interior paulista, inaugurada ano passado, para atender a demanda. Segundo a Nielsen, no acumulado de janeiro a agosto deste ano, a categoria de pães industrializados cresceu 9,2% em volume e 13,7% em valor, já descontada a inflação.
A alta em valor é puxada pelos pães especiais, que custam cerca de 70% mais que os brancos (em torno de R$ 3,80). Os funcionais da Wickbold vão custar ainda mais (preço sugerido de R$ 5,50).Para fabricar os funcionais, a empresa importou o principal ingrediente, a inulina, da Noruega. A aposta da Wickbold é que os novos produtos representem, até o fim de 2010, 10% da receita total, não revelada. A fabricante quer aumentar a linha de produtos para além dos pães e torradas. Este ano, já lançou uma massa de pizza integral, cuja produção é terceirizada.
"Estamos analisando novas categorias para investir", afirma a gerente de marketing da fabricante, Sandra Sernaglia. A Anvisa confirma o aumento do interesse pelos funcionais. Desde 1998, foram concedidos mais de 400 registros.
A Associação Brasileira das Indústrias de Alimentação (Abia) ainda não sabe quanto os funcionais movimentam no Brasil, onde o iogurte Activia, da Danone, é um dos mais bem-sucedidos exemplos. Mas, segundo a consultoria PricewaterhouseCoopers, citada pela revista "The Economist", o mercado de alimentos funcionais no mundo deve chegar a US$ 128 bilhões em 2013. Em 2007, estava em US$ 78 bilhões.
Valor Econômico
Jornalista: Daniele Madureira
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Discussão sobre patentes!
O que está em jogo é a perda do monopólio de 565 patentes concedidas por meio do instituto, a maioria para medicamentos. Se o pipeline for considerado inconstitucional, as patentes caem em domínio público. Associações que representam indústrias químicas, farmacêuticas e de medicamentos genéricos querem acompanhar de perto o processo.
Hoje, pelo menos 333 medicamentos considerados essenciais - utilizados, por exemplo, no tratamento de câncer e aids - têm a patente protegida. A controvérsia surgiu quando a Lei nº 9.279, de 1996, que regula direitos e obrigações relativos à propriedade industrial, passou a considerar patenteáveis os produtos alimentícios, químicos-farmacêuticos e medicamentos, que até aquele momento não eram passíveis de proteção no país.
Pelo pipeline, as patentes concedidas no exterior eram validadas automaticamente no Brasil, ou seja, sem a análise do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), como ocorre com as patentes nacionais. Foi exigido que os pedidos de revalidação fossem feitos em até um ano da vigência da lei, maio de 1997.
A legislação limitou o prazo de vigência das patentes a 20 anos. Enquanto o INPI entende que a validade dessas patentes é contada a partir da data do depósito feito no país de origem, os laboratórios internacionais brigam, no entanto, para terem o prazo prorrogado em função de suas patentes terem sido estendidas no exterior.
Um dos pedidos para ingresso na ação foi feito pela Associação Brasileira Interdisciplinar de Aids (Abia), uma ONG que batalha pelo acesso aos tratamentos e medicamentos relacionados à doença. De acordo com estudo realizado pela associação, o gasto brasileiro com cinco medicamentos concedidos sob vigência do pipeline, usados no tratamento da Aids entre 2001 e 2007, foi de aproximadamente U$$ 420 milhões, conforme o preço de mercado estabelecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
Para Francisco Viega Neves da Silva, do setor de projetos da Abia, o montante mostra o que poderia ter sido economizado pela população e pelo Estado se as patentes fossem quebradas. Em 2007, o governo quebrou a patente do Efavirenz, medicamento utilizado no tratamento da Aids e que estava sob a proteção do pipeline. "O Brasil confiou nas decisões de escritórios estrangeiros e não examinou o critério de novidade das patentes exigido pela lei", diz Neves.
Até agora, apenas o pedido de amicus curiae da Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma) foi deferido pela ministra Cármen Lúcia, relatora da ação. Os demais ainda não foram analisados. A ministra acatou o argumento da associação que reúne 28 laboratórios - eles representam 54% do mercado brasileiro de medicamentos e seriam responsáveis por promover o ciclo de pesquisa e desenvolvimento de medicamentos inovadores.
Procurada pelo Valor, a Interfarma afirmou, em nota, que acredita que "a Lei de Propriedade Industrial, aprovada em 1996 após intensos e produtivos debates, foi uma importante conquista da sociedade brasileira, e tem permitido enormes avanços em matéria de inovação, não apenas no campo farmacêutico. Por isso, defende que ela seja mantida e respeitada, integralmente".
Valor Economico
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
A Selva do planejamento estratégico - venham conhecer!

Hypermarcas paga R$ 300 milhões pelas fraldas Pom Pom
O valor do negócio deverá ser confirmado em dois meses, prazo para que se encerrem os procedimentos de auditoria.
Claudio Bergamo, presidente da Hypermarcas, diz que a operação reforça o plano traçado para o dinheiro captado na oferta, de promover crescimento em mercados complementares aos seus negócios. Estão no radar companhias com faturamento entre R$ 50 milhões e R$ 300 milhões. A Pom Pom, com faturamento anualizado de R$ 250 milhões, com base nos resultados do primeiro semestre, fica perto do topo dessa escala, portanto.
No início de setembro, a Hypermarcas comprou, por R$ 25 milhões, a Hydrogen, que selou o seu ingresso em produtos infantis e juvenis, com itens como talcos e xampus.
O executivo destaca que o segmento de descartáveis é hoje o maior no ramo de higiene pessoal no país, com faturamento de mais de R$ 4 bilhões por ano, e que lida com produtos de alto valor agregado.
"O potencial de crescimento é muito grande e acreditamos na aceleração ainda maior nos próximos anos por conta da retomada da atividade econômica, que impulsionará a renda", diz Bergamo. "No lado das fraldas geriátricas, a alta deve ser puxada pelo envelhecimento populacional. No caso infantil, consumidores que não tinham acesso a esses produtos passarão a ter", diz.
A BigFral tem 40% de participação de participação em seu nicho. No segmento geriátrico, embora haja falta de dados consolidados, fabricantes do setor estimam um crescimento de vendas da ordem de 40% nos próximos cinco anos.
Já nas fraldas infantis, a Pom Pom tem fatia de 4% no mercado brasileiro e de 9% apenas na cidade de São Paulo. A linha infantil de sabonetes e talco Pompom, entretanto, não pertence à companhia, mas sim à Colgate-Palmolive.
Bergamo, da Hypermarcas, diz acreditar que, em função da sua rede de clientes, terá condições de melhorar a distribuição nacional dos itens da Pom Pom.
Na aquisição, a Hypermarcas pagará 40% dos R$ 300 milhões à vista e o restante será parcelado.
A oferta de ações realizada em julho pela empresa somou R$ 793,5 milhões e deste total cerca de R$ 560 milhões ficaram na empresa - o restante foi para o bolso dos acionistas vendedores na operação.
Antes da captação, entretanto, a empresa possuía R$ 320 milhões em caixa - ou seja, iniciou o segundo semestre com quase R$ 900 milhões para gastar. Como nos negócios anunciados paga parte à vista e parte parcelado, ainda possui grande quantidade de de recursos em caixa para orquestrar novas compras.
E a Hypermarcas possui aquisições em vista, "como sempre", destacou Bergamo.
A Pom Pom é a terceira maior transação já anunciada pela empresa - atrás de Farmasa, fechada em junho de 2008 pelo valor de R$ 873,4 milhões, e do grupo Niasi, comprado em outubro passado, por R$ 328,4 milhões.
Bergamo conta que o fato de a empresa estar cumprindo à risca os planos divulgados aos investidores tem contribuído para o melhor desempenho de seus papéis. Ele também destaca a grande capacidade de absorver os novos negócios.
Valor Econômico
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Projeto de farmacêutica gigante não decola
O sonho do governo brasileiro de criar uma "superfarma", uma grande indústria farmacêutica para competir globalmente, está ficando cada vez mais distante. Fortalecida desde a criação da lei dos genéricos e exibindo taxas de crescimento acima de dois dígitos, a indústria nacional virou alvo das gigantes multinacionais.
O Laboratório Medley foi vendido para a francesa Sanofi-Aventis e, nas próximas semanas, a americana Pfizer deve concretizar a compra da Neo Química.
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) preferia ver as duas empresas nas mãos de um dos três maiores e mais sólidos laboratórios nacionais: Aché, Eurofarma ou EMS.
Ou que houvesse alguma fusão entre os três.
O chefe do Departamento de Produtos Intermediários, Químicos e Farmacêuticos do BNDES, Pedro Palmeira, admite que é um desejo do banco ter "uma empresa farmacêutica forte, que pudesse aspirar ser um competidor global".
"Há alguns anos, se falássemos que o Brasil iria competir com líderes da indústria aeronáutica mundial, a gente ouviria risada. Hoje, isso virou realidade. Por que não aspirar o mesmo no setor farmacêutico?"
Segundo Palmeira, o governo tem interesse estratégico em fomentar o setor por ele ser intensivo em conhecimento e tecnologia. "Nos Estados Unidos, depois do segmento de defesa, o maior investimento governamental é na indústria farmacêutica.
E esse setor vai ter um papel fundamental no sentido de permitir que os países em desenvolvimento alcancem os desenvolvidos em termos de conhecimento tecnológico."
Entretanto, a demanda por recursos está aquém da disposição do banco de emprestar. Desde 2004, quando foi criado o Profarma, até agosto deste ano, os financiamentos do BNDES para o setor somam R$ 1,3 bilhão, dos quais R$ 1,1 bilhão já foi contratado.
Há dois anos, a intenção do banco era alcançar uma carteira de R$ 2 bilhões até meados de 2008.
O programa oferece linhas especiais para investimentos em inovação, exportação, ampliação de instalações industriais e para fusões e aquisições.
"A inovação depende de tempo para acontecer e essa trajetória só será realizada em nosso País por companhias de capital nacional", afirma Palmeira. "Por isso, nossa visão de que uma farmacêutica com musculatura financeira seria bem-vinda."
Desde o início do programa, o banco só financiou duas operações de aquisição: a da Biosintética pelo Aché e da Barenne pela Farmasa. E, entre os três grandes laboratórios nacionais, não existe nem sinal de conversa.
Mas, se serve de consolo, EMS, Aché e Eurofarma dificilmente serão desnacionalizados, ao menos no curto prazo.
Não por falta de oferta, mas porque seus donos são muito comprometidos com o negócio e não querem vender. "Será que vale mais à pena vender a empresa e colocar o dinheiro no CDI ou se manter em um negócio que cresce 18%", afirma José Ricardo Mendes da Silva, diretor presidente do Aché, empresa que fatura R$ 1 bilhão
O Estado de São Paulo